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O tempo do chamado de Deus

O tempo do chamado de Deus já está determinado para cada um dos seus filhos.

Antes mesmo dos seus filhos chegarem a este mundo, o Senhor já desenhou o propósito específico de cada um. 

Não existe atraso ou adiantamento, tudo acontece na hora certa, no período certo.

O importante é estar em Deus, fazendo a obra Dele e com atenção a voz do Espírito Santo.

Isso aconteceu na vida dos apóstolos Paulo e Barnabé enquanto serviam a Deus na Igreja de Antioquia:

 

“Na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.
 
Enquanto adoravam ao Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo:
“Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”.
 
Assim, depois de jejuar e orar, impuseram-lhes as mãos e os enviaram.
 
Enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre” (Atos 13.1-4).
 
Paulo e Barnabé estavam na igreja, servindo como mestres e profetas até que o Espírito Santo os chamou.
 
Esses homens tinham compromisso com a obra e no tempo de Deus foram enviados às nações para proclamar o Evangelho.
 
A Bíblia afirma que Jesus já havia declarado a Paulo  que ele pregaria o Evangelho aos gentios (At 9.15).
 
 
Porém, antes desse chamado se cumprir, Paulo precisou passar por um período de mudanças e aprendizados.
 
Talvez esse seja o seu caso, quem sabe Deus está te capacitando para cumprir com excelência o seu chamado?
 
Outra informação importante do texto de Atos é que o chamado partiu do Espírito Santo e não de homens.
 
Por isso, os filhos de Deus devem aprender a ouvir e a discernir a voz do Espírito Santo.
 
E essa orientação, vale para o chamado. Portanto, não tente dar uma força ou ajuda para o Senhor, Ele sabe a hora certa de te enviar!
 
Ainda no texto é possível notar que Paulo e Barnabé são abençoados pelos irmãos, ou seja, têm o apoio da igreja para o chamado de Deus!
 
Por isso, não faça nada sem a direção do Espírito Santo e principalmente, sem a ajuda da sua igreja.
Ninguém faz a obra do Senhor sozinho. É necessário ir, como Paulo e Barnabé, mas também é fundamental o sustento (espiritual e material) por meio dos que ficam.
Portanto, a partir desse texto e pregação,  tenha o discernimento de que há o tempo do chamado de Deus!
Ouça  A MENSAGEM ‘O tempo do Chamado de Deus’ :

 

Comunicação CERV

Quebrando as maldições na família

A campanha “Quebrando as maldições na família” inicia-se hoje. Serão 30 dias de jejum, oração, estudo da Palavra e encontros para oração aos sábados, na CERV.

Para participar é necessário escrever numa folha quais comportamentos, enfermidades, sentimentos que você percebe se repetir na sua família.

 

Por exemplo, doenças que acometeram avós, pais e filhos. Histórico de divórcio, violência, atitudes de ira, mágoa, ódio, dentre outros.

 

Além do que é notório é fundamental orar e pedir ao Espírito Santo que revele outras maldições que estejam encobertas para que sejam quebradas.

 

Saiba mais sobre este assunto

 

É importante também orar e definir, individualmente, por quantas horas realizará o seu jejum (abstenção total de alimentos).

 

Lembrando que, o jejum não é opcional e deve ser feito durante toda a campanha.

 

E junto a essa disciplina espiritual deve-se orar pelo período de 1 hora (quando e onde também fica entre você e Deus) e estudar a Bíblia.

 

Neste mês, os livros que serão estudados pelos membros da CERV  são: Jó, a partir do capítulo 31 e Amós.

 

E para finalizar, todos os sábados do mês (ao todo cinco), haverá uma reunião, ás 19 horas, no Templo.

Nesse reunião os pedidos são ungidos e recebem oração para serem canceladas as maldições familiares.

 

Apenas no último sábado que esse encontro é realizado no monte, para encerrar a campanha.

 

Entenda o que você pode fazer para mudar a sua família

 

Somado a isso é importante entrar na campanha de todo o coração e com fé, vigiando a todo momento.

