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Feliz mês das crianças

Feliz mês das crianças? Sim, na CERV as crianças não têm apenas um dia dedicado a elas, mas todo o mês de outubro.

Obreira Maria Antônia

A programação é voltada para o coração dos pequeninos, pois as músicas, histórias e atividades são adequadas ao universo infantil.

A cada domingo estará presente um contador de histórias diferente. Ontem (14),  a obreira Maria Antônia, líder da EBD da CERV contou a história A Pipa que queria ser um avião.

 

Entenda importância de cuidar da vida espiritual das crianças

E as crianças e adolescentes da CERV apresentaram, especialmente, os cânticos “No Egito escravo fui” e “A vitória da Cruz”.

“Iniciamos muito bem o mês das crianças! Todas estavam muito felizes e participativas o que tornou a noite muito especial!”, compartilhou a obreira Maria Antônia.

Por isso, você que não esteve presente neste 1º domingo e/ou não trouxe uma criança, prepare-se para as próximas datas:

 

21/10/18 Contação de história com a Irmã Carmen (8ª Igreja Presbiteriana)
27/10/18 Festa das Crianças
28/10/15 Rocha Brothers- apresentação musical e contação de história

 

Veja detalhes da programação aqui

A festa das crianças será celebrada no último sábado de outubro.

Será uma tarde com louvor, contação de história, atividades e uma surpresa para as crianças. A entrada é gratuita!

E, embora a festa de encerramento do mês das crianças aconteça no dia 27 as atividades dedicadas a elas terminam no domingo (28).

De acordo com a pastora presidente da CERV, pastora Graça Pitzer, outubro é mês de semear no coração das crianças.

“Oramos e planejamos para que este mês seja marcante para a vida das

Crianças da CERV

crianças, pois cremos que a infância é o tempo certo de semear os valores e princípios do Evangelho no coração dos pequenos. Por isso convidamos não apenas a igreja, mas todas as pessoas para trazer suas crianças e estar conosco neste mês”, convida a pastora Graça Pitzer.

 

Portanto, faça de outubro o feliz mês das crianças, traga o maior número de pequeninos que puder!

Mais informações sobre o Mês das crianças ligue: (31) 99309-6957 (fale com Kátia) ou envie um email para contato@restaurandovidascerv.com

 

Comunicação CERV

Como ter uma família feliz?

Como ter uma família feliz?

Com certeza você já fez ou ouviu essa pergunta alguma vez em sua vida. As respostas podem ser as mais variadas.

Mas dentre essas respostas qual garante o êxito de desfrutar da felicidade dentro do lar?

Essa questão e outras que envolvem a família serão respondidas no:

III Congresso Legislativo, Direito e Igreja 

Revendo conceitos: Família de Deus nos dias de hoje

O congresso será realizado no dia 26 de maio (sábado), das 8 às 21 horas, na Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV).

Os temas que serão abordados nas palestras e painéis são:

-Casamento

– Criação de Filhos

– O plano de Deus para a família

– O poder legislativo e a família

– O poder judiciário e a família

 

Aprenda mais sobre princípios importantes para construir a sua família

 

Todos esses assuntos serão elucidados aos participantes à luz das Sagradas Escrituras, pelos seguintes palestrantes:

 

Promotor Joaquim Miranda

Graduado em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (1990), mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade de Coimbra (2001) e doutor em Ciências Jurídico-Sociais pela Universidade do Museu Social Argentino (2008). Atualmente, compõe o Comitê Acadêmico do novo Doutorado em Ciências Jurídicas da Universidad del Museo Social Argentino

 

Deputado João Leite

Ex-atleta profissional e bacharel em História. Ao encerrar a carreira de atleta, João Leite dedicou-se à política. Foi vereador por Belo Horizonte e deputado estadual, e eleito deputado estadual por seis mandatos sucessivos. Atualmente é deputado estadual e exerce seu sexto mandato consecutivo na Assembleia de Minas, onde ingressou em 1995.

 

 
Antônio Viana

Há 17 anos exerce o pastorado e foi o pastor presidente e fundador da Comunidade Evangélica Palavra Viva em Paraobeba (MG). Atualmente é pastor da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte e líder do Culto Jeová Rafá.

 

 

 

 

Conheça nosso curso de teologia

 

Nélson e Solange Gouvêa

Casados há 39 anos, Nélson e Solange são formados em teologia pelo Seminário Evangélico Betânia de Coronel Fabriciano (MG). Atuaram por muitos anos da área de ensino e louvor. Desde 2001 fazem parte do Corpo Pastoral da Igreja Batista da Renascença de Belo Horizonte (MG), trabalhando como pastores da família. Receberam da parte de Deus um Ministério específico com famílias, no qual trabalham há vários anos.

 

Ruy Mota

 

Fundador, junto ao seu irmão, da empresa Bello Cards, em Belo Horizonte. É pastor e adorador do Senhor Jesus. Seu último trabalho musical é o CD “Põe o trem nos trilhos”.

 

 

Marcelo Leocádio

Casado há 17 anos com Sandra, Marcelo é membro da Igreja Evangélica Betânia de Venda Nova, onde atua no ministério de louvor.

 

 

Para ter acesso ao conhecimento que será compartilhado pelos convidados, acima, você investirá apenas R$30,00 reais.

