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Cristo ressuscitou, aleluia!

Cristo ressuscitou, aleluia! Essa é uma novidade de esperança!

Se Cristo não tivesse ressuscitado o que seria da humanidade? Teriam todos perecido em seus pecados.

Entretanto, desde a época que Cristo morreu e ressuscitou, até hoje, há pessoas que questionam a veracidade desse fato.

No período que o apóstolo Paulo viveu teve que enfrentar esse tipo de questionamento na igreja de Corínto.

Havia membros da igreja duvidando da morte e ressurreição de Jesus, então o apóstolo escreve a seguinte explicação, em sua primeira carta a igreja:

 

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo.
 
Portanto, quer tenha sido eu, quer tenham sido eles, é isto que pregamos, e é isto que vocês creram.
 
Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?
 
Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou;
e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.
 
Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.
 
Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo.
 
Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados”  (1 Co 15.10-17).
Se Cristo não tivesse ressuscitado, como Paulo escreveu a humanidade teria morrido em seus pecados, sem perdão de Deus.
 
 
A humanidade estaria numa condição deplorável e sem possibilidade alguma de serem filhos e pertencentes a família de Deus.
 
 
Se não houvesse a ressurreição toda a pregação do Evangelho, desde Cristo até a atualidade, foi e é inútil.
 
 
Todas as pessoas que têm ouvido e crido na pregação a respeito da pessoa de Jesus, podem testificar da transformação pela qual passaram.
 
 
De onde viria essa transformação? Homem algum, por mais sábio e capacitado que seja, não consegue transformar a si mesmo ou ao próximo.
 
 
Somente uma obra sobrenatural é capaz de mudar o coração do ser humano.
 
 
Por isso, aqueles que recebem Jesus em seu coração podem declarar com alegria:
 
Cristo ressuscitou, aleluia!
Pois, foi por meio dessa morte e ressurreição, que as pessoas receberam perdão, uma nova vida e a esperança de uma vida eterna.
Por isso, não apenas no dia oficial que é celebrada a ressurreição de Cristo, todos os dias, os filhos de Deus, devem celebrar, com alegria a ressurreição de Jesus.
Por que Ele vive, você pode crer num hoje, num amanhã e num futuro de esperança e vida!
Ouça a mensagem ‘Cristo ressuscitou, aleluia’ e tenha sua esperança renovada:

 

Comunicação CERV

Vivo ou morto

Vivo ou morto. Como você se encontra neste momento na sua caminhada com Deus?

Neste tempo que já caminha com o Senhor, quais foram as promessas, palavras e sonhos que Ele deu a você e, a medida que os anos se passaram, você permitiu que se perdessem?

Muitas pessoas, com o passar dos anos, vão permitindo que partes importantes do relacionamento com Deus se percam.

Isto acontece por que se afastam do Senhor e permitem que outras prioridades ocupem um lugar que pertence somente a Deus.

 

E infelizmente, muitos que chegaram a essa condição estão enfermos espiritualmente e por que não dizer que alguns já perderam tudo e morreram.

A Bíblia em João capítulo 11, dos versos 1 ao 15, conta a seguinte história:

“Um homem chamado Lázaro estava doente. Ele morava em Betânia com suas irmãs, Maria e Marta.

Foi Maria, a irmã de Lázaro, que mais tarde derramou perfume caro nos pés do Senhor e os enxugou com os cabelos.

As duas irmãs enviaram um recado a Jesus, dizendo: “Senhor, seu amigo querido está muito doente”.

Quando Jesus ouviu isso, disse: “A doença de Lázaro não acabará em morte. Ela aconteceu para a glória de Deus, para que o Filho de Deus receba glória por meio dela”.

Jesus amava Marta, Maria e Lázaro.

Ouvindo, portanto, que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava.

Depois, disse a seus discípulos: “Vamos voltar para a Judeia”.

Os discípulos se opuseram, dizendo: “Rabi, apenas alguns dias atrás o povo da Judeia tentou apedrejá-lo. Ainda assim, o senhor vai voltar para lá?”.

Jesus respondeu: “Há doze horas de claridade todos os dias. Durante o dia, as pessoas podem andar com segurança. Conseguem enxergar, pois têm a luz deste mundo.

À noite, porém, correm o risco de tropeçar, pois não há luz”.

E acrescentou: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas agora vou despertá-lo”.

