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Noite de gratidão e alegria

O último domingo do Mês de Missões na CERV foi encerrado em uma noite de gratidão e alegria.

Isso porque cada membro da comunidade entregou no altar de Deus a oferta que preparou durante um ano para os missionários auxiliados pela igreja.

Especial com a missionária Nágila

 

Os irmãos estavam alegres e trajando roupas típicas de um país, estado ou cidade brasileira.

Após o louvor, a missionária Nágila Araújo realizou um especial cantando as músicas: e Se isso não for amor.

 

Saiba a importância de fazer a obra de Deus

Logo em seguida o Pr. Paulo Silas, da JOCUM, trouxe uma mensagem da parte de Deus para a igreja.

Em suma, o pastor, por meio de vários testemunhos, apontou que para fazer missões é necessário obediência e santidade.

Pr. Paulo Silas – preletor da noite

Além disso, ressaltou que sem o Espírito Santo é impossível cumprir o Ide do Senhor Jesus.

A seguir ouça em detalhes essa mensagem e a Palavra que o Espírito Santo ministrou na igreja:

 

Para encerrar a noite, toda a comunidade entregou no altar sua oferta missionária, resultado de um ano de dedicação.

Seja vendendo, realizando algum serviço ou guardando um valor por mês, cada um fez o seu melhor para o Senhor.

Essa dedicação era visível também nos envelopes e caixas decoradas que os irmãos utilizaram para entregar a oferta.

E não foram apenas os adultos, as crianças, incentivadas pelos pais, também levaram sua oferta de amor.

Conheça o trabalho da Jocum Contagem

Dentre todos os irmãos, uma irmã em especial se destacou pela alegria e exemplo: a obreira Quita.

 

Obreira Quita

Essa irmã possui apenas uma perna e limitada em movimentos, porém, isso não a impede de servir ao Senhor.

 

 

Com suas mãos ela trabalha semanalmente fazendo pães, bolos, salgados e tortas com o propósito de vender para missões.

Ano passado, a irmã entregou uma das maiores ofertas da igreja e este ano seu alvo era superar o que alcançou em 2017.

“Desde o dia 1º de outubro de 2017 estou trabalhando por esta oferta e hoje, diante do altar do Senhor, estou entregando o fruto do meu esforço e amor. Agora estou orando para que a igreja supere a oferta do ano passado”, contou a obreira Quita.

Para a pastora Graça Pitzer, este ano o mês de missões superou as expectativas. “Sempre dizemos que um ano sempre supera o outro e isso acontece porque o nosso Deus sempre nos surpreende e nos presenteia com mensagens e testemunhos gloriosos. Agradeço aos amados que oraram, jejuaram e apresentaram o seu melhor para o nosso Senhor. Que Ele possa retribuí-los mil vezes mais, em nome de Jesus”, finalizou a pastora.

Momento da entrega das ofertas para missões

A comunidade encerra essa noite de gratidão e amor com grandes expectativas para o resultado final das ofertas. O resultado será dado no próximo domingo (1), às 19 horas, na CERV.

 

O Mês de Missões é realizado anualmente na CERV, em setembro.

Comunicação CERV

Esperança para a Turquia

Uma pesquisa rápida no google e você ficará consternado diante de tantas notícias tristes sobre os refugiados na Turquia. Embora o quadro seja triste, há esperança para a Turquia.

Essa esperança tem se manifestado na Turquia por meio da presença de missionários do mundo.

Esses irmãos, movidos pelo Espírito Santo têm trabalhado para levar socorro físico, material, emocional e espiritual aos refugiados.

São milhares de famílias que estão deixando a Síria e indo para Turquia em busca de uma nova vida.

Entretanto, o país Turco já não consegue assistir a todos o

Pastor Jackson contando sua experiência na Turquia

s refugiados. Esses, por sua vez, tentam atravessar o mar em busca de ajuda na Grécia.

