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O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

“A sua vida está por uma escolha”

O culto da Mocidade retornou, no último sábado, e os jovens aprenderam a respeito da importância das escolhas corretas 

Após o encerramento da Campanha Tudo ou Nada, realizada no mês de novembro, os cultos da Mocidade voltam a ser celebrados às 19 horas. E no último sábado, 3 de dezembro, os jovens se reuniram no templo para adorar ao Senhor e ouvir a Palavra de Deus ministrada pelo pastor Rafael Pitzer.

Para você que não pôde estar no culto e para aqueles que estiveram e gostariam de relembrar a pregação, a seguir apresentamos um resumo do que foi ministrado. Que o Espírito Santo revele essa Palavra ao seu coração, em nome de Jesus!

O pastor Rafael iniciou a pregação com a seguinte afirmação: “A sua vida está por uma escolha”. As escolhas são manifestas em nosso dia a dia, pois a todo o tempo temos que fazer uma escolha. Seja para o bem ou para o mal, seja boa ou ruim, a escolha que fizermos determinará como será nossa vida.

O exemplo, inicialmente apresentado, foi do acidente ocorrido na última semana com a delegação da Chapeconse, time de futebol, do sul do Brasil. O piloto escolheu fazer o seu plano de voo com o combustível no limite e não realizou a parada prevista para abastecer. Provavelmente acreditou que tudo daria certo e chegaria ao seu destino, sem problemas. Entretanto, a escolha dele não foi correta e a consequência é que ele e os passageiros perderam suas vidas.

Da mesma forma pode acontecer conosco. Uma escolha errada pode gerar consequências desastrosas. Nós, hoje, caminhamos com Deus, mas a partir do momento que fazemos uma escolha errada vamos deixar o caminho da santidade e passaremos para o lado do erro e do pecado.

Fazer escolhas corretas independe do tempo que andamos com Deus, cada pessoa deve fazer a sua escolha diária. É uma responsabilidade pessoal. Estamos no mês de dezembro, encerrando o ano de 2016, e no princípio deste ano, as pessoas traçaram seus planos e projetos a serem realizados ao longo dos meses. E agora, no último mês do ano a pergunta é: Quais foram as suas escolhas e o reflexo delas no seu 2016?

O dia 31 de dezembro se aproxima e neste dia, na passagem para o ano de 2017, faremos mais um Projeto de Vida. E o quê nós queremos para 2017? Quais são as escolhas que faremos? A sua vida está por uma escolha, a escolha que você vai fazer

E a escolha que fazemos interfere diretamente em várias áreas da nossa vida, vejamos algumas delas:

Namoro: Casais que escolhem ter um namoro sólido, abençoado na presença de Deus, mas, de repente, por uma escolha errada tudo ser perde.

Amizades: Amigos que se conhecem desde a infância, que cresceram juntos, mas, por uma escolha errada, tais como fofoca, mentira, dentre outras questões, põe fim em uma amizade que poderia durar a vida toda.

Casamento: Casais que após um namoro abençoado, noivam e escolhem casar e viver um para o outro. Após anos de dedicação ao matrimônio, chegando aos 25 anos de casados, o que corresponde a 219.999 horas juntos, uma escolha errada feita em 1 hora, encerra uma união estável, chegando ao divórcio.

A partir desses exemplos podemos mensurar o significado das nossas escolhas. A sua vida para dar certo ou errado, para permanecer com Deus ou no pecado dependerá de uma escolha.

A escolha correta de José e a escolha errada de Sansão

Em Gênesis 39.1-20 nos é apresentada a história de José, já como escravo de Potifar, no Egito. Deus abençoava tudo o que José fazia por isso seu senhor prosperava. As atitudes de José agradavam ao Senhor Deus.

José era um rapaz formoso o quê despertou o interesse da esposa de Potifar que quis deitar-se com o moço. Porém ele fugiu, pois temia ao Senhor. A mulher o acusou injustamente e José foi parar na prisão. Ele fez a escolha correta e ainda assim foi parar na prisão. Muitos reclamariam e achariam Deus injusto, entretanto, mais a frente, veremos que o Senhor tinha planos para abençoar José.

No livro de Juízes capítulo 16, a partir do verso 4 conhecemos a história de Sansão, um juiz de Israel consagrado a Deus e que tinha o Espírito Santo. Ele apaixona-se e se relaciona com uma prostituta chamada Dalila.

Essa mulher é persuadida pelos príncipes dos filisteus a descobrir qual era a origem da força de Sansão. Esse por fim, após insistência de Dalila, faz uma escolha errada e contar o segredo do seu coração, que sua força se perderia ao ter seus cabelos cortados. Por uma escolha errada o Espírito de Deus se afastou dele.

Os filisteus o prenderam, vazaram os olhos de Sansão e ele passou a mover moinho como escravo. Ou seja, a escolha errada trouxe uma consequência terrível para a vida deste juiz. Quando fazemos uma escolha errada ela pode acabar com as nossas vidas. Por isso, é necessário que tenhamos o temor do Senhor em nosso coração para fazermos as escolhas corretas.

Retornado para o exemplo de José, em Gênesis 41. 37 podemos ver José diante do Faraó, interpretando seu sonho. Isso ocorreu por que enquanto responsável pela prisão, José interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro do faraó. O primeiro retornou para o palácio e após algum tempo, diante do problema de faraó, com um sonho que ninguém conseguia interpretar, recordou-se de José.

Trazido da prisão José pôde interpretar o sonho do soberano e com isso foi nomeado governador do Egito, menor apenas que o faraó. Esse fato nos mostra a consequência da escolha correta de José de temer ao Senhor e não pecar. Mais atrás na história José fez uma escolha correta, de não se deitar com a esposa de Potifar. Foi preso, mas manteve-se firme no temor do Senhor. E a resposta a essa escolha correta foi a bênção de Deus na sua vida.

Em Juízes 16.25-30, é possível verificar a consequência da escolha errada de Sansão. Este homem que outrora fora forte, valente, juiz de Israel, tornou-se um objeto de diversão para os Filisteus. Ao matar milhares de filisteus também perdeu a sua vida. Sansão tinha tudo para dar certo, mas em virtude de uma escolha errada e ausência de temor a Deus chegou a esse fim terrível.

Diante dos exemplos citados somos convidados a fazer uma escolha: seguir o Senhor ou seguir o nosso próprio caminho. Fazer o quê nos agrada ou o quê agrada a Deus? O temor ao Senhor nos leva a fazer escolhas corretas como José. Porém uma escolha errada pode nos levar a destruição, tal como aconteceu com Sansão.

Pare neste momento e reflita: Como está a minha vida com Deus? Quais têm sido as minhas escolhas? As escolhas que fiz em 2016 foram corretas ou erradas? Que a partir de hoje você possa fazer escolhas corretas, no temor do Senhor, para desfrutar de uma vida abençoada na presença de Deus.

No próximo sábado, após a Maratona Bíblica, teremos o culto da Mocidade, às 19 horas. Venha e traga um convidado!

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