Os discípulos disseram: “Senhor, se ele dorme é porque logo vai melhorar!”.

Pensavam que Jesus falava apenas do repouso do sono, mas ele se referia à morte de Lázaro.

Então ele disse claramente: “Lázaro está morto.

 E, por causa de vocês, eu me alegro por não ter estado lá, pois agora vocês vão crer de fato. Venham, vamos até ele”

Jesus tinha uma relação de amizade com esta família e soube que Lázaro estava enfermo, mas a Bíblia relata que o Mestre demorou dois dias para visitar seu amigo..

E neste meio tempo, Lázaro morreu, e aparentemente, para as pessoas, era um estado irreversível.

Jesus decidiu ir até seu amigo e chegando lá encontra as pessoas tristes pelo falecimento.

Para Marta e Maria e os demais presentes, Jesus havia chegado atrasado e já não tinha mais o que fazer por Lázaro.

Onde estava Jesus quando eles mais precisaram? Por que Ele não foi lá enquanto Lázaro estava vivo?

Muitas pessoas estão enfermas espiritualmente e até já morreram e ficam se perguntando onde Jesus está?

Entretanto, não percebem que Ele está presente, mas elas é que não o têm buscado, pois muitas estão cegas a ponto de não enxergar a necessidade de Cristo.

Escolhem distanciar-se de Deus, pois se deixam levar por tudo que a sociedade apresenta como importante e necessário, mas que só as afastam do Senhor.

Pare e faça o seguinte exercício: Enumere cinco atividades que você executa no seu dia. Quantas delas te aproximam de Deus e promovem comunhão com Ele?

Estamos inseridos neste mundo que está debaixo do poder do maligno e temos que lutar a cada dia para nos mantermos em Deus e não sermos levados a ter uma vida espiritual enferma.

Buscar a presença do Senhor deveria ser algo habitual, normal para os filhos de Deus, mas acaba sendo a exceção.

E você? o que tem feito com sua vida espiritual?

Muitos em virtude de uma escolha errada em vez de se arrependerem e voltarem para o caminho, vão direto para a morte.

Para ter um diagnóstico da sua vida espiritual, não precisa retroceder tantos anos, basta olhar para o ano de 2017.

Em que estado se encontra hoje, em 2018: vivo ou morto?

Será que você não está precisando mudar a forma como está caminhando, parar e recomeçar?

Tem pessoas que ouvem todas as vozes (amigos, colegas, família e etc), menos a voz do Senhor.

 

Saiba como ser tocado por Deus

Porém, assim como na história bíblica citada acima, Jesus chegou na aldeia, entrou naquela história que parecida perdida para mudá-la:

 

“Rolem a pedra para o lado”, ordenou. “Senhor, ele está morto há quatro dias”, disse Marta, a irmã do falecido. “O mau cheiro será terrível.”

Jesus respondeu: “Eu não lhe disse que, se você cresse, veria a glória de Deus?”.

Então rolaram a pedra para o lado. Jesus olhou para o céu e disse: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste.

Tu sempre me ouves, mas eu disse isso por causa de todas as pessoas que estão aqui, para que elas creiam que tu me enviaste.

Então Jesus gritou: “Lázaro, venha para fora!” (João 11.39-43)

 

Já havia quatro dias que Lázaro estava morto e para todos a situação não tinha solução.

E assim acontece com a vida espiritual de muitos. quando a pessoa olha para si e percebe que está morta, na sua concepção não tem jeito, já era!

Mas Jesus declarou para Lázaro e declara sobre a sua vida:

“Se creres verás a glória de Deus!”

Cristo realizou um milagre impossível para os homens. E muitos que viram creram.

E hoje, o Senhor Jesus pode ressuscitar a sua vida espiritual, como ressuscitou a Lázaro.

Porém, você precisa crer que Ele pode fazer!

Jesus quer te dar vida para que outras pessoas O conheçam por meio de você.

E qual será a sua escolha? Ficará vivo ou morto?

Ouça a mensagem “Vivo ou morto” e permita que o Espírito Santo mostre a você como está sua vida espiritual:

 

Comunicação CERV

Nova vida em Cristo

No último domingo de 2017 foi realizado o batismo nas águas, selando a nova vida em Cristo dos novos membros da CERV

O ano de 2017, na Comunidade, foi encerrado com a celebração da nova vida em Cristo, por meio do batismo, dos irmãos: William e Jociane.

