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Ganhando almas pela dor

Ganhando almas pela dor, assim tem sido a vida de muitos missionários espalhados sobre a Terra.

 

Debaixo de perseguição, sofrimento, perdas, escassez, muitos irmãos têm pregado o Evangelho por amor a Cristo e as almas.

 

 

 

Esses irmãos deixam tudo para cumprir a vontade do Senhor Jesus: Ir por todo o mundo e pregar o Evangelho.

 

 

 

Em Atos, capítulo 16, versos 16 ao 40, nos é apresentado o testemunho de Paulo e Silas.

 

Esses dois homens eram servos do Senhor e por pregarem o Evangelho, passaram por muitas dores, vejamos a seguir:

 

“Certo dia, indo nós para o lugar de oração, encontramos uma escrava que tinha um espírito pelo qual predizia o futuro. Ela ganhava muito dinheiro para os seus senhores com adivinhações.
Essa moça seguia a Paulo e a nós, gritando: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e lhes anunciam o caminho da salvação”.
Ela continuou fazendo isso por muitos dias. Finalmente, Paulo ficou indignado, voltou-se e disse ao espírito: “Em nome de Jesus Cristo eu lhe ordeno que saia dela! “
No mesmo instante o espírito a deixou.
Percebendo que a sua esperança de lucro tinha se acabado, os donos da escrava agarraram Paulo e Silas e os arrastaram para a praça principal, diante das autoridades.
E, levando-os aos magistrados, disseram: “Estes homens são judeus e estão perturbando a nossa cidade, propagando costumes que a nós, romanos, não é permitido aceitar nem praticar”.
A multidão ajuntou-se contra Paulo e Silas, e os magistrados ordenaram que se lhes tirassem as roupas e fossem açoitados.
Depois de serem severamente açoitados, foram lançados na prisão. O carcereiro recebeu instrução para vigiá-los com cuidado.
Tendo recebido tais ordens, ele os lançou no cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco.
Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus; os outros presos os ouviam.
De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados. Imediatamente todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram.
O carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, desembainhou sua espada para se matar, porque pensava que os presos tivessem fugido.
Mas Paulo gritou: “Não faça isso! Estamos todos aqui! “
O carcereiro pediu luz, entrou correndo e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.
Então levou-os para fora e perguntou: “Senhores, que devo fazer para ser salvo? “
Eles responderam: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”.
E pregaram a palavra de Deus, a ele e a todos os de sua casa.
Naquela mesma hora da noite o carcereiro lavou as feridas deles; em seguida, ele e todos os seus foram batizados.
Então os levou para a sua casa, serviu-lhes uma refeição e com todos os de sua casa alegrou-se muito por haver crido em Deus.
Quando amanheceu, os magistrados mandaram os seus soldados ao carcereiro com esta ordem: “Solte estes homens”.
O carcereiro disse a Paulo: “Os magistrados deram ordens para que você e Silas sejam libertados. Agora podem sair. Vão em paz”.
Mas Paulo disse aos soldados: “Sendo nós cidadãos romanos, eles nos açoitaram publicamente sem processo formal e nos lançaram na prisão. E agora querem livrar-se de nós secretamente? Não! Venham eles mesmos e nos libertem”.
Os soldados relataram isso aos magistrados, os quais, ouvindo que Paulo e Silas eram romanos, ficaram atemorizados.
Vieram para se desculpar diante deles e, conduzindo-os para fora da prisão, pediram-lhes que saíssem da cidade.
Depois de saírem da prisão, Paulo e Silas foram à casa de Lídia, onde se encontraram com os irmãos e os encorajaram. E então partiram”.
Paulo e Silas, nesse relato bíblico, estavam ganhando almas pela dor, dor física, que lhes deram uma família para Cristo.
Mesmo em meio a dor, Deus tinha um propósito: salvar uma família.
Porém, Ele precisava de pessoas com um coração missionário, dedicado ao IDE, com amor e por amor.
Será que seu coração está amando Deus e as almas? O que tem feito para levar Jesus a outras pessoas?
Ouça a mensagem ‘Ganhando almas pela dor’ e pense se você tem pregado o evangelho:

 

 

Comunicação CERV

Amor sacrificial

O Amor sacrificial é aquele que nega a si mesmo, as suas vontades e privilégios em favor daqueles que ama.

 

 

 

Uma pessoa só consegue amar dessa forma se tiver morrido para si mesma e nascido para uma nova vida, que anda no Espírito e não na carne.

 

 

 

Quem anda no espírito, ama a Deus, a si mesmo e ao próximo, por meio do amor do próprio Senhor, derramado pelo Espírito Santo (Rm 5.5).

 

Entenda a importância da vida espiritual da família

 

 

Aquele que verdadeiramente ama, é uma nova vida, e como afirma 1 João, capítulo 2, versos 10 e 11, anda na luz:

 

 

Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegara

 

 

 A família que não estiver baseada no “andar na luz”, com atitudes que podem ser vistas de dia, está em trevas. E isso não é de Deus.

 

 

Logo, o amor não é o alicerce dessa família que está fadada a ser destruída por Satanás.