 

Não desanime, persevere e não deixe de orar, jejuar, ler a Bíblia e estar aos sábados na igreja. Jesus quer entrar na sua casa e realizar maravilhas!

 

A campanha Quebrando as maldições na família é realizada há mais de 10 anos na CERV e tem libertado e restaurado muitas vidas e famílias.

 

Saiba mais sobre a campanha ‘Quebrando as maldições na família’, ligue: (31) 3451-5956.

 

Comunicação CERV

Famílias vivendo em sabedoria e comunhão

Famílias vivendo em sabedoria e comunhão ensina a importância de cada membro da família viver segundo a Palavra de Deus.

 

pais, avós, filhos, netos

Para entender como desempenhar seu papel com excelência, veja o que a Bíblia diz:

“Ensine os homens mais velhos a serem sóbrios, dignos de respeito, sensatos, e sadios na fé, no amor e na perseverança.
Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom.
Assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa, e a serem bondosas e sujeitas a seus próprios maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada.
Da mesma maneira, encoraje os jovens a serem prudentes.
Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade” (Tito 2.2-7).

As orientações acima são úteis para que, cada um, agindo conforme a Bíblia, contribua para que a família viva em sabedoria.

 

A sabedoria é muito importante para o lar, pois é a base forte dos relacionamentos e da vida espiritual da família.

 

O lar deve ser um lugar de paz, de vida, onde todos sintam-se felizes e contentes de estar e também retornar.

 

Em Provérbios 24.3 e 4 Salomão bem observou:

 

Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável

 

Famílias que escolhem construir as bases dos seus relacionamentos sobre a sabedoria (Bíblia) desfruta de bênção e riquezas sobrenaturais.

 

Saiba como realizar o culto doméstico

 

As famílias que negligenciam a Palavra de Deus estão fadadas ao fracasso espiritual.

 

Então, além da oração, jejum e estudo da Palavra é importante que cada pessoa vigie, principalmente no falar.

 

O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um Cl 4.6

 

Usar as palavras com sabedoria é fundamental para manter a comunhão, para que não haja quebra dos laços de amor.

 

Entenda como é importante servir dentro do seu lar

 

Uma forma de manter a comunhão na família é exercer o diálogo e o compartilhar por meio de reuniões.

 

Essas reuniões são de suma importância para as decisões financeiras que atingem a família e reparar as arestas nos relacionamentos.

 

Portanto, para se ter Famílias vivendo em sabedoria e comunhão, é importante:

  1. Fundamentar o lar na Palavra de Deus
  2. Criar oportunidades para a comunhão por meio do culto e reuniões

 

Comunhão com Deus, com a Palavra e uns com os outros.

 

Ouça a mensagem ‘Famílias vivendo em sabedoria e comunhão’ e edifique a sua casa:

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

Campanha termina sábado

Campanha termina sábado, com encontro no templo da CERV, às 19 horas, participe!

A campanha “Senhor, dá-me um coração novo” chega ao fim neste sábado, 31 de março.

Foram dias de batalha espiritual, nos quais todos foram convocados a jejuar, orar e estudar o livro de Hebreus.

Entenda como funciona nossa campanha

Essas práticas espirituais foram estabelecidas com o objetivo dos irmãos se consagrarem ao Senhor para receber Dele um novo coração.

A cada encontro, aos sábados, o Espírito Santo trouxe a comunidade ministrações de louvor e da Palavra de Deus, abençoadas.

A campanha termina sábado, até lá persevere em oração

Por meio da manifestação do poder do Espírito Santo pessoas foram libertas, restauradas e renovadas.

“Louvo a Deus por esta campanha, pois foi direcionada por Ele, para que seus filhos recebessem um novo coração. E a partir desse novo coração ter uma nova vida que demonstre a presença de Jesus”, afirma pastora Graça Pitzer.

Saiba mais sobre o coração novo

Se você não participou este ano, ore e abra seu coração para fazer parte dessa campanha, pois o maior beneficiado será você!

Para você que está firme, lembre-se, a campanha termina sábado. Até lá ainda há alguns dias de jejum, oração e estudo da Palavra, então, persevere!

