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Seguindo Jesus Cristo juntos

Seguindo Jesus Cristo juntos convida  você a refletir sobre a importância da família seguir ao Senhor em comunhão.

Entretanto, o que pode se observar no meio cristão é a falta de unidade entre os membros da família.

Em João, capítulo 14, verso 6, Jesus afirma:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”

Jesus é o caminho no qual a família deve andar unida.

Se cada pessoa decidir andar em seus próprios caminhos e vontades, trará consequências ruins para o seio familiar.

A seguir, vejamos algumas atitudes de coração que devem fazer parte da família:

1) Fidelidade (Rt 1.16-18)

Rute, nora de Noemi, demonstrou fidelidade a sogra. Foi com ela morar em outro lugar e servir um Deus que ainda não conhecia.

Infelizmente, nas relações familiares (esposo e esposa, irmãos, pais e filhos) não há fidelidade.

Não há fidelidade a Deus e muitos menos as relações estabelecidas.

E essa fidelidade deve começar com o casal e depois com os filhos.

Saiba qual deve ser a base do seu casamento

2) Andar ombro a ombro (Êx 32.26-28)

Nesse texto apenas os levitas ficaram ao lado de Moisés e fizeram o que o Senhor ordenou.

Deus ofereceu oportunidade ao povo de obedecê-lo, mas apenas os levitas fizeram essa escolha.

Na família todos devem seguir na mesma direção, ter o mesmo pensamento e falar a mesma língua.

Porém, como muitos dos israelitas, na família há também aqueles membros que não querem seguir o caminho correto, mas fazem o que desejam.

E a partir dessa escolha dá-se inicio aos desentendimentos e as diferenças.

A família não é abençoada porque os membros não fazem o que é correto, andam segundo os propósitos da própria carne.

3) Andar na certeza da vitória da família (Jz 7.17 e 18)

Nessa referência bíblia é possível notar a certeza que o povo tinha na vitória, por isso seguiam a Gideão.

A vitória chega a família por meio da unidade entre os membros e a confiança de todos na vitória que Jesus concede aos obedientes.

A família só não é vitoriosa porque não permanece seguindo Jesus Cristo juntos.

4) A família precisa tomar decisões juntos (2 Sm 15.19-22)

Davi fugiu do filho para não ser morto.

E encontrou com um jovem e sua família que escolheram, juntos servir ao rei na batalha.

A decisão foi tomada por toda a família do moço. Eles fizeram uma escolha correta.

Raramente a família se reúne para resolver questões de relacionamento e até mesmo questões financeiras.

Cada um faz as suas escolhas sem consultar os outros.

A família precisa dialogar, entretanto, cada um vive no seu universo: seja no celular, na tv, dormindo ou na companhia de ímpios.

Por isso, há tantos problemas dentro do lar.

5) A família precisa perseverar (2 Rs 2. 1-6)

Eliseu perseverou em seguir Elias.

Infelizmente, nas famílias os homens não têm exercito o papel de sacerdote.

Não oram pelas esposas e muito menos pelos seus filhos. Delegam suas responsabilidades para as esposas.

Porém, o sacerdote e o cabeça do lar não é a mulher, mas o homem.

Mas, não é isso que tem se testemunhado nas famílias evangélicas.

Leia como o marido deve amar sua mulher

6) Confiança (At 12.8 e 9)

Pedro estava preso e a igreja orando pela sua libertação. Deus enviou um anjo em seu auxílio.

E Pedro seguiu exatamente cada instrução dada pelo anjo e conquistou a liberdade.

A falta de confiança tem acometido muitos casamentos.

E onde não há confiança, há desconfiança e isso tem destruído muitos matrimônios.

Com isso, surge a confusão, a degradação e a destruição dos relacionamentos no lar.

Se todos os membros da família dedicar-se em observar cada um dos pontos acima apresentados, com perseverança, verá a mudança que deseja ver no seu lar.

Portanto, examine seu coração e avalie se você tem sido o esposo ou a esposa ou o filho ou o pai ou a mãe que tem sido diligente na prática da Palavra de Deus.

Ouça a mensagem ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’ e seja edificado pela Palavra de Deus:
Parte 1:
Parte 2:
Aprenda mais sobre o tema ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’, participe do Culto da Família no dia 29 de abril, às 19 horas, na CERV.

