Tag: intimidade

E Jesus? perdido na história

E Jesus? perdido na história. Se alguém perguntasse se Jesus está próximo de você, qual seria sua resposta? ‘Sim, somos íntimos!’ ou ‘não, faz tempo que nem sei onde deixei Jesus’.

 

Entretanto, o triste é que muitos afirmam que estão em comunhão com Cristo baseadas na presença em cultos, atividades e eventos da igreja. Porém, isso não é garantia de relacionamento e intimidade com Deus.

 

A Bíblia relata que Maria, José e Jesus, foram celebrar a páscoa indo ao Templo. Após apresentarem seus sacrifícios retornaram para casa, mas no caminho de três dias perceberam que Jesus não estava com eles.

 

“Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.
 
 
E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.
 
 
Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos;
 
E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.
 
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.
 
 
E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.
 
 
E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.
 
 
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
 
E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.
 
E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas.
 
 
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens (Lucas 2.41-52)”.
 
Como os pais de Jesus, muitos têm o perdido por causa de escolhas que vão contra a Palavra de Deus. Estão sinceramente enganados pensando que a presença na igreja faz delas intimas de Jesus, mal sabem que estão mais longe do que nunca!
Não são os atos de religiosidade que conduz o homem a Deus, mas sim o relacionamento estabelecido com Ele, no coração. Veja a vida dos fariseus: participavam das celebrações, sacrifícios, festas, oravam, dizimava e até ensinavam as Leis, entretanto seus corações estavam longe do Senhor.
A comunhão com o Corpo de Cristo faz parte do crescimento espiritual, mas não é garantia de intimidade com Deus. Intimidade é construída na intimidade, só a pessoa e Deus. O ir a igreja é um resultado desse relacionamento.
 Muitas pessoas iniciam bem sua trajetória ao lado de Jesus, têm intimidade com Ele, mas, no meio do caminho vão permitindo o engano entrar no coração e o que não era normal, passa a ser normal. Quando alguém diz: “Ah! isso não tem nada a ver!”, pode saber que o engano já está alojado no coração.

 E Jesus? perdido na história.

 Jesus ficou para trás e a pessoa continua no caminho do pecado, longe, distante e com os lábios permanece afirmando: “Jesus está comigo! Eu sou de Jesus!
Será que é mesmo?  Leia o que Jesus declarou acerca da igreja de Laodicéia:
“E ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.
Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22). 
 
 
 No texto bíblico, Jesus acusa a Igreja de não ser quente, nem fria e que por ser morna o seu desejo era de  vomitá-la. Em outras palavras: é melhor que viva logo no mundo do que permanecer dentro da igreja vivendo de aparência!
 
Jesus não está interessado em ativismo, de fazer, fazer e fazer. Ele está interessado no ser, ser e ser. O coração, o que está dentro dele é que interessa o Senhor.
E Jesus? perdido na história.
Perdido na história de muitos que nominalmente se declaram crentes, mas não o são. Vivem de aparência, vivem no engano e com isso a história está paralisada, não há progressos.
No texto acima, de Apocalipse, o Senhor aconselha que as pessoas deem ouvidos as suas palavras, a correção, para terem mudança de vida. A saírem da condição de morno para ser quente.
A pessoa que é quente é cheia da presença do Espírito Santo e vive um relacionamento de intimidade com Jesus. Vive com Ele e para Ele fora do culto.
Ouça a mensagem ‘E Jesus? perdido na história’ e pense sobre como está seu relacionamento com o Senhor:

 

Comunicação CERV

O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

Encontro com Deus

O encontro com Deus faz toda diferença na vida de uma pessoa. Transforma a história de morte, dor, fracasso em uma história vitoriosa.

Entretanto, muitos se encontram com Deus, mas depois deixam de fazer desse encontro uma prática diária, se afastando do Salvador.

O amor esfria e o propósito que tinha de viver para Deus acaba.

Hoje, se você soubesse que tem apenas 48 horas de vida, o quê faria nesses dois dias?

Normalmente as pessoas fazem planos para o futuro, traçam metas, planejam a vida, mas não fazem planos para quando vão morrer.

Nossa cultura conduz o ser humano a pensa dessa forma.

Por exemplo, as crianças não sonham em crescer e morrer. Elas pensam em ficar grandes e depois realizar vários projetos, mas não morrer.

Entretanto, inevitavelmente, todos vão morrer. E cada dia que passa todos estão mais perto de morrer.

“Antes da festa da Páscoa, Jesus sabia que havia chegado sua hora de deixar este mundo e voltar para o Pai. Ele tinha amado seus discípulos durante seu ministério na terra, e os amou até o fim”  João 13.1.

Jesus, no texto acima, sabia que a hora da sua morte estava chegando.

E no final do versículo a Bíblia firma que Ele amou os seus discípulos, as multidões e as pessoas até o fim.

Inclusive aqueles que o perseguiam e que aprovaram a sua morte.

Jesus cumpriu o seu propósito até o seu fim na cruz do calvário: amar a humanidade.

Assim como Jesus tinha um propósito, hoje, os filhos de Deus também têm: o de amar o Senhor até o fim.

Porém, é possível observar que muitos, durante sua peregrinação aqui na Terra, se perdem e se afastam desse propósito.

Não adianta a pessoa ter conquistas nesta vida e até mesmo servir a Deus, se não tiver certeza da salvação.

A salvação é a esperança que faz o filho de Deus prosseguir caminhando enquanto está neste mundo.

E também é esperança de um futuro eterno ao lado do Senhor Jesus na glória.

Por isso, enquanto vida o filho de Deus tiver, deve se dedicar a amar o Senhor de todo o coração.

Só que, infelizmente, a medida que os anos avançam, o que se percebe é que muitos, em vez de amarem mais o Senhor, passam a amar menos.

