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E Jesus? perdido na história

E Jesus? perdido na história. Se alguém perguntasse se Jesus está próximo de você, qual seria sua resposta? ‘Sim, somos íntimos!’ ou ‘não, faz tempo que nem sei onde deixei Jesus’.

 

Entretanto, o triste é que muitos afirmam que estão em comunhão com Cristo baseadas na presença em cultos, atividades e eventos da igreja. Porém, isso não é garantia de relacionamento e intimidade com Deus.

 

A Bíblia relata que Maria, José e Jesus, foram celebrar a páscoa indo ao Templo. Após apresentarem seus sacrifícios retornaram para casa, mas no caminho de três dias perceberam que Jesus não estava com eles.

 

“Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.
 
 
E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.
 
 
Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos;
 
E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.
 
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.
 
 
E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.
 
 
E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.
 
 
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
 
E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.
 
E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas.
 
 
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens (Lucas 2.41-52)”.
 
Como os pais de Jesus, muitos têm o perdido por causa de escolhas que vão contra a Palavra de Deus. Estão sinceramente enganados pensando que a presença na igreja faz delas intimas de Jesus, mal sabem que estão mais longe do que nunca!
Não são os atos de religiosidade que conduz o homem a Deus, mas sim o relacionamento estabelecido com Ele, no coração. Veja a vida dos fariseus: participavam das celebrações, sacrifícios, festas, oravam, dizimava e até ensinavam as Leis, entretanto seus corações estavam longe do Senhor.
A comunhão com o Corpo de Cristo faz parte do crescimento espiritual, mas não é garantia de intimidade com Deus. Intimidade é construída na intimidade, só a pessoa e Deus. O ir a igreja é um resultado desse relacionamento.
 Muitas pessoas iniciam bem sua trajetória ao lado de Jesus, têm intimidade com Ele, mas, no meio do caminho vão permitindo o engano entrar no coração e o que não era normal, passa a ser normal. Quando alguém diz: “Ah! isso não tem nada a ver!”, pode saber que o engano já está alojado no coração.

 E Jesus? perdido na história.

 Jesus ficou para trás e a pessoa continua no caminho do pecado, longe, distante e com os lábios permanece afirmando: “Jesus está comigo! Eu sou de Jesus!
Será que é mesmo?  Leia o que Jesus declarou acerca da igreja de Laodicéia:
“E ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.
Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22). 
 
 
 No texto bíblico, Jesus acusa a Igreja de não ser quente, nem fria e que por ser morna o seu desejo era de  vomitá-la. Em outras palavras: é melhor que viva logo no mundo do que permanecer dentro da igreja vivendo de aparência!
 
Jesus não está interessado em ativismo, de fazer, fazer e fazer. Ele está interessado no ser, ser e ser. O coração, o que está dentro dele é que interessa o Senhor.
E Jesus? perdido na história.
Perdido na história de muitos que nominalmente se declaram crentes, mas não o são. Vivem de aparência, vivem no engano e com isso a história está paralisada, não há progressos.
No texto acima, de Apocalipse, o Senhor aconselha que as pessoas deem ouvidos as suas palavras, a correção, para terem mudança de vida. A saírem da condição de morno para ser quente.
A pessoa que é quente é cheia da presença do Espírito Santo e vive um relacionamento de intimidade com Jesus. Vive com Ele e para Ele fora do culto.
Ouça a mensagem ‘E Jesus? perdido na história’ e pense sobre como está seu relacionamento com o Senhor:

 

Comunicação CERV

Amor sacrificial

O Amor sacrificial é aquele que nega a si mesmo, as suas vontades e privilégios em favor daqueles que ama.

 

 

 

Uma pessoa só consegue amar dessa forma se tiver morrido para si mesma e nascido para uma nova vida, que anda no Espírito e não na carne.

 

 

 

Quem anda no espírito, ama a Deus, a si mesmo e ao próximo, por meio do amor do próprio Senhor, derramado pelo Espírito Santo (Rm 5.5).