Comunicação CERV

A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo

SOBRE AS VONTADES

É muito comum que, sem pedirmos a ninguém, que sejamos forçados a vestir uma armadura ainda que ela não seja feita sob a nossa medida. Colocamos o capacete e este fica bambo quase caindo, o peitoral está bem largo e, de tão pesado, dói nossos ombros! Sem contar nas nossas pernas que parecem engessadas, dificultando nosso movimento de caminhar que deveria ser tão natural.

“E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si” (1 Sm 17.38 e 39).

Infelizmente isso que aconteceu com Davi, acontece nos dias de hoje, mais do que possamos imaginar. As pessoas querem que sejamos o que eles querem.  Isso pode acontecer entre amigos que querem imprimir seus pensamentos e ações em nós ou em nosso relacionamento familiar quando os pais  querem escolher a nossa profissão.

Às vezes tentam nos moldar através das críticas, criticando a música que ouvimos, a comida que comemos, a roupa que vestimos, e se não comermos, ouvirmos e vestirmos, o que os outros querem, não estará bom. E tem gente que vai passar a vida inteira assim, sendo guiada pela opinião dos outros.

Mas tem aqueles que conhecem a “liberdade” e de repente resolvem ser o que eles querem ser. Já não ouvem conselhos, não aceitam opiniões. Tomam as rédeas da sua própria vida, ditam as regras, e ao contrário de antes, não vivem mais para satisfazer a vontade dos outros, mas a sua. Afinal, já  estão cansados de serem bombardeados desde pequenos com a pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

E esse dilema entre viver como a pessoa deseja ou viver como os outros desejam esta bem presente na sociedade que vivemos (e isso inclui a Igreja). As pessoas vivem uma crise de identidade, nunca se encontram torando-se insaciáveis. Não sabem o que são! Se não sabem, como serão felizes? Como terão propósito de vida?

Como então solucionar esse problema? Há uma terceira vontade que não vem dos homens. Aliás, é muito provável que vá contra a vontade humana, que é a vontade de Deus. Isso significa não ser o que os outros querem que você seja e muito menos o que você quer de si mesmo, mas o que Deus quer que você seja.

Jesus é o maior exemplo de como se tornar aquilo que Deus deseja. Além de ter deixado a sua própria vontade Ele também chamou os discípulos para viverem a vontade de Deus:

“E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.18, 19).

“Vinde após mim”, “sigam-me”, foi o que o Senhor disse (quem sabe não é o mesmo que o Senhor está dizendo a você). Pedro e André estavam diante da vontade de Deus para a vida deles: “farei de vocês pescadores de homens”

SOBRE QUEM NOS TORNAMOS

A phronesis de Cristo

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11).

Jesus, para fazer a vontade de Deus, teve que se tornar homem e essa é uma convocação que o apóstolo Paulo faz no versículo cinco, que é a de imitar o homem Jesus de Nazaré.

Então somos chamados a ter o mesmo sentimento/atitude de Cristo Jesus, mas definitivamente sentimento e atitude não são sinônimos, são palavras com significados diferentes. Isso acontece devido a palavra grega phronesis não ter uma correspondente em português.

O que seria a phronesis? É o ato bom, consciente de que esse ato é bom e é desejado, eu quero realizar esse ato e tenho consciência disso. É o casamento da ação com a vontade e a consciência, de que nada é melhor do realizar um ato.

Se fosse só um sentimento poderia ficar no campo do desejo e nunca ser realizado (tem gente que sente pena, sente compaixão, sente admiração por Cristo). Se fosse só uma atitude poderia ser realizado forçosamente, não querendo fazê-lo.

Precisamos desejar ser o que Deus quer que sejamos!

Entenda quem você é em Jesus Cristo

 O  leão de Madagascar ou o homem miserável

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.

E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 

Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.

Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.

Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7.14-25)

Para compreender o que Paulo escreve aos Romanos gostaria de trazer o exemplo do personagem Alex, o  leão do filme Madagascar. Ele era um animal de zoológico, que não tinha as mesmas ações de um animal selvagem, era um leão “domesticado”.

Ao chegar em Madagascar, em meio a selva, seu habitat natural, todos os seus desejos são despertos. Há uma cena que mostra todos os seus desejos selvagens vindo a tona, quando seu amigo, a zebra chamada Martin, repete no seu ouvido várias vezes: quem é o gatão? A consequência desse estimulo foi Alex fazer o que não queria: atacar seus melhores amigos.