 

Satanás, só pode tocar na família, porque as pessoas estão andando na carne, pecando, e dando lugar para Ele.
Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? (1 Co 3.3)

 

 

Aprenda como seguir jesus cristo juntos, em família

 

A solução para esse problema é o amor: amar a Deus sobre todas as coisas. Quem ama, obedece e se santifica.

 

 

 

Quem ama, tem prazer de: orar, jejuar, estudar a Bíblia, estar na igreja e ter comunhão com a família.

 

 

 

 

O amor sacrificial transforma a vida de quem ama e de quem é amado

 

Isso acontece porque Deus se torna o centro da vida individual e familiar proporcionando a verdadeira alegria.

 

 

O amor sacrificial na família também serve de testemunho para outras famílias que precisam ser transformadas.

 

 

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos (1Jo 3.16)

 

Será que você tem amado a Deus? a si mesmo?  a sua família?

 

Tem se dedicado em amar sua esposa (o), seus filhos, pais, assim como Jesus amou ao dar sua vida na cruz?

 

Se assim não tem sido, você não tem amado a Deus, pois se estivesse o amando, estaria amando aos seus!

Ouça a mensagem ‘Amor sacrificial’ e seja transformado (a) pela Palavra de Deus:

 

 

Comunicação CERV

Mães sábias

Possivelmente, na 1ª viagem missionária de Paulo, durante sua estadia na cidade de Listra, a família de Lóide tenha se convertido.

Já em sua segunda viagem missionária, quando o apóstolo regressa àquela cidade, leva consigo o jovem Timóteo. Paulo investiu em Timóteo, preparando-o para ser líder e continuar sua missão naquela geração.

E em sua última carta, encorajou o jovem a perseverar e prosseguir na jornada até o fim.

Paulo escreveu dizendo que orava por Timóteo dia e noite, trazendo à memória sua fé não fingida, que habitara primeiro em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice (2Tm 1.3-5).

Entenda o valor incomparável de uma mãe

Eunice era uma jovem judia, que se casara com um grego. A Bíblia não nos fala a respeito de seu esposo. Não sabemos como era o seu relacionamento com ele, mas podemos perceber a sua influencia dentro do lar ao observarmos que Timóteo não era circuncidado.

Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Contudo, sobre a vida desse jovem, prevaleceram as orações e a firmeza da fé de Eunice. Conforme podemos inferir pelos escritos de Paulo (2Tm 3.14,15).

Certamente, a fé de Eunice e sua mãe marcou o apóstolo. Afinal, dentre tantas judias que ele conhecera, foi a elas que destinou seus elogios. Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Timóteo crescera “respirando Bíblia”. Sua mãe e avó presentearam-lhe com a semente da Palavra de Deus, que brotou em sua vida e fez dele um continuador da obra de Paulo.

Na família, em geral, é a mulher que passa mais tempo em casa, o que lhe propicia o maravilhoso privilégio de ministrar e ensinar a Palavra de Deus aos filhos.

A mãe de Wesley, por exemplo, teve dezenove filhos e os levou a decorar textos bíblicos e as letras dos hinos que cantavam na igreja, desde pequeninos.

Aprenda mais sobre a importância da maternidade

Dois de seus filhos tornaram-se grandemente usados pelo Senhor como avivalistas. Estes foram John Wesley, que evangelizou milhares, pregando a Palavra com poder e Charles Wesley, que compôs inúmeros hinos avivados.

Isso somente é possível quando mães se colocam verdadeiramente na posição de mulheres sábias e prudentes. Você tem tirado tempo para meditar na Palavra de Deus e para ensiná-la aos seus filhos?

 

Texto adaptado da Pra. Ângela Valadão, portal lagoinha.com

Aprenda mais sobre ‘Mães sábias’ participe hoje do culto, às 19 horas, na CERV (R. Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Coração missionário

A partir da história de Jonas aprenderemos a respeito do que é ter um coração missionário.

Jonas era um missionário, mas sem um coração missionário, pois trabalhou para que o propósito de Deus para Nínive não se cumprisse.

Deus deu a palavra, entretanto, Jonas não cumpriu a vontade do Senhor, mas a sua própria. Ele escolheu fugir!

Assim como Jonas muitos, hoje, ouvem a voz do Senhor os chamando para executar uma obra, mas se negam a cumpri-la.

Os motivos alegados para o não cumprimento do chamado são muitos: casamento, família, emprego, estudos, dinheiro, dentre tantas outros.

O motivo para Jonas não cumprir a vontade de Deus era o fato de Nínive ser inimiga do seu povo.

Essa atitude demonstra a ausência de um coração missionário, pois para Jonas a único fim que Nínive merecia era a morte.

A partir da sua negativa vamos acompanhando o profeta descer e a sua situação tornando-se difícil.

Aprenda mais sobre missões lendo este artigo

Da mesma maneira ocorre com os filhos de Deus que se negam a cumprir uma ordem divina.

Suas vidas espirituais entrarão em decadência, pois estar fora do lugar que Deus ordena é sinal de desobediência.

E como a própria Bíblia afirma a desobediência atrai a maldição!

E fora do lugar que Deus deseja o prejuízo é para quem descumpre a ordem e para as pessoas que seriam alcançadas pelo Evangelho.