 

Entenda a importância da vida espiritual da família

 

 

Aquele que verdadeiramente ama, é uma nova vida, e como afirma 1 João, capítulo 2, versos 10 e 11, anda na luz:

 

 

Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegara

 

 

 A família que não estiver baseada no “andar na luz”, com atitudes que podem ser vistas de dia, está em trevas. E isso não é de Deus.

 

 

Logo, o amor não é o alicerce dessa família que está fadada a ser destruída por Satanás.

 

Satanás, só pode tocar na família, porque as pessoas estão andando na carne, pecando, e dando lugar para Ele.
Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? (1 Co 3.3)

 

 

Aprenda como seguir jesus cristo juntos, em família

 

A solução para esse problema é o amor: amar a Deus sobre todas as coisas. Quem ama, obedece e se santifica.

 

 

 

Quem ama, tem prazer de: orar, jejuar, estudar a Bíblia, estar na igreja e ter comunhão com a família.

 

 

 

 

O amor sacrificial transforma a vida de quem ama e de quem é amado

 

Isso acontece porque Deus se torna o centro da vida individual e familiar proporcionando a verdadeira alegria.

 

 

O amor sacrificial na família também serve de testemunho para outras famílias que precisam ser transformadas.

 

 

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos (1Jo 3.16)

 

Será que você tem amado a Deus? a si mesmo?  a sua família?

 

Tem se dedicado em amar sua esposa (o), seus filhos, pais, assim como Jesus amou ao dar sua vida na cruz?

 

Se assim não tem sido, você não tem amado a Deus, pois se estivesse o amando, estaria amando aos seus!

Ouça a mensagem ‘Amor sacrificial’ e seja transformado (a) pela Palavra de Deus:

 

 

Comunicação CERV

Famílias vivendo em sabedoria e comunhão

Famílias vivendo em sabedoria e comunhão ensina a importância de cada membro da família viver segundo a Palavra de Deus.

 

pais, avós, filhos, netos

Para entender como desempenhar seu papel com excelência, veja o que a Bíblia diz:

“Ensine os homens mais velhos a serem sóbrios, dignos de respeito, sensatos, e sadios na fé, no amor e na perseverança.
Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom.
Assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa, e a serem bondosas e sujeitas a seus próprios maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada.
Da mesma maneira, encoraje os jovens a serem prudentes.
Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade” (Tito 2.2-7).

As orientações acima são úteis para que, cada um, agindo conforme a Bíblia, contribua para que a família viva em sabedoria.

 

A sabedoria é muito importante para o lar, pois é a base forte dos relacionamentos e da vida espiritual da família.

 

O lar deve ser um lugar de paz, de vida, onde todos sintam-se felizes e contentes de estar e também retornar.

 

Em Provérbios 24.3 e 4 Salomão bem observou:

 

Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável

 

Famílias que escolhem construir as bases dos seus relacionamentos sobre a sabedoria (Bíblia) desfruta de bênção e riquezas sobrenaturais.

 

Saiba como realizar o culto doméstico

 

As famílias que negligenciam a Palavra de Deus estão fadadas ao fracasso espiritual.

 

Então, além da oração, jejum e estudo da Palavra é importante que cada pessoa vigie, principalmente no falar.

 

O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um Cl 4.6

 

Usar as palavras com sabedoria é fundamental para manter a comunhão, para que não haja quebra dos laços de amor.

 

Entenda como é importante servir dentro do seu lar

 

Uma forma de manter a comunhão na família é exercer o diálogo e o compartilhar por meio de reuniões.

 

Essas reuniões são de suma importância para as decisões financeiras que atingem a família e reparar as arestas nos relacionamentos.

 

Portanto, para se ter Famílias vivendo em sabedoria e comunhão, é importante:

  1. Fundamentar o lar na Palavra de Deus
  2. Criar oportunidades para a comunhão por meio do culto e reuniões

 

Comunhão com Deus, com a Palavra e uns com os outros.

 

Ouça a mensagem ‘Famílias vivendo em sabedoria e comunhão’ e edifique a sua casa:

 

Comunicação CERV

O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

Oração não respondida

Oração não respondida é uma mensagem que mostra a história de vários homens de Deus, que não tiveram respostas as suas orações, conforme pediram.