Será que você é a pessoa que planejou há 5 ou 10 anos? O que você planejou fazer e viver com Deus e para Ele, você está vivendo?

Cristo não amou apenas aqueles com quem ele conviveu pessoalmente, Ele continua amando até hoje. E amará aqueles que Nele crerem.

Entenda sobre o amor que Deus tem pela sua vida

Só que há filhos que trocam o amor do Pai por pouca coisa e com o tempo isso se torna maior que o próprio Deus.

E as pessoa vivem assim, sempre com o pensamento de que uma hora ela vai mudar e dará tempo para fazer o quê não faz hoje.

Mas, a questão é que só há uma vida para ser vivida. E a verdade é que ninguém sabe o dia nem a hora que partirá para a eternidade.

“Logo depois, Jesus foi com seus discípulos à cidade de Naim, e uma grande multidão o seguiu.

Quando ele se aproximou da porta da cidade, estava saindo o enterro do único filho de uma viúva, e uma grande multidão da cidade a acompanhava.

Quando o Senhor a viu, sentiu profunda compaixão por ela. “Não chore!”, disse ele.

Então foi até o caixão, tocou nele e os carregadores pararam. E disse: “Jovem, eu lhe digo: levante-se!”.

O jovem que estava morto se levantou e começou a conversar, e Jesus o devolveu à sua mãe.

Grande temor tomou conta da multidão, que louvava a Deus, dizendo: “Um profeta poderoso se levantou entre nós!” e “Hoje Deus visitou seu povo!”.

Essa notícia sobre Jesus se espalhou por toda a Judeia e seus arredores” (Lc 7.11-17).

Nesta passagem há dois encontros. Duas possibilidades de vida que as pessoas podem ter: alegria e tristeza.

Esses dois sentimentos antagônicos quase que caminham lado a lado, pois todos podem ter situações de alegria e de tristeza ao longo da vida.

Mas um dos momentos mais difíceis que uma pessoa pode enfrentar é a morte. As demais tristezas são mais “fáceis” de superar, mas a morte é difícil.

Por que não fomos criados para perder ou para morrer. Fomos criados para viver eternamente, mas por conta da entrada do pecado no mundo a morte veio como consequência.

Por isso, toda separação de alguém que amamos é tão difícil e dolorosa.

No trecho Bíblico de Lucas, Jesus, acompanhado de uma multidão que havia presenciado a cura do servo do centurião, se encontra com o cortejo fúnebre da viúva que ia enterrar o filho.

É o encontro entre alegria e tristeza. A alegria pela cura acontecida e a tristeza de uma mulher que estava enterrando o único filho.

E Jesus amou aquela mulher e por amor realizou o impossível: trouxe a vida o filho que estava morto.

Esse encontro transformou a tristeza da viúva e da multidão em alegria!

O encontro com Deus é capaz de mudar o histórico de tristeza, derrota e morte!

Encontrar com Deus faz toda a diferença, mas o encontro que você teve há anos, não serve para hoje.

É necessário que você tenha um encontro diário com o Senhor, que renove cada dia seu amor por Ele.

Deus corrige quem Ele ama

O que você tem feito da sua vida? Está exatamente como planejou há alguns anos ou está longe do que tinha pensado?

E o encontro com Deus? É diário ou está precisando rever esse encontro?

Jesus amou até o fim, cumpriu o seu propósito até o fim. E você? Tem amado Deus? tem cumprido o propósito que Ele traçou para a  sua vida?

Ouça a mensagem ‘Encontro com DEUS’ e reflita nessa pergunta:

Comunicação CERV

Quando, onde e como fazer meu devocional?

Muitas pessoas me perguntam como elas podem conduzir o seu tempo devocional. Apesar das sugestões que apresentarei aqui, preciso ressaltar que isto é algo bem pessoal. Acima de tudo, há o fato de que devemos ser sensíveis ao Espírito Santo. Há, no entanto, algumas coisas que precisam estar presentes neste momento. Assim sendo, eu gostaria de oferecer algumas sugestões para estas práticas indispensáveis do momento devocional.

Aprenda mais sobre o devocional diário

QUANDO FAZER

O momento ideal são as primeiras horas do dia, embora isto não anule o valor de um devocional feito à noite, por exemplo. Contudo, a oferta ao Senhor dos nossos primeiros momentos do dia santifica o restante do mesmo. Além disso, vemos que o maná era colhido antes que o sol se levantasse, o que também pode ser considerado como algo sugestivo (ou até mesmo simbólico). Eu prefiro, no entanto, indicar esta prática como um conselho, e não como uma ordem absoluta.

Entenda como o devocional é importante para a vida espiritual

ONDE FAZER

Há um lugar específico para termos o nosso tempo de devoção diária?

Semelhantemente à escolha do momento do dia, o lugar do devocional não está vinculado a única ordem ou instrução bíblica. Além de sabermos que devemos ter o nosso período devocional diário (e matinal) com Deus e de conhecermos algumas das práticas indispensáveis a este momento, creio que devemos compreender também a importância da quietude e da privacidade que devem estar presentes neste momento.

Conheça outros estudos do pastor Luciano Subirá

Creio que há algo poderoso na oração coletiva, e devemos aprender a orar com outros irmãos e com a igreja toda reunida. Contudo, a força do período devocional com Deus reside no princípio de estarmos a sós com Deus. Isto não somente nos ajuda a cultivarmos uma intimidade com o Senhor, mas também é um mandamento de Cristo:

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” Mateus 6:6

Jesus falou sobre orarmos a sós. A expressão “em secreto” subentende alguém fazendo o seu devocional sozinho e também em seu quarto. Tanto uma frase como a outra indicam a importância da privacidade. Este é um fator importante nesta prática.

