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A força do testemunho

A força do testemunho aborda a importância dos filhos de Deus testemunharem sobre Jesus Cristo por meio de atitudes aprovadas pelas Sagradas Escrituras.

A partir da conversão o homem é convocado a seguir a Cristo e a viver o Ide do Senhor. Isso significa pregar o Evangelho a toda criatura ou a todas as pessoas.

E essa missão Jesus deixou não apenas para aqueles discípulos que caminharam com Ele, mas também para a Igreja de hoje.

Por isso, todas as pessoas que fazem parte da família de

Pastora Maria ministrando a Palavra de Deus

Deus através de Jesus devem pregar o Evangelho.

E o Evangelho é nova vida, transformação! E isso deve ser evidenciado não apenas por mudanças no discurso, mas principalmente por atitudes transformadas.

Portanto, a força do testemunho está em palavras e em ações convergindo e apontando para a pessoa do Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

Conheça o testemunho da pastora Maria e do seu saudoso esposo Paulo Roberto

A Palavra de Deus, em Lucas, capítulo 8 dos versos 26 ao 39 conta a história do endemoninhado de Gadara. Esse homem estava preso espiritualmente e ao ter um encontro com Jesus foi liberto.

O desejo desse homem era de seguir Jesus, mas ouviu do Mestre a seguinte instrução:

Vá para a sua família e conte a eles tudo o que Deus fez por você

E o homem obedeceu ao Senhor Jesus e a Bíblia conta que ele viajou por dez cidades testemunhando sobre a obra de Cristo em sua vida.

Kézia Rezende ministrando o louvor

Isso é o que Deus espera de seus filhos e da Sua Igreja. Que todos deem bom testemunho de Cristo.

Não apenas apresentando uma conduta exemplar, mas compartilhando exatamente o que Jesus fez por suas vidas.

Entretanto, muitos que já foram alcançados tiraram a mão do arado e olharam para trás.

Permitiram que as dificuldades, problemas e sofrimentos esfriassem o coração e deixaram Jesus e a chamada de lado para viverem suas próprias vidas.

Leia o testemunho “Amor que Transforma”

Entretanto, Jesus, hoje, o convida a rever seus caminhos, voltar onde caiu e recomeçar!

Ainda que você esteja passando por lutas, perseguições e desânimo, te convido a declarar as seguintes palavra de fé: Sempre um passo para frente e nunca retroceder nem um passo para trás porque aquele que põe a mão no arado não olha para trás. Eu estou firmado na rocha que é Jesus, portanto, não vou olhar para trás! – Pra. Maria Rezende

Portanto, creia que Jesus pode fazer ou refazer de você uma verdadeira testemunha Dele nesta Terra!

Convidamos você a ouvir as ministrações de louvor e Palavra a seguir. Permita que o Espírito Santo transforme e renove seu coração em Jesus e nos seu chamado:

Especial – Louvor com Kézia Rezende
Pregação – A força do testemunho (parte 1) – Pra. Maria Rezende
Pregação – A força do testemunho (parte 2) – Pra. Maria Rezende

 

Mais informações sobre o MÊS DE missões ligue:(31) 3451-5956/ 99306-6957 ou envie um e-mail para contato@restaurandovidascerv.com.br

Comunicação CERV

O tempo do chamado de Deus

O tempo do chamado de Deus já está determinado para cada um dos seus filhos.

Antes mesmo dos seus filhos chegarem a este mundo, o Senhor já desenhou o propósito específico de cada um. 

Não existe atraso ou adiantamento, tudo acontece na hora certa, no período certo.

O importante é estar em Deus, fazendo a obra Dele e com atenção a voz do Espírito Santo.

Isso aconteceu na vida dos apóstolos Paulo e Barnabé enquanto serviam a Deus na Igreja de Antioquia:

 

“Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.
 
Enquanto adoravam ao Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo:
“Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”.
 