A Palavra de Deus em At 1:14 afirma:

“Todos esses perseveravam unânimes em oração”

 Uma marca da igreja de Jesus é a oração. Então acerca da oração é importante compreender que:

1) A Igreja nasceu em meio a um ambiente e prática da oração;

2) A oração deve ser uma marca na nossa vida cristã, quando alguém está mal um dos primeiros sinais é parar de orar;

3) A oração é tão importante quanto a leitura da Bíblia

Antes de aprendermos a partir das orações não respondida vejamos alguns exemplos de orações respondidas.

1) Moisés, um homem de conhecimento enciclopédico, intercedeu e o povo de Deus não pereceu no deserto;

2) Neemias, um homem que ao ver a miséria e destruição do seu povo, chorou, jejuou e orou durante alguns dias, e Deus abriu todas as portas para a reconstrução de Jerusalém;

3) Daniel, um homem que ocupou altos cargos na sociedade, mas que sempre lembrou que o seu lugar era ajoelhado, prostrado, rosto em terra, orando ao Senhor. Saiu com vida da cova dos leões.

Aprenda mais sobre este tema com nossas mensagens

E quando as orações não são respondidas?

Experimentei isso com o meu filho, Gabriel José. Orei até o fim para que Deus realizasse um milagre, porém, não aconteceu.

Aos 2 meses e 18 dias de vida, meu filho morreu. E o que mais ouvi das pessoas foram frases do tipo:

“é a vontade de Deus”, “é plano de Deus”, “é propósito de Deus”.

Confesso que relutei com isso, tentei ficar com raiva de Deus por um momento, mas não consegui.

E foi ao ler 1 Sm 2:6 que tive a compreensão que, de fato, o controle das nossas vidas está nas mãos de Deus.

Não temos outro a quem recorrer nos momentos que estamos em perigo ou que o barco parece naufragar, nós, crentes, só temos uma única opção recorrer: Jesus.

Culto após culto são contadas e recontadas histórias que reforçam a nossa fé em Deus, em como Ele vem ao nosso encontro (aliás “De onde me virá o socorro?”), em como o Seu braço forte agiu no passado e age hoje.

Que Jesus Cristo, é sim, aquele que curou doentes e ressuscitou mortos, é o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Ele responde orações!

Lembre-se do sol que parou, do fogo que desceu do céu, do filho da viúva que foi ressuscitado.

Então num momento como esse, de dor, nos resta buscar no próprio Deus resposta. Não cobrando explicações disso ou daquilo, mas como devemos prosseguir.

Vejamos agora exemplos de orações não respondidas e de como prosseguir diante da negativa de Deus:

  1. Moisés: Dt 3:23-29

  2. Paulo: 2Co 12:7-9

  1. Jesus: Mt 26:36-39, 44-46

Há um propósito de Deus para tudo, ainda que seja desconhecido a nós.

Entenda mais sobre quando Deus não responde as orações

Ainda que esse propósito esteja escondido na “profundidade das riquezas, da sabedoria e do conhecimento de Deus”.

Talvez o meu e/ou seu propósito seja esse:

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo” (2 Co 1.3-5)Talvez nosso propósito seja o de consolar pessoas que passaram pelas mesmas experiências que as nossas.

 

De levar a elas o consolo como qual fomos consolados!
O meu desejo é que os meus ombros e os seus estejam fortes o suficiente para suportar a cabeça de outros e lhes dar consolo.
Que Jesus o abençoe e console o seu coração!
Ouça a mensagem ‘Oração não respondida’ e permita que o Espírito Santo fale ao seu coração:

 

Matheus Gouvêa

Encontro com Deus

O encontro com Deus faz toda diferença na vida de uma pessoa. Transforma a história de morte, dor, fracasso em uma história vitoriosa.

Entretanto, muitos se encontram com Deus, mas depois deixam de fazer desse encontro uma prática diária, se afastando do Salvador.

O amor esfria e o propósito que tinha de viver para Deus acaba.

Hoje, se você soubesse que tem apenas 48 horas de vida, o quê faria nesses dois dias?

Normalmente as pessoas fazem planos para o futuro, traçam metas, planejam a vida, mas não fazem planos para quando vão morrer.