Jesus procurava lugares desertos para orar (Mc 1.35).

Isto não significa que o nosso devocional deva ser feito somente em nossos quartos. Tenho discípulos que já optaram por fazer no escritório do trabalho uma hora antes que as suas atividades se iniciem. Muitas vezes faço a minha leitura bíblica dentro de um avião, mas o fato é quanto maior for a privacidade, melhor será a qualidade do nosso tempo devocional.

Estar a sós com Deus é uma necessidade de cada um de nós. Nestes momentos não só pedimos, mas também O adoramos e nos rendemos a Ele com total liberdade de “rasgarmos” os nossos corações.

Assim como os casais têm os seus momentos de privacidade, longe da vista de todos os demais, creio que assim também devemos cultivar momentos de comunhão com o Noivo igualmente caracterizados pela privacidade.

Se é impossível para você ficar “trancado” pelo menos procure afastar-se (o tanto quanto possível) das demais pessoas para poder ter este momento a sós com o Senhor.

D. L. Moody, um dos mais renomados evangelistas dos séculos passados, defensor deste tipo de pensamento (como todo homem que Deus já pôde usar de modo especial), declarou o seguinte:

“Um dos mais claros sinais dos tempos é que muitos cristãos, em nossas associações de moços e igrejas, estão guardando diariamente a ‘hora tranquila’. Nesta era de correria e incessantes atividades, precisamos de algum chamado especial para nos retirarmos e nos colocarmos a sós com Deus por um tempo, todos os dias. Qualquer homem ou mulher que assim proceder, não conseguirá passar mais que vinte e quatro horas longe de Deus.”

Moody chamava o momento devocional de “a hora tranquila”. Mesmo que a nossa vida se resuma em muita correria, deve haver um momento em que conseguimos desacelerar para estarmos a sós com Deus.

O QUE FAZER

O que fazer quando nos separamos para este período devocional?

Algumas coisas são importantíssimas e inegociáveis para esta prática; outras podem mudar conforme cada pessoa ou ocasião. Eu quero falar agora daquelas que eu considero essenciais, a saber:

1. meditação bíblica;
2. oração;
3. adoração.

“É necessário que estejamos dispostos a pagar qualquer preço; não importa o quanto custa, qualquer preço vale Seu sorriso e Sua presença” (Smith Wigglesworth)

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘Quando, Onde e Como Fazer Meu Devocional?’, participe da EBD, aos domingos, às 9 horas, na CERV. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Totalmente entregue

Totalmente entregue. Essa não foi a postura do povo hebreu na travessia em meio ao deserto.

Ao ler a história é possível perceber que o povo ainda não havia compreendido quem era Deus, o grande EU SOU!

Suas mentes e corações ainda estavam cheios dos costumes e influências do Egito (simboliza o pecado e as práticas pecaminosas deste mundo).

Acostumados a olhar para o homem (Faraó) como líder e deus, eles agiam da mesma maneira com Moisés. Eles não haviam compreendido que Deus os havia liberto do jugo da escravidão e não o homem Moisés.

Mesmo com todos os sinais e maravilhas realizados por Deus, ainda permaneciam os mesmos comportamentos e atitudes do passado.

Escolhiam pecar e desobedecer a Deus e infelizmente não se achegavam a Deus e tinham uma atitude de arrependimento.

Eles não aproveitaram a oportunidade de ter comunhão com  Deus e não o conheceram e se relacionaram com Ele tal como Moisés.

Moisés era totalmente entregue a Deus, vivia em santidade e obediência, logo tinha uma comunhão plena com o Senhor.

Várias vezes intercedeu pelos pecados dos isralitas, clamando a misericórdia do Senhor.

Continuamente prostrava-se e falava face a face com o Senhor, como seu amigo. Em uma de suas orações em favor dos israelitas Moisés pediu:

“Toma-nos por sua herança” (Êx 34.9)

Com isso Moisés pedia a Deus que trabalhasse no caráter, coração e mente daquele povo infiel e desobediente e os transformassem em pessoas segundo o coração do Senhor.

Para ser herança de Deus é necessário ter uma atitude de entrega total ao Senhor. De abrir mão de si, dos seus sonhos, projetos e desejos para viver exatamente os planos de Deus.

E você? Como está sua vida perante Deus? Totalmente entregue ou parcialmente? Será que tem se prostrado na presença do Senhor e clamado para que Ele mude seu coração e para viver os planos Dele para você?

Ouça a mensagem “Totalmente entregue” e permita que o Espírito Santo mostre como você está perante Deus!

Ouça as nossas mensagens e seja edificado!

Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica.

Mais informações, ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

O devocional diário (Parte 2)

Na última semana, iniciamos um estudo a respeito da importância de desenvolvermos um devocional diário com o Senhor.

Entendemos que sem a presença de Deus em nossas vidas somos como cisternas rotas, que não retêm água. E para que a nossa vida espiritual seja bem sucedida e abençoe as pessoas ao nosso redor é necessário empenho em nosso devocional com Deus.

Hoje, finalizaremos esse estudo aprendendo que a nossa prioridade esmero deve de estar em buscar ao Senhor. Isso nos garantirá uma vida feliz e abençoada e um serviço de excelência a Deus.

Bom estudo e que o Senhor Jesus te abençoe!