Com a presença de vários irmãos e familiares celebrou-se um culto de gratidão a Deus.

A Palavra do Senhor foi ministrada pelo pastor Rafael Pitzer  que apresentou três pontos importantes sobre o batismo:

1) Se Jesus morreu nós também devemos morrer com Ele (Rm 6.6 e 7)

O batismo demonstra que o velho homem está morto e está vivendo uma nova vida, não sendo mais escravo do pecado.

Assim como Cristo morreu na cruz, o velho homem também deve crucificar o seu ego, a sua velha natureza e demonstrar novidade de vida.

Portanto, o batismo cela está morte e o renascimento para uma nova vida.

2) Se Jesus foi sepultado, nós também fomos sepultados com Ele (Rm 6.3 e 4)

Se Cristo foi sepultado, o homem é sepultado por meio do batismo.

Para compreender melhor podemos comparar com a morte natural.

Antes do corpo ser sepultado, o homem morre e tem seu corpo preparado.

Então chega-se ao último estágio da morte: o sepultamento.

Da mesma forma, o batismo é o último estágio da morte do velho homem, simboliza o sepultamento da velha vida.

Entenda a importância de ser batizado

3) Se Jesus ressuscitou, após a morte, nós também seremos ressuscitados para uma nova vida (Rm 6.8-11; 2Co 5.17)

A partir do batismo o homem é considerado morto para o pecado e vivo para Cristo Jesus.

Através do batismo é celebrada a nova vida em Cristo, uma vida que viverá para a glória de Deus.

Assim o pastor encerrou sua pregação convidando todos a viver uma vida nova para o novo ano que se iniciaria.

Logo em seguida, nossos irmãos foram batizados nas águas, como testemunho público de uma nova vida.

Já no período da noite, no culto de Gratidão pelo Ano Novo, William e Jociane foram recebidos como membros da Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV).

Cada um pode testemunhar como era suas vidas antes de conhecerem a Cristo e a transformação pela qual passaram.

Este momento foi encerrado com uma oração pela vida destes irmãos que louvaram a Deus pela nova vida em Cristo.

Confira as fotos do batismo

Comunicação CERV

Saiba mais sobre como ter Uma nova vida em Cristo, participe da Escola Bíblica Dominical, aos domingos, às 9 horas na CERV (Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica).
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

 

 

Ele nos amou primeiro

Ele nos amou primeiro. E esse amor foi manifesto na cruz do Calvário.

E foi na cruz, prestes a morrer, que Jesus fez a proclamação de vitória mais importante da história  da humanidade, quando disse:

Está consumado!

Ele cumpriu a Sua missão, e o que aparentemente foi o maior dos fracassos era, na realidade, a vitória mais incontestável.

Ao render o Espírito, Ele derrotou Satanás, despojou-se de todas as hostes malignas.

E, diferente do que muitos pensam, isso não aconteceu na ressurreição, mas no momento em que Jesus entregou Seu Espírito.

Em Colossenses, capítulo 2, versículo 15, diz que foi na cruz:

E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz

Um homem justo passou pela terra sem curvar-Se ao pecado. O segundo Adão não foi seduzido como o primeiro. Mesmo diante do sofrimento tão extremo, Ele venceu, obedeceu ao Pai em tudo.

Passou pela vida sem contrair a dívida da rebelião. Seu sacrifício foi apresentado no Céu como pagamento pela iniquidade de todos nós.

Na cruz Jesus venceu o pecado, mas era também necessário que vencesse a morte.

Nos três dias que se seguiram à cruz, Ele desceu às regiões mais baixas da terra e enfrentou o inferno.

Aprenda mais sobre o amor e misericórdia de Deus

Quando a justiça divina foi satisfeita e a oferta pelo pecado foi aceita, Deus O ressuscitou. Não era possível que os grilhões da morte O retivesse, de forma alguma.

Em Atos, capítulo 2, verso 24, diz assim:

Ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse Ele retido por ela

Ao ressuscitar, Jesus devolveu a vida eterna aos homens e assumiu toda autoridade nos céus e na terra.

Veja Mateus 28.18, em que Ele diz:

…Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. E essa autoridade nos foi outorgada por Ele quando disse: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura

Por isso hoje podemos repousar sobre a graça e essa autoridade. Um homem conseguiu finalmente reaver tudo aquilo que o primeiro Adão tinha perdido.

