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Conheça a Deus

Conheça a Deus! Essa frase resume o que o Senhor falou ao seu povo por meio do profeta Oséias:

Então, conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor […] Os 6.3a

 

No contexto do versículo acima, o povo escolhido do Senhor estava entregue ao pecado e se comportava como se não conhecesse a Deus.

A verdade é que uma vez que tinha conhecido ao Senhor o abandonou para fazer suas próprias vontades.

Essa atitude demonstrava que não amava a Deus, mas a si próprio, ao ego, a carne.

Trazendo essa história para o contexto atual, não será de se admirar notarmos que as igrejas estão repletas de pessoas que dizem conhecer a Deus, mas não o amam.

Estão se relacionando com o Pai, não por amor, mas por aquilo que Ele pode dar (as bênçãos).

Facilmente trocam a intimidade com o Senhor, por intimidade com as redes sociais e outras pessoas que nem conhecem a Deus.

Deus convoca seus filhos para não se contentarem com um relacionamento superficial com Ele.

 

Acesse este estudo e aprenda mais sobre este assunto

 

E isso começa quando se prioriza a oração, o jejum e o estudo das Sagradas Escrituras para que essa relação seja profunda e sincera.

Estar dentro de uma congregação evangélica não salva e muito menos é sinal de que a pessoa ama a Deus.

Isso nada mais é que uma aparência de piedade, hipocrisia que não levará a pessoa a eternidade com Deus, mas sim com Satanás.

 

Conheça a Deus!

 

Esse é o clamor do Espírito Santo no dia que se chama hoje! Conheça a Deus e isso aumentará o seu amor por Ele.

Em vez de investir seu tempo em conversas vãs no WhatsApp ou visualizando fotos dos outros, porque não orar e ler a Bíblia?

Ainda que seja no smartphone, ouça a Bíblia, mensagens da igreja e louvores que te aproximarão do Senhor.

Não contamine sua mente com músicas e palavras que te aproximam do sistema que domina este mundo.

 

Saiba como conhecer mais a Deus

 

Hoje, o Espírito Santo de Deus convida a você a tomar a seguinte atitude:

Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida. Os 6.1

Se você está longe do Senhor, se o seu coração está nas coisas deste mundo, volte-se hoje mesmo para Deus!

Faça uma oração se arrependendo e retorne para a casa de Deus. Creia, Ele te ama e não deseja que você continue como está!

Ouça a mensagem Conheça a Deus e reflita onde está o seu coração:

 

Comunicação CERV

A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo

SOBRE AS VONTADES

É muito comum que, sem pedirmos a ninguém, que sejamos forçados a vestir uma armadura ainda que ela não seja feita sob a nossa medida. Colocamos o capacete e este fica bambo quase caindo, o peitoral está bem largo e, de tão pesado, dói nossos ombros! Sem contar nas nossas pernas que parecem engessadas, dificultando nosso movimento de caminhar que deveria ser tão natural.

“E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si” (1 Sm 17.38 e 39).

Infelizmente isso que aconteceu com Davi, acontece nos dias de hoje, mais do que possamos imaginar. As pessoas querem que sejamos o que eles querem.  Isso pode acontecer entre amigos que querem imprimir seus pensamentos e ações em nós ou em nosso relacionamento familiar quando os pais  querem escolher a nossa profissão.

Às vezes tentam nos moldar através das críticas, criticando a música que ouvimos, a comida que comemos, a roupa que vestimos, e se não comermos, ouvirmos e vestirmos, o que os outros querem, não estará bom. E tem gente que vai passar a vida inteira assim, sendo guiada pela opinião dos outros.

Mas tem aqueles que conhecem a “liberdade” e de repente resolvem ser o que eles querem ser. Já não ouvem conselhos, não aceitam opiniões. Tomam as rédeas da sua própria vida, ditam as regras, e ao contrário de antes, não vivem mais para satisfazer a vontade dos outros, mas a sua. Afinal, já  estão cansados de serem bombardeados desde pequenos com a pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

E esse dilema entre viver como a pessoa deseja ou viver como os outros desejam esta bem presente na sociedade que vivemos (e isso inclui a Igreja). As pessoas vivem uma crise de identidade, nunca se encontram torando-se insaciáveis. Não sabem o que são! Se não sabem, como serão felizes? Como terão propósito de vida?

Como então solucionar esse problema? Há uma terceira vontade que não vem dos homens. Aliás, é muito provável que vá contra a vontade humana, que é a vontade de Deus. Isso significa não ser o que os outros querem que você seja e muito menos o que você quer de si mesmo, mas o que Deus quer que você seja.