PRECISAMOS DE TEMPO AOS PÉS DO SENHOR

Muitas vezes estamos tentando agradar a Deus com nosso trabalho, mas, o mais importante para Ele é quando nos assentamos aos Seus pés. Nosso serviço é importante, porém estar com o Senhor, gastar tempo em Sua presença é muito mais. Além de que, depois de um tempo de comunhão o serviço se torna mais eficaz. Observe um episódio que Deus fez questão que fosse registrado para nosso ensino:

“Ora, quando iam de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa. Tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, sentando-se aos pés do Senhor, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava preocupada com muito serviço; e aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá que minha irmã me tenha deixado servir sozinha? Dize-lhe, pois, que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas; entretanto poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. (Lucas 10.38-42)

Enquanto Marta corria, Maria estava aos pés do Senhor. Todos conhecemos a história, mas fazemos questão de permitir que ela continue se repetindo… Muitos de nós só conseguimos pensar nos compromissos diários, na agenda cheia, em como fazer tudo etc… Preocupamo-nos com coisas que não mereciam tanta atenção. Deixamos que o “urgente” tome o lugar do “importante”.

Sei muito bem do que estou falando não só pelo convívio com outras pessoas, mas por mim mesmo. Por natureza sou alguém agitado, que não gosta de ficar parado. Se deixar, não paro um instante, sou como Marta. Mas tenho aprendido que na vida com Deus, as coisas são diferentes.

Aprendi desde o início da minha caminhada com Ele, que a chave de tudo é o tempo investido em relacionamento com o Pai. E apesar, de por temperamento ser uma pessoa mais parecida com Marta, por princípio bíblico tenho forçado meu comportamento a se ajustar ao de Maria.

Às vezes tenho as minhas recaídas, mas luto comigo mesmo, pois quero o melhor de Deus! Ninguém tem o direito de se desculpar dizendo: “Este é o meu jeito de ser”! Se Deus nos fizesse de modo diferente uns dos outros no que diz respeito a buscá-Lo, estaria sendo injusto conosco; estaria dando a um condições de agrada-Lo e a outro não.

Mas isto não é mera questão de temperamento, e sim de comportamento. Precisamos aprender as prioridades corretas para crescer espiritualmente. Falta de tempo com Deus é o maior obstáculo ao crescimento do crente.

Costumamos permanecer tão cegos em nosso comportamento errado que às vezes tentamos até convencer Deus de que estamos certos. Marta foi pedir a Jesus que fizesse Maria se levantar e ajudar, e estava certa de que Jesus agiria de forma justa, mas não esperava que naquela situação a errada fosse ela. Tentou convencer até o próprio Jesus da importância de sua “correria”. De modo semelhante, muitas vezes estamos errados e tentando convencer-nos (e aos outros) do contrário.

Contudo, as palavras de Jesus são muito fortes, contundentes: “…poucas coisas são necessárias, ou mesmo uma só…” O que Ele estava dizendo a Marta? Que de toda a nossa correria, poucas coisas são realmente uma necessidade. Muito do que julgamos ser necessário, na verdade não é. Agimos assim na administração de nossa agenda diária; assimilamos muita coisa que poderia esperar como se o mundo fosse acabar em dois dias. E o resultado não é só estresse, mas falta de poder espiritual. A presença de Deus é um refrigério, e devemos cultivá-la com dedicação.

O Senhor Jesus declarou: “poucas coisas são necessárias, ou mesmo uma só”. Penso que com esta frase Ele na verdade estava dizendo: “Pode enxugar sua agenda que a maioria de seus compromissos não são assim tão importantes. E se tiver que escolher uma única coisa para fazer, fique em minha presença”.

Não estou dizendo que ninguém deva parar de trabalhar, estou falando principalmente de coisas que não precisam necessariamente acontecer naquele momento. Por exemplo, muitos de nós “precisamos” assistir ao noticiário todos os dias. Será que precisamos mesmo? Muitos de nós “precisamos” nos divertir com um bom filme. Mas será que não dá para dar um intervalo maior de dias entre um entretenimento e outro?

Você pode se questionar sobre muita coisa que faz, mas o fato é que se você tivesse que fazer restar uma única atividade em seu dia, por ser a mais importante, ou a única que verdadeiramente possa ser chamada de necessidade, deveria ser a de estar aos pés do Senhor.

O evangelista Moody, defensor deste tipo de pensamento (como todo homem que Deus já pôde usar de modo especial), declarou o seguinte: “Um dos mais claros sinais dos tempos é que muitos cristãos, em nossas associações de moços e igrejas, estão guardando diariamente a ‘hora tranquila’. Nesta era de correria e incessantes atividades, precisamos de algum chamado especial para nos retirarmos e nos colocarmos a sós com Deus por um tempo, todos os dias. Qualquer homem ou mulher que assim proceder, não conseguirá passar mais que vinte e quatro horas longe de Deus”.

Moody chamava o momento devocional de “a hora tranquila”. Mesmo que nossa vida se resuma em muita correria, deve haver um momento quando consigamos desacelerar para estar a sós com Deus.

AFIANDO O MACHADO

A falta de tempo com Deus impede-nos de servi-Lo melhor. E atualmente até mesmo muitos ministérios estão sendo formados de maneira errada! São ensinados a fazer, fazer e fazer, mas quando investimos tempo a sós com o senhor, aumentamos o proveito do serviço depois. Veja este princípio bíblico:

“Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve por mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade”. (Eclesiastes 10.10)

Quando o rei Salomão foi inspirado pelo Espírito Santo a escrever estas palavras, não nos deixou apenas um princípio natural, mas, paralelamente estabeleceu um fundamento espiritual. Assim como a sabedoria de afiar o corte do machado no rachar lenhas torna o trabalho mais eficaz, também há recursos espirituais que tornarão nosso andar em Deus mais frutífero.

Se o machado de um lenhador encontra-se embotado, sem corte, ele tem que empreender muito mais força e energia em seu trabalho, consumindo assim mais do seu tempo. Mas ao investir uma parte do seu tempo afiando o corte do machado, no fim terá economizado tempo e energia. A partir do momento que a ferramenta tem melhor corte, será o corte que determinará o resultado, e não a força do golpe na lenha. Resumindo: Se tentarmos economizar o tempo que usaríamos dando manutenção à ferramenta, acabaremos perdendo mais tempo ainda no trabalho que executamos.