Nessa travessia, infelizmente, muitos morrem e os que conseguem completar o trajeto têm outras desafios no campo de refugiados.

E é em meio a essas situações na Turquia que o pastor Jackson Marques, da Jocum (MG) foi chamado para pregar o Evangelho.

 

Por isso, no princípio deste ano fez uma viagem até o país para conhecer melhor a situação e a realidade dos refugiados.

Infelizmente, como o pastor se deparou com famílias destruídas e crianças desamparadas, pois perderam toda a família.

Essas crianças chegam aos campos de refugiados com traumas emocionais sérios que culmina, em muitos casos, no suicídio.

Por isso, assim como o pastor Jackson, Jesus recrutou outros irmãos para levar esperança para a Turquia.

Esperança para corações feridos, desolados, sem expectativa, sem a vida de Deus.

A Turquia não é um país totalmente fechado ao Evangelho, por isso, esse é o tempo de Deus para que missionários cheguem, se estabeleçam e comecem a trabalhar.

O público alvo do trabalho do pastor Jackson e sua família serão as crianças refugiadas. O objetivo é trata-las emocionalmente e espiritualmente.

E isso se dará por meio da pessoa do Senhor Jesus e do Evangelho.

O caminho para chegar ao coração dessas crianças não será fácil, por isso é necessário preparo espiritual e a intercessão da igreja.

É a oração que vence as barreiras das trevas, quebranta corações e possibilita que a semente da Palavra frutifique.

Portanto, desde já , você está convocado (a) para ser um intercessor e colaborador dessa missão.

Ore pelas crianças refugiadas na Turquia, pelos missionários que lá trabalham e pelo pastor Jackson e sua família.

Sua oração fará toda a diferença, pois auxiliará os irmãos a ganharem almas para Jesus e trata-las com o amor do Senhor.

A seguir, ouça a mensagem ministrada pelo pastor Jackson e saiba mais sobre essa missão!

 

Ouça a mensagem Esperança para a Turquia:

 

Comunicação CERV

Conheça a Deus

Conheça a Deus! Essa frase resume o que o Senhor falou ao seu povo por meio do profeta Oséias:

Então, conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor […] Os 6.3a

 

No contexto do versículo acima, o povo escolhido do Senhor estava entregue ao pecado e se comportava como se não conhecesse a Deus.

A verdade é que uma vez que tinha conhecido ao Senhor o abandonou para fazer suas próprias vontades.

Essa atitude demonstrava que não amava a Deus, mas a si próprio, ao ego, a carne.

Trazendo essa história para o contexto atual, não será de se admirar notarmos que as igrejas estão repletas de pessoas que dizem conhecer a Deus, mas não o amam.

Estão se relacionando com o Pai, não por amor, mas por aquilo que Ele pode dar (as bênçãos).

Facilmente trocam a intimidade com o Senhor, por intimidade com as redes sociais e outras pessoas que nem conhecem a Deus.

Deus convoca seus filhos para não se contentarem com um relacionamento superficial com Ele.

 

Acesse este estudo e aprenda mais sobre este assunto

 

E isso começa quando se prioriza a oração, o jejum e o estudo das Sagradas Escrituras para que essa relação seja profunda e sincera.

Estar dentro de uma congregação evangélica não salva e muito menos é sinal de que a pessoa ama a Deus.

Isso nada mais é que uma aparência de piedade, hipocrisia que não levará a pessoa a eternidade com Deus, mas sim com Satanás.

 

Conheça a Deus!

 

Esse é o clamor do Espírito Santo no dia que se chama hoje! Conheça a Deus e isso aumentará o seu amor por Ele.

Em vez de investir seu tempo em conversas vãs no WhatsApp ou visualizando fotos dos outros, porque não orar e ler a Bíblia?

Ainda que seja no smartphone, ouça a Bíblia, mensagens da igreja e louvores que te aproximarão do Senhor.

Não contamine sua mente com músicas e palavras que te aproximam do sistema que domina este mundo.