Jesus é o maior exemplo de como se tornar aquilo que Deus deseja. Além de ter deixado a sua própria vontade Ele também chamou os discípulos para viverem a vontade de Deus:

“E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.18, 19).

“Vinde após mim”, “sigam-me”, foi o que o Senhor disse (quem sabe não é o mesmo que o Senhor está dizendo a você). Pedro e André estavam diante da vontade de Deus para a vida deles: “farei de vocês pescadores de homens”

SOBRE QUEM NOS TORNAMOS

A phronesis de Cristo

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11).

Jesus, para fazer a vontade de Deus, teve que se tornar homem e essa é uma convocação que o apóstolo Paulo faz no versículo cinco, que é a de imitar o homem Jesus de Nazaré.

Então somos chamados a ter o mesmo sentimento/atitude de Cristo Jesus, mas definitivamente sentimento e atitude não são sinônimos, são palavras com significados diferentes. Isso acontece devido a palavra grega phronesis não ter uma correspondente em português.

O que seria a phronesis? É o ato bom, consciente de que esse ato é bom e é desejado, eu quero realizar esse ato e tenho consciência disso. É o casamento da ação com a vontade e a consciência, de que nada é melhor do realizar um ato.

Se fosse só um sentimento poderia ficar no campo do desejo e nunca ser realizado (tem gente que sente pena, sente compaixão, sente admiração por Cristo). Se fosse só uma atitude poderia ser realizado forçosamente, não querendo fazê-lo.

Precisamos desejar ser o que Deus quer que sejamos!

Entenda quem você é em Jesus Cristo

 O  leão de Madagascar ou o homem miserável

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.

E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 

Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.

Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.

Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7.14-25)

Para compreender o que Paulo escreve aos Romanos gostaria de trazer o exemplo do personagem Alex, o  leão do filme Madagascar. Ele era um animal de zoológico, que não tinha as mesmas ações de um animal selvagem, era um leão “domesticado”.

Ao chegar em Madagascar, em meio a selva, seu habitat natural, todos os seus desejos são despertos. Há uma cena que mostra todos os seus desejos selvagens vindo a tona, quando seu amigo, a zebra chamada Martin, repete no seu ouvido várias vezes: quem é o gatão? A consequência desse estimulo foi Alex fazer o que não queria: atacar seus melhores amigos.

O homem miserável é o contrário de phronesis. É você querer fazer o bem, mas faz o mal. Você não consegue realizar o bem que interiormente você deseja. Não há unidade entre o seu desejo de realizar o bem e as suas ações.

Nós nunca experimentaremos a phronesis se não houver conversão. Precisamos colocar nossa cabeça aos pés de Cristo sujeitando nossa mente, consciência a Ele.

Qual foi a phronesis de Cristo?

Voltando ao texto de Filipenses observamos quatro formas:

Forma de Deus, forma de servo, forma de homem e forma de Senhor.

            Deus ——————————— homem

            Senhor —————————— servo

Cristo que é Deus se esvaziou de si mesmo se tornando homem para ser servo do Senhor (Is 52.13 – 53.12). Só homens podem ser servos de Deus, mas nem todos os homens são servos de Deus

RESPONDENDO A JESUS

É impossível separar Jesus da morte na Cruz do Calvário.

É impossível retirar a renuncia da própria vontade no jardim do Getsêmani da biografia de Cristo.

Esse Jesus que sofreu e morreu por nós, que no passado disse aos discípulos: “Sigam-me” ainda nos dias de hoje te chama a ser pescador de homens, ou seja, servo do Senhor com consciência (visão nova de vida), desejando (novos valores de vida) e agindo (novas ações na vida).

“Sigam-me” é um chamado a uma vida de ação em meio a uma geração estagnada, parada e cansada mesmo sem fazer nada. O Evangelho é ação: “vinde após mim” e “ide”.

Saiba como viver a vontade de Deus

O “Sigam-me” de Jesus é um chamado a um relacionamento com Ele, é ter uma vida com Ele. Significa: ser cristão não é somente ser bom, mas é ter um relacionamento com Cristo, é ser reconciliado com Deus. É estar em Cristo, nova criatura.

Quer conhecer Jesus? Entre para dentro da Bíblia até ela entrar em você, ore mais!

“Sigam-me” e eu vos “farei”. Cristo nos chama para nos transformar. Assumir um compromisso com a santidade e ser transformado pelo Espírito Santo.

“Sigam-me” e eu vos “farei” é um discurso de continuidade, perseverança. Não parem, não desistam, porque Eu farei! Jesus nos chama a firmeza do nosso chamado.

E é para isso que você tem Jesus!

 Matheus Gouvêa

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Como conhecer a Deus?

Como conhecer a Deus? Está é uma pergunta recorrente entre as pessoas que têm interesse em conhecer ao Senhor.

A leitura das Sagradas Escrituras proporcionam esse conhecimento, mas para torná-lo mais profundo, faz-se necessário fazer um curso teológico.

A Teologia reúne várias disciplinas que ampliam o horizonte das pessoas a respeito de Deus, suas ações, decretos e etc.

E o Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV) possibilita aos seus alunos essa oportunidade.

O curso é oferecido na modalidade Curso Livre, com duração de 2 anos e aulas às segundas, quartas e quintas, das 19:30 ás 22:10.

Conheça nosso curso

Além das disciplinas teóricas, há também as disciplinas práticas que possibilitam aos seminaristas exercerem os conhecimentos aprendidos em sala.

Faça esse investimento na sua vida espiritual e ministerial e aprenda como conhecer a Deus, estude conosco!

Saiba quem são nossos professores

As inscrições para o segundo semestre estão abertas. Não perca a oportunidade de saber como conhecer a Deus!

Mais informações ligue (31) 3504-1341/ 99309-6957 (fale com Kátia) ou envie um e-mail para:seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br

Quem é Jesus? E quem sou eu?

O encontro com a Rocha destrói o que éramos e nos torna pedras vivas. Quando alguém bate à porta, a pergunta que normalmente se faz é esta: “Quem é”? O mesmo acontece nos contatos telefônicos.

A identificação é muito importante porque está relacionada ao caráter e à expectativa que se pode ter.

O que a pessoa fala, faz, possui ou oferece é secundário. Precisamos saber quem ela é.

Vemos esse tipo de cuidado na Bíblia:

Quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? (…) Assim dirás aos filhos de Israel: “Eu Sou me enviou a vós (…) O Senhor, Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós (Ex 3.13-15).

A preocupação de Moisés era pertinente. Não podemos ter uma ideia vaga ou indefinida sobre Deus. Não servimos a um “deus” qualquer, mas ao único criador de todas as coisas.

Conheça Jesus Cristo, nosso pastor

Da mesma forma, quando Jesus se manifestou, seus milagres chamaram a atenção de muita gente e a pergunta inevitável era: “Quem é este”?

E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem? (Mc.4.41).

O ápice do questionamento encontra-se no evangelho de Mateus: “E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (Mt 16.13-17).

Depois de um tempo caminhando com os discípulos, o Mestre pediu um feedback, como se dissesse: “Vamos ver qual é o resultado do discipulado até este ponto”.

Não basta ser abençoado e aprender boas lições para a vida. Precisamos saber quem é Jesus e tomar uma posição a respeito Dele.

Havia muitas opiniões sobre a identidade de Cristo. Seu caráter e suas obras ligavam sua figura aos grandes profetas de Deus. Se fizermos uma pesquisa de opinião pública sobre nós mesmos, qual será o resultado? As respostas serão reflexos do nosso testemunho, bom ou mau.

Alguns diziam que Jesus era um dos profetas que ressuscitou (Lc 9.18-19). Temos nesta afirmação um exemplo admirável de fé sem conhecimento espiritual.

Eles conheciam as Escrituras e os profetas, mas não sabiam quem era Jesus. Algumas pessoas naquele tempo já acreditavam em ressurreição!

Isto era muito avançado para a época. Contudo, de nada adiantam doutrinas corretas sem o conhecimento da pessoa de Jesus.

Elias, Jeremias e João Batista foram lembrados, mas nenhum deles alcançava a grandeza de Cristo.

Assim também, de nada adiantará a veneração a tantos personagens da história, pois só Jesus é o salvador.

Nenhum dos profetas antigos ressuscitou, mas Jesus ressuscitaria em breve. Depois de tomar conhecimento acerca da opinião popular, Jesus perguntou:

“E vós, quem dizeis que eu sou”? Cada um de nós precisa posicionar-se sobre Jesus. As opiniões sobre ele continuam variadas e geralmente equivocadas ou incompletas. Seria ele um filósofo, revolucionário, apenas mais um mestre ou espírito iluminado?

Saiba como conhecer a Deus

Pedro disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”.

Este reconhecimento é a porta da salvação. Como disse João: “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31).

Então, Jesus declarou: “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”.