O que você tem feito com o que Deus te deu? Com a sua chamada? Você tem sido resposta para as dores e problemas das pessoas?

Na história, quando a tempestade alcança o barco e todos tentam descobrir o problema, Jonas se posiciona.

Entenda o valor de missões

Ele se declara hebreu e afirma ser o principal problema na situação.

Jonas foi maduro em assumir que estava no lugar errado e na hora errada.

O profeta demonstra maturidade, porém, ainda não apresenta um coração missionário.

Ele pede que o lancem ao mar. O intuito de Jonas seria dar fim a sua vida, pois no mar poderia morrer afogado.

Assim, sua missão não seria cumprida como era o desejo do sue coração.

Entretanto, Deus envia o grande peixe que engole o profeta e proporciona a oportunidade para o arrependimento.

Após o arrependimento acontece o cumprimento da vontade de Deus para a cidade de Nínive.

O desfecho da pregação não foi como o que Jonas esperava. Todos se converteram!

A reação do profeta demonstra que realmente em seu peito não batia um coração missionário.

O coração missionário se alegraria em ver a grande colheita do Senhor.

E você? Tem trabalhando para resgatar vidas? Tem tido alegria e prazer na salvação dos ímpios?

Ao testemunhar da grande salvação do Senhor, Jonas começa a murmurar contra a atitude de Deus.

E Deus responde reafirmando o seu grande amor e misericórdia para com aquela cidade e para com todos que se arrependem.

Como tem sido sua escolha diante do chamado de Deus? Fugindo ou cumprindo fielmente cada palavra que Ele determinou?

Ouça esta mensagem “Coração missionário” e reflita se o seu coração tem sido verdadeiramente missionário:
Aprenda mais sobre o “Coração Missionário” participe do Culto de Missões, no próximo domingo, às 19 horas na CERV. A igreja fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica.
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Salve a sua família

Salve a sua família é uma mensagem para incentiva-lo a zelar pela vida espiritual da sua família.

A partir do exemplo da prostituta Raabe, que encontra-se no livro de Josué. Aprenderemos a importância de nos esforçarmos para ver a salvação da nossa família.

Por meio da fita escarlate (tipifica o sangue de Jesus que nos dá a salvação) amarrada em sua janela, Raabe e sua casa foram salvos da destruição de Jericó.

Em primeiro lugar ela creu que o Deus de Israel era o único Deus, capaz de salvar e transformar.

Em segundo lugar ela clamou pela salvação de sua família e agiu para que isso acontecesse.

Diante da conduta dessa mulher podemos refletir: Como tenho desenvolvido a minha salvação?  E o que tenho feito para que toda a minha casa conheça e viva para o Senhor?

Saiba como fazer de Jesus o centro da sua família

Raabe, uma prostituta, conheceu a Deus e isso lhe concedeu duas importantes menções na Bíblia.

Ela apareceu na Genealogia de Jesus Cristo, como tetra avó de Davi. E na galeria dos heróis da fé é citada como exemplo de fé e perseverança.

Qual a sua proximidade com Jesus? Como está o seu relacionamento com o Ele que é a verdade e a Palavra?

Você tem se dedicado ao jejum, oração e estudo da Palavra? São essas disciplinas espirituais que lhe garantirá uma vida fixada e firmada na rocha, inabalável!

E a sua fé e perseverança em relação a sua família? O quanto você ora por seu cônjuge, filhos, pais e irmãos?

Deus pode realizar a obra de salvação, mas será que a incredulidade não dominou o seu coração a ponto de faze-lo desistir da sua família?

É necessário reexaminar o coração e verificar como estamos perante o conhecimento que temos de Deus e da Sua Palavra.

Refletir a respeito da nossa conduta em casa e para com Deus. Será que não temos side negligentes e temos sustentado uma aparência de espirituais para os outros?

Jesus reprovou a vida daqueles que se julgavam espirituais por orarem em voz alta e cumprirem cabalmente a lei, mas terem um coração impuro.

A sinceridade com nós mesmos e com Deus é fundamental para um relacionamento com Ele e com a nossa família.

Salve a sua família:
  • Orando
  • Jejuando
  • Estudando a Palavra
  • Dando bom testemunho dentro da sua casa
  • Participando dos cultos e eventos da igreja
  • Sendo sincero
  • E desafiando-se a cada dia ser um bom filho de Deus

 

Ouça a mensagem Salve a sua família e saiba como ser um instrumento de salvação e bênção no seu lar:
Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! A CERV fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Três histórias, um só Salvador

Em três histórias, um só Salvador o pastor George Foster compartilha suas experiência missionárias e a mensagem da Salvação

Três história, um só Salvador. A partir do relato de três histórias vivenciadas em um avião, o pastor George Foster aborda a respeito da Salvação.

Cada pessoa tem uma história antes de conhecer Jesus e todas necessitam conhecê-Lo e reescrever uma nova história Nele.

A Bíblia declara que não foi o ser humano por seus méritos e esforços que encontrou Jesus.

Pelo contrário, foi Ele que atraiu o coração do homem e o encontrou. Ele é o único mediador e caminho até o coração do Pai.