O povo de Deus precisa aprender urgentemente esta lição! O que precisamos aprender e provar na prática, é que o tempo gasto com Deus é o machado sendo afiado. Se economizarmos nesta prática, perderemos muito mais tempo e energia depois e não conseguiremos fazer tão bem o serviço.

NOSSA PRIORIDADE DIÁRIA

Agora chegamos num ponto importante. Sabemos que precisamos estar com Deus. E que isto deve acontecer todos os dias. E que este encontro não precisa durar o dia todo. E que a maior desculpa que damos é que, em meio à correria, não nos sobra tempo para isto. Portanto, o melhor remédio é fazer de seu período devocional com Deus a primeira atividade do dia. Se você o faz antes das outras coisas, não corre o risco de acabar ficando sem fazer.

O que fazemos quando nos encontramos financeiramente “apertados”, e temos várias contas a pagar, sabendo que talvez naquele dia ou semana não haja recursos suficientes para pagar tudo? A maioria de nós tem experiência nisto. Começamos pagando as contas mais importantes, as prioritárias. E o resto ajusta-se depois. Se conseguirmos transferir a mesma mentalidade e raciocínio para a prática do devocional, tudo será diferente. Estar com Deus é a conta prioritária a ser paga a cada dia, portanto, devemos começar por ela, e o resto vai ajustando-se como der!

No início deste estudo usamos o exemplo do maná como uma figura desta busca diária. E o maná tem uma figura que se encaixa bem naquilo que estamos falando. Se ele não fosse colhido logo cedo, se derretia com o Sol. Em outras palavras, ou a pessoa começava seu dia com aquela atividade prioritária, ou acabava ficando sem ele. Com nosso devocional não deve ser diferente. Jesus nos deixou o exemplo:

“De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava”.  (Marcos 1.35)

De modo semelhante ao ato dos israelitas de colher o maná antes do sol se levantar, Jesus muitas vezes saía cedo de casa a fim de estar a sós com o Pai Celeste. Aqui ainda vemos outro princípio importante para nosso devocional. O texto diz que Cristo “foi a um lugar deserto”, o que fala da importância de estarmos a sós com Deus neste momento. Estou convicto de que não há hora melhor para se ter o devocional do que ao amanhecer do dia. Lemos no Velho Testamento: “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando”. (Sl 5.3).

A oração sempre será algo abençoador, mas quando Deus dá ênfase ao fato de buscá-Lo logo de manhã, está valorizando aqueles que decidiram estar com Ele como a sua prioridade do dia. Buscar ao Senhor no início do dia é honrá-Lo como o que de mais importante temos. E Deus está realmente interessado nisto! Veja o que o profeta Isaías declarou:

“O Senhor Deus […] me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos”.   (Isaías 50.4)

Se dermos esta liberdade ao Senhor, priorizando o tempo com Ele, certamente perceberemos que o maior interesse neste tempo de qualidade ao início do dia, é do próprio Deus. Isaías afirmou que o Senhor o despertava para ter este tempo de comunhão. Para Moisés, Deus também fez este tipo de convite: “Subas pela manhã e põe-te diante de mim no cume do monte” (Êx 34.2). Qual era a importância de subir ao monte pela manhã? A única que temos enxergado em cada versículo até agora: dar ao Senhor as primícias do dia.

RAÍZES SANTAS

“E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão”.  (Romanos 11.16)

Com base nesta afirmação bíblica, Andrew Murray declara em seu livro “A Vida Interior” o seguinte: “Se as primeiras horas da manhã forem consagradas ao Senhor, o restante do dia com as suas diversas tarefas também o será”. Ele chamava a prática deste princípio de “a hora matinal”. Acredito piamente neste princípio. Se santificarmos as primícias do dia, santificamos o dia todo!

Assim como nosso corpo despoja-se de seu cansaço na noite de sono, levantando-se renovado ao amanhecer, também algo precisa acontecer com nosso espírito. Não podemos ignorar o fato de que o crente precisa de renovação diária em seu relacionamento com Deus. É como no caso do maná. O que se colhe num dia, dura só para aquele dia. E a cada novo dia temos que buscar ao Senhor novamente. Quando aprendemos a prática do devocional diário, estamos dando um passo vital para andar em renovação espiritual:

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia”.  (2 Coríntios 4.16)

Ao usar a expressão “nosso homem interior se renova de dia em dia”, a Bíblia está nos apresentando a visão de que na vida cristã todos precisamos de RENOVAÇÃO DIÁRIA. Por outro lado, ao afirmar “mesmo que o homem exterior se corrompa”, penso que as Sagradas Escrituras estavam falando de duas coisas: da deterioração física do envelhecimento natural, e também da corrupção do pecado. Tanto em uma como em outra, a idéia é a de que dia após dia estamos nos “estragando” por fora, em nossa carne. É por isso que precisamos passar por um processo de renovação diária em nosso íntimo, no homem espiritual. E se investimos nesta prática, não seremos tão duramente afetados pela força do pecado.

Nosso espírito e nossa carne combatem entre si (Gl 5.16), e quanto mais fortalecemos a um deles, maior a probabilidade de vitória nesta luta. Portanto, precisamos alimentar diariamente nosso espírito em momentos de devoção ao Senhor. Por isso é tão importante que tenhamos um tempo diário meditando na Palavra, orando, adorando ao Senhor.

COMO FAZER O DEVOCIONAL?

 Muitos nos perguntam como podem conduzir seu tempo devocional. Isto é algo pessoal, e acima de tudo, devemos ser sensíveis ao Espírito Santo. Mas há algumas coisas que precisam estar presentes neste momento, e queremos dar algumas sugestões quanto a estas práticas indispensáveis para o momento devocional. São elas: a meditação bíblica, a oração e a adoração.