Neste valor está incluído: material do congresso, acesso as palestras e painéis, almoço e jantar.

Faça esse investimento na sua vida e na sua família!

Para se inscrever, entre em contato com a diretoria do seminário, Kátia Brito: (31) 3504-1341 / 993096957. Ou envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br.

 

Saiba ‘Como ter uma família feliz’ inscreva-se no congresso! As inscrições encerram-se no dia 22 de maio!
Mais informações ligue: (31) 3504-1341 / 99309-6957 (fale com Kátia)

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

Crianças não são mini adultos

Crianças não são mini adultos, porém por muitos anos na história, juntamente a mulheres e idosos, elas foram tratadas à margem da civilização.

Esses grupos não possuíam:  título de cidadãos, direitos e não participavam das decisões da polis (cidade).

Até a metade do século XVIII, as crianças eram tratadas como mini adultos.

Elas eram vistas desta forma por que a única diferença consistia nos aspectos físicos relacionados ao seu crescimento e desenvolvimento.

Saiba como proteger seu filho das investidas do Inimigo

Inclusive, o próprio termo “infância” somente foi inventado anos mais tarde, a partir da percepção de que a criança possui necessidades diferentes dos adultos, e que são seres que precisam de mais atenção e cuidados especiais, além de melhores condições de vida para o seu desenvolvimento saudável.

Atualmente, apesar das diversas normativas de proteção à infância e a adolescência, temos visto muitos ataques a esse público.

Músicas explicitamente pornográficas, desenhos, filmes, jogos e séries com conteúdos impróprios. Além disso, exposições culturais que induzem a criança ao toque à nudez.

Esses são alguns dos meios que têm sido usados para influenciar nossas crianças e adolescentes, expondo-os a universos destrutivos para suas formações psíquicas.

Diante desse cenário caótico, cabe a todos nós o compromisso da proteção da infância e do cuidado com o outro.

Se você é pai, atente-se ao que o seu filho tem visto na TV, às músicas que ele ouve e aos lugares que frequenta.

Leia as mensagens do WhatsApp, assista com seu filho a série que ele mais gosta e tenha um olhar crítico sobre a mensagem que ela passa.

Traga seu filho a nossa igreja no mês de outubro

Estimule as crianças com brincadeiras e jogos saudáveis, e preencha o seu tempo com leitura da Bíblia e músicas cristãs. Esteja atento aos ataques malignos: eles são sutis!

Texto adaptado de Aléxia Duarte, portal lagoinha.com

Aprenda mais sobre “Crianças são mini adultos”, participe da Escola Bíblica Dominical realizada aos domingos, ás 9 horas, na CERV.
Mais informações ligue (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

 

A diferença que Jesus faz na família

O texto de João 2.1-11, nos fala que Jesus foi a uma festa de casamento.

Por meio deste evento, podemos aprender algumas lições que podem restaurar a sua vida e salvar o seu casamento:

1- Jesus é a pessoa mais importante a ser convidada para o casamento. Ele estava presente naquele casamento e salvou aquela família de um grande constrangimento.

A maior necessidade das famílias hoje é a presença de Jesus.

2- Precisamos discernir com rapidez quando a alegria está acabando. Maria percebeu que o vinho estava acabando e que alguma coisa deveria ser feita. O vinho é símbolo da alegria.

Muitos casamentos naufragam porque os cônjuges não discernem as crises no seu nascedouro. Deixam o tempo passar sem nenhuma atitude tomar.

Aprenda como batalhar pela sua família

3- Precisamos recorrer à pessoa certa na hora da crise. Maria buscou a Jesus.

O segredo da felicidade conjugal não é a ausência de problemas, mas ter sabedoria e pressa para levar os problemas a Jesus.

Contudo, muitos casais, ao entrarem em crise, cavam cisternas rotas onde não há água. Buscam ajuda em caminhos que só os fazem desviar mais da vereda da felicidade.

4- Precisamos obedecer e fazer o que Jesus manda. Ele mandou os serventes encherem de água as talhas.

Sempre que o casal se dispõe a obedecer prontamente a Palavra de Deus, o vinho da alegria começa a jorrar de novo dentro do lar.

5- Precisamos ser guiados pela fé e não pelos nossos sentimentos. Aqueles serventes creram e encheram de água as talhas.

O milagre da transformação acontece quando nos dispomos a crer, mesmo que a nossa razão não consiga explicar.

6- Quando Jesus intervém na família, o melhor sempre vem depois. O vinho que Jesus ofereceu era de melhor qualidade. Assim, os melhores dias do casamento não são os da lua de mel e sim os que se seguem à entrada de Jesus na família.

Quando Ele reina plenamente a vida conjugal se torna mais consistente, profunda e madura.

Saiba como proteger sua família do mal

7- Quando Jesus intervém na família, as pessoas glorificam a Deus e passam a crer nele. Não há milagre maior do que uma família transformada. Jesus é o mesmo hoje.

Ele pode restaurar também a alegria lá na sua casa e fazer florescer no seu coração a esperança de uma nova vida, de uma família cheia de verdor e felicidade!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Aprenda sobre “A diferença que Jesus faz na família”. Participe do Culto da Família, celebrado hoje, às 19 horas, na CERV.
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

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