Nossa cultura conduz o ser humano a pensa dessa forma.

Por exemplo, as crianças não sonham em crescer e morrer. Elas pensam em ficar grandes e depois realizar vários projetos, mas não morrer.

Entretanto, inevitavelmente, todos vão morrer. E cada dia que passa todos estão mais perto de morrer.

“Antes da festa da Páscoa, Jesus sabia que havia chegado sua hora de deixar este mundo e voltar para o Pai. Ele tinha amado seus discípulos durante seu ministério na terra, e os amou até o fim”  João 13.1.

Jesus, no texto acima, sabia que a hora da sua morte estava chegando.

E no final do versículo a Bíblia firma que Ele amou os seus discípulos, as multidões e as pessoas até o fim.

Inclusive aqueles que o perseguiam e que aprovaram a sua morte.

Jesus cumpriu o seu propósito até o seu fim na cruz do calvário: amar a humanidade.

Assim como Jesus tinha um propósito, hoje, os filhos de Deus também têm: o de amar o Senhor até o fim.

Porém, é possível observar que muitos, durante sua peregrinação aqui na Terra, se perdem e se afastam desse propósito.

Não adianta a pessoa ter conquistas nesta vida e até mesmo servir a Deus, se não tiver certeza da salvação.

A salvação é a esperança que faz o filho de Deus prosseguir caminhando enquanto está neste mundo.

E também é esperança de um futuro eterno ao lado do Senhor Jesus na glória.

Por isso, enquanto vida o filho de Deus tiver, deve se dedicar a amar o Senhor de todo o coração.

Só que, infelizmente, a medida que os anos avançam, o que se percebe é que muitos, em vez de amarem mais o Senhor, passam a amar menos.

Será que você é a pessoa que planejou há 5 ou 10 anos? O que você planejou fazer e viver com Deus e para Ele, você está vivendo?

Cristo não amou apenas aqueles com quem ele conviveu pessoalmente, Ele continua amando até hoje. E amará aqueles que Nele crerem.

Entenda sobre o amor que Deus tem pela sua vida

Só que há filhos que trocam o amor do Pai por pouca coisa e com o tempo isso se torna maior que o próprio Deus.

E as pessoa vivem assim, sempre com o pensamento de que uma hora ela vai mudar e dará tempo para fazer o quê não faz hoje.

Mas, a questão é que só há uma vida para ser vivida. E a verdade é que ninguém sabe o dia nem a hora que partirá para a eternidade.

“Logo depois, Jesus foi com seus discípulos à cidade de Naim, e uma grande multidão o seguiu.

Quando ele se aproximou da porta da cidade, estava saindo o enterro do único filho de uma viúva, e uma grande multidão da cidade a acompanhava.

Quando o Senhor a viu, sentiu profunda compaixão por ela. “Não chore!”, disse ele.

Então foi até o caixão, tocou nele e os carregadores pararam. E disse: “Jovem, eu lhe digo: levante-se!”.

O jovem que estava morto se levantou e começou a conversar, e Jesus o devolveu à sua mãe.

Grande temor tomou conta da multidão, que louvava a Deus, dizendo: “Um profeta poderoso se levantou entre nós!” e “Hoje Deus visitou seu povo!”.

Essa notícia sobre Jesus se espalhou por toda a Judeia e seus arredores” (Lc 7.11-17).

Nesta passagem há dois encontros. Duas possibilidades de vida que as pessoas podem ter: alegria e tristeza.

Esses dois sentimentos antagônicos quase que caminham lado a lado, pois todos podem ter situações de alegria e de tristeza ao longo da vida.

Mas um dos momentos mais difíceis que uma pessoa pode enfrentar é a morte. As demais tristezas são mais “fáceis” de superar, mas a morte é difícil.

Por que não fomos criados para perder ou para morrer. Fomos criados para viver eternamente, mas por conta da entrada do pecado no mundo a morte veio como consequência.

Por isso, toda separação de alguém que amamos é tão difícil e dolorosa.

No trecho Bíblico de Lucas, Jesus, acompanhado de uma multidão que havia presenciado a cura do servo do centurião, se encontra com o cortejo fúnebre da viúva que ia enterrar o filho.