 

Saiba como conhecer mais a Deus

 

Hoje, o Espírito Santo de Deus convida a você a tomar a seguinte atitude:

Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida. Os 6.1

Se você está longe do Senhor, se o seu coração está nas coisas deste mundo, volte-se hoje mesmo para Deus!

Faça uma oração se arrependendo e retorne para a casa de Deus. Creia, Ele te ama e não deseja que você continue como está!

Ouça a mensagem Conheça a Deus e reflita onde está o seu coração:

 

Comunicação CERV

Quebrando as maldições na família

A campanha “Quebrando as maldições na família” inicia-se hoje. Serão 30 dias de jejum, oração, estudo da Palavra e encontros para oração aos sábados, na CERV.

Para participar é necessário escrever numa folha quais comportamentos, enfermidades, sentimentos que você percebe se repetir na sua família.

 

Por exemplo, doenças que acometeram avós, pais e filhos. Histórico de divórcio, violência, atitudes de ira, mágoa, ódio, dentre outros.

 

Além do que é notório é fundamental orar e pedir ao Espírito Santo que revele outras maldições que estejam encobertas para que sejam quebradas.

 

Saiba mais sobre este assunto

 

É importante também orar e definir, individualmente, por quantas horas realizará o seu jejum (abstenção total de alimentos).

 

Lembrando que, o jejum não é opcional e deve ser feito durante toda a campanha.

 

E junto a essa disciplina espiritual deve-se orar pelo período de 1 hora (quando e onde também fica entre você e Deus) e estudar a Bíblia.

 

Neste mês, os livros que serão estudados pelos membros da CERV  são: Jó, a partir do capítulo 31 e Amós.

 

E para finalizar, todos os sábados do mês (ao todo cinco), haverá uma reunião, ás 19 horas, no Templo.

Nesse reunião os pedidos são ungidos e recebem oração para serem canceladas as maldições familiares.

 

Apenas no último sábado que esse encontro é realizado no monte, para encerrar a campanha.

 

Entenda o que você pode fazer para mudar a sua família

 

Somado a isso é importante entrar na campanha de todo o coração e com fé, vigiando a todo momento.

 

Não desanime, persevere e não deixe de orar, jejuar, ler a Bíblia e estar aos sábados na igreja. Jesus quer entrar na sua casa e realizar maravilhas!

 

A campanha Quebrando as maldições na família é realizada há mais de 10 anos na CERV e tem libertado e restaurado muitas vidas e famílias.

 

Saiba mais sobre a campanha ‘Quebrando as maldições na família’, ligue: (31) 3451-5956.

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

As joias de Deus

As joias de Deus são citadas por Jesus em Mateus 25.40:

 

“O Rei responderá: Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim fizestes”

 

Essas joias são os “pequeninos” ou “menores” que precisam conhecer a verdade divina: A Palavra de Deus.

 

E quem seriam esses pequeninos?

 

 
Os pobres, os doentes, os prisioneiros, os marginalizados, os idosos, os adultos, os jovens e as crianças.
 
São pessoas que necessitam conhecer a pessoa de Jesus Cristo de Nazaré!
 
E como elas terão conhecimento da verdade?
 

Por meio da sua vida.

 
 
Porém, para ser um pregador do Evangelho é necessário ser transformado pelo poder de Deus.
 

E isso só acontece a partir do momento que a pessoa se posiciona diante das verdades bíblicas a ela reveladas.

 
A Bíblia afirma que:
 

“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos céus é tomado à força, e os que usam de força se apoderam dele (Mt 11.12).

 
 

Reino de Deus é alcançado por esforço e  para isso é fundamental ouvir e  obedecer a voz do Espírito Santo.

 

As verdades divinas precisam substituir as mentiras das trevas, do Diabo.

 

Escolher uma vida de hipocrisia fará com que a pessoa perca a própria salvação e não cumpra o propósito da sua vida que é pregar o Evangelho.

 

Por isso, Jesus deve ser o principal amor da vida daquele que se diz filho de Deus.