Três histórias, um só Salvador apresenta a história de:

1- Uma aeromoça que utilizava um cordão com a cruz, mas não acreditava ser necessário estar numa igreja e viver como a Bíblia diz;

2- Uma cientista que interessa-se pela Palavra de Deus e pede uma Bíblia de presente

3- Um homem que ouve o pastor pregar para outra pessoa alcoolizada e entende que a pregação era para Ele e não para o bêbado.

Todos os três ouviram a mensagem da Cruz, de vida, de salvação, cura e libertação. Mas diante desta mensagem cada um reagiu de uma maneira.

Leia e assista ao Testemunho de salvação do jovem Robson Jr.

Os que escolheram a Cristo puderam, então, desfrutar de uma comunhão íntima e sincera com o Senhor.

Não há nada mais precioso do quê ter comunhão e um relacionamento sincero com Deus.

Entretanto, existe algo que pode interferir nesta comunhão: o pecado.

Assim aconteceu no Jardim do Éden, a partir da escolha errada de Adão e Eva em desobedecer a Deus.

Para reconciliar o homem com Deus, o Senhor traçou o plano de salvação por meio de Jesus Cristo.

Esse plano perdura até hoje para todo aquele que Nele crê!

Outro exemplo de perda de comunhão com o Senhor é o do Rei Davi.

Ele era um homem segundo o coração de Deus. Porém, uma escolha errada o afastou do Senhor.

Não foi a guerra quando deveria ir e cobiçou uma mulher que não deveria possuir e a possuiu.

A mulher ficou grávida e Davi, de todas as formas, tentou encobrir o seu pecado, porém o pecado o achou.

Natã, usado por Deus, apontou a Davi o seu pecado e o Rei confessou o seu pecado e escreveu o Salmo 32.

Confessar os pecados diante do Senhor é melhor que encobri-los.

Pecados arrependidos e confessados geram perdão e restauração pelas mãos do Senhor. Logo, a comunhão é restabelecida.

Não adianta fugir, se esconder e encobrir o mal, pois Deus tudo vê e tudo sabe.

A melhor escolha para o ser humana é confessar, arrepender e mudar de vida. Isso gera bênçãos e mais vida para o arrependido.

Será que você não tem se comportado como Adão e Eva? Como Davi? Ocultando pecados e com isso se afastando cada vez mais de Deus.

O Senhor não tem prazer no pecado, mas deseja transformar a vida do pecador, mesmo que já conheça a verdade.

Hoje é dia de arrependimento, de abrir o seu coração e com sinceridade confessar diante do Senhor os pecados.

Permita que neste momento o Senhor toque no seu coração. Confesse cada pecado, cada atitude errada.

Peça, de todo o coração, que o Senhor Jesus o purifique com o seu precioso sangue, te tornando mais alvo que a neve.

Deus tem uma purificação muito grande para o seu coração. Ele pode e quer mudar sua vida para sempre!

Ouça a mensagem “Três histórias, um só Salvador” e descubra que Jesus deseja ser o autor da sua nova história:
Aprenda mais sobre este assunto, participe do Culto da Sociedade Com Deus, no próximo domingo, às 19 horas, na CERV. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Totalmente entregue

Totalmente entregue. Essa não foi a postura do povo hebreu na travessia em meio ao deserto.

Ao ler a história é possível perceber que o povo ainda não havia compreendido quem era Deus, o grande EU SOU!

Suas mentes e corações ainda estavam cheios dos costumes e influências do Egito (simboliza o pecado e as práticas pecaminosas deste mundo).

Acostumados a olhar para o homem (Faraó) como líder e deus, eles agiam da mesma maneira com Moisés. Eles não haviam compreendido que Deus os havia liberto do jugo da escravidão e não o homem Moisés.

Mesmo com todos os sinais e maravilhas realizados por Deus, ainda permaneciam os mesmos comportamentos e atitudes do passado.

Escolhiam pecar e desobedecer a Deus e infelizmente não se achegavam a Deus e tinham uma atitude de arrependimento.

Eles não aproveitaram a oportunidade de ter comunhão com  Deus e não o conheceram e se relacionaram com Ele tal como Moisés.

Moisés era totalmente entregue a Deus, vivia em santidade e obediência, logo tinha uma comunhão plena com o Senhor.

Várias vezes intercedeu pelos pecados dos isralitas, clamando a misericórdia do Senhor.

Continuamente prostrava-se e falava face a face com o Senhor, como seu amigo. Em uma de suas orações em favor dos israelitas Moisés pediu:

“Toma-nos por sua herança” (Êx 34.9)

Com isso Moisés pedia a Deus que trabalhasse no caráter, coração e mente daquele povo infiel e desobediente e os transformassem em pessoas segundo o coração do Senhor.

Para ser herança de Deus é necessário ter uma atitude de entrega total ao Senhor. De abrir mão de si, dos seus sonhos, projetos e desejos para viver exatamente os planos de Deus.

E você? Como está sua vida perante Deus? Totalmente entregue ou parcialmente? Será que tem se prostrado na presença do Senhor e clamado para que Ele mude seu coração e para viver os planos Dele para você?