É o encontro entre alegria e tristeza. A alegria pela cura acontecida e a tristeza de uma mulher que estava enterrando o único filho.

E Jesus amou aquela mulher e por amor realizou o impossível: trouxe a vida o filho que estava morto.

Esse encontro transformou a tristeza da viúva e da multidão em alegria!

O encontro com Deus é capaz de mudar o histórico de tristeza, derrota e morte!

Encontrar com Deus faz toda a diferença, mas o encontro que você teve há anos, não serve para hoje.

É necessário que você tenha um encontro diário com o Senhor, que renove cada dia seu amor por Ele.

Deus corrige quem Ele ama

O que você tem feito da sua vida? Está exatamente como planejou há alguns anos ou está longe do que tinha pensado?

E o encontro com Deus? É diário ou está precisando rever esse encontro?

Jesus amou até o fim, cumpriu o seu propósito até o fim. E você? Tem amado Deus? tem cumprido o propósito que Ele traçou para a  sua vida?

Ouça a mensagem ‘Encontro com DEUS’ e reflita nessa pergunta:

Comunicação CERV

Santidade:o padrão de Deus

Santidade: o padrão de Deus. Esse padrão contrasta com a atitude humanista e egoísta que leva as pessoas a colocarem as suas vontades acima de tudo, inclusive, quando oram.

Embora muitas petições sejam aceitáveis, Jesus nos ensinou a orar assim:

Pai nosso que estás no céu… seja feita a tua vontade (Mt 6.9-10).

Imediatamente, pode surgir uma pergunta: Qual é a vontade de Deus? O que ele quer? Poderíamos propor tantas hipóteses, mas vejamos o que Paulo escreveu:

Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição” (1Ts 4.3).

A santificação é um conceito amplo, do qual a abstinência é um exemplo prático.

Saiba como andar em santidade lendo este estudo

Será que o propósito do Evangelho é apenas nos abençoar? Seu efeito seria apenas o suprimento das nossas necessidades? Além das bênçãos, a obra de Cristo inclui a santificação, isto é, um processo rumo à santidade, de modo que sejamos cada vez mais parecidos com Jesus.

Ser “abençoado” está, geralmente, ligado à ideia de receber. Ser “santificado” relaciona-se mais à renúncia e aparente perda em prol de um ganho maior.

A tradição religiosa distorceu o conceito da palavra “santo”, usando-a para designar alguns cristãos “mortos, porém, poderosos”, mas a Bíblia refere-se a todos os salvos como santos (At 9.13; Rm 1,7; Ef 1.1 etc.).

A santidade: o padrão de Deus é um processo que começa na conversão. Deus nos resgata como faz o pai que retira o filho da lama, sendo este o primeiro ato de uma série. Em seguida, vem o banho e a troca de roupas.

Assim também, depois de sermos retirados do reino das trevas, precisamos de uma transformação, que é parte do que chamamos “crescimento espiritual”. Depois da “metanóia” (mudança de mente), vem a “metamorfose” (transformação prática).

Não somos apenas transportados para a luz, mas precisamos brilhar como luzeiros no mundo (Fp 2.15), através de um caráter e modo de vida que sejam motivo de glória para o nome do Senhor.

Dentro do assunto A santidade: o padrão de Deus é necessário aprender que o significado do termo “santificação” tem dois aspectos: “separação” e “dedicação”; é separar-se “de” alguma coisa e “para” alguém ou algum propósito. Uma boa figura bíblica para o tema encontra-se na história de Israel.

O propósito de Deus para o seu povo não era apenas libertá-lo do Egito, mas transformá-lo em nação santa (Ex 19.6). Portanto, deu-lhes a lei para santificá-los. Alguns mandamentos visavam evitar o pecado (separação). Outros indicavam o que os israelitas deviam fazer (dedicação).

O cristão não deve ser conhecido apenas por aquilo que parou de fazer, mas pelo que faz para Deus e em favor do próximo. A santificação começa na conversão, mas precisa ser desenvolvida. “Aquele que é santo, santifique-se ainda” (Ap 22.11). Existem várias formas de se santificar. Por exemplo, a lei dada a Israel tinha o objetivo de santificar o povo.

