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O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

Perseverança para 2018

Perseverança para 2018 nos propõe uma reflexão bíblica de como podemos permanecer crendo no Senhor e nas suas promessas para o novo ano!

Talvez você esteja frustrado por achar que Deus está demorando em responder à sua oração, mas saiba que Ele está interessado no desenvolvimento da fé e da perseverança de seu caráter.

Veja a passagem de Romanos 15.4:

Pois tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança

Nossa esperança em Jesus não pode estar limitada ao aqui e agora, pois, se o nosso foco de esperança se limita apenas ao que vemos aqui, ou naquilo que podemos colocar em nosso bolso, como diz a Palavra, somos os mais infelizes de todos os homens.

Este ano foi um ano difícil para o Brasil, um tempo de crise, desemprego, as notícias não são boas; por isso precisamos focar na esperança de que tudo será diferente e melhor no novo ano.

Saiba como buscar um ano realmente novo

A Bíblia é o livro da esperança, é a fonte da esperança. Já o nosso maior inimigo é a ignorância, tanto que a Escritura registra:

O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento (Oseias 4.6).

E a falta desse conhecimento pode ser também o da esperança. A Bíblia é a Palavra do Senhor, e a Palavra do Senhor se resume em esperança.

Entenda o valor inestimável das Sagradas Escrituras

Fé e esperança têm que ter o mesmo peso, porque é a esperança que alimenta a fé.

Do momento da promessa ao tempo do cumprimento da promessa precisamos ter perseverança e encher o coração de esperança.

A perseverança está diretamente ligada à força que somos capazes de alcançar quando temos raízes consolidadas na Palavra.

Quando somos cristãos que realmente disseminam as boas novas do Evangelho, com testemunho singelo, regado de amor, não abalados facilmente, mas produzindo frutos para a eternidade.

Dessa forma alcançaremos, juntos, de joelhos no chão, um 2018 cheio de esperança e fé.

“Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor” (Salmo 31.24).

Pr. Márcio Valadão

Saiba mais sobre ‘Perseverança para 2018’ participe do nosso primeiro culto de 2018. A celebração acontecerá na terça, às 19:30, na CERV (fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica). Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Obedeça e receba a vitória

Obedeça e receba a vitória. A frase pode parecer simples, mas carrega em si uma verdade com embasamento bíblico.

De Gênesis a Apocalipse, toda a Bíblia tratará da obediência como a chave para a vitória em todas as áreas da vida.

Esse princípio também pode ser observado na história de Naamã, relatada em 2 Reis capítulo 5.

O texto Sagrado afirma que Naamã era comandante vitorioso da Síria, muito respeitado e estimado pelo rei, pelo povo e pela sua família.

Entretanto, apesar de tanta estima o comandante sofria de uma terrível doença: a lepra.

Talvez, assim como esse homem você tem uma boa fama, por ser obediente e zeloso com a obra de Deus.

Porém, há algo que afeta a sua vida, seja um problema espiritual, familiar, financeiro, profissional ou físico.

E diante dessa situação incômoda você não sabe como agir.

Muitas vezes a sua dificuldade, em qualquer uma das áreas citadas anteriormente,também tem atingido a sua família.

Trazendo dor, sofrimento, dificuldades, desgaste nos relacionamentos e etc.

Com Naamã devia ser da mesma forma, afinal a lepra privava o seu portador de contatos íntimos, deixava as roupas do doente sujas e causava desconforto a todos.

A lepra era considerada uma doença incurável. Apenas uma intervenção sobrenatural poderia solucionar o problema de Naamã.

Talvez como Naamã você também possuí uma situação sem solução e que precisa urgente de uma ação divina.

A Palavra afirma que “para Deus nada é impossível” (Lc 1.37). Portanto, Ele pode resolver todas as coisas.

Deus pode tocar e mudar o seu espírito, alma e corpo, mas tudo dependerá da sua fé.

Entenda como a obediência é a chave da vitória

Além da lepra física, Naamã também possuía a lepra do pecado, pois não conhecia ao Deus de Israel e adorava outros deuses.