Comunicação CERV

Da Reforma à reforma

Da Reforma à reforma nos convida a passear pela história do mundo até chegarmos ao importante fato da História da Igreja: a Reforma Protestante.

A seguir, veja alguns importantes acontecimentos da história:

1450 – Ano da  importante invenção do milênio passado: a criação da imprensa, por Gutenberg. A Bíblia foi o primeiro livro impresso;

1492 – Cristóvão Colombo chegava ao continente Americano. O próprio relata, em seu diário, ter sido guiado pelo Espírito Santo;

1497- Vasco da Gama chega as Índias (importante rota comercial da época);

1500 – Descobrimento do Brasil, por Álvares Cabral;

Todos esses fatos tiveram importante contribuição para a história. Entretanto, não foram capazes de retirar o homem das trevas interior.

Apenas em 1517, as trevas humanas começam a ser dissipadas por meio da Reforma Protestante, realizada por Martinho Lutero.

Antes de entrar nesse importante acontecimento é fundamental conhecer, um pouco, da pessoa de Lutero.

Martinho Lutero tinha uma vida dedicada a Deus. Era fiel cumpridor das suas palavras e da religião que seguia.

Ele andava conforme a luz que tinha sobre o Senhor e as Sagradas Escrituras.

O seu desejo de ser correto perante a Deus fazia com que se confessasse ao padre diariamente, por seis horas.

Em 1510, Lutero realizou um sonho: conhecer Roma. O motivo era o fato de lá estarem as relíquias cristãs e as imagens dos apóstolos.

Segundo a doutrina católica, estar perto desses bens sacros o aproximaria mais de Deus.

Ao retornar dessa viagem, mudou-se para a cidade de Winterberg, na Alemanha.

Nesse local, seus questionamentos a respeito da própria fé se intensificaram.

Dentre seus questionamentos estavam: o valor sacro das relíquias, orações e missas para os mortos, a compra de um local no céu, dentre outras doutrinas católicas.

Outra questão que rondava seu coração: por quê o papa não pregava o Evangelho?

Com todas essas questões no seu coração, Lutero formulou algumas teses e decidiu que o melhor dia para divulga-las seria no dia 31 de outubro de 1517.

A razão para tal escolha estaria na presença de vários cristãos,  que vindos de outras cidades, participariam, no dia 1º de novembro, das celebrações do feriado de todos os santos.

E assim, no dia 31 de outubro daquele ano, ele pregou suas 95 teses na porta da catedral de Winterberg.

Saiba mais sobre a Reforma Protestante

A partir desse acontecimento, há uma mudança na história da humanidade e da Igreja.

Ao observarmos a vida de Lutero podemos fazer um paralelo com a vida de outro homem de Deus: o apóstolo Paulo.

Antes de ser Paulo, Saulo era judeu zeloso, dedicado a sua religião e a Deus. Buscava obedecer ao Senhor conforme o entendimento que possuía da fé.

Assim como Lutero, Saulo teve um encontro marcante com Jesus.

O mestre foi ao encontro desses homens de formas diferentes, e os alcançou.

Ambos, foram alcançados pela Graça divina e justificado pela fé em Cristo Jesus:

“Pois não me envergonho das boas-novas a respeito de Cristo, que são o poder de Deus em ação para salvar todos os que creem, primeiro os judeus, e também os gentios.

As boas-novas revelam como opera a justiça de Deus, que, do começo ao fim, é algo que se dá pela fé. Como dizem as Escrituras: “O justo viverá pela fé” (Rm 1.16 e 17).

Por meio desses versículos, mais precisamente o dezessete, Lutero foi desperto pelo Espírito Santo para ter uma nova vida e promover a Reforma da Igreja.

Hoje, por meio dessa Graça redentora, o Espírito Santo deseja fazer uma reforma no coração dos filhos de Deus.

Muitas vezes, aparentemente, o exterior parece estar bem, mas no profundo do coração, tudo vai mal.

Hoje, o Senhor concede a você a oportunidade de ser reformado por Ele.

Não adiante encobrir o pecado, uma hora ele será manifesto, porque ele está dentro do coração.

É necessário retornar ao princípio, as bases da fé e da conversão:

“Portanto, uma vez que pela fé fomos declarados justos, temos paz com Deus por causa daquilo que Jesus Cristo, nosso Senhor, fez por nós.

Foi por meio da fé que Cristo nos concedeu esta graça que agora desfrutamos com segurança e alegria, pois temos a esperança de participar da glória de Deus” (Rm 5. 1 e 2).

Retornar a essa Graça recebida e  que fez (e faz) o ser humano desfrutar de uma vida nova e cheia de esperança.

Graça essa que faz  o homem experimentar aqui nesta Terra, da glória de Deus, da presença real do Senhor.

Assim como a Reforma Protestante mudou a vida de Martinho Lutero e dos rumos da Igreja, hoje, o Senhor deseja reformar sua vida para você ser uma bênção na história da Igreja moderna!

Ouça “Da Reforma à reforma” e seja transformado pelo Espírito Santo:

 

Comunicação CERV

A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo

SOBRE AS VONTADES

É muito comum que, sem pedirmos a ninguém, que sejamos forçados a vestir uma armadura ainda que ela não seja feita sob a nossa medida. Colocamos o capacete e este fica bambo quase caindo, o peitoral está bem largo e, de tão pesado, dói nossos ombros! Sem contar nas nossas pernas que parecem engessadas, dificultando nosso movimento de caminhar que deveria ser tão natural.

“E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si” (1 Sm 17.38 e 39).

Infelizmente isso que aconteceu com Davi, acontece nos dias de hoje, mais do que possamos imaginar. As pessoas querem que sejamos o que eles querem.  Isso pode acontecer entre amigos que querem imprimir seus pensamentos e ações em nós ou em nosso relacionamento familiar quando os pais  querem escolher a nossa profissão.

Às vezes tentam nos moldar através das críticas, criticando a música que ouvimos, a comida que comemos, a roupa que vestimos, e se não comermos, ouvirmos e vestirmos, o que os outros querem, não estará bom. E tem gente que vai passar a vida inteira assim, sendo guiada pela opinião dos outros.

Mas tem aqueles que conhecem a “liberdade” e de repente resolvem ser o que eles querem ser. Já não ouvem conselhos, não aceitam opiniões. Tomam as rédeas da sua própria vida, ditam as regras, e ao contrário de antes, não vivem mais para satisfazer a vontade dos outros, mas a sua. Afinal, já  estão cansados de serem bombardeados desde pequenos com a pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

E esse dilema entre viver como a pessoa deseja ou viver como os outros desejam esta bem presente na sociedade que vivemos (e isso inclui a Igreja). As pessoas vivem uma crise de identidade, nunca se encontram torando-se insaciáveis. Não sabem o que são! Se não sabem, como serão felizes? Como terão propósito de vida?

Como então solucionar esse problema? Há uma terceira vontade que não vem dos homens. Aliás, é muito provável que vá contra a vontade humana, que é a vontade de Deus. Isso significa não ser o que os outros querem que você seja e muito menos o que você quer de si mesmo, mas o que Deus quer que você seja.

Jesus é o maior exemplo de como se tornar aquilo que Deus deseja. Além de ter deixado a sua própria vontade Ele também chamou os discípulos para viverem a vontade de Deus:

“E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.18, 19).

“Vinde após mim”, “sigam-me”, foi o que o Senhor disse (quem sabe não é o mesmo que o Senhor está dizendo a você). Pedro e André estavam diante da vontade de Deus para a vida deles: “farei de vocês pescadores de homens”

SOBRE QUEM NOS TORNAMOS

A phronesis de Cristo

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11).

Jesus, para fazer a vontade de Deus, teve que se tornar homem e essa é uma convocação que o apóstolo Paulo faz no versículo cinco, que é a de imitar o homem Jesus de Nazaré.

Então somos chamados a ter o mesmo sentimento/atitude de Cristo Jesus, mas definitivamente sentimento e atitude não são sinônimos, são palavras com significados diferentes. Isso acontece devido a palavra grega phronesis não ter uma correspondente em português.