Ouça a mensagem “Totalmente entregue” e permita que o Espírito Santo mostre como você está perante Deus!

Ouça as nossas mensagens e seja edificado!

Conheça o nosso ministério, faça-nos uma visita! Estamos localizados à Rua Érico Veríssimo, 1167 – Santa Mônica.

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O devocional diário (parte 1)

Cresci num lar cristão e aprendi sobre a importância de se manter um período devocional diário com Deus. Tanto por preceitos, como pelo exemplo de meus pais, soube desde criança que devemos cultivar este tempo à parte com o Senhor.

Há algo poderoso por trás desta prática, como estaremos analisando. Mas, preciso admitir que mesmo aprendendo que todo cristão deva ter seu período devocional com Deus, falhei centenas e centenas de vezes no que diz respeito a isto.

Falhei em períodos em que não estive tão intensamente envolvido com Deus e Seu Reino, falhei também depois de estar bem comprometido com o Senhor e ministerialmente amadurecido.

Portanto, quero iniciar nossa reflexão declarando que nem sempre erramos por falta de conhecer determinados princípios bíblicos, mas muitas vezes por mera falta de disciplina.

Sei que a maioria dos crentes de hoje não costuma investir diariamente num período de devoção com Deus. Muitos cometem este erro por falta de ensino e esclarecimento, outros por falta de cobrança e estímulo e, claro, há ainda aqueles que erram por pura negligência.

Não quero me dirigir a um ou outro grupo em separado, mas aos três. Aos que conhecem a base bíblica deste princípio, convido-os a reverem aquilo que um dia aprenderam e dedicar-se à prática.

Aos que estão recebendo este ensino pela primeira vez, apelo para que absorvam estes princípios e passem a vivê-los.

Quanto aos deliberadamente negligentes, espero que se arrependam e também ordenem seus passos nesta área.

Precisamos compreender o valor e resultados provenientes do devocional diário.

Então seremos estimulados a trazê-lo para a experiência diária. E ao fazê-lo, entraremos numa dimensão mais profunda de intimidade com o Senhor.

Deus espera que o busquemos todos os dias. Isto parece ficar bem claro na oração-modelo que Jesus nos ensinou: “…o pão nosso de cada dia nos dá hoje…” (Mt 6.11).

Jesus ensinou a nos colocarmos diariamente diante do Pai Celeste e buscar Sua provisão para aquele dia. E quanto ao dia seguinte?

Devemos voltar a buscar ao Senhor a cada novo dia. Cristo declarou:

“Portanto não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (Mt 6.34).

Mesmo sendo ensinados a depender de Deus para nossa provisão, o que percebemos é que o caminho bíblico proposto é ir a Ele em oração diariamente.

E que as respostas divinas vêm em cotas “diárias”, não mais do que isto. Há uma relação entre este ensino do Senhor Jesus e o que ocorreu nos dias de Moisés quanto ao maná, o pão do céu.

Depois que a nação de Israel deixou o Egito, e saiu pelo deserto, em direção à Canaã, viu-se em dificuldades para ter seu próprio alimento, uma vez que, em viagem, não tinham tempo nem condições para plantar e colher.

E começaram a murmurar contra Deus e contra Moisés. E o relato bíblico nos revela o que aconteceu:

“Então o Senhor disse a Moisés: eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu ponha à prova se anda na minha lei ou não”. (Êxodo 16.4)

A cada novo dia os israelitas tinham que se levantar em busca do pão. Deus queria que fosse exatamente assim.

“Disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para a manhã seguinte. Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, e alguns deixaram do maná para o dia seguinte; porém deu bichos e cheirava mal. E Moisés se indignou contra eles. Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto podia comer; porque, em vindo o calor, se derretia”. (Êxodo 16.19-21)

O que temos aqui não é só uma lição de dependência, mas os parâmetros divinos para a forma de Seu povo se relacionar com Ele!

Parece-nos que era justamente isto que acontecia no Jardim do Éden, onde Deus visitava Seus filhos na viração do dia (Gn 3.8).

O plano de Deus para nosso relacionamento com Ele envolve a busca diária. Mas temos uma inclinação a errar justamente aí.

É só observar o que ocorreu com os israelitas no deserto: mesmo sendo advertidos para não colher mais do que a porção diária do maná, alguns deles tentaram fazê-lo. Porquê?

Por puro comodismo, para não precisar levantar cedo e ter o mesmo trabalho no dia seguinte, uma vez que quando o sol se levantava, o maná derretia.

A humanidade vive procurando atalhos para todas as coisas. Como diminuir o serviço e tornar tudo mais cômodo parece ser uma das áreas em que mais vemos progresso e avanços tecnológicos!

A ideia é simplificar tudo o que for possível. As crianças de hoje só usam fraldas descartáveis; temos o freezer e o microondas; a embalagem longa vida; o telefone celular, e uma infinidade de outras coisas que foram inventadas em nome da praticidade.

E não estou reclamando. Eu, como a maioria, gosto disto. Mas temos transportado esta ideia para o nosso relacionamento com Deus. Isto ocorre desde o início da humanidade.

Os israelitas demonstraram estar dentro deste mesmo tipo de pensamento quando acharam que poderiam “driblar” a regra da busca diária. E nós também continuamos presos à mesma forma de pensar, milhares de anos depois.

Não há meios de se trabalhar com estoque, no que diz respeito à presença de Deus. Devemos buscá-Lo a cada novo dia. O que experimentamos Dele num dia, não servirá para o dia seguinte. Este princípio aparece muito na simbologia bíblica.

Através do profeta Jeremias o Senhor repreendeu Seu povo por não praticar um princípio essencial no relacionamento com Ele: o de reconhecê-Lo como manancial de águas vivas.

Manancial ou cisterna?

“Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”. (Jeremias 2.13)

Naqueles dias não havia água encanada, e o povo dependia dos mananciais para sua sobrevivência. Entretanto, tanto pela falta do manancial como pelo comodismo de não precisar buscar água todos os dias, as pessoas passaram a usar cisternas.

A cisterna era um reservatório de água de chuva, e era muito prática, uma vez que evitava o trabalho de se ir diariamente atrás de uma fonte.

Temos muitos exemplos bíblicos de pessoas indo aos poços para buscar água. Isto era algo comum a todos, razão pela qual Deus escolhe justamente esta figura para ilustrar a verdade espiritual que o Seu povo necessitava ouvir e entender.

Qualquer um sabe que há uma diferença na qualidade da água proveniente da fonte e do poço. Mas o que Deus está dizendo não é algo ligado à qualidade da água, mas ao fato de que, espiritualmente falando, as cisternas não funcionam.

Deus chamou as cisternas que Seu povo vinha cavando de rotas, que não podiam reter as águas.

Portanto, nesta comparação que o Senhor faz, a conclusão é única: quem bebe da fonte tem a água, enquanto que quem tenta a cisterna acaba ficando sem água!

Muitos de nós achamos que é possível “driblar” o princípio da busca diária e tentamos “encher nosso reservatório” nos cultos.

Há pessoas que durante toda a semana não oram e nem leem a Bíblia, mas acham que um culto é suficiente para mantê-las abastecidas. Era disto que Deus falava.

Porque preferimos encher nossa cisterna em vez de ir diariamente à fonte? Talvez por mero comodismo, mas o fato é que temos falhado numa área vital de nosso relacionamento com o Pai Celeste.

Ninguém sobrevive de estoque em sua vida espiritual. Não existe uma espécie de “crente-camelo” que enche o tanque e agüenta quarenta dias no deserto!

Creio que esta é uma área importantíssima a ser ordenada em nossas vidas. Não há nada que nos leve a estar mais próximos de Deus do que o relacionamento diário.

Esta ideia de beber da fonte é usada por Deus em toda a Bíblia. E  penso que isto serve para cultivar em nós uma mentalidade correta de nosso relacionamento com Ele.

Leia e medite nos seguintes textos:

João 4.10,13,14; João 7.37,38; Apocalipse 7.11; Apocalipse 22.17

Pr. Luciano Subirá

Na próxima quarta, publicaremos a segunda parte deste estudo!

Obediência total (Parte 1)

Fico impressionado com a atual geração de crentes. Creio que nunca tivemos tanto conhecimento bíblico, tantas informações, e tanta revelação das Escrituras.

Entretanto, como disse certo pregador, “temos nos tornado uma geração de crentes ‘cabeções’; a cabeça cheia de teoria desenvolveu-se, mas o corpo limitado a tão pouca prática da Palavra atrofiou-se!”

Precisamos entender o que Deus espera de nós. Não estou falando contrariamente ao ensino que tem sido oferecido à nossa geração, pois creio que é um privilégio recebermos o que temos recebido.

Aguardo o dia em que se cumprirá a palavra divina, segundo a qual, assim como as águas cobrem o mar, assim também toda a terra se encherá do conhecimento da glória de Deus!

Quanto mais intensamente a Palavra de Deus for pregada e ensinada, melhor! O nosso erro não está em recebermos os ensinos, mas em não fazermos o que deveria ser feito com relação ao que temos recebido nesses ensinos!

“Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” – Lucas 6.46

Observe que a nossa confissão de Jesus Cristo como Senhor das nossas vidas é a essência do nosso recebimento da salvação pela fé (Rm 10.9,10).

Não O chamamos de “Senhor” como um mero título! É este reconhecimento do senhorio de Cristo, o ato de nos rendermos ao Seu governo sobre as nossas vidas, que nos introduz no Reino de Deus!

A palavra “senhor” significa “amo”, “dono”. Para nós hoje, que não vivenciamos a realidade da escravatura, este significado pode ser diferente, mas os discípulos de Jesus e todas as demais pessoas dessa época conheciam bem este termo!

Portanto, todos sabiam que o reconhecimento de Jesus como “Senhor” significava a decisão de obedecê-lo!

CHAMADOS À OBEDIÊNCIA

Desde a primeira vez em que foi proclamada, a fé em Cristo traz consigo o sentido da obediência.

Por isso nos deparamos com a indagação (e indignação) do Senhor Jesus: “Por que não fazeis aquilo que eu mando?” (Lc 6.46). Se O reconhecemos como “Senhor”, então devemos obediência a Ele, e ponto final! Foi para isto que fomos chamados:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.” – Mateus 28.19,20

Jesus ordenou que a Sua Igreja guardasse os Seus ensinos e também reproduzisse esta visão de obediência nas próximas gerações de discípulos. Ele esperava que cada um dos discípulos (que seriam feitos nas nações) entendesse que a responsabilidade de cada um deles seria guardar (obedecer, praticar) o que Ele ensinou.

O que caracteriza um discípulo de Cristo é a sua obediência ao Seu ensino.

O que caracteriza um discípulo de Cristo é a sua obediência ao Seu ensino. O ministério de ensino é importantíssimo e foi ordenado pelo próprio Cristo, mas deve levar as pessoas à prática!

O apóstolo Paulo se referiu à fé como um ato de obediência em dois textos bíblicos distintos:

“Por intermédio de quem viemos a receber graça e o apostolado por amor do seu nome, para a obediência por fé entre todos os gentios.” – Romanos 1.5

“E que agora se tornou manifesto, e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações.” – Romanos 16.26

Fomos chamados à obediência pela fé! Esta deve ser a forma de caminhar de todo cristão!

Escrevendo aos Efésios, Paulo menciona a condição anterior à nossa conversão, e, para descrever a forma como vivíamos, ele usa o termo “filhos da desobediência”:

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.” – Efésios 2.1-3

Esta era a nossa condição antes de nascermos de novo. Era um problema da nossa natureza! Estávamos escravizados pela vontade da carne e andávamos segundo o curso do mundo.

E, salientando algo mais grave ainda, a Bíblia diz que andávamos “segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência”! Em outras palavras, éramos diretamente influenciados por um espírito maligno!

Isto deveria fazer com que refletíssemos melhor! Poderíamos esperar então que a correta terminologia a ser empregada com relação aos crentes em Cristo seria a de chamá-los de “filhos da obediência”! É o termo que deveria ser aplicado a nós!

“Será que a maioria dos cristãos de hoje reflete este espírito de submissão e obediência a Deus e à Sua Palavra?”

Contudo, eu pergunto: “Será que a maioria dos cristãos de hoje reflete este espírito de submissão e obediência a Deus e à Sua Palavra?” Infelizmente devemos admitir que não!

Nunca vimos a fé evangélica propagando-se em nossa nação como atualmente. Milhares de brasileiros se convertem todos os dias, graças a Deus!

Entretanto, este é um momento muito sensível à formação de toda uma nova geração de discípulos!

Assim sendo, os líderes devem ser muito enfáticos no sentido de chamarem as pessoas de volta a um compromisso de obediência total ao Senhor!

O nosso problema não é apenas a desobediência, mas também a hipocrisia que leva as pessoas a fingir obediência.  É impressionante, não somente a  rebeldia (porque é assim que a desobediência deve ser chamada), mas também a capacidade de fingir a obediência quando ela não estiver presente!

A OBEDIÊNCIA “APARENTE” É DESOBEDIÊNCIA

À semelhança dos fariseus dos dias de Jesus, muitos evangélicos também pecam hoje pela religiosidade e hipocrisia. Aprendem a falar e a se comportar com ares de bons cristãos, e, com isso, encobrem a desobediência.

O Senhor Jesus contou uma parábola que denuncia este nosso comportamento com exatidão:

“E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu. Sim, senhor, porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus. Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.” – Mateus 21.28-32

Com relação a estes dois filhos, quem demonstrou ser obediente? Aparentemente foi o primeiro, que respondeu afirmativamente ao chamado do pai. Porém, na prática, o filho obediente foi o segundo.

Ainda que a princípio ele tenha se rebelado e dito que não faria o que o pai havia pedido, depois, arrependido, foi e obedeceu. Jesus compara estes dois filhos a dois grupos de pessoas: os fariseus (o grupo religioso mais severo dentro do judaísmo) e os pecadores (os coletores de impostos e as prostitutas, que recebiam os piores rótulos sociais e espirituais naqueles dias), e conclui dizendo que este último grupo entraria no Reino de Deus antes do primeiro grupo, dos fariseus, que eram hipócritas.

Concluímos assim que não adianta passarmos horas a fio, sentados na igreja, ouvindo a Palavra de Deus, agindo como quem diz “sim” a tudo o que o nosso Pai Celestial nos ordena que façamos, se, depois, não obedecermos e não fizermos essas coisas!

A Igreja dos nossos dias é como o primeiro filho. Preocupa-se com a aparência e com o conceito dado pelos outros, e, assim sendo, sempre responde “sim” às ordens do Pai, mas nem sempre faz o que disse que faria! Não basta termos uma aparência de religiosidade! Precisamos praticar a Palavra!

“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla num espelho o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera atentamente na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” – Tiago 1.22-25

Note que a Bíblia diz que a pessoa que não pratica a Palavra engana a si mesma! Ela não está enganando outras pessoas, e tampouco a Deus! Está enganando a si mesma!

Muitos acreditam que, pelo fato de terem uma “aparência de santidade” ao frequentarem os cultos ou ao estudarem a Bíblia sozinhos, alcançarão um lugar de aprovação em Deus, mas isto não é verdade!