Assim, depois de jejuar e orar, impuseram-lhes as mãos e os enviaram.
 
Enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre” (Atos 13.1-4).
 
Paulo e Barnabé estavam na igreja, servindo como mestres e profetas até que o Espírito Santo os chamou.
 
Esses homens tinham compromisso com a obra e no tempo de Deus foram enviados às nações para proclamar o Evangelho.
 
A Bíblia afirma que Jesus já havia declarado a Paulo  que ele pregaria o Evangelho aos gentios (At 9.15).
 
 
Porém, antes desse chamado se cumprir, Paulo precisou passar por um período de mudanças e aprendizados.
 
Talvez esse seja o seu caso, quem sabe Deus está te capacitando para cumprir com excelência o seu chamado?
 
Outra informação importante do texto de Atos é que o chamado partiu do Espírito Santo e não de homens.
 
Por isso, os filhos de Deus devem aprender a ouvir e a discernir a voz do Espírito Santo.
 
E essa orientação, vale para o chamado. Portanto, não tente dar uma força ou ajuda para o Senhor, Ele sabe a hora certa de te enviar!
 
Ainda no texto é possível notar que Paulo e Barnabé são abençoados pelos irmãos, ou seja, têm o apoio da igreja para o chamado de Deus!
 
Por isso, não faça nada sem a direção do Espírito Santo e principalmente, sem a ajuda da sua igreja.
Ninguém faz a obra do Senhor sozinho. É necessário ir, como Paulo e Barnabé, mas também é fundamental o sustento (espiritual e material) por meio dos que ficam.
Portanto, a partir desse texto e pregação,  tenha o discernimento de que há o tempo do chamado de Deus!
Ouça  A MENSAGEM ‘O tempo do Chamado de Deus’ :

 

Comunicação CERV

Uma vida missionária

Foto: arquivo pessoal

Uma vida missionária, dedicada a serviço do Reino de Deus. Assim tem sido a vida do casal Paulo Roberto Resende e Maria das Graças, missionários de Cristo.

Foram convocados pelo Senhor, ainda jovens, recém-casados, a servirem a Deus numa tribo indígena no Amazonas.

Venderam tudo o que possuíam e renunciaram ao seus sonhos para viver os sonhos de Deus.

Antes de viajarem, a irmã Maria das Graças descobriu que estava grávida e ainda recebeu a notícia de que sua mãe estava enferma.

Sob muitas críticas e palavras negativas, ela escolheu permanecer firme no chamado de Deus e seguiu rumo a missão que Ele tinha para ela e Paulo Roberto.

Acompanhados de duas irmãs, Paula e Marina, viajaram para o Amazonas e lá viveram, quase sete anos, a serviço do Reino.

O primeiro filho do casal, nasceu numa madrugada, na casa que moravam na tribo.

O parto foi realizado por  Paulo Roberto e o bebê, batizado com o nome de Eliatã, nasceu com perfeita saúde, contrariando todas as expectativas negativas que haviam a respeito da criança.

No período que viveram em missões, com os indígenas e ribeirinhos, enfrentaram várias batalhas.

Mas, para a glória de Deus, obtiveram vitórias sobre escassez, doenças e dificuldades.

Entenda a importância de viver para o Reino e pregar o Reino de Deus a toda criatura

Porém, antes de viverem uma vida missionária, foi necessário acontecer transformações individuais.

Maria das Graças, antes de conhecer Paulo já era convertida a Jesus.

Já o  missionário Paulo Roberto estava longe do Senhor, vivendo do crime e tráfico de drogas.

Seu antigo nome era Paulinho Bonfim, como fora apelidado pela polícia militar e imprensa de Belo Horizonte.

Foto: divulgação

Ainda jovem foi resgatado por Jesus Cristo da sua antiga forma de viver e desde então, o seguinte versículo, tem feito parte da sua trajetória cristã:

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

 

Em maio deste ano celebra mais de 50 anos de conversão e serviço à obra missionária.

Hoje, Paulo Roberto conta suas experiências como missionário atuante no Amazonas, na Itália e em outros lugares do mundo.

Já pregou em várias igrejas brasileiras e em mais de 20 países em todo o mundo.

Nesta mensagem, ele e sua esposa Maria das Graças compartilham a Palavra de Deus e diversos testemunhos de fé e amor à missões.

Conheça mais sobre a história do missionário Paulo Roberto

 Ouça o testemunho ‘Uma vida missionária’ e se inspire na história real de um casal que ama Jesus e as almas:

 

 ‘Uma vida missionária’ Parte 1:
‘Uma vida missionária’ parte 2:

 

Comunicação CERV

A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo

SOBRE AS VONTADES

É muito comum que, sem pedirmos a ninguém, que sejamos forçados a vestir uma armadura ainda que ela não seja feita sob a nossa medida. Colocamos o capacete e este fica bambo quase caindo, o peitoral está bem largo e, de tão pesado, dói nossos ombros! Sem contar nas nossas pernas que parecem engessadas, dificultando nosso movimento de caminhar que deveria ser tão natural.

“E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si” (1 Sm 17.38 e 39).

Infelizmente isso que aconteceu com Davi, acontece nos dias de hoje, mais do que possamos imaginar. As pessoas querem que sejamos o que eles querem.  Isso pode acontecer entre amigos que querem imprimir seus pensamentos e ações em nós ou em nosso relacionamento familiar quando os pais  querem escolher a nossa profissão.

Às vezes tentam nos moldar através das críticas, criticando a música que ouvimos, a comida que comemos, a roupa que vestimos, e se não comermos, ouvirmos e vestirmos, o que os outros querem, não estará bom. E tem gente que vai passar a vida inteira assim, sendo guiada pela opinião dos outros.

Mas tem aqueles que conhecem a “liberdade” e de repente resolvem ser o que eles querem ser. Já não ouvem conselhos, não aceitam opiniões. Tomam as rédeas da sua própria vida, ditam as regras, e ao contrário de antes, não vivem mais para satisfazer a vontade dos outros, mas a sua. Afinal, já  estão cansados de serem bombardeados desde pequenos com a pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

E esse dilema entre viver como a pessoa deseja ou viver como os outros desejam esta bem presente na sociedade que vivemos (e isso inclui a Igreja). As pessoas vivem uma crise de identidade, nunca se encontram torando-se insaciáveis. Não sabem o que são! Se não sabem, como serão felizes? Como terão propósito de vida?

Como então solucionar esse problema? Há uma terceira vontade que não vem dos homens. Aliás, é muito provável que vá contra a vontade humana, que é a vontade de Deus. Isso significa não ser o que os outros querem que você seja e muito menos o que você quer de si mesmo, mas o que Deus quer que você seja.

Jesus é o maior exemplo de como se tornar aquilo que Deus deseja. Além de ter deixado a sua própria vontade Ele também chamou os discípulos para viverem a vontade de Deus:

“E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.18, 19).

“Vinde após mim”, “sigam-me”, foi o que o Senhor disse (quem sabe não é o mesmo que o Senhor está dizendo a você). Pedro e André estavam diante da vontade de Deus para a vida deles: “farei de vocês pescadores de homens”

SOBRE QUEM NOS TORNAMOS

A phronesis de Cristo

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11).

Jesus, para fazer a vontade de Deus, teve que se tornar homem e essa é uma convocação que o apóstolo Paulo faz no versículo cinco, que é a de imitar o homem Jesus de Nazaré.

Então somos chamados a ter o mesmo sentimento/atitude de Cristo Jesus, mas definitivamente sentimento e atitude não são sinônimos, são palavras com significados diferentes. Isso acontece devido a palavra grega phronesis não ter uma correspondente em português.