Meditação Bíblica – Nos dias do Antigo Testamento (e mesmo até séculos recentes) as pessoas não dispunham de cópias das Escrituras. Alguns – como os sacerdotes e escribas, por exemplo – tinham acesso diário às Escrituras, mas a maioria não. Eles dependiam das reuniões públicas para semanalmente ter algum contato com a Palavra. Penso que esta foi a única razão pela qual Deus não exigiu de todos a leitura diária das Escrituras, mas ainda assim, de alguns isto era exigido, como no caso dos reis:

“Também, quando se assentar no trono de seu reino, escreverá para si um traslado desta lei num livro, do que está diante dos levitas e sacerdotes. E o terá consigo e o lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estatutos, para os cumprir”.   (Deuteronômio 17.18,19)

Foi por ter este contato diário com as Escrituras, que Davi pôde escrever um Salmo tão belo como o 119. Creio que Deus espera daqueles que desejam viver próximos dEle, um tempo diário com sua Palavra, que envolve pelo menos três atividades distintas além da leitura em si: falar (confissão e testemunho aos outros); meditar (refletir, analisar cuidadosamente); praticar (viver o que está escrito, obedecer). Veja o que Deus disse a Josué:

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o seu caminho e serás bem-sucedido”.   (Josué 1.8)

Oração – Já vimos que Jesus nos ensinou em Seu modelo de oração a estarmos diariamente perante Deus. Esta deve ser uma prática diária, o que percebemos na frase “o pão nosso de cada dia…”; portanto, também deve estar em nosso momento devocional diário. Este tempo deve envolver os diferentes tipos de oração, como por exemplo: confissão (tanto de nossos pecados como também das promessas bíblicas que nos dizem respeito); súplica (aqui se enquadram nossas petições); intercessão (quando oramos por outros – nossos familiares, discípulos, vizinhos etc…); ações de graça; oração no Espírito (em outras línguas).

A oração do “Pai-Nosso” é um excelente modelo de oração; suas frases nos dão uma direção para as áreas importantes a serem abordadas em nossa oração diária.

Louvor e Adoração – Esta também é uma prática diária. Davi declarou:

“Todos os dias te bendirei e louvarei o seu nome para sempre”.   (Salmos 145.2)

O tempo de adoração pode envolver cânticos conhecidos e espontâneos, bem como declarações de amor e exaltação. Alguns gostam de utilizar músicas gravadas num CD nestes momentos, o que também deve ser visto como um acréscimo ao momento de adoração. Ouvir louvores não substitui o louvar; são duas coisas distintas. Mas acompanhar o louvor gravado não deixa de ser um bom recurso.

CONCLUINDO

Além de saber que devemos ter nosso período devocional diário (e matinal) com Deus, e conhecer algumas das práticas indispensáveis a este momento, penso que devemos também compreender a quietude e privacidade que devem estar presentes neste momento. Acredito que há algo poderoso na oração coletiva, e devemos aprender a orar com outros irmãos, bem como com a Igreja toda reunida. Mas a força do período devocional com Deus reside no princípio de estar a sós com Deus. Isto não só nos ajuda a cultivar a intimidade com o Senhor, como também é um mandamento de Cristo:

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”.   (Mateus 6.6)

Estar à portas fechadas com Deus, é uma necessidade de cada um de nós. Ali não só pedimos, mas adoramos e nos rendemos com total liberdade de rasgar o coração. Assim como um casal tem seus momentos de privacidade longe da vista de todos, penso que devemos cultivar momentos de comunhão com o Noivo que também sejam marcados pela privacidade.

Se você não tem meios de se trancar, pelo menos procure se afastar das demais pessoas para ter este momento. Certamente esta prática diária te levará a um novo nível de relacionamento com Deus!

Pr. Luciano Subirá

Se você deseja estudar e conhecer mais a Palavra de Deus, acesse nossa página de estudos, e cresça em intimidade com o Senhor!

O devocional diário (parte 1)

Cresci num lar cristão e aprendi sobre a importância de se manter um período devocional diário com Deus. Tanto por preceitos, como pelo exemplo de meus pais, soube desde criança que devemos cultivar este tempo à parte com o Senhor.

Há algo poderoso por trás desta prática, como estaremos analisando. Mas, preciso admitir que mesmo aprendendo que todo cristão deva ter seu período devocional com Deus, falhei centenas e centenas de vezes no que diz respeito a isto.

Falhei em períodos em que não estive tão intensamente envolvido com Deus e Seu Reino, falhei também depois de estar bem comprometido com o Senhor e ministerialmente amadurecido.

Portanto, quero iniciar nossa reflexão declarando que nem sempre erramos por falta de conhecer determinados princípios bíblicos, mas muitas vezes por mera falta de disciplina.

Sei que a maioria dos crentes de hoje não costuma investir diariamente num período de devoção com Deus. Muitos cometem este erro por falta de ensino e esclarecimento, outros por falta de cobrança e estímulo e, claro, há ainda aqueles que erram por pura negligência.

Não quero me dirigir a um ou outro grupo em separado, mas aos três. Aos que conhecem a base bíblica deste princípio, convido-os a reverem aquilo que um dia aprenderam e dedicar-se à prática.

Aos que estão recebendo este ensino pela primeira vez, apelo para que absorvam estes princípios e passem a vivê-los.

Quanto aos deliberadamente negligentes, espero que se arrependam e também ordenem seus passos nesta área.

Precisamos compreender o valor e resultados provenientes do devocional diário.

Então seremos estimulados a trazê-lo para a experiência diária. E ao fazê-lo, entraremos numa dimensão mais profunda de intimidade com o Senhor.