 

E para que esse amor aumente a pessoa precisa conhecê-lo por meio da Bíblia. Ser um praticante da Palavra e ser cheio do Espírito Santo.

 
 
 
 
Vivendo dessa forma será possível alcançar as joias de Deus, tão preciosas para o Senhor.
 

Há alguma dessas joias perto de você?

 

Como você pode alcançar essas pessoas para o Senhor Jesus?

 

Ore e peça ao Espírito Santo que coloque em seu coração o amor e o desejo de viver para Jesus e alcançar as joias de Deus.

 
Ouça a mensagem ‘As joias de Deus’ e seja edificado pela Palavra do Senhor:

 

Comunicação CERV

O culto que Deus quer

O culto que Deus quer vai além dos cultos que as pessoas participam semanalmente na igreja que congregam.

Em Hebreus, capítulo 9, dos versos 1 ao 7, o autor trata sobre o culto praticado no Antigo Testamento:

“A primeira aliança tinha regras para a adoração, bem como um santuário terreno.

Esse tabernáculo era dividido em duas partes. Na primeira, ficava o candelabro e a mesa com os pães da presença. Essa parte era chamada lugar santo.

Depois, havia uma cortina e, atrás dela, a segunda parte, chamada lugar santíssimo.

Nessa parte ficava o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança, inteiramente coberta de ouro. Dentro da arca havia um vaso de ouro contendo maná, a vara de Arão que floresceu e as tábuas de pedra da aliança.

Sobre a arca ficavam os querubins da glória divina, cuja sombra se estendia por cima do lugar de expiação. Mas agora não é o momento de explicar essas coisas em detalhes.

Quando tudo estava preparado, os sacerdotes entravam regularmente no lugar santo para cumprir seus deveres sagrados.

Mas apenas o sumo sacerdote, e só uma vez por ano, entrava no lugar santíssimo. Ele sempre apresentava o sangue do sacrifício pelos próprios pecados e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância”

Esse culto foi instituído por Deus no livro de Levíticos. Ele instruiiu como deveria ser o culto, os sacrifícios, as ofertas e os responsáveis por executar cada parte do culto.

E após abordar a respeito de como era o culto no passado, o autor de Hebreus escreve que tudo isso se cumpriu na pessoa de Jesus Cristo.

Isso por que a antiga forma de adoração e purificação apresentava problemas:

“A lei constitui apenas uma sombra, um vislumbre das coisas boas por vir, mas não as coisas boas em si mesmas. Os sacrifícios são repetidos todos os anos, mas nunca puderam purificar inteiramente aqueles que vêm adorar.

Se tivessem esse poder, já não precisariam existir, pois os adoradores teriam sido purificados de uma vez por todas, e a consciência de seus pecados teria desaparecido.

Em vez disso, esses sacrifícios os lembravam de seus pecados todos os anos.

Pois é impossível que o sangue de touros e bodes remova pecados” (Hb 10.1-4).

Portanto, esse culto apresentava dois problemas:

Não purificava do pecado (v. 1 e 4)

Rememorava os pecados e não acabava com a consciência de pecado (v.3)

Ouça nossas mensagens e seja edificado

E o culto que Deus quer, começa na cruz do calvário, o que a carta de Hebreus denomina como “tempo da correção”.

“Com essas regras, o Espírito Santo mostra que o caminho para o lugar santíssimo não havia sido aberto enquanto o primeiro tabernáculo continuava em uso.

Essa é uma ilustração que aponta para o tempo presente, pois as ofertas e os sacrifícios que os sacerdotes apresentam não podem criar no adorador uma consciência totalmente limpa.

Tratava-se apenas de alimentos e bebidas e várias cerimônias de purificação; eram regras externas, válidas apenas até que se estabelecesse um sistema melhor.

Cristo se tornou o Sumo Sacerdote de todos os benefícios agora presentes. Ele entrou naquele tabernáculo maior e mais perfeito no céu, que não foi feito por mãos humanas nem faz parte deste mundo criado.