O homem miserável é o contrário de phronesis. É você querer fazer o bem, mas faz o mal. Você não consegue realizar o bem que interiormente você deseja. Não há unidade entre o seu desejo de realizar o bem e as suas ações.

Nós nunca experimentaremos a phronesis se não houver conversão. Precisamos colocar nossa cabeça aos pés de Cristo sujeitando nossa mente, consciência a Ele.

Qual foi a phronesis de Cristo?

Voltando ao texto de Filipenses observamos quatro formas:

Forma de Deus, forma de servo, forma de homem e forma de Senhor.

            Deus ——————————— homem

            Senhor —————————— servo

Cristo que é Deus se esvaziou de si mesmo se tornando homem para ser servo do Senhor (Is 52.13 – 53.12). Só homens podem ser servos de Deus, mas nem todos os homens são servos de Deus

RESPONDENDO A JESUS

É impossível separar Jesus da morte na Cruz do Calvário.

É impossível retirar a renuncia da própria vontade no jardim do Getsêmani da biografia de Cristo.

Esse Jesus que sofreu e morreu por nós, que no passado disse aos discípulos: “Sigam-me” ainda nos dias de hoje te chama a ser pescador de homens, ou seja, servo do Senhor com consciência (visão nova de vida), desejando (novos valores de vida) e agindo (novas ações na vida).

“Sigam-me” é um chamado a uma vida de ação em meio a uma geração estagnada, parada e cansada mesmo sem fazer nada. O Evangelho é ação: “vinde após mim” e “ide”.

Saiba como viver a vontade de Deus

O “Sigam-me” de Jesus é um chamado a um relacionamento com Ele, é ter uma vida com Ele. Significa: ser cristão não é somente ser bom, mas é ter um relacionamento com Cristo, é ser reconciliado com Deus. É estar em Cristo, nova criatura.

Quer conhecer Jesus? Entre para dentro da Bíblia até ela entrar em você, ore mais!

“Sigam-me” e eu vos “farei”. Cristo nos chama para nos transformar. Assumir um compromisso com a santidade e ser transformado pelo Espírito Santo.

“Sigam-me” e eu vos “farei” é um discurso de continuidade, perseverança. Não parem, não desistam, porque Eu farei! Jesus nos chama a firmeza do nosso chamado.

E é para isso que você tem Jesus!

 Matheus Gouvêa

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O poder da escolha na família

O poder da escolha na família trata sobre a importância das escolhas corretas para o sucesso das relações no seio familiar.

A Bíblia relata que Adão e Eva, primeiro casal criado por Deus, receberam do Senhor o poder da escolha.

No capítulo 2 de Gênesis, Deus concede a Adão e Eva o direito de desfrutar de todas as árvores do jardim.

A única árvore proibida era a árvore do fruto do Bem e do Mal. Junto a proibição Deus apresenta a punição, caso escolhessem desobedecer.

Aprenda sobre a importância da obediência para a sua família

O casal era conhecedor da verdade, porém, a invigilância de ambos trouxe um sério problema para a família.

Eva foi a primeira a ser enganada. Seu primeiro erro foi estabelecer diálogo com a serpente.

Como conhecedora de toda a criação de Deus a mulher deveria saber que serpentes não falam.

Naquele momento Eva não teve discernimento espiritual para entender que quem falava com ela era Satanás.

Muitas vezes o Inimigo usa a vida de um dos membros da família para tentar causar situações de conflito.

Por isso, é necessário que todos busquem estar vigilantes e orem por discernimento para não caírem na cilada de Satanás.

Além de conversar com o Diabo, Eva cometeu outro erro: transmitir ao Inimigo palavras que Deus havia dito apenas a ela e ao seu esposo.

A partir dessas brechas a serpente pode começar a lançar dúvidas no coração de Eva quanto a Palavra de Deus.

E o poder de escolha na família tem peso maior a partir desse diálogo.

A dúvida é lançada e entre a Palavra de Deus e a de Satanás, Eva escolhe dar ouvidos as palavras do Inimigo.

A escolha é individual, entretanto, tanto a escolha do homem quanto a da mulher geraram consequências para toda a família.

Saiba como ser a diferença na sua família

Na história, os dois escolheram errado. A culpa não é apenas de um, mas nenhum dos dois assumiu a responsabilidade da escolha que fizeram.

Na Bíblia é possível ler que Adão responsabiliza Eva pela escolha que fez e Eva responsabiliza a serpente.

Nenhum deles teve a coragem de assumir que erraram porque escolheram errado.

Hoje, em muitos relacionamentos conjugais e dentro da família acontece a mesma situação.

Ocorre um problema e a culpa não é da pessoa, mas sim do outro. Não é porque o outro errou que a pessoa também deve errar.

O pecado de Eva não justifica o de Adão e vice- versa.

A história da primeira família criada por Deus serve para nos ensinar que cada membro da família deve se responsabilizar por suas escolhas.

Cada um, como conhecedor da Palavra de Deus deve buscar viver em obediência e cumprindo de forma correta o seu papel na família.

Não é necessário esperar do outro ou basear sua conduta na do outro. O caminho correto está traçado pelas Sagradas Escrituras.

Portanto, faça suas escolhas corretas e seja uma bênção para a sua família, independente de como está o seu lar.

Faça você a sua parte para viver em paz com todos da sua casa.

Ouça a mensagem “O poder da escolha na família” e permita que o Espírito Santo revele ao seu coração se você tem feito as escolhas corretas no seu lar:

 

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Há um caminho depois da porta

Há dois caminhos colocados diante de todo ser humano: o caminho estreito e o caminho largo.

O que determinará qual caminho a ser percorrido serão as escolhas feitas ao longo da vida.

Entretanto, é importante lembrar: os que desejam ter acesso ao Reino dos Céus devem escolher a porta estreita.

É um caminho difícil, mas não impossível e é Ele que nos permitirá viver eternamente com Jesus.

Já o caminho largo, com suas facilidades e prazeres tem apenas um fim: a separação eterna de Deus.

Reflita na sua vida e conduta. Com as atitudes que tem tomado, você está andando pelo caminho estreito ou largo?

Ouça a mensagem “Há um caminho depois da porta” e permita que o Espírito Santo o conduza nessa reflexão:
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“A sua vida está por uma escolha”

O culto da Mocidade retornou, no último sábado, e os jovens aprenderam a respeito da importância das escolhas corretas 

Após o encerramento da Campanha Tudo ou Nada, realizada no mês de novembro, os cultos da Mocidade voltam a ser celebrados às 19 horas. E no último sábado, 3 de dezembro, os jovens se reuniram no templo para adorar ao Senhor e ouvir a Palavra de Deus ministrada pelo pastor Rafael Pitzer.

Para você que não pôde estar no culto e para aqueles que estiveram e gostariam de relembrar a pregação, a seguir apresentamos um resumo do que foi ministrado. Que o Espírito Santo revele essa Palavra ao seu coração, em nome de Jesus!

O pastor Rafael iniciou a pregação com a seguinte afirmação: “A sua vida está por uma escolha”. As escolhas são manifestas em nosso dia a dia, pois a todo o tempo temos que fazer uma escolha. Seja para o bem ou para o mal, seja boa ou ruim, a escolha que fizermos determinará como será nossa vida.

O exemplo, inicialmente apresentado, foi do acidente ocorrido na última semana com a delegação da Chapeconse, time de futebol, do sul do Brasil. O piloto escolheu fazer o seu plano de voo com o combustível no limite e não realizou a parada prevista para abastecer. Provavelmente acreditou que tudo daria certo e chegaria ao seu destino, sem problemas. Entretanto, a escolha dele não foi correta e a consequência é que ele e os passageiros perderam suas vidas.

Da mesma forma pode acontecer conosco. Uma escolha errada pode gerar consequências desastrosas. Nós, hoje, caminhamos com Deus, mas a partir do momento que fazemos uma escolha errada vamos deixar o caminho da santidade e passaremos para o lado do erro e do pecado.

Fazer escolhas corretas independe do tempo que andamos com Deus, cada pessoa deve fazer a sua escolha diária. É uma responsabilidade pessoal. Estamos no mês de dezembro, encerrando o ano de 2016, e no princípio deste ano, as pessoas traçaram seus planos e projetos a serem realizados ao longo dos meses. E agora, no último mês do ano a pergunta é: Quais foram as suas escolhas e o reflexo delas no seu 2016?

O dia 31 de dezembro se aproxima e neste dia, na passagem para o ano de 2017, faremos mais um Projeto de Vida. E o quê nós queremos para 2017? Quais são as escolhas que faremos? A sua vida está por uma escolha, a escolha que você vai fazer

E a escolha que fazemos interfere diretamente em várias áreas da nossa vida, vejamos algumas delas:

Namoro: Casais que escolhem ter um namoro sólido, abençoado na presença de Deus, mas, de repente, por uma escolha errada tudo ser perde.