Deus espera que o busquemos todos os dias. Isto parece ficar bem claro na oração-modelo que Jesus nos ensinou: “…o pão nosso de cada dia nos dá hoje…” (Mt 6.11).

Jesus ensinou a nos colocarmos diariamente diante do Pai Celeste e buscar Sua provisão para aquele dia. E quanto ao dia seguinte?

Devemos voltar a buscar ao Senhor a cada novo dia. Cristo declarou:

“Portanto não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (Mt 6.34).

Mesmo sendo ensinados a depender de Deus para nossa provisão, o que percebemos é que o caminho bíblico proposto é ir a Ele em oração diariamente.

E que as respostas divinas vêm em cotas “diárias”, não mais do que isto. Há uma relação entre este ensino do Senhor Jesus e o que ocorreu nos dias de Moisés quanto ao maná, o pão do céu.

Depois que a nação de Israel deixou o Egito, e saiu pelo deserto, em direção à Canaã, viu-se em dificuldades para ter seu próprio alimento, uma vez que, em viagem, não tinham tempo nem condições para plantar e colher.

E começaram a murmurar contra Deus e contra Moisés. E o relato bíblico nos revela o que aconteceu:

“Então o Senhor disse a Moisés: eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu ponha à prova se anda na minha lei ou não”. (Êxodo 16.4)

A cada novo dia os israelitas tinham que se levantar em busca do pão. Deus queria que fosse exatamente assim.

“Disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para a manhã seguinte. Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, e alguns deixaram do maná para o dia seguinte; porém deu bichos e cheirava mal. E Moisés se indignou contra eles. Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto podia comer; porque, em vindo o calor, se derretia”. (Êxodo 16.19-21)

O que temos aqui não é só uma lição de dependência, mas os parâmetros divinos para a forma de Seu povo se relacionar com Ele!

Parece-nos que era justamente isto que acontecia no Jardim do Éden, onde Deus visitava Seus filhos na viração do dia (Gn 3.8).

O plano de Deus para nosso relacionamento com Ele envolve a busca diária. Mas temos uma inclinação a errar justamente aí.

É só observar o que ocorreu com os israelitas no deserto: mesmo sendo advertidos para não colher mais do que a porção diária do maná, alguns deles tentaram fazê-lo. Porquê?

Por puro comodismo, para não precisar levantar cedo e ter o mesmo trabalho no dia seguinte, uma vez que quando o sol se levantava, o maná derretia.

A humanidade vive procurando atalhos para todas as coisas. Como diminuir o serviço e tornar tudo mais cômodo parece ser uma das áreas em que mais vemos progresso e avanços tecnológicos!

A ideia é simplificar tudo o que for possível. As crianças de hoje só usam fraldas descartáveis; temos o freezer e o microondas; a embalagem longa vida; o telefone celular, e uma infinidade de outras coisas que foram inventadas em nome da praticidade.

E não estou reclamando. Eu, como a maioria, gosto disto. Mas temos transportado esta ideia para o nosso relacionamento com Deus. Isto ocorre desde o início da humanidade.

Os israelitas demonstraram estar dentro deste mesmo tipo de pensamento quando acharam que poderiam “driblar” a regra da busca diária. E nós também continuamos presos à mesma forma de pensar, milhares de anos depois.

Não há meios de se trabalhar com estoque, no que diz respeito à presença de Deus. Devemos buscá-Lo a cada novo dia. O que experimentamos Dele num dia, não servirá para o dia seguinte. Este princípio aparece muito na simbologia bíblica.

Através do profeta Jeremias o Senhor repreendeu Seu povo por não praticar um princípio essencial no relacionamento com Ele: o de reconhecê-Lo como manancial de águas vivas.

Manancial ou cisterna?

“Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”. (Jeremias 2.13)

Naqueles dias não havia água encanada, e o povo dependia dos mananciais para sua sobrevivência. Entretanto, tanto pela falta do manancial como pelo comodismo de não precisar buscar água todos os dias, as pessoas passaram a usar cisternas.

A cisterna era um reservatório de água de chuva, e era muito prática, uma vez que evitava o trabalho de se ir diariamente atrás de uma fonte.

Temos muitos exemplos bíblicos de pessoas indo aos poços para buscar água. Isto era algo comum a todos, razão pela qual Deus escolhe justamente esta figura para ilustrar a verdade espiritual que o Seu povo necessitava ouvir e entender.

Qualquer um sabe que há uma diferença na qualidade da água proveniente da fonte e do poço. Mas o que Deus está dizendo não é algo ligado à qualidade da água, mas ao fato de que, espiritualmente falando, as cisternas não funcionam.

Deus chamou as cisternas que Seu povo vinha cavando de rotas, que não podiam reter as águas.

Portanto, nesta comparação que o Senhor faz, a conclusão é única: quem bebe da fonte tem a água, enquanto que quem tenta a cisterna acaba ficando sem água!

Muitos de nós achamos que é possível “driblar” o princípio da busca diária e tentamos “encher nosso reservatório” nos cultos.

Há pessoas que durante toda a semana não oram e nem leem a Bíblia, mas acham que um culto é suficiente para mantê-las abastecidas. Era disto que Deus falava.

Porque preferimos encher nossa cisterna em vez de ir diariamente à fonte? Talvez por mero comodismo, mas o fato é que temos falhado numa área vital de nosso relacionamento com o Pai Celeste.

Ninguém sobrevive de estoque em sua vida espiritual. Não existe uma espécie de “crente-camelo” que enche o tanque e agüenta quarenta dias no deserto!

Creio que esta é uma área importantíssima a ser ordenada em nossas vidas. Não há nada que nos leve a estar mais próximos de Deus do que o relacionamento diário.

