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Ousadia e esperança

A nação brasileira clama por transformação, e o povo de Deus tem a resposta a esse clamor: Jesus. Mas para levar Jesus a todos é necessário ter ousadia e esperança.

Ousadia para não se acovardar perante os desafios e lutas e esperança para perseverar e semeá-la no coração do homem.

Pra. Gorete da Jocum

Para isso é necessário que igreja seja cheia do Espírito Santo, pois é Ele que concede coragem para pregar e derrama nos corações a esperança.

Para tanto, a igreja não pode se acomodar, precisa sair do lugar de comodismo e colocar a mão no arado.

Isso significa ir até as pessoas que se encontram perdidas nos vícios e pecados e testemunhar do amor de Cristo.

Há quanto tempo você conhece Jesus? Para quantas pessoas você já contou a respeito do que Ele fez pela sua vida?

Vidas que estão ao seu redor estão clamando, a sua maneira, por esperança, por uma razão para viver.

Entretanto, o silêncio dos escolhidos de Deus (será o seu caso?) tem falado mais alto que o Evangelho.

A Palavra de Deus ela é o próprio Jesus, é vida para quem o conhece e o Corpo de Cristo é o meio pelo qual as pessoas vão conhecer o Filho de Deus.

Você tem pregado com ousadia e esperança a Palavra de Deus?

Nossa sociedade necessita que os filhos de Deus manifestem obras de justiça demonstrando o amor de Jesus!

Entretanto, muitos têm abandonado o Senhor ou permanecido, mas deixando o chamado de lado por outras razões.

Por isso, é importante que a igreja desperte e viva o chamado, o IDE, com ousadia e esperança, pois as almas estão clamando por salvação!

Nosso país é um exemplo de local onde há povos que clamam por salvação, por mudança, por esperança.

No nordeste, nas cidades ribeirinhas, nas tribos indígenas, nas escolas, nas universidades, enfim em muitos outros lugares há pessoa que precisam de Jesus.

E o que você está fazendo para que esses públicos conheçam Jesus?

O Senhor está a procura de pessoas que o amem de todo o coração e que declarem: Eis-me aqui, Senhor, envia-me

Igreja intercedendo pelo Brasil

A pessoas prontas para receber a Palavra e você está pronto para ser aquele que as pregará?

Pare, hoje, e reflita no que tem feito pelas almas e o que você pode e deve fazer!

Lembre-se que você é fruto de missões e que foi alcançado porque alguém respondeu ao chamado de pregar o Evangelho.

Ouça a mensagem Ousadia e esperança:

 

Comunicação CERV

Morrendo encontrei a vida

Morrendo encontrei a vida. Parece ambíguo, mas foi real. Pelo menos aconteceu comigo.

Desde os 16 anos travei uma luta, que parecia já apresentar uma vencedora, com a depressão. Muitos médicos e medicamentos, muito sono e nada de vida.

Dentro do meu peito havia um buraco negro, dolorido e aparentemente sem fim. Sorrir? Só de fachada, afinal quem gosta de demonstrar fraqueza para os outros?

Não me encaixava em lugar algum, andava com o grupo dos considerados pouco inteligentes, bonitos ou bem sucedidos, mas ainda assim era o meu grupo.

Colecionávamos o que hoje se chama de bullying*. A maioria deles ligados a nossa aparência ou as notas não muito elevadas.

Sim, tinha muitas dificuldades na escola, especialmente nas disciplinas de exatas e biológicas, notas elevadas apenas em português, literatura, história e geografia.

Com isso era cobrada em casa, e muitas vezes comparada com minha irmã que tinha notas excelentes no boletim.

Sofria preconceito por não esta no padrão de beleza da época. Me cansei de contar quantas piadas, deboches e até mesmo agressões físicas que sofri por esta acima do peso.

Isso tudo somado as mudanças físicas pelas quais um adolescente passa fizeram com que a depressão se instalasse em meu coração.

Eu tinha fé em Deus, era espírita kardecista, assídua nas reuniões e cursos, porém nada disso mudava meu coração.

Lia muitos livros espíritas que tratavam a respeito da depressão, entretanto, nenhum deles foi capaz de mudar a minha situação.

Eu orava a Deus, pedia ajuda, mas havia uma distância gigantesca entre nós.

E isso, me fazia acreditar que Ele estava ocupado demais para meus problemas.

Os anos foram passando e a depressão aumentando. Com 22 anos tomei uma decisão!

Além das medicações, consultas com psiquiatra e psicóloga e de frequentar uma casa espírita, faria tudo que me indicassem como forma de trazer felicidade.

Passei a frequentar festas, a beber e a me relacionar com pessoas que apresentavam vários vícios e problemas.

A euforia me dava a falsa ideia de que tinha encontrado o caminho da felicidade.

Contudo, passado o efeito da bebida alcoólica, continuava sendo a infeliz de sempre.

Quando deitava na minha cama e pensava nas loucuras que fazia me sentia ainda mais vazia.

Não dormia direito, tinha insônia e quando pegava no sono os pesadelos me atormentavam.

 

Certo dia, arrumando casa, peguei um CD da minha irmã, do Ministério de Louvor Diante do Trono e lendo as músicas vi uma que tinha o nome Esperança.

 

 

Sabia bem o significado dessa palavra, embora acreditasse ser algo distante e impossível de acontecer na minha vida.

Então, resolvi ouvir a canção e pela primeira vez em 6 anos encontrei algo que acalmava meu coração.

Todos os dias, literalmente, antes de dormir eu ouvia essa música.

Chorava como um bebê, pois era quando acreditava que Deus me visitava e ficava perto de mim.

O tempo foi passando e as festas, shows, boates, amizades e vícios já não conseguiam enganar a minha dor.

Não tinha coragem de finalizar minha vida de uma só vez, foi então que comecei a acabar com ela lentamente.

Em um desses dias o fim parecia ter chegado. O dia que finalmente meu sofrimento acabaria, a dor, a angustia sumiriam eternamente do meu peito.

Estava morrendo, meus olhos começaram a escurecer o som das vozes das pessoas ficava distante e meu corpo já não parecia me pertencer.

Ouvia o desespero da minha amiga, mas não me importava eu queria que a dor sumisse.

Até que morrendo encontrei a vida!

Creio que naquele dia Deus me resgatou das trevas usando a vida de um colega de faculdade.

Enquanto ao meu redor pessoas riam e debochavam da minha situação, sem se darem conta da gravidade, ele estendeu sua mão.

Mais do que isso, ele me carregou no colo, me retirou do chão e começou a me despertar.

Aos poucos a escuridão foi se dissipando, o som das vozes se aproximava, comecei a sentir minhas mãos e pés e a vida que escorria pelo chão estava de volta ao meu corpo.

Aquela experiência de quase morte me fez pensar na vida que eu levava.

De que adiantava fazer o que todos os jovens faziam se isso não me dava paz, alegria e descanso?

Morrer seria a solução? E depois? Eu não tinha certeza do que me aguardava na vida após a morte.

Como ficaria minha família? Que tristeza traria para sempre ao coração dos meus pais e da minha irmã.

Nesse processo de buscas e questionamentos Jesus estava entrando na minha casa por meio da minha irmã.

Ela havia conhecido um missionário no hospital onde fazia estágio e foi até a igreja ouvir a Palavra de Deus.

No dia em que foi a igreja teve um encontro sobrenatural (inexplicável) com Deus e por meio dessa experiência cresceram no meu coração mais questionamentos sobre a vida.

Essa sou eu, viva e vivendo para Jesus!

Compartilhei com um colega de faculdade, que depois viria a se tornar meu melhor amigo, tudo o que aconteceu.

Com paciência ele me explicou o plano da salvação, disse que Jesus havia morrido na cruz do calvário levando meus pecados, dores e enfermidades.

Ainda, como se fosse hoje, lembro dele dizendo: “entregue seu coração para Jesus, você não vai se arrepender! Essa será a melhor escolha de toda a sua vida!”

Saiba como conhecer Jesus Cristo, a viva esperança!

Saí daquele encontro com muita esperança. Pela primeira vez, em 6 anos acreditei que havia esperança para mim.

Exatamente seis dias depois estava na mesma igreja que minha irmã havia conhecido Jesus, a CERV, declarando com minha boca e crendo no meu coração que Ele morreu por meus pecados e aceitando esse sacrifício como único meio de obter vida abundante e vida eterna. 

Morrendo encontrei a vida

Pela primeira vez senti alegria, sorri sem hipocrisia e dormi em paz. Não precisava ouvir uma canção de esperança, porque a esperança estava vivendo em mim!

Este ano completou 10 anos que encontrei a vida e uma razão para viver.

Por isso, ainda que pareça impossível ser feliz nesse mundo mau e repleto de problemas, afirmo que é possível!

Há alguém que te ama e deseja ocupar o vazio que há no seu peito enchendo-o de esperança, alegria e paz.

E esse alguém é Jesus Cristo de Nazaré!

Ele te ama e te recebe do jeito que está. Ele valoriza seu exterior e principalmente seu interior e te dará uma razão para viver e ser feliz!

Não acredite na mentira que diz que Deus não pode intervir no seu caso ou que Ele está longe, não Deus está perto e deseja salvar você!

Se você deseja confessar Jesus como seu Senhor e Salvador e receber uma oração ligue:

(31) 3451-5956 / 993096957 (whatsApp)

 

Lembre-se: Há esperança para você!

 

Kátia Brito


*Bullying: A Lei nº 13.185, em vigor desde 2016, classifica o bullying como intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou discriminação. A classificação também inclui ataques físicos, insultos, ameaças, comentários e apelidos pejorativos, entre outros.

O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

Simplesmente obedeça

​A fé não é cega, pois está edificada sobre Deus. Por isso, a fé não discute, apenas obedece. Abraão foi chamado o pai da fé e ele demonstrou essa verdade em sua vida. A fé em Deus é provada pela obediência.

Não somos o que falamos nem o que sentimos. Somos o que fazemos.

Destacaremos, aqui, três episódios na vida de Abraão:

​Em primeiro lugar, Abraão sai de sua terra para ir para uma terra que Deus lhe mostraria. Abraão não discutiu com Deus, não avaliou os riscos nem adiou a decisão. Simplesmente obedeceu.

Tinha setenta e cinco anos, quando começou uma nova empreitada em sua vida, movido pela fé. Precisava romper laços, deixar para trás sua terra, seu povo, sua cultura, sua religião.

Movido, entretanto, pela confiança em Deus, obedece sem tardança, para formar uma nação e ser o pai de uma grande multidão. A fé é certeza e convicção.

Não está edificada sobre sentimentos, mas sobre a maior de todas as realidades, o caráter de Deus.

Você tem obedecido a Deus? Tem andado pela fé? Tem descansado no cuidado divino?

Onde está sua segurança: em sua nação, em sua família, em sua cultura, em seus bens? Ponha seus olhos em Deus e viva pela fé!

Saiba como obedecer a Deus totalmente

​Em segundo lugar, Abraão, sendo o líder da família, dá a Ló a liberdade de escolha. Houve um conflito entre os pastores de Abraão e os pastores de Ló. Não podiam viver em harmonia mais.

Abraão poderia ter despedido Ló, mas deu a ele a liberdade de escolher para onde queria ir. Ló escolheu as campinas verdejantes e deixou para Abraão os lugares secos.

A confiança de Abraão não estava na geografia de suas terras, mas em Deus. Não confiava na provisão, mas no provedor.

Não tinha seus olhos postos nos campos da terra, mas no Senhor do céu. Foi nesse momento que Deus prometeu dar a ele tudo quanto podia avistar no Norte e no Sul, no Leste e no Oeste.

Mais tarde, Ló foi capturado e levado cativo pelos reis daquela terra e Abraão não hesitou em sair em sua defesa.

Enfrentou riscos para salvar seu sobrinho e sua família. Obteve retumbante vitória. Foi-lhe oferecido despojos, mas Abraão recusou.

Ele não queria nenhuma riqueza que não viesse das mãos do próprio Deus. Seus olhos não estavam na recompensa dos homens, mas na dádiva de Deus. Coisas materiais não seduziam o coração deste homem, cujo coração estava em Deus.