O que seria a phronesis? É o ato bom, consciente de que esse ato é bom e é desejado, eu quero realizar esse ato e tenho consciência disso. É o casamento da ação com a vontade e a consciência, de que nada é melhor do realizar um ato.

Se fosse só um sentimento poderia ficar no campo do desejo e nunca ser realizado (tem gente que sente pena, sente compaixão, sente admiração por Cristo). Se fosse só uma atitude poderia ser realizado forçosamente, não querendo fazê-lo.

Precisamos desejar ser o que Deus quer que sejamos!

Entenda quem você é em Jesus Cristo

 O  leão de Madagascar ou o homem miserável

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.

E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 

Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.

Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.

Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7.14-25)

Para compreender o que Paulo escreve aos Romanos gostaria de trazer o exemplo do personagem Alex, o  leão do filme Madagascar. Ele era um animal de zoológico, que não tinha as mesmas ações de um animal selvagem, era um leão “domesticado”.

Ao chegar em Madagascar, em meio a selva, seu habitat natural, todos os seus desejos são despertos. Há uma cena que mostra todos os seus desejos selvagens vindo a tona, quando seu amigo, a zebra chamada Martin, repete no seu ouvido várias vezes: quem é o gatão? A consequência desse estimulo foi Alex fazer o que não queria: atacar seus melhores amigos.

O homem miserável é o contrário de phronesis. É você querer fazer o bem, mas faz o mal. Você não consegue realizar o bem que interiormente você deseja. Não há unidade entre o seu desejo de realizar o bem e as suas ações.

Nós nunca experimentaremos a phronesis se não houver conversão. Precisamos colocar nossa cabeça aos pés de Cristo sujeitando nossa mente, consciência a Ele.

Qual foi a phronesis de Cristo?

Voltando ao texto de Filipenses observamos quatro formas:

Forma de Deus, forma de servo, forma de homem e forma de Senhor.

            Deus ——————————— homem

            Senhor —————————— servo

Cristo que é Deus se esvaziou de si mesmo se tornando homem para ser servo do Senhor (Is 52.13 – 53.12). Só homens podem ser servos de Deus, mas nem todos os homens são servos de Deus

RESPONDENDO A JESUS

É impossível separar Jesus da morte na Cruz do Calvário.

É impossível retirar a renuncia da própria vontade no jardim do Getsêmani da biografia de Cristo.

Esse Jesus que sofreu e morreu por nós, que no passado disse aos discípulos: “Sigam-me” ainda nos dias de hoje te chama a ser pescador de homens, ou seja, servo do Senhor com consciência (visão nova de vida), desejando (novos valores de vida) e agindo (novas ações na vida).

“Sigam-me” é um chamado a uma vida de ação em meio a uma geração estagnada, parada e cansada mesmo sem fazer nada. O Evangelho é ação: “vinde após mim” e “ide”.

Saiba como viver a vontade de Deus

O “Sigam-me” de Jesus é um chamado a um relacionamento com Ele, é ter uma vida com Ele. Significa: ser cristão não é somente ser bom, mas é ter um relacionamento com Cristo, é ser reconciliado com Deus. É estar em Cristo, nova criatura.

Quer conhecer Jesus? Entre para dentro da Bíblia até ela entrar em você, ore mais!

“Sigam-me” e eu vos “farei”. Cristo nos chama para nos transformar. Assumir um compromisso com a santidade e ser transformado pelo Espírito Santo.

“Sigam-me” e eu vos “farei” é um discurso de continuidade, perseverança. Não parem, não desistam, porque Eu farei! Jesus nos chama a firmeza do nosso chamado.

E é para isso que você tem Jesus!

 Matheus Gouvêa

Aprenda sobre ‘A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo’ ligue: (31) 3451-5956

Matrículas do Seminário

As matrículas do Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV) encerram-se domingo (11)

Se você deseja estudar teologia em 2018 e servir o Reino de Deus, matricule-se no Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV).