Ele é o nosso Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito do Pai, que tornou-Se o Primogênito ao nos fazer filhos e filhas do Pai celestial.

Nossa fé está Nele, o centro da nossa vida é Jesus. Hoje Ele vive! Aleluia!

Quando olhamos para o espelho da Bíblia, dizemos que somos cristãos; a palavra ‘cristão’ não significa aquele que é da religião de cristo, mas, sim, aquele no qual Cristo vive.

A nossa fé é essa vida, não é o nosso esforço em ter a vida cristã, mas a nossa rendição em permitir que Cristo viva por meio da nossa vida.

Que glorioso é isso! Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro. Ninguém nos ama mais do que Ele, ninguém nos perdoa como Ele.

Ele é o centro da nossa vida. Se hoje temos vida, é porque um dia Ele deu a própria vida para que tivéssemos vida em abundância. Glorificado seja Seu nome hoje e sempre!

Pr. Márcio Valadão

Aprenda mais sobre o assunto “Ele nos amou primeiro”, participe do Culto da Restauração. Realizado ás terças, às 19:30, na CERV (Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica).
Mais informações ligue (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Cristo: a viva esperança

Cristo: a viva esperança! Sim, aquele que estava morto e foi ressuscitado ao terceiro dia. O plano de Deus para resgatar o homem encontrou sua plena realização.

Para muitos a morte de Cristo significou o fim da esperança, de um novo tempo. Entretanto a ressurreição aconteceu para mostrar o contrário.

Os discípulos que caminharam com Jesus por três anos haviam perdido a esperança, muitos voltaram a velha vida.

Porém, ao reverem a Cristo foi reacendido em seus coração a esperança. E com essa esperança  e após o batismo com o Espírito Santo. Eles começaram a pregar a respeito dessa esperança

E foi para isso que Jesus ressuscitou: para conceder a humanidade a esperança que o mundo não pode dar.

Apesar de muitas pessoas saberem dessa verdade, ainda possuem um coração desesperançoso. Mesmo aquelas que um dia foram ressuscitados em Cristo, permitem essa desesperança ocupar seus corações.

E, hoje, muitos têm abandonado Cristo, a viva esperança por motivos muitas das vezes banais. Desvalorizando, assim, essa entrega de Jesus na cruz para resgate da humanidade.

Há aqueles ainda que afirmam caminhar com Cristo, entretanto já não concedem espaço para Jesus, deixando-O em último plano.

Cristo, a viva esperança ressuscitou, Ele vive! E será que você tem valorizado a morte e ressurreição de Cristo?

Leia a respeito da crucificação de Cristo

Ele tem sido a razão do seu viver? Ou você facilmente tem trocado a presença do Senhor por pessoas e coisas que te afastam Dele?

Será que você está precisando que Cristo ressuscite a sua vida espiritual? Seu casamento? Sua família?

Cristo, a viva esperança te chama para estar com Ele, para viver para Ele e para transmitir essa esperança para todo o mundo.

Sem Cristo, não há esperança, mas como Ele a vitória sobre o mal, as dores, a morte é possível!

Ouça a mensagem Cristo: a viva esperança e permita que o Espírito Santo ressuscite a esperança em seu coração:
Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica. Mais informações, ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

A Ressurreição de Cristo

A ressurreição de Cristo é o seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, de que seu sacrifício vicário foi perfeito e de que a porta da esperança está aberta para nós.

Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou. Ele está à destra de Deus, de onde voltará com grande poder e glória. Vamos abordar essa magna doutrina da ressurreição sob três perspectivas:

1. A ressurreição de Cristo é um fato inegável (1Co 15.1-8) – Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas uma agenda.

Ele não morreu como um mártir, o Pai o entregou e ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito.

O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa. Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz.

Outros dizem que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros dizem que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que sua sepultura estava aberta.

As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes. Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com galhardia os açoites, as prisões e o martírio.

2. A ressurreição de Cristo é um fato indispensável (1Co 15.12-20a) – O apóstolo coloca o machado da verdade na raiz do falso pensamento grego acerca da ressurreição.

Pelo fato de eles considerarem a matéria má e o corpo como cárcere da alma, não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo argumenta que se não há ressurreição do corpo, então Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé.

Se Cristo não ressuscitou somos falsas testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram.

Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo é a pedra de esquina que mantém o edifício do cristianismo de pé.