Amizades: Amigos que se conhecem desde a infância, que cresceram juntos, mas, por uma escolha errada, tais como fofoca, mentira, dentre outras questões, põe fim em uma amizade que poderia durar a vida toda.

Casamento: Casais que após um namoro abençoado, noivam e escolhem casar e viver um para o outro. Após anos de dedicação ao matrimônio, chegando aos 25 anos de casados, o que corresponde a 219.999 horas juntos, uma escolha errada feita em 1 hora, encerra uma união estável, chegando ao divórcio.

A partir desses exemplos podemos mensurar o significado das nossas escolhas. A sua vida para dar certo ou errado, para permanecer com Deus ou no pecado dependerá de uma escolha.

A escolha correta de José e a escolha errada de Sansão

Em Gênesis 39.1-20 nos é apresentada a história de José, já como escravo de Potifar, no Egito. Deus abençoava tudo o que José fazia por isso seu senhor prosperava. As atitudes de José agradavam ao Senhor Deus.

José era um rapaz formoso o quê despertou o interesse da esposa de Potifar que quis deitar-se com o moço. Porém ele fugiu, pois temia ao Senhor. A mulher o acusou injustamente e José foi parar na prisão. Ele fez a escolha correta e ainda assim foi parar na prisão. Muitos reclamariam e achariam Deus injusto, entretanto, mais a frente, veremos que o Senhor tinha planos para abençoar José.

No livro de Juízes capítulo 16, a partir do verso 4 conhecemos a história de Sansão, um juiz de Israel consagrado a Deus e que tinha o Espírito Santo. Ele apaixona-se e se relaciona com uma prostituta chamada Dalila.

Essa mulher é persuadida pelos príncipes dos filisteus a descobrir qual era a origem da força de Sansão. Esse por fim, após insistência de Dalila, faz uma escolha errada e contar o segredo do seu coração, que sua força se perderia ao ter seus cabelos cortados. Por uma escolha errada o Espírito de Deus se afastou dele.

Os filisteus o prenderam, vazaram os olhos de Sansão e ele passou a mover moinho como escravo. Ou seja, a escolha errada trouxe uma consequência terrível para a vida deste juiz. Quando fazemos uma escolha errada ela pode acabar com as nossas vidas. Por isso, é necessário que tenhamos o temor do Senhor em nosso coração para fazermos as escolhas corretas.

Retornado para o exemplo de José, em Gênesis 41. 37 podemos ver José diante do Faraó, interpretando seu sonho. Isso ocorreu por que enquanto responsável pela prisão, José interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro do faraó. O primeiro retornou para o palácio e após algum tempo, diante do problema de faraó, com um sonho que ninguém conseguia interpretar, recordou-se de José.

Trazido da prisão José pôde interpretar o sonho do soberano e com isso foi nomeado governador do Egito, menor apenas que o faraó. Esse fato nos mostra a consequência da escolha correta de José de temer ao Senhor e não pecar. Mais atrás na história José fez uma escolha correta, de não se deitar com a esposa de Potifar. Foi preso, mas manteve-se firme no temor do Senhor. E a resposta a essa escolha correta foi a bênção de Deus na sua vida.

Em Juízes 16.25-30, é possível verificar a consequência da escolha errada de Sansão. Este homem que outrora fora forte, valente, juiz de Israel, tornou-se um objeto de diversão para os Filisteus. Ao matar milhares de filisteus também perdeu a sua vida. Sansão tinha tudo para dar certo, mas em virtude de uma escolha errada e ausência de temor a Deus chegou a esse fim terrível.

Diante dos exemplos citados somos convidados a fazer uma escolha: seguir o Senhor ou seguir o nosso próprio caminho. Fazer o quê nos agrada ou o quê agrada a Deus? O temor ao Senhor nos leva a fazer escolhas corretas como José. Porém uma escolha errada pode nos levar a destruição, tal como aconteceu com Sansão.

Pare neste momento e reflita: Como está a minha vida com Deus? Quais têm sido as minhas escolhas? As escolhas que fiz em 2016 foram corretas ou erradas? Que a partir de hoje você possa fazer escolhas corretas, no temor do Senhor, para desfrutar de uma vida abençoada na presença de Deus.

No próximo sábado, após a Maratona Bíblica, teremos o culto da Mocidade, às 19 horas. Venha e traga um convidado!

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