​Em terceiro lugar, Abraão atende a voz de Deus e oferece a ele seu filho amado. Abraão abriu mão de sua terra, de seus bens e agora, abre mão de seu filho Isaque.

Deus ordena Abraão a ir ao monte Moriá, para ali oferecer Isaque em holocausto. Abraão não argumenta com Deus nem adia a viagem de três dias rumo ao monte do sacrifício.

Aquele supremo sacrifício era para o pai da fé um ato de adoração. Havia no seu coração a plena convicção de que Deus providenciaria um cordeiro para o sacrifício.

Acreditava até mesmo que Deus poderia ressuscitar seu filho. Sua fé não é vacilante. Sua confiança é inabalável. Seus olhos não estão nas circunstâncias nem depende de seus sentimentos.

Abraão tem seus olhos em Deus e vive pela fé. Renuncia tudo por Deus. Entrega tudo a Deus. Confia plenamente em Deus.

Então, Deus poupa seu filho, providencia um substituto para o holocausto e amplia ainda mais suas promessas e bênçãos a esse veterano da fé.

Saiba como obedecer a Deus totalmente

Oh, que Deus nos faça conhece-lo na intimidade! Que Deus nos capacite a viver nessa absoluta dependência!

Que tenhamos total desapego das coisas para dependermos plenamente de Deus!

Que tenhamos a coragem de entregar tudo a Deus, inclusive nossa vida, nossos bens, nossa família, nossos filhos, nosso futuro.

Deus jamais desampara aqueles que nele esperam. Ele jamais fica em dívida com aqueles que nele confiam. Em Deus podemos confiar!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Aprenda mais sobre o tema Simplesmente Obedeça, participe do Culto da Restauração, hoje, às 19:30, na CERV.
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Família protegida

A família protegida é aquela na qual todos os seus membros escolhem andar em obediência e santidade.

A partir dessa escolha o Anjo do Senhor (Jesus) protege toda a família e o mal, Satanás, não pode tocar.

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca.
1 João 5:18

Ouça a mensagem “Lar feliz e abençoado” e seja edificado!

Portanto, a família que serve fielmente ao Senhor, jamais será destruída!

Em Gênesis capítulo 6 encontramos a história da família de Noé. Como cabeça do seu lar, esse homem dava bom testemunho, como a Palavra relata:

Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus. Gênesis 6:9

A vida de Noé era exemplar, mesmo vivendo em meio a um povo desobediente, ele escolheu agradar a Deus.

Toda a sua família foi salva, esposa, filhos e noras, pois Deus se agradava da maneira como viviam.

Hoje, infelizmente, a maioria dos que se dizem filhos de Deus, não têm tido a mesma postura de Noé e sua família.

Saiba mais sobre este assunto

Em vez de se afastarem do mal escolhem agradar a carne e o ego com práticas pecaminosas.

Porém, não importa a escolha individual das pessoas, a sua deve ser a de não pecar e não se contaminar com o meio no qual está inserido.

Se agir dessa forma, principalmente o homem, como sacerdote do lar, o Diabo não terá ocasião ou oportunidade de trazer qualquer destruição sobre você e sua família.

A partir de hoje, escolha estruturar a base da sua família em Jesus Cristo e na Palavra de Deus, para que não venha a ruir.

Ouça a mensagem “Família protegida” e saiba como manter a sua família protegida dos ataques do maligno:

Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica. Mais informações, ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

 

Não mais olhar atrás (Parte 1)

“A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus. Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa. Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”. (Lucas 9.59-62)

Temos aqui um chamado de Jesus a duas pessoas diferentes, mas que lhe responderam de modo semelhante. Enquanto Jesus esperava de cada uma delas um profundo comprometimento, elas, por sua vez, estavam presas demais às coisas terrenas e questões transitórias.

A primeira pessoa queria sepultar seu pai antes de seguir esse chamado. Particularmente não creio que o pai já houvesse morrido e o velório estivesse em andamento; penso ser um costume onde o filho (normalmente o mais velho) tinha a sua saída de casa liberada somente depois da morte do pai. Porém, independente de qualquer interpretação ou especulação do assunto, temos alguém dando uma desculpa ao chamado de Jesus, demonstrando estar presa a algo e, assim, impedida de atender prontamente ao Senhor.