Conheça o nosso curso teológico

As matrículas para o primeiro semestre de 2018 encerram-se no próximo domingo, 11 de fevereiro, às 21 horas.

Para saber a documentação necessária e os valores para investir no seu chamado envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br

Você pode agendar sua matrícula pelos telefones: (31)3504-1341 / 99309-6957 (whatsapp), fale com Kátia Brito.

As aulas deste semestre iniciam-se no dia 19 de fevereiro às 19:30 horas, na CERV (que fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Não se esqueça! As matrículas do seminário encerram-se dia 11 de fevereiro, às 22 horas!

Comunicação CERV

Invista no seu chamado

Estude no Seminário Teológico Restaurando Vidas

Invista no seu chamado fazendo o curso teológico da nossa igreja. São dois anos de curso que o capacitará para servir a Deus com excelência!

O curso é livre e dividido em quatro períodos com disciplinas teóricas e práticas.

Conheça o nosso curso

O período de matrículas encerra-se no próximo domingo, 13 de agosto,  e são realizadas presencialmente.

Invista no seu chamado e faça já a sua matrícula!
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 / 99309-6957 (fale com Kátia) ou envie um e-mail para seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br

 

Uma missão a cumprir

Segundo a Palavra de Deus, todos têm uma missão a cumprir.

A Bíblia é repleta de histórias de missionários do Senhor que dedicaram suas vidas a pregar o Evangelho.

Uma dessas histórias podemos ler nas cartas de Paulo a Timóteo.

O jovem de Listra, que deveria ter entre 17 e 21 anos, segundo alguns teólogos, tinha uma missão a cumprir na cidade de Éfeso.

A sua responsabilidade era cuidar da igreja local, composta por idosos, homens, mulheres e crianças.

Os desafios que aguardavam esse moço eram muitos, porém apesar da pouca idade,Timóteo estava preparado para liderar os éfesos.

Nas duas cartas, denominadas cartas pastorais, Paulo transmite diversas instruções importantes para o jovem.

Dentre elas estão: manter o padrão da sã doutrina, orientações para quem deseja servir na igreja, como lidar com os jovens e viúvas e principalmente como Timóteo deveria se comportar e conduzir sua própria vida.

Não negligencie o dom que lhe foi dado por mensagem profética com imposição de mãos dos presbíteros. Seja diligente nestas coisas; dedique-se inteiramente a elas, para que todos vejam o seu progresso (1 Tm 4.14-15).

Paulo sabia também que além de ter que lidar com pessoas que deturpavam a Palavra de Deus, Timóteo teria que se manter firme perante os questionamentos quanto a sua idade.

Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza (1 Tm 4.12).

A vida e ministério de Timóteo nos deixa um importante entendimento: para Deus não importa a idade, sexo, cor, altura, estrutura física, diplomas ou situação financeira.  Ele chama cada um para ser uma testemunha de Cristo em todos os lugares por onde for ou passar.

Cada indivíduo tem um chamado específico, mas a finalidade é o mesma: a salvação dos seres humanos.

E para sermos instrumentos de Deus para levar a salvação a toda criatura, primeiro Ele deseja fazer uma obra em nossas vidas.

Davi explicou perfeitamente o que acontece conosco quando temos um encontro com Cristo, o que o Senhor faz por nós.

Ele me tirou de um poço de destruição, de um atoleiro de lama; pôs os meus pés sobre uma rocha e firmou- me num local seguro (Sl 40.2)

Firmou-nos em Jesus para frutificar e para semear a Palavra de Deus e anunciarmos as grandezas e maravilhas do nosso Senhor.

Pôs um novo cântico na minha boca, um hino de louvor ao nosso Deus. Muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor (Sl 40.3)

O “Ide” do Senhor Jesus é para todos aqueles que foram salvos e de glória em glória têm sido transformados pelo Senhor.

Portanto, você tem uma missão a cumprir: Ir e pregar o Evangelho a toda criatura!