Com seu próprio sangue, e não com o sangue de bodes e bezerros, entrou no lugar santíssimo de uma vez por todas e garantiu redenção eterna.

Se, portanto, o sangue de bodes e bezerros e as cinzas de uma novilha purificavam o corpo de quem estava cerimonialmente impuro,

imaginem como o sangue de Cristo purificará nossa consciência das obras mortas, para que adoremos o Deus vivo. Pois, pelo poder do Espírito eterno, Cristo ofereceu a si mesmo a Deus como sacrifício perfeito” (Hb 9.8-15).

Por meio de Jesus, o véu foi rasgado para que hoje, os filhos de Deus, possam ter um relacionamento íntimo com Ele.

Cristo deseja retirar qualquer impedimento para que cada ser humano, convertido, possa se relacionar com Deus.

Além dessa relação, Jesus deseja purificar a consciência dos filhos de Deus das obras mortas.

Sem esse relacionamento íntimo e sem a consciência limpa do pecado é impossível viver o culto que Deus quer.

O Senhor, na Nova Aliança, está instituindo um novo culto que vai além de rituais.

O desejo de Deus é que seus filhos o cultuem, a todo momento, em todo o lugar. E que tudo o que fizerem adore ao Senhor.

A partir do momento que Jesus passa a ser o único Senhor e Salvador da vida do homem, a sua vida passa a ser um eterno culto a Deus.

“Portanto, irmãos, por causa do sangue de Jesus, podemos entrar com toda confiança no lugar santíssimo,

Por sua morte, Jesus abriu um caminho novo e vivo através da cortina que leva ao lugar santíssimo.

E, uma vez que temos um Sumo Sacerdote que governa sobre a casa de Deus,

entremos com coração sincero e plena confiança, pois nossa consciência culpada foi purificada, e nosso corpo, lavado com água pura.

Apeguemo-nos firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos, porque Deus é fiel para cumprir sua promessa” (Hb 10.19-23).

Reflita sobre o culto que agrada a Deus

O propósito de Deus é que cada filho preste a Ele um culto perfeito de louvor e adoração.

O culto que Deus quer é a experiência fundamental de uma vida genuinamente cristã.

Entretanto, muitos, durante a caminhada no Evangelho, percebem que não têm prestado um verdadeiro culto a Deus.

Acreditam que o verdadeiro culto é o que acontece nas igrejas, porém, o culto vai além, ele deve acontecer a todo momento.

Será que você consegue identificar se a sua vida tem sido, realmente, um culto a Deus?

Vejamos Hebreus, capítulo 5, versos 1 e 2:

“Todo sumo sacerdote é um homem escolhido para representar outras pessoas nas coisas referentes a Deus. Ele apresenta ofertas e sacrifícios pelos pecados

e é capaz de tratar com bondade os ignorantes e os que se desviam, pois está sujeito às mesmas fraquezas”.

E também 1 Pedro, capítulo 2, versos  9 e 10:

“Vocês, porém, são povo escolhido, reino de sacerdotes, nação santa, propriedade exclusiva de Deus. Assim, vocês podem mostrar às pessoas como é admirável aquele que os chamou das trevas para sua maravilhosa luz.

Antes vocês não tinham identidade como povo, agora são povo de Deus. Antes não haviam recebido misericórdia, agora receberam misericórdia de Deus”.

Observando os versículos acima você consegue responder se sua vida está sendo um culto a Deus.

No trecho de Hebreus é possível compreender que, no passado, os sacerdotes preocupavam-se com o povo.

E no trecho de Pedro entende-se que, hoje, o povo de Deus,  são os sacerdotes e devem se preocupar com o chamado que têm de servir a Deus e ao próximo.

Se os filhos de Deus têm vivido um culto diário, em seus corações haverá o desejo de servir a Deus e ter compaixão do próximo.