A segunda pessoa se oferecesse para seguir a Cristo, mas queria ao menos despedir-se dos seus. Tinha uma prontidão maior que a primeira e uma desculpa menor (ou que se resolveria mais depressa). Mas Jesus deixa claro que depois de terem se envolvido com ele, estas pessoas não tinham mais a opção de olhar atrás. Se o fizessem, não seriam aptas para o Reino de Deus. A palavra traduzida como “apta”, no original grego, é “euthetos”. Segundo o Léxico de Strong, seu significado abrange o conceito de “apropriado” e “útil”.

De acordo com a afirmação do Senhor Jesus, não podemos hesitar em atender seu chamado, nem sermos encontrados presos a coisas ou valores que nos impeçam de seguir adiante em obediência a Ele. A verdade é que todos temos dificuldades de abrir mão de determinados valores. Ficamos presos à algumas coisas de nossa vida. Mas quando se trata de seguir a Cristo, não podemos ter nada que nos prenda. Não podemos mais olhar para trás.

Quem põe a mão no arado, precisa olhar para frente, focar sua meta. Se olhar para trás não será bem-sucedido no que faz. Semelhantemente, se queremos servir ao Senhor, a opção de olhar atrás não deve existir, uma vez que quem assim procede não é considerado “útil” para o Reino de Deus.

O que significa olhar atrás

Antes de falar do significado da expressão usada por Jesus, quero adiantar um conceito importante: as Escrituras apresentam uma clara diferença entre a conversão e a santificação. A primeira fala do rompimento da pessoa com o mundo e o pecado e é a experiência através da qual alguém passa a desfrutar a salvação. A segunda fala do rompimento da pessoa com coisas que impedem seu crescimento e progresso na fé.

John Wesley declarou: “A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão”. Concordo plenamente! Ouvi, ainda menino, um pregador afirmar algo semelhante (usando uma alegoria bíblica): “Difícil não é tirar o povo do Egito; difícil é tirar o Egito do povo!”

Saudades do que ficou para trás

Olhar atrás significa ter saudades do que deixamos, e Deus não admite isto. Jesus também ensinou acerca disto:

“Lembrai-vos da mulher de Ló”.  (Lucas 17.32)

Além de validar o relato do Velho Testamento sobre o que ocorreu com a mulher de Ló, Jesus está nos dizendo que precisamos aprender com ela.

O Velho Testamento está cheio de memoriais. Monumentos ou episódios que não deveriam ser esquecidos. Não para que o povo de Deus ficasse preso à história, mas para que retivesse as lições que serviriam sempre ao mesmo propósito.

A mulher de Ló

Quando o Senhor tirou Ló e sua família de Sodoma, advertiu-lhes claramente a que não olhassem para trás:

“Havendo-os levado fora, disse um deles: Livra-te, salva a tua vida; não olhes para trás, nem pares em toda a campina; foge para o monte, para que não pereças”. (Gênesis 19.17)

Temos uma figura aqui. Sodoma e Gomorra figuram este mundo perdido e devasso que há de ser julgado por Deus. Mas o livramento de Ló e sua família figuram nossa salvação e livramento do juízo e condenação deste mundo. Mas para não ser julgado com o mundo, não basta apenas sair geograficamente dele. É preciso que nosso coração também saia de lá!

Ao ordenar que não olhassem atrás, Deus estava dizendo que seria o fim de tudo aquilo, e que o coração deles deveria estar totalmente desprendido. Mas a mulher de Ló desobedeceu a ordem divina.

“E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal”.  (Gênesis 19.26)

A concordância de Strong mostra que a palavra hebraica traduzida para olhar é “nabat”. Também significa “contemplar, mostrar consideração a, prestar atenção”. Não fala de alguém que olhou por curiosidade para ver o tamanho do estrago produzido pelo juízo divino. Fala de alguém que tinha seu coração preso ao que deixou, mostrando com isso consideração pelas coisas que havia abandonado. A mulher de Ló é uma figura do comportamento de muitos crentes de nossos dias, e por isso deve ser lembrada.

Pr. Luciano Subirá

Não perca a continuação deste estudo! Na próxima quinta publicaremos a segunda parte!

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