Entretanto, os sacerdotes deveriam seguir mandamentos ainda mais rigorosos para que pudessem estar “mais próximos” de Deus (Lv 21). Outra forma de santificação era a dos nazireus, que se consagravam de modo especial, abstendo-se até de algumas coisas que eram permitidas ao povo e aos sacerdotes (Nm 6.1-21).

Quanto mais nos santificarmos, separando-nos das contaminações do pecado e nos dedicando ao Senhor, mais próximos estaremos dele, não em sentido geográfico, pois Deus está em todos os lugares, mas em termos de intimidade.

Quanto mais sujos, mais distantes. O sumo sacerdote deveria seguir regras rigorosas de pureza para entrar no Santo dos Santos, o local de maior intimidade com Deus no Tabernáculo e no templo. Havia um caminho e um procedimento que conduziam ao Santo dos Santos.

O sumo sacerdote precisava entrar pela porta do pátio, fazer o sacrifício para perdão dos seus pecados, lavar as mãos e, com o sangue no recipiente, adentrar nos recintos mais sagrados da casa do Senhor. Mas tudo isso não seria suficiente, se o ministro não demonstrasse um modo de vida coerente com a dignidade do seu ministério. Um comportamento contraditório poderia desqualificá-lo.

O sacerdote começava seu ministério com uma consagração, significando a dedicação de sua vida para o ofício, mas isso era apenas o começo. No dia a dia, ele devia ter uma série de cuidados para não se contaminar. Caso isso acontecesse, havia os rituais de purificação. Contudo, alguns pecados eram punidos com a morte. Portanto, não poderiam acontecer jamais.

Os nazireus, rigorosamente santificados como Samuel, Sansão e João Batista, tiveram gloriosas experiências com Deus, recebendo poder, revelações e missões especiais. A santificação é, ao mesmo tempo, afastamento do pecado e aproximação de Deus. É evitar o pecado e tomar atitudes de consagração ao Senhor. A santificação iniciada pelo Senhor Jesus em nós é um processo contrário à contaminação.

Como ocorre a santificação? Ela começa pela ação do sangue de Jesus em nós, perdoando os nossos pecados, e prossegue pela ação da palavra de Deus, cujo símbolo é a água, vivificada pelo Espírito Santo, mudando nossa mentalidade e nosso comportamento.

Saiba como andar em santidade lendo este estudo

“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22).
“E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue…” (1Jo 5.8).
“Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra” (Ef 5.26).
“Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado” (João 15.3).
“Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo…” (1Pe 1.2).

 

Os filhos são orientados no sentido de lavarem as mãos antes de receberem o alimento. Assim também, muitas coisas só nos serão dadas pelo Pai celestial na medida em que nos santificarmos. Não nos referimos a coisas materiais, pois estas até os ímpios têm, mas bênçãos espirituais que o dinheiro não pode comprar. Não é questão de merecimento, mas de estar em condições para receber.

“Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5).
A santificação deve ser nossa prioridade, pois ela é também uma condição para que entremos no santuário celestial.
“Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co 6.17).
“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).

Pr. Anísio Renato de Andrade

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Quem é Jesus? E quem sou eu?

O encontro com a Rocha destrói o que éramos e nos torna pedras vivas. Quando alguém bate à porta, a pergunta que normalmente se faz é esta: “Quem é”? O mesmo acontece nos contatos telefônicos.

A identificação é muito importante porque está relacionada ao caráter e à expectativa que se pode ter.

O que a pessoa fala, faz, possui ou oferece é secundário. Precisamos saber quem ela é.

Vemos esse tipo de cuidado na Bíblia:

Quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? (…) Assim dirás aos filhos de Israel: “Eu Sou me enviou a vós (…) O Senhor, Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós (Ex 3.13-15).

A preocupação de Moisés era pertinente. Não podemos ter uma ideia vaga ou indefinida sobre Deus. Não servimos a um “deus” qualquer, mas ao único criador de todas as coisas.