O que o comandante não sabia era que a solução para as suas doenças estava dentro da sua casa.

Em uma das investidas da Síria contra Israel,  Naamã capturou uma menina e a deu como escrava para a sua esposa.

A Bíblia não relata, mas por ser israelita podemos supor que ela fora criada nos costumes e nas Leis de Deus.

E é essa menina, serva de Deus, que apresenta para sua senhora a solução para Naamã:

Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra 2 Reis 5.3

Naamã deu ouvidos ao conselho de sua escrava e pediu cartas ao rei da Síria para que pudesse ir até Israel buscar a solução do seu problema.

O rei de Israel diante do que lê nas cartas, rasga suas vestes e declara:

Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim um homem, para que eu o cure da sua lepra? Pelo que deveras notai, peço-vos, e vede que busca ocasião contra mim 2 Reias 5.7

Saiba como a obediência nos faz vitoriosos

O rei israelita agiu corretamente, pois realmente não tinha nada que pudesse fazer pelo general sírio.

A verdade é que Naamã foi buscar ajuda no lugar errado e na pessoa errada. Será que, assim como ele, você também não está procurando ajuda no lugar errado?

Onde ou em quem está a sua esperança e expectativa? Saiba que apenas o Senhor Deus tem todas as respostas que precisa!

O profeta Eliseu fica sabendo sobre Naamã e por meio do seu servo manda um recado para o rei:

Por que rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel 2 Reis 5.8

Naamã  vai ao encontro de Eliseu, que não se apresenta pessoalmente, mas envia a seguinte mensagem:”Vai e lava-te sete vezes no rio Jordão”.

A Bíblia afirma que o comandante se sentiu contrariado e ofendido.

E com isso o seu orgulho e desobediência quase o impediram de receber a cura.

De repente Deus quer que você desça, humilhe-se e apenas ouça e obedeça a voz do Senhor para que seu problema seja solucionado.

Não se importe com o que as pessoas dirão ao seu respeito, apenas obedeça e receba a vitória, o milagre de Deus!

Os servos de Naamã insistiram com ele, pois viram que era algo simples de se realizar, bastava descer sete vezes no Rio Jordão.

Será que não é isso que Deus quer de você? Que desça, humilhe-se e reconheça sua pequenez diante Dele para que Ele realize o milagre?

Naamã desceu e saiu das águas curado e reconhecendo que não havia outro Deus, que não fosse o Deus de Israel.

Ele foi livre da lepra física e da lepra espiritual!

Se Naamã não fizesse isso, morreria debaixo daquela maldição e não teria uma vida abundante com Deus.

Por isso, hoje, escolha descer e obedecer. Quem assim procede recebe do Senhor  vitória e bênçãos maravilhosas!

Missª Nágila Araújo

Aprenda mais sobre o tema “Obedeça e receba a vitória” participe do Culto das Causas Impossíveis. Celebrado às sextas, às 19h30, na CERV.
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para contato@restaurandovidascerv.com.br

Ele nos amou primeiro

Ele nos amou primeiro. E esse amor foi manifesto na cruz do Calvário.

E foi na cruz, prestes a morrer, que Jesus fez a proclamação de vitória mais importante da história  da humanidade, quando disse:

Está consumado!

Ele cumpriu a Sua missão, e o que aparentemente foi o maior dos fracassos era, na realidade, a vitória mais incontestável.

Ao render o Espírito, Ele derrotou Satanás, despojou-se de todas as hostes malignas.

E, diferente do que muitos pensam, isso não aconteceu na ressurreição, mas no momento em que Jesus entregou Seu Espírito.

Em Colossenses, capítulo 2, versículo 15, diz que foi na cruz:

E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz

Um homem justo passou pela terra sem curvar-Se ao pecado. O segundo Adão não foi seduzido como o primeiro. Mesmo diante do sofrimento tão extremo, Ele venceu, obedeceu ao Pai em tudo.

Passou pela vida sem contrair a dívida da rebelião. Seu sacrifício foi apresentado no Céu como pagamento pela iniquidade de todos nós.

Na cruz Jesus venceu o pecado, mas era também necessário que vencesse a morte.

Nos três dias que se seguiram à cruz, Ele desceu às regiões mais baixas da terra e enfrentou o inferno.

Aprenda mais sobre o amor e misericórdia de Deus

Quando a justiça divina foi satisfeita e a oferta pelo pecado foi aceita, Deus O ressuscitou. Não era possível que os grilhões da morte O retivesse, de forma alguma.

Em Atos, capítulo 2, verso 24, diz assim:

Ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse Ele retido por ela

Ao ressuscitar, Jesus devolveu a vida eterna aos homens e assumiu toda autoridade nos céus e na terra.

Veja Mateus 28.18, em que Ele diz:

…Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. E essa autoridade nos foi outorgada por Ele quando disse: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura

Por isso hoje podemos repousar sobre a graça e essa autoridade. Um homem conseguiu finalmente reaver tudo aquilo que o primeiro Adão tinha perdido.

Ele é o nosso Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito do Pai, que tornou-Se o Primogênito ao nos fazer filhos e filhas do Pai celestial.

Nossa fé está Nele, o centro da nossa vida é Jesus. Hoje Ele vive! Aleluia!

Quando olhamos para o espelho da Bíblia, dizemos que somos cristãos; a palavra ‘cristão’ não significa aquele que é da religião de cristo, mas, sim, aquele no qual Cristo vive.

A nossa fé é essa vida, não é o nosso esforço em ter a vida cristã, mas a nossa rendição em permitir que Cristo viva por meio da nossa vida.

Que glorioso é isso! Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro. Ninguém nos ama mais do que Ele, ninguém nos perdoa como Ele.

Ele é o centro da nossa vida. Se hoje temos vida, é porque um dia Ele deu a própria vida para que tivéssemos vida em abundância. Glorificado seja Seu nome hoje e sempre!

Pr. Márcio Valadão

Aprenda mais sobre o assunto “Ele nos amou primeiro”, participe do Culto da Restauração. Realizado ás terças, às 19:30, na CERV (Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica).
Mais informações ligue (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Dia de batalha

Dia de batalha nos ensina a vestir nossa armadura e guerrear contra as investidas do inimigo

Levanta-te! Veste a armadura!
Hoje é dia de batalha!
Batalha que será dura,
Mas trará no fim, medalha.

Não se esqueça do capacete,
Que declara a salvação,
Pelo sangue derramado
Te cobrindo com o perdão.

Como clamar a Deus?

Ponha a couraça de justiça,
Proteja-se atrás com a verdade,
Caminhe com o evangelho
E com o escudo da fé
Esteja sempre de pé!

De dois gumes é a espada.

Deve estar sempre afiada.
É a Palavra de poder
Que te garante vencer!

Aprenda mais sobre a guerra que pelejamos diariamente

Em nosso viver, enfrentamos constantemente o inimigo que quer nos derrotar. A função dele é sempre a mesma: roubar, matar e destruir. Suas armas são milenares, e ele as usa em armadilhas escondidas com iscas próprias para cada tipo de pessoa ou temperamento. Ele acusa, mente e tenta. As táticas são sempre as mesmas; e tantos caem. Mas o Senhor já nos deu armas invencíveis: a armadura espiritual (Ef 6.10-20) que nos reveste e nos defende. E temos a “espada do Espírito”, a Palavra de Deus, com a qual podemos atacar o inimigo e vencê-lo.

Não deixe de vestir hoje a sua armadura, pois todos os dias são dias de batalha!

Adriana Santos

Aprenda mais sobre o tema “Dia de batalha”, participe do Culto das Causas Impossíveis. Este culto é celebrado às sextas-feiras, às 19:30, na CERV. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

A morte não tem a última palavra

Jesus ressuscitou!

Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Consequentemente, negavam doutrinas basilares da fé cristã, como a criação, a encarnação e a ressurreição. A igreja de Tessalônica, fortemente influenciada pela cultura grega, experimentava um abalo nas suas convicções relativas à ressurreição dos mortos. Assim, o apóstolo Paulo escreve à igreja para corrigir esse desvio doutrinário e consolar os irmãos. Vejamos algumas verdades por ele destacadas:

Primeira, a doutrina de ressurreição é uma revelação divina e não humana (1Ts 4.15): o futuro do povo de Deus não é o tormento do fogo eterno e nem o túmulo gelado, mas a glória de Deus. Quando Jesus voltar, os vivos serão transformados e os mortos ressuscitarão com um corpo imortal.

Segunda, a segunda vinda de Cristo é uma realidade inegável e inescapável (1Ts 4.16a): Jesus voltará visível, audível, física, inesperada, repentina e gloriosamente. Quando Ele voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. A segunda vinda de Jesus fechará as cortinas da história e abrirá os portais da eternidade.

Terceira, a ressurreição dos mortos acontecerá imediatamente após a segunda vinda de Cristo (1Ts 4.16b): aqueles que morrem em Cristo, em critério algum, estão em desvantagem aos que continuam vivos, pois morrer é partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. E, quando Jesus voltar, eles ressuscitarão antes dos vivos serem transformados e arrebatados.

Leia este artigo e entenda o valor da ressurreição de Cristo!

Quarta, o arrebatamento dos salvos será a manifestação de todos os remidos do Senhor (1Ts 4.17): o arrebatamento é o resultado imediato da segunda vinda. Jesus vem do céu e os salvos vão com Ele para o céu. Subiremos entre nuvens para encontrar nosso Senhor nos ares e, assim, estaremos para sempre com Ele, na Casa do Pai; onde a morte não entrará; onde não haverá mais luto, nem pranto, nem dor.

Paulo termina sua exposição com uma ordem à igreja (1Ts 4.18). Jesus venceu a morte, tirou o seu aguilhão e, por isso, ela não tem a última palavra!

No domingo, às 6 horas da manhã, será realizado o Culto da Ressurreição em nossa igreja. Venha participar conosco e celebrar a Jesus, pois Ele está vivo, Ele ressuscitou!

Nossa igreja fica à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Você é capaz de eliminar o medo e estabelecer a conquista?

Ao fim de quarenta dias, Josué, Calebe e os demais espias retornaram da terra de Canaã, apresentaram-se a Moisés, a Arão e a todo o povo de Israel, e lhes contaram o que haviam visto. Dez desses espias foram tomados pelo temor e, movidos pelo medo, se viram e foram vistos como gafanhotos (Nm 13.33). Josué e Calebe, ao contrário dos demais, foram possuídos por um espírito de conquista (Nm 14.6-10).

O medo anestesia nossa consciência, silencia nosso testemunho, enfraquece nossa fé, nos impede de conseguir, nos emperra, nos torna prisioneiros, tolhe a nossa liberdade, inibe o nosso potencial, tira o nosso sono, rouba nossa paz e nos faz perder oportunidades. De modo que deixar-se dominar pelo medo é algo extremamente desastroso, como podemos observar na Parábola dos Talentos. Eis o relato de um daqueles servos: “Por fim, veio o que tinha recebido um talento e disse: Eu sabia que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e junta onde não semeou. Por isso, tive medo, saí e escondi o seu talento no chão. Veja, aqui está o que lhe pertence” (Mt 25. 24,25).

Dez espias contaminaram uma nação pelo sentimento de medo, mas dois escolheram confiar no Senhor. Além desses, aprendemos, por meio da Bíblia, a história de outros homens que não se permitiram deter diante de situações ameaçadoras: o pequeno Davi colocou o gigante Golias por terra; Gideão com apenas 300 homens derrotou um exército de 135 mil midianitas armados; Elias derrotou sozinho 400 profetas de Baal; Daniel na cova dos leões ficou toda a noite no meio das feras e saiu ileso; Pedro, um humilde pescador, enfrentou corajosamente os membros do sinédrio dos judeus que tinham poder para entregá-lo à morte; Paulo, como prisioneiro, deu testemunho diante de reis e governadores.