Aqui está a fronteira entre o conhecimento natural e o espiritual. Podemos evangelizar e devemos fazê-lo, mas a consciência sobre a identidade de Cristo vem de uma revelação de Deus.

Por isso, os debates com ateus são sempre infrutíferos. A argumentação intelectual não alcança o coração.

A pregação, contudo, não é a exposição de um tratado teológico, mas uma semeadura.

A semente lançada, mesmo caindo em boa terra, ainda depende de Deus para germinar. A conversão não é uma adesão religiosa, mas uma experiência sobrenatural.

Depois do “eu sou” vem o “tu és”. Jesus disse: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt.16.18).

Temos uma brusca mudança de foco no episódio. O assunto muda da “identidade de Jesus” para a “identidade de Pedro”. O discípulo, depois de reconhecer o Mestre, é levado a olhar para si mesmo em busca do autoconhecimento.

Apenas diante da luz podemos nos enxergar plenamente. Diante do evangelho reconhecemos nossa condição. Mas, além de tudo isso, o encontro com Jesus é transformador.

O contraste imediato inicia a mudança em direção à semelhança (Rm 8.29). Simão Barjonas torna-se Pedro. Este foi o nome que Jesus lhe deu, conforme Lucas 6.14. O Mestre mudou o nome de Simão, mas não foi só isso.

Transformou também seu caráter, seu rumo e sua história. O encontro com a Rocha destrói o que éramos e nos torna pedras vivas (Rm 9.33; 1Co 10.4; 1Pd 2.5). A instabilidade dá lugar à firmeza e à utilidade.

Novamente, Jesus altera o tema da conversa ao dizer: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt.16.18). O propósito divino para os séculos seguintes estava colocado diante dos apóstolos. Foi assim que a igreja começou: encontro com Jesus, reconhecimento, fé e transformação. O povo de Deus é constituído por pessoas transformadas. Contra elas, as portas do inferno não prevalecerão.

Pr. Anísio Renato de Andrade

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Conhecendo a Deus

No evangelho de Lucas, capítulo 4, versos 31 a 37, vemos Jesus indo para uma cidade perversa chamada Cafarnaum. Uma cidade cheia de conflitos, incredulidade, maldade, uma cidade satanizada. Enquanto muitos poderiam pensar que Ele se dirigiria para Jerusalém, para o templo, esse trecho nos mostra Jesus fazendo algo inusitado. E alguém poderia perguntar: mas será que Ele entra ali? Eu respondo: entra, porque Ele veio exatamente com esse propósito. Jesus disse: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lc 19.10).

O texto afirma que a fama de Jesus corria por todos os lugares. Noestudando-a-palavra-de-deus entanto, há uma diferença muito grande entre conhecer a fama de Jesus e conhecer a Jesus. Nós, seres humanos, fomos criados por Deus com um propósito: o de conhecê-Lo. O tempo da nossa peregrinação aqui na Terra é exatamente para conhecermos o Senhor e fazermos a escolha do lugar onde vamos passar a eternidade: no céu ou no inferno, um lugar que não foi feito para ser o destino final do homem.

Jesus não se parecia com Deus, Ele era o próprio Deus.

Quando Jesus vai para Cafarnaum, Ele leva a luz, pois Ele é a luz. Seu ensino não se limitava a conceitos ou regras. Antes, Ele levava as pessoas a conhecerem Deus. Jesus não se parecia com Deus, Ele era o próprio Deus. E o Seu evangelho o poder e a manifestação da autoridade de Deus. Por isso, quando Jesus falava os demônios se manifestavam, até mesmo dentro da sinagoga. Ele não precisava de nada além da Sua palavra para expulsá-los.

De modo semelhante, a fé cristã exclui toda e qualquer superstição. Ela é espiritual, fruto do relacionamento do homem com Deus. É o poder inerente da palavra. A própria salvação entra no coração das pessoas quando elas ouvem a palavra. A fé vem pelo ouvir e o ouvir a palavra de Deus (Rm 10.17).

Mais que conhecer a fama de Jesus, maravilhoso é conhecer o Jesus da fama.

Jesus veio para libertar o homem, para mostrá-lo um caminho diferente: o homem pode ser morada de Deus! Seguir a Jesus é a ventura mais magnífica que o ser humano pode experimentar aqui na Terra. Mais que conhecer a fama de Jesus, maravilhoso é conhecer o Jesus da fama. Ou seja, não conhecê-Lo por meio do que os outros falam, mas experimentando você mesmo tudo o que Ele tem para a sua vida!

 

Texto adaptado do Pr. Márcio Valadão

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