Essa é a vontade de Deus! Que muitos venham a crer em Seu nome e viver uma vida abundante aqui na Terra. E no futuro desfrutar da glória!

Portanto, vá! Não pare! O Senhor conta com você!

Kátia Brito

Aprenda mais sobre Uma missão a cumprir, participe amanhã do Culto de Missões, às 19 horas, na CERV.
Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br 

 

A missão que lhe foi proposta

Missão. Esse vocábulo, de acordo com o dicionário Houaiss, refere-se a “incumbência que alguém deve executar, a pedido ou por ordem de outrem”.

Sobre a missão de pregar o evangelho, Paulo disse em 1 Co 9.16: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois pesa sobre mim essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho.”

O apóstolo tinha consciência de seu dever e papel enquanto cristão. Aquilo que recebera do Pai, a salvação, ele anunciou por onde passou.

A função da Igreja, do Corpo de Cristo, é evangelizar, levar Jesus àqueles que ainda não o conhecem. Embora árdua e desafiadora, a missão de levar as boas novas da salvação aos perdidos é também gloriosa.

Segundo a ótica de Deus, sábio é aquele que ganha almas, que ganha vidas (Pv 11.30). Esse é o nosso papel, o nosso foco, o nosso objetivo. Desde o momento em que a pessoa se converte a Jesus carrega consigo a tarefa de cumprir o “Ide” do Senhor a todos os povos da Terra.

E se você ainda não tem levado isso a sério, saiba que há algo de errado na sua vida cristã.

Leia mais reflexões escritas pelo pastor Márcio Valadão

Nós não estamos brincando de igreja. Não nos reunimos porque é gostoso estar no templo ou porque temos alguns projetos voltados para nós mesmos.

Tudo o que fazemos tem um propósito: a glória de Deus. Glória que é manifesta quando anunciamos a mensagem da salvação.

Embora Jesus tenha alcançado milhares de pessoas, os maiores milagres que Ele realizou foram para beneficiar uma única pessoa.

Por isso, ainda que tenhamos um compromisso com as nações e com o nosso país, temos um compromisso com as pessoas. Somos salvos porque um dia alguém falou de Jesus para nós.

Portanto, nossa missão começa com aqueles que estão mais próximos de nós: família, vizinhos, colegas de trabalho e de escola, etc.

Como Jesus, saibamos aproveitar as oportunidades para falar do amor de Deus a alguém que tanto carece. Afinal, sempre há um ponto de contato…

Pr. Márcio Valadão

Deseja saber mais a respeito sobre “A Missão que lhe foi proposta” participe do nosso culto de Missões. O culto será celebrado no dia 7 de maio, às 19 horas!
A CERV fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica. Mais informações ligue: (31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

 

Não mais olhar atrás (Parte 1)

“A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus. Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa. Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”. (Lucas 9.59-62)

Temos aqui um chamado de Jesus a duas pessoas diferentes, mas que lhe responderam de modo semelhante. Enquanto Jesus esperava de cada uma delas um profundo comprometimento, elas, por sua vez, estavam presas demais às coisas terrenas e questões transitórias.

A primeira pessoa queria sepultar seu pai antes de seguir esse chamado. Particularmente não creio que o pai já houvesse morrido e o velório estivesse em andamento; penso ser um costume onde o filho (normalmente o mais velho) tinha a sua saída de casa liberada somente depois da morte do pai. Porém, independente de qualquer interpretação ou especulação do assunto, temos alguém dando uma desculpa ao chamado de Jesus, demonstrando estar presa a algo e, assim, impedida de atender prontamente ao Senhor.

A segunda pessoa se oferecesse para seguir a Cristo, mas queria ao menos despedir-se dos seus. Tinha uma prontidão maior que a primeira e uma desculpa menor (ou que se resolveria mais depressa). Mas Jesus deixa claro que depois de terem se envolvido com ele, estas pessoas não tinham mais a opção de olhar atrás. Se o fizessem, não seriam aptas para o Reino de Deus. A palavra traduzida como “apta”, no original grego, é “euthetos”. Segundo o Léxico de Strong, seu significado abrange o conceito de “apropriado” e “útil”.