A única coisa que legitima a nossa entrada no Reino de Deus é o reconhecimento do senhorio de Jesus, o qual, por sua vez, somente se evidencia através da nossa obediência e sujeição total a Cristo!

O fato de alguém meramente ouvir a Palavra de Deus aparentemente autentica a sua religiosidade, mas é a prática da Palavra que autentica a obediência em sua vida como cristão.

Há também o aspecto do resultado provado por cada um. Tiago fala do “ouvinte negligente” e do “operoso praticante”, mas deixa claro que o abençoado na história é o que ouviu, aprendeu, e perseverou em obedecer aos mandamentos do Senhor!

Alguns não se posicionam para obedecerem! Eles acham que o fato de usarem uma “capa de cristianismo” é o suficiente! São os que, como eu já afirmei, praticam a “aparência da obediência”.

Contudo, há outros que vão além da aparência e manifestam uma obediência incompleta. Por obedecerem em algumas áreas, agem como se estivessem escusados de obedecerem em outras! Assim sendo, justificam-se, relativizando a obediência! Os fariseus foram acusados por Jesus de se comportarem desta maneira:

“Interpelaram-no os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos de conformidade com a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar?

Respondeu-lhes: Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição. Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. Vós, porém, dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta para o Senhor, então, o dispensais de fazer qualquer coisa em favor de seu pai ou de sua mãe, invalidando a palavra de Deus pela vossa própria tradição, que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas semelhantes.” – Marcos 7.5-13

Observe a afirmação que o Senhor Jesus fez aos fariseus: “Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição.”

A palavra que foi traduzida por “jeitosamente” é “kalos”, que, de acordo com a Concordância de Strong, possui vários significados: “belamente, finamente, de forma a não deixar espaço para reclamação, de forma honrosa ou recomendável.”

Isto mostra uma desobediência velada, com aparência de obediência! Muitas vezes os crentes fazem o mesmo. Pregam contra o roubo, mas sonegam impostos! Contudo, oferecem mil explicações para convencer a si mesmos e até mesmo aos outros!

Pregam contra o adultério e a imoralidade, mas conseguem se divertir com filmes com estas práticas! No entanto, sempre apresentam uma boa “explicação”, um “kalos”, uma forma jeitosa de mascarar a  desobediência!

Na próxima segunda, 2 de janeiro, concluiremos este estudo acerca da obediência total!

Pr. Luciano Subirá

A importância da Palavra

a-importancia-da-palavra-de-deus-2Após uma longa trajetória de conquistas, Josué, um homem que demonstrou dedicação, obediência e santidade em sua vida, inicia uma série de conselhos à nação de Israel (Js 23.1,2,6,14). Embora muito já havia sido realizado, ainda restavam algumas cidades que Deus prometera ao Seu povo e que precisavam ser conquistadas.

Aquele que tem um Alvo não pode negligenciar a trajetória

Aquele que tem um alvo não pode negligenciar a trajetória. Por isso Josué está compartilhando com Israel o segredo do sucesso de sua jornada: apegar-se à Palavra de Deus e lhe dar a devida importância!

Infelizmente, nossa geração tem se preocupado demasiadamente com os resultados e negligenciado os processos que levam ao sucesso. Como parte do exército de Deus, precisamos aprender que a garantia da nossa vitória não está nas habilidades que possuímos. E sim em ouvir, acolher e obedecer a Palavra de Deus.

Precisamos aprender que a garantia da nossa vitória não está nas habilidades que possuímos. E sim em ouvir, acolher e obedecer a Palavra de Deus.

Josué sabia que a única coisa que poderia derrotar o exército de Israel era sua própria desobediência à Palavra. Se o povo aprendesse a dar a devida importância à ela, seria invencível diante de qualquer inimigo. Por isso, vale a pena dar ouvidos aos conselhos de Josué:

a-importancia-da-palavra-de-deusSe esforce em obedecer: a obediência é algo que precisa ser aprendido e requer disciplina. Aquele que ama a Palavra de Deus lutará contra suas vontades e desejos. Custe o que custar, fará tudo para permanecer obedecendo a Deus e contrariando a sua natureza humana, que gosta de avançar limites e quebrar regras.

Não se desvie: quando Josué fala ao povo para não se desviar da Palavra nem para a direita e nem para a esquerda, está alertando para os perigos existentes nos atalhos e nas margens do caminho. Permanecer no caminho é um ato de perseverança.

Tenha fé: é muito mais que acreditar, é confiar plenamente. Muitos acreditam que um avião pode voar, mas nem todos tem coragem de viajar em um. Assim são muitos cristãos – creem que a Bíblia é a verdade, mas não permitem que suas vidas sejam conduzidas por ela.

Josué foi bem-sucedido porque deu ouvidos aos conselhos de Moisés no início de sua caminhada e foi fiel até o fim. Ele deu primazia à Palavra de Deus em sua vida! Portanto, ainda que pareça loucura, permaneçamos firmes no que Deus nos falou em Sua Palavra!

Texto adaptado do estudo de células Josué, de consolidado a consolidador

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