O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou o túmulo gelado não é nosso destino. Caminhamos não para um ocaso lúgubre, mas para uma manhã radiosa de imortalidade e gozo eterno.

3. A ressurreição de Cristo é um fato incomparável (1Co 15.20b-28) – Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem. Ele abriu o caminho e após ele seguiremos.

Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando ele vier em sua majestade e glória, os mortos ouvirão dos túmulos a sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo.

Ao vencer a morte, ele tirou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, triunfando sobre ela na ressurreição. Sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição.

À semelhança dele teremos, também, um corpo de glória. Nosso corpo será imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor.

Caminhamos, portanto, não para um horizonte pardacento, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!

Não podemos nos esquecer do favor de Cristo

Hernandes Dias Lopes

Nossa igreja fica à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Menos pose mais coração

Todos nós nos ajeitamos um pouco na hora de tirar fotos. Uma pose, um sorriso e pronto: momento registrado. Seja o culto, a festa ou almoço a foto servirá para nos lembrar de tal momento. No entanto, por mais que a fotografia nos lembre do evento, nunca nos dirá como realmente foi o acontecido.  Já vi fotos de festas onde pessoas posaram com um sorriso e roupas bonitas, quando a celebração mais parecia um velório. Nesta época de redes sociais, como o facebook, vemos pessoas posarem para fotografias em lugares lindos, onde tudo parece maravilhoso. Porém, infelizmente, tudo pode não passar de mera glamourização e distorção do real.

Enquanto muitos se fotografam num palácio, o coração pode ser na verdade a imagem de um casebre. Relatam riqueza quando a realidade é miséria. Mostram sorrisos quando o interior está em lágrimas. Não se engane com multidões, beleza ou glamour, pois uma foto só mostra a aparência e não o coração. O Senhor Jesus, certa vez, ao se referir a um grupo de religiosos disse: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mt 15.8). Diante dessa colocação podemos ver que é possível passar uma imagem a outros que não condiz exatamente com a realidade. Muitas pessoas posam não apenas nas fotos, mas na vida. Tentam esconder suas fraquezas e seus erros e não percebem que, enquanto sofrem debaixo de seus mistérios, o relógio da vida está passando há muito tempo.

Peço ao Senhor que nos livre de parecer mais do que realmente somos. Desejo que Ele possa não apenas nos fazer sorrir para um momento, mas tocar de forma eterna nossos corações. Que possamos ser radicalmente sinceros e nos entregarmos a Deus a ponto que o Senhor transforme toda mentira cativa em verdade dentro de nós. Oro a Deus para que Ele possa mudar mais corações do que rostos e assim nossas fotos serão não apenas imagens, mas retratos fiéis do que aconteceu dentro de nós. Clamo ao Senhor que haja menos pose e mais coração!

Texto adaptado de Drummond Lacerda, site ventonofogo.com

Saiba mais sobre o coração lendo o texto “Dá-me um coração igual ao Teu”

Este mês nossa igreja está aprendendo a respeito de um novo coração. Se você deseja conquistar um novo coração, venha nos fazer uma visita!

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A centralidade de Cristo

Cristo é o centro da fé, da vida e da igreja. E é isso que o apóstolo Paulo, por meio de sua carta aos Colossenses, nos ensina.

Por meio da história dessa igreja, aprenderemos que é necessário nos livrarmos dos inimigos que excluem a centralidade de Cristo.

Fomos salvos por Cristo para vivermos para a glória do seu nome!

Ouça a mensagem “A centralidade de Cristo’ e aprenda como fazer de Jesus o centro da sua vida:

Parte 1

 

Parte 2

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O clamor de Deus

Referência: Jeremias 2.1-13

INTRODUÇÃO

jesus

São impressionantes as semelhanças que há entre a vida de Jeremias e a de Jesus:

1) Os dois nasceram e cresceram em pequenos povoados: Jeremias em Anatote e Jesus, em Nazaré.
2) Os habitantes de Anatote rejeitaram Jeremias e procuraram mata-lo, da mesma maneira que os habitantes de Nazaré rejeitaram Jesus.
3) Os líderes religiosos foram os principais inimigos de Jeremias, e a mesma coisa aconteceu com Jesus.
4) Jeremias confrontou o povo de então por causa da sua fé supersticiosa que tinham no Templo, e por crerem que a conduta moral não era importante, já que eles obedeciam ao ritual do Templo. Jeremias disse assim:

“Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, Templo do Senhor é este… Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam…” (Jr 7.4,8-11).

Jesus “tendo entrado no templo, expulsou a todos os ali vendiam e compravam; também derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada Casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores” (Mt 21.12-13).

5) Jeremias e Jesus choraram sobre Jerusalém. Vejamos primeiramente as palavras de Jeremias:

“(…) Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; estou de luto (…) Oxalá a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos em fonte de lágrimas. Então choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo” (Jr 8.20-9.1).

Agora, vejamos as palavras de Jesus:

“Jerusalém, Jerusalém (…) Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os pintos debaixo das asas, e tu não quiseste” (Mt 23.37).

6) Tanto Jeremias como Jesus sabiam que a palavra final de Deus ao seu povo não era de juízo, mas de uma nova aliança. Assim diz Jeremias: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá” (Jr 31.31).

E na noite em que foi traído, Jesus se reuniu com os seus discípulos no cenáculo, para celebrar a Páscoa. E, depois de haver tomado o cálice e orado, ele o deu aos seus discípulos, e disse: “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados” (Mt 26.27-28).

7) Tomando-se em conta todas essas semelhanças não é de se admirar que, quando Jesus apareceu, algumas pessoas pensassem que ele fosse Jeremias (Mt 16.13,14).

Assim como Jesus veio para proclamar aos homens o amor de Deus e convocá-los para se voltarem para Deus, Jeremias também levanta aos ouvidos da nação o clamor de Deus de que retornassem para Ele.

deus-se-recordaI. A LEMBRANÇA DE DEUS – V. 1-3

1. Deus se recorda dos tempos áureos de afeição do seu povo por ele – v. 2

“Lembro-me de ti, da tua afeição…” (v. 2). O coração de Deus se move de amor por você. Ele se recorda daquele tempo quando você O conheceu, quando você se afeiçoou a Ele e entregou-lhe seu coração. Deus se recorda daquele tempo em que você se deleitava Nele e tinha prazer de ler  Sua Palavra e falar com Ele em oração.

Deus se recorda daquele tempo que você vinha a sua casa exultando de alegria e cantava louvores a Ele com todo o fervor da sua alma. Daquele tempo quando seu coração era totalmente Dele e você descansava Nele nas horas da sua aflição.

2. Deus se recorda dos tempos do seu primeiro amor por ele – v. 2
Naquele tempo você tinha afeição por Deus. Naquele tempo você estava envolvido pela graça de Deus. Você se assentava aos seus pés para adorar. Você não cessava de falar do seu doce nome. Naquele tempo seu coração exultava com as coisas de Deus.

Hoje, as coisas acontecem. Você vem a igreja, você gosta de participar do culto. Você mantém um compromisso externo, mas o seu coração está frio. O ritual tomou o lugar da devoção. O templo substituiu a comunhão com o Senhor do templo. Tudo continua acontecendo, mas seu coração já não é mais puro, sua vida já não é mais santa, Deus não é mais o prazer da sua alma (Jr 7.4).

3. Deus se recorda daquele tempo que você tinha comunhão com ele – v. 2
Deus se lembra daquele tempo que você era noiva. Oh! Como você se preparava para encontrar-se com o Senhor. Como você tinha prazer de estar com Ele. Como gostava de ouvir sua voz.

Oh! Como se deleitava nos seus conselhos! Deus se alegrava em você como o noivo se alegra com a sua noiva. Deus tinha em você todo o seu prazer. Você era a delícia de Deus. A menina dos olhos de Deus.

4. Deus se recorda daquele tempo que você o seguia no deserto – v. 2

Seu coração confiava no Senhor sem duvidar. Você saiu do cativeiro e mergulhou no deserto confiante no cuidado, no livramento, na proteção e na providência divina. Deus tem saudade desse tempo que não havia rebeldia no seu coração, nem incredulidade, nem dúvida.

5. Deus se recorda daquele tempo que você era consagrado a ele – v. 3

Você se entregou a Deus sem reservas. Seu coração, sua vida, seu destino, seu futuro: tudo você entregou ao Senhor. Você era totalmente Dele. Deus se recorda desse tempo quando Ele era o seu maior tesouro, maior riqueza, maior alegria, sua grande recompensa.

6. Deus se recorda daquele tempo que ele tinha profundo zelo pela sua vida – v. 3

Tocar em você era tocar na menina dos olhos de Deus. Aqueles que declaravam guerra contra você, declaravam guerra contra Deus. Ele ia à sua frente para lhe defender. Ele desalojava os seus inimigos. Ele guerreava as suas guerras. Ele desbaratava os seus adversários.

Sua confiança não estava na sua força, nem na sua riqueza, nem na sua inteligência, mas no Senhor. Você confiava Nele e Deus defendia você. Sua caminhada com Deus era uma deleitosa.


desertoII. O LAMENTO DE DEUS – V. 4-8

1. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da redenção de Deus – v. 5-6

A noiva amada de Deus tornou-se infiel. Ela se enamorou pelos seus muitos amantes e se afastou do amado da sua alma. A causa da sua infidelidade não estava em nenhuma injustiça do seu noivo, mas na sua própria infidelidade.

Deus tirou o povo do Egito, debaixo do chicote, das algemas de ferro, da escravidão opressa. Deus quebrou os seus grilhões, tirou-o das gargantas do inferno, mas agora, o seu povo o abandona apesar de tão grande redenção.

Deus nos tirou do império das trevas, da potestade de Satanás. Ele quebrou os nossos grilhões, perdoou-nos, remiu-nos. Éramos escravos e Ele nos amou, mas muitos hoje o abandonam e o trocam por outros deuses.

2. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da proteção de Deus – v. 6

Deus não só tirou o seu povo do cativeiro, mas o guiou pelo deserto. Deus o livrou dos seus inimigos. Deus lhe deu vestes e sandálias que não ficaram rotas. Deus lhe deu água no deserto. Deus lhe deu maná do céu. Deus lhe abriu fontes nas rochas.

Deus estampou diante deles milagres extraordinários. Deus guerreou suas guerras e lhes deu grandes vitórias. Mas apesar de tão grande amor, o seu povo o deixou e o trocou por outros deuses.

3. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da provisão divina – v. 7

Deus introduziu o seu povo em Canaã, uma terra deleitosa. Deus foi fiel em todas as suas promessas. A terra foi presente de Deus, não conquista do povo. A entrada na terra foi ação divina, não obra humana. Tudo foi feito por Deus. Tudo veio de Deus.

Mas quando o povo entrou na terra prometida, em vez de dar a glória devida ao Senhor, contaminaram a terra. Em vez de serem luz entre as nações, corromperam-se como as outras nações. Em vez de influenciar as outras nações, foram influenciadas por elas.

4. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou por causa da corrupção de sua própria liderança – v. 8

O povo é um retrato da sua liderança. Enquanto estamos buscando melhores métodos, Deus está buscando melhores homens. Aqueles que deveriam conduzir o povo a Deus, a liderança, desviou o povo de Deus. Tornaram-se laço, em vez de canais. Tornaram-se lobos, em vez de pastores:

• Os sacerdotes tornaram-se omissos.
• Os mestres da Palavra tornaram-se ímpios.
• Os pastores tornaram-se aproveitadores.
• Os profetas tornaram-se apóstatas.

III. A INDIGNAÇÃO DE DEUS – V. 9-13

1. O povo de Deus tornou-se mais infiel do que os pagãos – v. 10-11

Os ímpios, mesmo adorando ídolos mudos, que não deuses, não trocavam esses ídolos por outros deuses. Mas, Israel mesmo servindo o Deus vivo, abandonou o Senhor e o trocou por ídolos de nenhum valor. A fidelidade dos ímpios aos seus deuses reprovava a infidelidade de Israel.

Os pagãos são mais dedicados aos seus deuses do que o povo de Deus ao Senhor. Eles são mais zelosos, do que o próprio povo de Deus.

2. O povo de Deus abandonou o Senhor, a fonte das águas vivas – v. 13aguas vivas

O pecado do povo de Deus é tão grave que até os céus ficam espantados. É algo inacreditável. O povo de Deus abandonou o seu Senhor. Que Senhor?

Jeremias retrata a Deus com uma figura. Para Davi Deus é o bom pastor. Para Moisés é um fogo que consome. Para Jeremias é a fonte das águas vivas.

a) Deus é a fonte da vida, nossa vida depende dele – A alma afastada de Deus já está morta. Sem Deus você não vive. Só na presença de Deus tem plenitude de alegria.

b) Deus é a fonte de vida abundante – Deus não é uma cisterna, mas uma fonte. Uma cisterna apenas armazena água, mas uma fonte produz água. A água corre da fonte. A fonte é inesgotável. A fonte tem água viva, água limpa, água que flui abundantemente. Isso é símbolo da vida que Cristo oferece.

Quem nele crê tem uma fonte a jorrar para a vida eterna. Quem nele crê nunca mais tem sede. Quem nele crê, rios de água viva fluem do seu interior. Jesus veio para lhe dar vida em abundância.

3. O povo de Deus cavou cisternas rotas que não retém as águas – v. 13

a) Se Deus é o manancial das águas vivas, por que seu o povo o abandona? – Muitas vezes, o povo de Deus tem se cansado de Deus. Tem sido atraído e seduzido pelo pecado, pelo mundo, pelas cisternas rotas.

Miquéias pergunta: “Povo meu, que te tenho feito? Por que te enfadaste de mim? Responde-me” (Mq 6.3).

O Filho Pródigo sentiu-se insatisfeito na casa do Pai e foi para um país distante, onde gastou tudo que tinha vivendo dissolutamente. Hoje, trocamos a Deus pelo prazer, pelo dinheiro, pelo sucesso, pelos ídolos modernos.

b) O perigo de ser seduzido por algo artificial – Israel deixou o Senhor e se deixou seduzir por ídolos. Israel pensou: O nosso Deus é muito exigente. Queremos uma religião que nos custe menos, que nos dê mais liberdade, que não nos cobre tanto. Queremos ser livres como os outros povos para fazermos tudo sem drama de consciência. Trocaram a verdade pela mentira e Deus pelos ídolos.

c) Alimentando-se de pó em vez de beber da fonte – Quem troca o Senhor por outras fontes começa a morrer de sede. Só o Senhor tem a água da vida. Só Ele pode matar a nossa sede. Só nele a sua alma pode dessedentar-se. Só ele satisfaz a sua alma.

Texto adaptado do Reverendo Hernandes Dias Lopes

Vida de gratidão

gratidao-ao-senhorA gratidão no contexto da Palavra de Deus consiste no reconhecimento de dádivas recebidas (Sl 103.1-12), ofertadas pela graça de Deus (Tg 1.17), bem como por parte dos homens. Quando exercemos o ato de “dar”, nos aproximamos mais de Deus. Pois Ele é “amor” (1Jo 4.8) e uma das linguagens do amor é “dar”. Isto é, “oferecer algo que o outro precisa e que nós possuímos” (Mt 5.42). A gratidão está do lado de quem recebe a dádiva (Lc 17.17). Ela deve ser espontânea e um fruto imediato de um coração rendido a Deus (1Ts 5.18). A Bíblia nos ensina tanto a dar como a agradecer por tudo o que recebemos (Rt 2.10; 2Sm 9.1; 2Rs 4.13).

A gratidão abre o nosso entendimento para o fato de que temos recebido muito mais bênçãos do que possam ser os nossos problemas ou dificuldades.

Ela é uma arma de vitória que apaga insinuações malignas de rejeição, baixa autoestima e rebeldia. A gratidão anula os pensamentos de depressão. Ela é um exercício de libertação e nos leva a “voar nas asas do Espírito”, concedendo-nos um coração adorador.

  • O Senhor nos convoca a agradecê-Lo por todos os benefícios que nos tem feito e, quando fazemos isto, percebemos que estes são incontáveis e essenciais. Comece a contar as bênçãos em sua vida e você verá que é impossível enumerá-las todas, enquanto os nossos problemas podem ser contados em nossos dedos.
  •  A gratidão nos leva a estar acima das tempestades e das dificuldades da vida. Veja os Salmos de Davi (34 e 18) que foram escritos e entoados em momentos dificílimos de sua carreira. Você tem agradecido ao Senhor pelas respostas de oração? Pelos livramentos nos momentos difíceis?
  • A ingratidão fere o coração de Deus: Jesus sentiu falta dos nove leprosos que foram curados, sendo que somente o samaritano retornara para agradecer pela cura (Lc 17.17-18).
  • A gratidão é mandamento para o nosso próprio bem. O cumprimento da vontade de Deus, em suas leis e ordenanças, nos traz vida e paz, e gera o perfeito louvor: Hb 13.15, Is 12.1, Sl 100.4.

Manifeste a sua gratidão ao Senhor e às pessoas, deixe a glória de Deus brilhar em sua vida!

Texto adaptado da Pra. Ângela Valadão

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