O que seria a phronesis? É o ato bom, consciente de que esse ato é bom e é desejado, eu quero realizar esse ato e tenho consciência disso. É o casamento da ação com a vontade e a consciência, de que nada é melhor do realizar um ato.

Se fosse só um sentimento poderia ficar no campo do desejo e nunca ser realizado (tem gente que sente pena, sente compaixão, sente admiração por Cristo). Se fosse só uma atitude poderia ser realizado forçosamente, não querendo fazê-lo.

Precisamos desejar ser o que Deus quer que sejamos!

Entenda quem você é em Jesus Cristo

 O  leão de Madagascar ou o homem miserável

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.

E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 

Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.

Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.

Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7.14-25)

Para compreender o que Paulo escreve aos Romanos gostaria de trazer o exemplo do personagem Alex, o  leão do filme Madagascar. Ele era um animal de zoológico, que não tinha as mesmas ações de um animal selvagem, era um leão “domesticado”.

Ao chegar em Madagascar, em meio a selva, seu habitat natural, todos os seus desejos são despertos. Há uma cena que mostra todos os seus desejos selvagens vindo a tona, quando seu amigo, a zebra chamada Martin, repete no seu ouvido várias vezes: quem é o gatão? A consequência desse estimulo foi Alex fazer o que não queria: atacar seus melhores amigos.

O homem miserável é o contrário de phronesis. É você querer fazer o bem, mas faz o mal. Você não consegue realizar o bem que interiormente você deseja. Não há unidade entre o seu desejo de realizar o bem e as suas ações.

Nós nunca experimentaremos a phronesis se não houver conversão. Precisamos colocar nossa cabeça aos pés de Cristo sujeitando nossa mente, consciência a Ele.

Qual foi a phronesis de Cristo?

Voltando ao texto de Filipenses observamos quatro formas:

Forma de Deus, forma de servo, forma de homem e forma de Senhor.

            Deus ——————————— homem

            Senhor —————————— servo

Cristo que é Deus se esvaziou de si mesmo se tornando homem para ser servo do Senhor (Is 52.13 – 53.12). Só homens podem ser servos de Deus, mas nem todos os homens são servos de Deus

RESPONDENDO A JESUS

É impossível separar Jesus da morte na Cruz do Calvário.

É impossível retirar a renuncia da própria vontade no jardim do Getsêmani da biografia de Cristo.

Esse Jesus que sofreu e morreu por nós, que no passado disse aos discípulos: “Sigam-me” ainda nos dias de hoje te chama a ser pescador de homens, ou seja, servo do Senhor com consciência (visão nova de vida), desejando (novos valores de vida) e agindo (novas ações na vida).

“Sigam-me” é um chamado a uma vida de ação em meio a uma geração estagnada, parada e cansada mesmo sem fazer nada. O Evangelho é ação: “vinde após mim” e “ide”.

Saiba como viver a vontade de Deus

O “Sigam-me” de Jesus é um chamado a um relacionamento com Ele, é ter uma vida com Ele. Significa: ser cristão não é somente ser bom, mas é ter um relacionamento com Cristo, é ser reconciliado com Deus. É estar em Cristo, nova criatura.

Quer conhecer Jesus? Entre para dentro da Bíblia até ela entrar em você, ore mais!

“Sigam-me” e eu vos “farei”. Cristo nos chama para nos transformar. Assumir um compromisso com a santidade e ser transformado pelo Espírito Santo.

“Sigam-me” e eu vos “farei” é um discurso de continuidade, perseverança. Não parem, não desistam, porque Eu farei! Jesus nos chama a firmeza do nosso chamado.

E é para isso que você tem Jesus!

 Matheus Gouvêa

Aprenda sobre ‘A vontade de Deus, o leão de Madagascar e a phronesis de Cristo’ ligue: (31) 3451-5956

É chegado o Reino de Deus

É chegado o Reino de Deus! Assim iniciou Jesus o seu ministério, após 40 dias e 40 noites em jejum no deserto.

O mestre conclamava as pessoas a se arrependerem por que o Reino de Deus estava próximo.

E essa proximidade se dava por meio da evangelização que Jesus e seus discípulos faziam.

Jesus anunciou: “É chegado o Reino de Deus” e deixou essa mesma missão aos discípulos e a igreja de hoje:

“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28.18, 19 e 20).

“Toda autoridade me foi dada no céu e na terra” 

A Palavra afirma que Jesus é o nome que está acima de todo nome (Fp 2.9-11). Ele é superior aos líderes, reis e príncipes da terra.

Ele é o príncipe da paz (Is 9.6) e na autoridade do seu nome pessoas são curadas e libertas de todo mal.

E o mesmo Jesus que realizou obras maravilhosas descritas nos Evangelhos é o mesmo que salva, liberta e cura nos dias de hoje, pois Ele não muda.

Por isso, no nome de Jesus, os discípulos de hoje, podem salvar, libertar e curar as pessoas.

“Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações”

O ide é para todos os discípulos de Jesus. E em meio aos seguidores de Cristo há dois tipos de pessoas:

1) A multidão – Ao analisar os Evangelhos veremos que as multidões seguiam Jesus e Ele as curou, libertou e alimentou.

Hoje, há multidões que seguem a Cristo, mas com o único objetivo de receberem uma bênção ou milagre.

Esse tipo de pessoa não quer ser um verdadeiro discípulo de Jesus, pois para ser discípulo é necessário fazer discípulos e isso não é fácil.

Durante os três anos e meio que esteve na terra Jesus escolheu 12 homens para caminharem com Ele. E desses um o negou e outro o traiu.

Portanto, fazer discípulos não é uma tarefa fácil, pois é necessário dedicar tempo e muita oração.

Jesus não disse: Ide e fazei multidões, mas sim Ide e fazei discípulos.

É necessário fazer discípulos nos bairros, cidades, estados e países onde se encontram os verdadeiros discípulos de Jesus.

E só quem tem um coração missionário compreende a importância de ser e fazer discípulos.

2) Os discípulos – Jesus escolheu homens para caminhar ombro a ombro com Ele. E não apenas a caminhar, mas aprender e ensinar.

Em outras palavras: fazer discípulos.

Jesus não teve apenas os 12. Após seu discurso descrito no Evangelho de João, muitos o deixaram ficando apenas os doze.

O mestre vendo a cena perguntou aos demais: vocês também não vão me deixar? Ao que é respondido por Pedro: “Para onde iremos,  Senhor, se só tu tens palavras de vida eterna?”.

O verdadeiro seguidor de Jesus se torna um discípulo e faz discípulos, mesmo com as lutas e perseguições não abandona o mestre, pois sabe que sua vida só tem sentido em Jesus.

Saiba como ter um coração missionário

“Batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”

O resultado do discipulado é o batismo. A pessoa ao se converter e compreender o que significa essa conversão tem o desejo de testemunhar isso publicamente se batizando.

O batismo nas águas é um ato no qual a pessoa declara que já não vive para satisfazer a si mesmo e ao mundo, mas que é uma nova pessoa em Cristo e vive para agradá-lo.

“Ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”

O que Jesus tem ensinado e deseja que seus discípulos ensinem está escrito em Mateus 22. 37, 38 e 39:

“Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Esse é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Quem ama, dá a sua vida pelo próximo. E foi isso que Jesus fez, deu sua vida por toda a humanidade, por amor.

Cada seguidor de Jesus pode fazer isso, dedicando sua vida a pregar o Evangelho por amor ao próximo. Seja onde trabalha, estuda, mora ou em outras cidades, estados e nações.

Como deve ser uma igreja comprometida com missões

“Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”

Se Jesus é por nós quem será contra nós? Ainda que passemos pelo vale da sombra da morte não temeremos mal algum porque Ele está presente.

Não existe situação na qual o Senhor não se faça presente. Se permanecermos com Ele, Ele permanecerá conosco.

Mesmo que haja a perseguição, as lutas e os problemas, Jesus é com seus amigos e servos para ajudá-los a viver e pregar o Evangelho.