Ouça “O culto que Deus quer” e reflita se o seu culto tem agradado a Deus:

 

Comunicação CERV

Matrículas do Seminário

As matrículas do Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV) encerram-se domingo (11)

Se você deseja estudar teologia em 2018 e servir o Reino de Deus, matricule-se no Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV).

Conheça o nosso curso teológico

As matrículas para o primeiro semestre de 2018 encerram-se no próximo domingo, 11 de fevereiro, às 21 horas.

Para saber a documentação necessária e os valores para investir no seu chamado envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br

Você pode agendar sua matrícula pelos telefones: (31)3504-1341 / 99309-6957 (whatsapp), fale com Kátia Brito.

As aulas deste semestre iniciam-se no dia 19 de fevereiro às 19:30 horas, na CERV (que fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Não se esqueça! As matrículas do seminário encerram-se dia 11 de fevereiro, às 22 horas!

Comunicação CERV

O culto doméstico

O culto doméstico é uma prática que tem sido negligenciada por muitas famílias evangélicas.

Porém, esta escolha vai contra a Palavra de Deus que afirma a importância dessa prática para as famílias.

Em 2 Timóteo, capítulo 3, dos versículos 14 ao 17, encontramos uma evidência de que o jovem pastor Timóteo recebeu em casa o ensino da Palavra:

“Você, porém, deve permanecer fiel àquilo que lhe foi ensinado. Sabe que é a verdade, pois conhece aqueles de quem aprendeu.

 Desde a infância lhe foram ensinadas as Sagradas Escrituras, que lhe deram sabedoria para receber a salvação que vem pela fé em Cristo Jesus.

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para nos ensinar o que é verdadeiro e para nos fazer perceber o que não está em ordem em nossa vida. Ela nos corrige quando erramos e nos ensina a fazer o que é certo.

Deus a usa para preparar e capacitar seu povo para toda boa obra”

A Palavra afirma que Timóteo, desde criança recebeu o ensino das Sagradas Escrituras da mãe e da avó.

E isto nos revela que o lar é o local onde a Palavra de Deus deve ser ensinada. E esse ensino acontece por meio do culto doméstico.

Porém, muitos não têm inserido essa prática espiritual em seus lares.

Alguns por não terem recebido este ensino e outros porque pensam que o culto deve ser celebrado apenas quando os filhos são pequenos.

Em Deuteronômio, capítulo 6, dos versículos 4 ao 7, Deus decreta uma ordem aos seus filhos:

“Ouça, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, o Senhor é único.

Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua força.

Guarde sempre no coração as palavras que hoje eu lhe dou.

Repita-as com frequência a seus filhos. Converse a respeito delas quando estiver em casa e quando estiver caminhando, quando se deitar e quando se levantar.”

O culto doméstico está ficando extinto

Dentre estas ordens estava a de ensinar os filhos em casa sobre Deus e suas leis (Bíblia).

O lar é a primeira escola, o lugar onde a família tem os primeiros ensinos sobre a Palavra de Deus.

E é a presença desta Palavra, guardada e alimentada,  no coração, que gera vida para a família:

“Meu filho, preste atenção ao que digo; ouça bem minhas palavras.

Não as perca de vista; mantenha-as no fundo do coração.

Pois elas dão vida a quem as encontra e saúde a todo o corpo.

Acima de todas as coisas, guarde seu coração, pois ele dirige o rumo de sua vida” (Pv 4.20-23).

Seja jovens casais sem filhos, casais mais velhos que os filhos já não estão mais em casa ou famílias com jovens e adolescentes.

Não importa, todos devem realizar o culto doméstico para que a vida de Deus seja presente e a vida espiritual da família seja abençoada.

Portanto, se você não tem feito o culto doméstico, faça conserto com Deus e comece hoje mesmo a implantar essa adoração no seu lar.

Ouça a mensagem ‘O Culto Doméstico’ e permita que o Espírito Santo revele ao seu coração esta Palavra:

Comunicação CERV

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