Conheça Jesus Cristo, nosso pastor

Da mesma forma, quando Jesus se manifestou, seus milagres chamaram a atenção de muita gente e a pergunta inevitável era: “Quem é este”?

E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem? (Mc.4.41).

O ápice do questionamento encontra-se no evangelho de Mateus: “E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (Mt 16.13-17).

Depois de um tempo caminhando com os discípulos, o Mestre pediu um feedback, como se dissesse: “Vamos ver qual é o resultado do discipulado até este ponto”.

Não basta ser abençoado e aprender boas lições para a vida. Precisamos saber quem é Jesus e tomar uma posição a respeito Dele.

Havia muitas opiniões sobre a identidade de Cristo. Seu caráter e suas obras ligavam sua figura aos grandes profetas de Deus. Se fizermos uma pesquisa de opinião pública sobre nós mesmos, qual será o resultado? As respostas serão reflexos do nosso testemunho, bom ou mau.

Alguns diziam que Jesus era um dos profetas que ressuscitou (Lc 9.18-19). Temos nesta afirmação um exemplo admirável de fé sem conhecimento espiritual.

Eles conheciam as Escrituras e os profetas, mas não sabiam quem era Jesus. Algumas pessoas naquele tempo já acreditavam em ressurreição!

Isto era muito avançado para a época. Contudo, de nada adiantam doutrinas corretas sem o conhecimento da pessoa de Jesus.

Elias, Jeremias e João Batista foram lembrados, mas nenhum deles alcançava a grandeza de Cristo.

Assim também, de nada adiantará a veneração a tantos personagens da história, pois só Jesus é o salvador.

Nenhum dos profetas antigos ressuscitou, mas Jesus ressuscitaria em breve. Depois de tomar conhecimento acerca da opinião popular, Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou”? Cada um de nós precisa posicionar-se sobre Jesus. As opiniões sobre ele continuam variadas e geralmente equivocadas ou incompletas. Seria ele um filósofo, revolucionário, apenas mais um mestre ou espírito iluminado?

Saiba como conhecer a Deus

Pedro disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”.

Este reconhecimento é a porta da salvação. Como disse João: “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31).

Então, Jesus declarou: “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”.

Aqui está a fronteira entre o conhecimento natural e o espiritual. Podemos evangelizar e devemos fazê-lo, mas a consciência sobre a identidade de Cristo vem de uma revelação de Deus.

Por isso, os debates com ateus são sempre infrutíferos. A argumentação intelectual não alcança o coração.

A pregação, contudo, não é a exposição de um tratado teológico, mas uma semeadura.

A semente lançada, mesmo caindo em boa terra, ainda depende de Deus para germinar. A conversão não é uma adesão religiosa, mas uma experiência sobrenatural.

Depois do “eu sou” vem o “tu és”. Jesus disse: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt.16.18).

Temos uma brusca mudança de foco no episódio. O assunto muda da “identidade de Jesus” para a “identidade de Pedro”. O discípulo, depois de reconhecer o Mestre, é levado a olhar para si mesmo em busca do autoconhecimento.

Apenas diante da luz podemos nos enxergar plenamente. Diante do evangelho reconhecemos nossa condição. Mas, além de tudo isso, o encontro com Jesus é transformador.

O contraste imediato inicia a mudança em direção à semelhança (Rm 8.29). Simão Barjonas torna-se Pedro. Este foi o nome que Jesus lhe deu, conforme Lucas 6.14. O Mestre mudou o nome de Simão, mas não foi só isso.

Transformou também seu caráter, seu rumo e sua história. O encontro com a Rocha destrói o que éramos e nos torna pedras vivas (Rm 9.33; 1Co 10.4; 1Pd 2.5). A instabilidade dá lugar à firmeza e à utilidade.

Novamente, Jesus altera o tema da conversa ao dizer: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt.16.18). O propósito divino para os séculos seguintes estava colocado diante dos apóstolos. Foi assim que a igreja começou: encontro com Jesus, reconhecimento, fé e transformação. O povo de Deus é constituído por pessoas transformadas. Contra elas, as portas do inferno não prevalecerão.

Pr. Anísio Renato de Andrade

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