Ouça a mensagem “É chegado o Reino de Deus” e permita que o Espírito Santo mostre se você tem levado esse Reino a todas as pessoas:

Comunicação CERV

Saiba mais sobre o trabalho missionário realizado pela CERV:
(31) 3451-5956 ou envie um e-mail para: contato@restaurandovidascerv.com.br

Matrículas do Seminário

As matrículas do Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV) encerram-se domingo (11)

Se você deseja estudar teologia em 2018 e servir o Reino de Deus, matricule-se no Seminário Teológico Restaurando Vidas (STRV).

Conheça o nosso curso teológico

As matrículas para o primeiro semestre de 2018 encerram-se no próximo domingo, 11 de fevereiro, às 21 horas.

Para saber a documentação necessária e os valores para investir no seu chamado envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br

Você pode agendar sua matrícula pelos telefones: (31)3504-1341 / 99309-6957 (whatsapp), fale com Kátia Brito.

As aulas deste semestre iniciam-se no dia 19 de fevereiro às 19:30 horas, na CERV (que fica à Rua Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Não se esqueça! As matrículas do seminário encerram-se dia 11 de fevereiro, às 22 horas!

Comunicação CERV

O culto doméstico

O culto doméstico é uma prática que tem sido negligenciada por muitas famílias evangélicas.

Porém, esta escolha vai contra a Palavra de Deus que afirma a importância dessa prática para as famílias.

Em 2 Timóteo, capítulo 3, dos versículos 14 ao 17, encontramos uma evidência de que o jovem pastor Timóteo recebeu em casa o ensino da Palavra:

“Você, porém, deve permanecer fiel àquilo que lhe foi ensinado. Sabe que é a verdade, pois conhece aqueles de quem aprendeu.

 Desde a infância lhe foram ensinadas as Sagradas Escrituras, que lhe deram sabedoria para receber a salvação que vem pela fé em Cristo Jesus.

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para nos ensinar o que é verdadeiro e para nos fazer perceber o que não está em ordem em nossa vida. Ela nos corrige quando erramos e nos ensina a fazer o que é certo.

Deus a usa para preparar e capacitar seu povo para toda boa obra”

A Palavra afirma que Timóteo, desde criança recebeu o ensino das Sagradas Escrituras da mãe e da avó.

E isto nos revela que o lar é o local onde a Palavra de Deus deve ser ensinada. E esse ensino acontece por meio do culto doméstico.

Porém, muitos não têm inserido essa prática espiritual em seus lares.

Alguns por não terem recebido este ensino e outros porque pensam que o culto deve ser celebrado apenas quando os filhos são pequenos.

Em Deuteronômio, capítulo 6, dos versículos 4 ao 7, Deus decreta uma ordem aos seus filhos:

“Ouça, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, o Senhor é único.

Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua força.

Guarde sempre no coração as palavras que hoje eu lhe dou.

Repita-as com frequência a seus filhos. Converse a respeito delas quando estiver em casa e quando estiver caminhando, quando se deitar e quando se levantar.”

O culto doméstico está ficando extinto

Dentre estas ordens estava a de ensinar os filhos em casa sobre Deus e suas leis (Bíblia).

O lar é a primeira escola, o lugar onde a família tem os primeiros ensinos sobre a Palavra de Deus.

E é a presença desta Palavra, guardada e alimentada,  no coração, que gera vida para a família:

“Meu filho, preste atenção ao que digo; ouça bem minhas palavras.

Não as perca de vista; mantenha-as no fundo do coração.

Pois elas dão vida a quem as encontra e saúde a todo o corpo.

Acima de todas as coisas, guarde seu coração, pois ele dirige o rumo de sua vida” (Pv 4.20-23).

Seja jovens casais sem filhos, casais mais velhos que os filhos já não estão mais em casa ou famílias com jovens e adolescentes.

Não importa, todos devem realizar o culto doméstico para que a vida de Deus seja presente e a vida espiritual da família seja abençoada.

Portanto, se você não tem feito o culto doméstico, faça conserto com Deus e comece hoje mesmo a implantar essa adoração no seu lar.

Ouça a mensagem ‘O Culto Doméstico’ e permita que o Espírito Santo revele ao seu coração esta Palavra:

Comunicação CERV

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