Portanto, você e eu, podemos padronizar uma linguagem com a nossa atitude. Confiemos no Senhor, vejamos além do medo e conquistemos a terra que nos foi prometida!

A importância da Palavra

a-importancia-da-palavra-de-deus-2Após uma longa trajetória de conquistas, Josué, um homem que demonstrou dedicação, obediência e santidade em sua vida, inicia uma série de conselhos à nação de Israel (Js 23.1,2,6,14). Embora muito já havia sido realizado, ainda restavam algumas cidades que Deus prometera ao Seu povo e que precisavam ser conquistadas.

Aquele que tem um Alvo não pode negligenciar a trajetória

Aquele que tem um alvo não pode negligenciar a trajetória. Por isso Josué está compartilhando com Israel o segredo do sucesso de sua jornada: apegar-se à Palavra de Deus e lhe dar a devida importância!

Infelizmente, nossa geração tem se preocupado demasiadamente com os resultados e negligenciado os processos que levam ao sucesso. Como parte do exército de Deus, precisamos aprender que a garantia da nossa vitória não está nas habilidades que possuímos. E sim em ouvir, acolher e obedecer a Palavra de Deus.

Precisamos aprender que a garantia da nossa vitória não está nas habilidades que possuímos. E sim em ouvir, acolher e obedecer a Palavra de Deus.

Josué sabia que a única coisa que poderia derrotar o exército de Israel era sua própria desobediência à Palavra. Se o povo aprendesse a dar a devida importância à ela, seria invencível diante de qualquer inimigo. Por isso, vale a pena dar ouvidos aos conselhos de Josué:

a-importancia-da-palavra-de-deusSe esforce em obedecer: a obediência é algo que precisa ser aprendido e requer disciplina. Aquele que ama a Palavra de Deus lutará contra suas vontades e desejos. Custe o que custar, fará tudo para permanecer obedecendo a Deus e contrariando a sua natureza humana, que gosta de avançar limites e quebrar regras.

Não se desvie: quando Josué fala ao povo para não se desviar da Palavra nem para a direita e nem para a esquerda, está alertando para os perigos existentes nos atalhos e nas margens do caminho. Permanecer no caminho é um ato de perseverança.

Tenha fé: é muito mais que acreditar, é confiar plenamente. Muitos acreditam que um avião pode voar, mas nem todos tem coragem de viajar em um. Assim são muitos cristãos – creem que a Bíblia é a verdade, mas não permitem que suas vidas sejam conduzidas por ela.

Josué foi bem-sucedido porque deu ouvidos aos conselhos de Moisés no início de sua caminhada e foi fiel até o fim. Ele deu primazia à Palavra de Deus em sua vida! Portanto, ainda que pareça loucura, permaneçamos firmes no que Deus nos falou em Sua Palavra!

Texto adaptado do estudo de células Josué, de consolidado a consolidador

Encerramento da campanha “Tudo ou Nada”

Prepare-se para nossa última reunião da campanha, pois será de grandes vitórias, em nome de Jesus!

Em noveoracaombro, todos os membros da CERV se consagram para a Campanha “Tudo ou Nada”.

Durante todos os dias os irmãos oraram por 1 hora, jejuaram e estudaram a 1ªCarta de Paulo aos Coríntios. E aos sábados a igreja se reuniu para ouvir a Palavra de Deus, adorar ao Senhor e guerrear em oração, clamando pelas bênçãos do Senhor.

E, hoje, ás 19 horas,  na CERV, será o último encontro de sábado. Receberemos a última oração e unção e queimaremos nossos pedidos. Prepare o seu coração e creia que já deu tudo certo, em nome de Jesus!

Importante: os encontros se encerram hoje, mas a campanha prossegue até o dia 30 de novembro. Permaneça firme e tome posse da sua bênção!

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