De acordo com a afirmação do Senhor Jesus, não podemos hesitar em atender seu chamado, nem sermos encontrados presos a coisas ou valores que nos impeçam de seguir adiante em obediência a Ele. A verdade é que todos temos dificuldades de abrir mão de determinados valores. Ficamos presos à algumas coisas de nossa vida. Mas quando se trata de seguir a Cristo, não podemos ter nada que nos prenda. Não podemos mais olhar para trás.

Quem põe a mão no arado, precisa olhar para frente, focar sua meta. Se olhar para trás não será bem-sucedido no que faz. Semelhantemente, se queremos servir ao Senhor, a opção de olhar atrás não deve existir, uma vez que quem assim procede não é considerado “útil” para o Reino de Deus.

O que significa olhar atrás

Antes de falar do significado da expressão usada por Jesus, quero adiantar um conceito importante: as Escrituras apresentam uma clara diferença entre a conversão e a santificação. A primeira fala do rompimento da pessoa com o mundo e o pecado e é a experiência através da qual alguém passa a desfrutar a salvação. A segunda fala do rompimento da pessoa com coisas que impedem seu crescimento e progresso na fé.

John Wesley declarou: “A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão”. Concordo plenamente! Ouvi, ainda menino, um pregador afirmar algo semelhante (usando uma alegoria bíblica): “Difícil não é tirar o povo do Egito; difícil é tirar o Egito do povo!”

Saudades do que ficou para trás

Olhar atrás significa ter saudades do que deixamos, e Deus não admite isto. Jesus também ensinou acerca disto:

“Lembrai-vos da mulher de Ló”.  (Lucas 17.32)

Além de validar o relato do Velho Testamento sobre o que ocorreu com a mulher de Ló, Jesus está nos dizendo que precisamos aprender com ela.

O Velho Testamento está cheio de memoriais. Monumentos ou episódios que não deveriam ser esquecidos. Não para que o povo de Deus ficasse preso à história, mas para que retivesse as lições que serviriam sempre ao mesmo propósito.

A mulher de Ló

Quando o Senhor tirou Ló e sua família de Sodoma, advertiu-lhes claramente a que não olhassem para trás:

“Havendo-os levado fora, disse um deles: Livra-te, salva a tua vida; não olhes para trás, nem pares em toda a campina; foge para o monte, para que não pereças”. (Gênesis 19.17)

Temos uma figura aqui. Sodoma e Gomorra figuram este mundo perdido e devasso que há de ser julgado por Deus. Mas o livramento de Ló e sua família figuram nossa salvação e livramento do juízo e condenação deste mundo. Mas para não ser julgado com o mundo, não basta apenas sair geograficamente dele. É preciso que nosso coração também saia de lá!

Ao ordenar que não olhassem atrás, Deus estava dizendo que seria o fim de tudo aquilo, e que o coração deles deveria estar totalmente desprendido. Mas a mulher de Ló desobedeceu a ordem divina.

“E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal”.  (Gênesis 19.26)

A concordância de Strong mostra que a palavra hebraica traduzida para olhar é “nabat”. Também significa “contemplar, mostrar consideração a, prestar atenção”. Não fala de alguém que olhou por curiosidade para ver o tamanho do estrago produzido pelo juízo divino. Fala de alguém que tinha seu coração preso ao que deixou, mostrando com isso consideração pelas coisas que havia abandonado. A mulher de Ló é uma figura do comportamento de muitos crentes de nossos dias, e por isso deve ser lembrada.

Pr. Luciano Subirá

Não perca a continuação deste estudo! Na próxima quinta publicaremos a segunda parte!

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