Esta ideia de beber da fonte é usada por Deus em toda a Bíblia. E  penso que isto serve para cultivar em nós uma mentalidade correta de nosso relacionamento com Ele.

Leia e medite nos seguintes textos:

João 4.10,13,14; João 7.37,38; Apocalipse 7.11; Apocalipse 22.17

Pr. Luciano Subirá

Na próxima quarta, publicaremos a segunda parte deste estudo!

Deus que fala

Deus é um Deus de relacionamento, de intimidade e que tem o interesse de se fazer conhecido ao homem.

O prazer Dele é ter comunhão com os seus filhos e de declarar seus caminhos perfeitos àqueles que o buscam.

Hoje, o Senhor quer estabelecer com você uma história de comunhão e amizade. Ensiná-lo a ouvi-Lo e a viver segundo a direção que Ele lhe conceder.

Ouça a mensagem “Deus que fala” e permita que o Espírito Santo desperte o seu coração para ouvir a voz do Deus Todo Poderoso:
Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica. Mais informações, ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

 

O amor do Pai

Deus nos ama, seu amor é imutável. Infelizmente o que muda é o amor dos filhos em relação ao Pai celestial.

Por meio da parábola do filho pródigo somos convidados a refletir a respeito do nosso relacionamento com o Pai.

Será que estamos nos relacionando com o Pai por amor ou por interesses? O que realmente buscamos quando vamos a casa de Deus?

Ouça a mensagem “O amor do Pai” e permita que o Espírito Santo revele que tipo de filho você tem sido para Deus:

 

 

Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica.

Mais informações, ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

O reavivamento produzido pela Palavra de Deus

A Reforma do século XVI foi uma volta às Escrituras. Essa volta à palavra de Deus produziu mudanças profundas na vida da igreja e trouxe um poderoso reavivamento. O Salmo 119, sendo o maior capítulo da Bíblia, trata da excelência da palavra de Deus e de seus benditos efeitos em nossa vida. Destacaremos, aqui, a relação entre a palavra de Deus e o reavivamento.
Em primeiro lugar, reavivamento e restauração (Sl 119.25). “A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra”. Davi está prostrado até ao pó. Sua alma está humilhada ao extremo. Nessa prostração total, clama pela vivificação que vem por meio da palavra. É a palavra de Deus que restaura a alma!

Em segundo lugar, reavivamento e proteção (Sl 119.37). “Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho”. Nossos olhos podem nos atrair para armadilhas perigosas. Podem ser um laço para os nossos pés. Por isso, o salmista roga a Deus proteção da queda e ao mesmo tempo vivificação no caminho de Deus, o caminho da santidade.

​Em terceiro lugar, reavivamento e aspiração (Sl 119.40). “Eis que tenho suspirado pelos teus preceitos; vivifica-me por tua justiça”. Quanto mais suspiramos pela palavra de Deus, mais somos cheios dela e mais vivificados seremos pela justiça divina. Quanto mais cheios da presença de Deus, mais desejamos Deus em nossa vida.

Em quarto lugar, reavivamento e consolo (Sl 119.50). “O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. A vida com Deus é uma jornada por onde a angústia sempre nos espreita. Porém, nas noites mais escuras da alma, a palavra de Deus nos vivifica, nos consola e nos enche de verdor e frutos benditos.

​Em quinto lugar, reavivamento e obediência (Sl 119.88). “Vivifica-me, segundo a tua misericórdia, e guardarei os teus testemunhos oriundos de tua boca”. Quando descemos aos vales escuros da vida ou tropeçamos em virtude de nossa fraqueza, precisamos da misericórdia de Deus e quando ele nos vivifica, então, renovamos o nosso compromisso de obediência à sua palavra.

Em sexto lugar, reavivamento e aflição (Sl 119.107). “Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a tua palavra”. A aflição é o cálice que bebemos enquanto caminhamos na estrada juncada de espinhos, entre o berço e a sepultura. Porém, nas horas que sorvemos esse cálice amargo, Deus nos vivifica segundo a sua palavra, apruma nossos joelhos trôpegos, fortalece as nossas mãos descaídas e nos restaura o vigor.

Em sétimo lugar, reavivamento e oração (Sl 119.149). “Ouve, Senhor, a minha voz, segundo a tua bondade; vivifica-me, segundo os teus juízos”. Oração e palavra são os dois grandes instrumentos que nos levam à vivificação espiritual. Quando Deus ouve nosso clamor, então, sua palavra nos restaura. Pela oração falamos com Deus; pela palavra Deus fala conosco!

​Em oitavo lugar, reavivamento e libertação (Sl 119.154). “Defende a minha causa e liberta-me; vivifica-me, segundo a tua palavra”. Quando somos apanhados na rede da perseguição externa ou da aflição interna, precisamos de livramento e quando este chega, Deus nos vivifica pela sua palavra. Oh, bendito livramento! Deus não nos deixa expostos ao opróbrio dos nossos inimigos.

Em nono lugar, reavivamento e misericórdia (Sl 119.156). “Muitas, Senhor, são as tuas misericórdias; vivifica-me segundo os teus juízos”. Por causa das muitas misericórdias de Deus não somos consumidos. Por elas, Deus não nos dá o juízo que merecemos. Por isso, ele nos ergue de nossa fraqueza e nos vivifica segundo os seus juízos.

Em décimo lugar, reavivamento e amor à palavra (Sl 119.159). “Considera em como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó Senhor, segundo a tua bondade”. O amor à palavra de Deus descortina diante de nós o caminho da bondade divina e nesse caminho está a gloriosa realidade do reavivamento e da vivificação espiritual.

É tempo de buscarmos ao Senhor e a sua palavra até que ele venha sobre nós, trazendo em suas asas, poderoso reavivamento espiritual!

Rev. Hernandes Dias Lopes

 

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén