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Cartas as 7 igrejas

Cartas as 7 igrejas é uma mensagem que baseia-se nas cartas escritas por João no livro de Apocalipse.

O remetente dessas cartas é o Senhor Jesus Cristo e tinha como propósito alertar essas igrejas sobre assuntos distintos.

 

Mas qual seria o assunto principal tratado por Cristo nessas cartas? Na mensagem (logo abaixo) serão abordados esses temas, mas o descreveremos a seguir:

Igreja de Éfeso 

Havia abandonado o primeiro amor, por isso devia arrepender-se (Ap 2.4).

Igreja de Esmirna 

Passaria por uma tribulação, mas precisaria se manter fiel até a morte (Ap 2.10 e 11).

Igreja de Pérgamo

Havia no meio dos fiéis aqueles que seguiam a falsa doutrina de Balaão e deveriam se arrepender (Ap 2.15-17).

Igreja de Tiatira

Amavam e serviam com fidelidade, entretanto, toleravam Jezabel (Ap 2.18-20).

Igreja de Sardes

Tinha nome de que estava viva, porém estava morta espiritualmente (Ap 3.4, 5 e 6).

Igreja de Filadélfia

Aguentar o sofrimento com paciência, pois o Senhor abriria uma porta e os daria a vitória (Ap 3.11 e 12).

Igreja de Laodicéia

Não era fria nem quente e por isso o Senhor estava a ponto de vomitá-la (Ap 3.16-19).

Diante do breve quadro apresentado nas cartas as 7 igrejas é necessário refletir como está a sua vida com Deus.

Será que você está como no princípio, quando conheceu a Cristo e foi aceito por Ele?

Se a resposta for não, hoje, é tempo de arrependimento, de retornar ao primeiro amor.

A clamar ao Senhor que o livro dos laços do engano, que o impede de enxergar a verdade e recomeçar no caminho correto que é Jesus.

 

Entenda o que é o primeiro amor e se você realmente está vivendo este amor

 

Esse Jesus maravilhoso promete aos que permanecem fiéis até a morte a coroa da vida.

Entretanto, essa vitória é concedida apenas aos que são verdadeiro e fiéis.

Os falsos, hipócritas e mentirosos não herdarão o Reino dos Céus e nem conquistarão a coroa da vida.

Em qual desses você se enquadra?

Saiba como voltar aos braços do Pai

 

Deus está a procura de homens e mulheres fiéis a Ele, que o amam de todo o coração e têm prazer em ouvir a voz do Espírito Santo e obedecer.

O Senhor quer pessoas verdadeiras, que antes de fazer algo para Ele são verdadeiros homens de Deus.

Portanto, o que importa não é o que você faz, mas quem você é em Deus e para Deus.

Por isso, atente-se para a maneira como tem vivido. Se está caído, busque se fortalecer no Senhor!

Abandone os atalhos traçados pelo Inimigo e escolha o caminho correto, o caminho traçado pelo Senhor Jesus Cristo.

Para que isso ocorra na sua vida é fundamental reter a Palavra de Deus no coração.

 A Palavra e o apegar-se as três pessoas da Trindade: O Pai,  O Filho e O Espírito Santo dará a você o direito de estar na glória com o Senhor.

A desfrutar e viver dessa glória hoje, aqui na Terra, e no futuro, na Eternidade.

Portanto, faça a sua escolha, hoje, sem demora, o Senhor Jesus te ama e tem algo maravilhoso para realizar na sua vida!

 

 

Ouça a mensagem Cartas as 7 igrejas e seja edificado (parte 1):
Ouça a mensagem Cartas as 7 igrejas e seja edificado (parte 2):

 

Comunicação CERV

 

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O Amor que transforma

A realização da décima segunda edição do projeto Impacto Sertão Livre, organizada pelo Instituto Livres, foi mesmo um plano de Deus (Pv 16.1,9). Não apenas para mim, mas para cada uma das pessoas que se permitiram ser tocadas pelo amor de Jesus. Somente Deus para conjugar tantos sonhos e tantos pedidos de oração. Somente Ele para convergir tantos esforços num projeto tão maravilhoso quanto esse, cujas repercussões nossos olhos e mentes não conseguem alcançar (Is 55.8,9).

Irmãs e companheiras de quarto

O desejo de fazer uma viagem missionária surgiu por volta do ano de 2015, ocasião em que o inclui no meu Projeto de Vida. Embora não soubesse quando ele se tornaria real e nem em quais circunstâncias, prossegui em oração ao longo dos três anos que se passaram. Louvo ao Senhor por ter me plantado na Comunidade Evangélica Restaurando Vidas, carinhosamente chamada de CERV; por ter me colocado aos cuidados de uma pastora tão santa, obediente e fiel, que desde a minha conversão tem me ensinado a amar missões; e pela oportunidade de estar sob a liderança de uma Mocidade comprometida com essa visão missionária. Afinal, sem eles, nada teria acontecido da maneira como foi – uma experiência ímpar, marcante e transformadora!

Pastora Camila e uma das crianças abençoadas para continuar o evangelismo em Massapê

Embora inicialmente não conhecesse nenhum dos mais de 200 voluntários do Impacto, e isso até me causasse algum receio, o desejo de ir era maior e dissipava toda insegurança. Já no aeroporto de Guarulhos, na fila de embarque para o voo que me levaria a Teresina, conheci uma irmã que se tornaria também uma das minhas companheiras de quarto, de devocional, de refeições e de atividades na praça. E, por falar em quarto, sou grata ao Senhor pelas sete irmãs queridas que Ele me deu. Vindas de diferentes estados do país, cada uma com um jeito único e especial de ser, e que muito abençoaram os meus dias em Massapê do Piauí, cidade onde foi realizado o projeto.

 

Conheça o projeto Impacto Sertão Livres

Equipe da saúde em ação

Eu, que pensava que serviria ao Senhor na equipe de visitas às casas, na qual havia me inscrito, fui chamada por Ele a servir na equipe da Saúde. E como foi surpreendente exercer a minha profissão de enfermeira em benefício do Reino! Dar ouvidos às necessidades das pessoas, orar com elas, ministrar aos seus corações o mais poderoso de todos os remédios – a Palavra de Deus! Ao recordar os inúmeros momentos vividos ali, fico maravilhada com o amor de Jesus, com a soberania de Deus… Os devocionais pela manhã queimavam meu coração com a Sua Palavra e me preparavam para os atendimentos do dia, para o encontro com os pacientes nos povoados. Por meio das atividades realizadas à noite, na praça central, pude conhecer outras pessoas de Massapê e ver muitas delas se rendendo ao Senhor – homens, mulheres, jovens e não poucas crianças! Algo lindo de se ver… Jesus transformando vidas, respondendo orações, enchendo os rostos de sorrisos e molhando-os com lágrimas de indizível alegria, alívio e gratidão!

Entrega da chave da cidade ao coordenador do Impacto

A cidade, antes marcada pela seca, pela falta de água e de outros recursos, agora tem em si a marca de propriedade do Senhor Jesus! É Dele a chave da cidade entregue pelo prefeito a um dos coordenadores do Impacto em nosso primeiro dia em Massapê. Jamais esquecerei os novos irmãos em Cristo ali gerados, a acolhida amorosa e gentil dos moradores dos povoados visitados e do centro da cidade! Histórias de vida singulares, algumas complexas e tristes, foram milagrosamente transformadas para a glória de Deus!

O pastor de uma das igrejas locais pôde ver a concretização daquilo que o

Igreja reformada pela equipe de construção

próprio Senhor lhe revelara anteriormente em sonho. Sua chamada e ministério pastoral foram avivados e ganharam novo vigor. A igreja de um dos povoados foi reformada pela equipe de construção e é também um dos legados deixados pelo Impacto. E as crianças? Além das brincadeiras e ensinos diários, receberam na última noite na praça um colete amarelinho (como o dos voluntários) e autoridade de Deus para continuarem a proclamar o Evangelho de Jesus em Massapê! Creio que eu e os demais amarelinhos jamais seremos os mesmos. Fomos também marcados pelo poderoso amor de Jesus! Ah, e o sertão? Hoje também é parte da nossa trajetória pessoal e cristã, é destino certo das nossas intercessões e de futuras viagens missionárias!

Muito obrigada, Senhor Jesus! Muito obrigada, Massapê do Piauí! Valeu a pena!

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Pra. Camila Brito

É para isso que eu tenho Jesus

É para isso que eu tenho Jesus foi o tema do último acampamento da CERV, realizado no mês de Julho deste ano, em Confins (MG).

Durante três dias os irmãos aprenderam, por meio das palestras e devocionais, para quais situações têm Jesus.

Participantes do acampamento

 

Os assuntos abordados nas palestras foram:

Quem sou eu? Porque estou aqui e para onde vou?;

Os benefícios que tenho em Jesus;

Conhecer, experimentar e transmitir o amor de Jesus;

Entendendo para quê tenho Jesus a partir da 1ª carta de Pedro.

Além das palestras, todas as manhãs, em grupos pequenos, foi realizado o devocional Hora a sós com Deus.

O livro estudado foi Salmos, capítulo 119 e até o último dia do acampamento todos meditaram até o versículo 37.

Outro momento importante da programação foi a Vigília, pois a igreja pôde orar e adorar ao Senhor juntos e testemunhar a realização de maravilhas.

Muitos irmãos foram restaurados e vidas foram libertas para a glória de Deus!

 

Como está sua relação com Jesus?

 

Neste ano, participaram do acampamento cerca de 50 pessoas dentre adultos e crianças que puderam desfrutar de um tempo abençoado por Deus.

Segundo a pastora Graça Pitzer, Deus manifestou o seu amor de uma forma especial e que superou suas expectativas.

Hora a sós com Deus

“Agradeço ao Senhor por ter respondido além das nossas orações! Quantas palavras e testemunhos abençoados e que maravilhas nosso Deus fez na vida dos nossos irmãos! Sou grata a Jesus e a cada pessoa que esteve conosco no acampamento”, declarou.

Para quem foi ao acampamento, a seguir, relembre as ministrações, e você que não pôde estar conosco, ouça e permita que o Espírito Santo fale ao seu coração!

Portanto, lembre-se, para qualquer situação:

É para isso que eu tenho Jesus!

 

Saiba para quê você tem Jesus

A seguir, ouça as mensagens do acampamento É para isso que eu tenho Jesus:
Quem sou eu? porque estou aqui? e para onde vou? (Parte 1)
Quem sou eu? porque estou aqui? e para onde vou? (Parte 2)
Os benefícios que eu tenho em Jesus (parte 1)
Os benefícios que eu tenho em Jesus (parte 2)
Conhecer, experimentar e transmitir o amor de Jesus
Entendendo para quê temos Jesus a partir da 1ª carta de Pedro (parte 1)
Entendendo para quê temos Jesus a partir da 1ª carta de Pedro (parte 2)

 

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Comunicação CERV

Obediência seletiva

Obediência seletiva é a forma como muitos crentes têm escolhido viver diante dos mandamentos de Deus. Obedecem em partes ou apenas no que concorda com suas intenções pessoais.
 A Bíblia apresenta vários exemplos sobre esse tipo de obediência, dentre eles está a história de Jeú:
“Então o profeta Eliseu chamou um dos filhos dos profetas, e lhe disse: Cinge os teus lombos; e toma este vaso de azeite na tua mão, e vai a Ramote de Gileade;
E, chegando lá, vê onde está Jeú, filho de Jeosafá, filho de Ninsi; entra, e faze que ele se levante do meio de seus irmãos, e leva-o à câmara interior.
E toma o vaso de azeite, e derrama-o sobre a sua cabeça, e dize: Assim diz o Senhor: Ungi-te rei sobre Israel. Então abre a porta, foge, e não te detenhas.
Foi, pois, o moço, o jovem profeta, a Ramote de Gileade.
E, entrando ele, eis que os capitães do exército estavam assentados ali; e disse: Capitão, tenho uma palavra que te dizer. E disse Jeú: A qual de todos nós? E disse: A ti, capitão!
Então se levantou, entrou na casa, e derramou o azeite sobre a sua cabeça, e disse: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Ungi-te rei sobre o povo do Senhor, sobre Israel.” (2Rs 9.1-6)
Além desses versículos, o restante do capítulo 9 e todo o capítulo 10 apresentam em detalhes a história de Jeú
Ele foi escolhido para realizar a justiça de Deus trazendo purificação para o Reino de Israel.
É possível notar, num primeiro momento, o quão zeloso Jeú foi, pois não descansou enquanto não concluiu sua missão.
A seguir, vejamos o quatro atos de Jeú:
1 – Matou os reis de Israel e de Judá (2 Rs 9.14-29);
 
2-  Mata Jezabel (2Rs 9.30-37);
 
3- Mata toda a descendência de Acabe (2Rs 10.1-17);
 
4- Acaba com a adoração a Baal (2Rs 10.18-28).
 
 

Ele foi incisivo, direto em tudo que realizou, entretanto, no final do capítulo 10, faz uma escolha que revela as profundezas do seu coração:

 

“Porém não se apartou Jeú de seguir os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, com que fez pecar a Israel, a saber: dos bezerros de ouro, que estavam em Betel e em Dã.”  (2Rs 10.29).

 

Porém, essa palavra significa:

obediência seletiva

 

Aprenda a ser totalmente obediente

 

Porque? Porque Jeú demonstrou compromisso com Deus em seus atos, porém, ao seguir os atos de Jeroboão demonstrou que seu coração não estava de todo no Senhor.

 

 

Assim como Jeú, quantos crentes, hoje, são seletivos para obedecer as ordenanças do Senhor.

 

Entretanto, os filhos verdadeiros não selecionam qual parte da Bíblia devem crer e obedecer, a única opção existente é: obedeça a todo o livro da Lei.

 
“Mas Jeú não teve cuidado de andar com todo o seu coração na lei do Senhor Deus de Israel, nem se apartou dos pecados de Jeroboão, com que fez pecar a Israel.” (2Rs 10.31)
A partir desse versículo é possível inferir que Jeú escolheu imitar um rei que não amava Deus de todo o coração.
Mesmo tendo Davi como exemplo de um rei que andou com Deus e o serviu de todo o coração Jeú optou pelo mal exemplo.
Por isso, diante dessas duas opções é necessário escolher bons exemplos e modelos que inspirem a ter uma vida de santidade e obediência.
 
Diante disso é importante que você reflita:
Qual o interesse que está por atrás das atitudes do seu coração?
 
Quem é você?
 
Qual exemplo você tem seguido?
 
 
Não adianta fugir, se esconder ou ocultar nada do Senhor, pois Ele sonda e conhece seu coração!
“SENHOR, tu me sondaste, e me conheces.
Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces.
Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão.
Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir.
 Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?”
 
Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.” (Sl 139.1-7;14)

 

 

Deus te criou, Deus te conhece, e você bem sabe disso, então diante de ti está a escolha de abandonar a obediência seletiva e ser totalmente obediente ou permanecer no engano e na hipocrisia, desobedecendo a Deus.

 
 Ouça a mensagem Obediência seletiva e reflita sobre a sua obediência a Deus:

 

Comunicação CERV

15 anos servindo a Jesus

15 anos servindo a Jesus. Essa é a história da Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV) que ao longo desses anos já salvou, libertou e restaurou centenas de vidas.

 

Por isso, para celebrar essa data com muita alegria e gratidão, foram preparados três dias de festa com Palavra, louvor e adoração a Jesus.

 

 

O tema do aniversário da igreja foi Gratidão ao Senhor e  para compartilhar a Palavra de Deus, a partir dessa temática, foram convidados os pastores Vanderci dos Santos e Antônio Viana as missionárias Joyce Palomino e Cínthya Martinez.

 

 

Na sexta, o pastor Vanderci ministrou sobre A escolha de ser grato (a) e o texto base foi o de 1 Tessalonicenses 5.12-24. Dentre os assuntos abordados estavam: gratidão aos lideres, gratidão aos irmãos, gratidão pela igreja e crescimento espiritual em gratidão.

 

Faça a escolha de ser uma pessoa em constante crescimento, de buscar a Deus a cada dia!  Pr. Vanderci

 

 Mensagem: A escolha de ser grato (a)

 

Já no sábado, a missionária Joyce trouxe uma reflexão a partir de 1 Tessalonicenses 5.16, por meio da mensagem Gratidão é compartilhar as bênçãos.

 

Inicialmente, a irmã pediu a igreja que lembrasse das bênçãos recebidas do Senhor.

 

Membros da comunidade celebrando os 15 anos da CERV

 

Após essas lembranças ela ressaltou que muitos irmãos têm recebido bênçãos, entretanto, não a compartilham com os outros. 

 

E, isso, nada mais é que ausência de gratidão a Deus! Por isso, Joyce ressaltou, é fundamental repensar o verdadeiro significado de ser grato.

 

Portanto, ser grato não é apenas desfrutar de uma vida boa, mas compartilha-la com os irmãos que necessitam.

 

Veja mais fotos do aniversário da CERV

 

Em toda a pregação, a missionária destacou que feliz é o que dá, grato é o que dá, pois quem não age dessa forma, demonstra ingratidão.

 

Que o seu coração seja tão grato a ponto de agir em favor da obra do Senhor. Joyce Palomino

 

 Mensagem: Gratidão é compartilhar as bênçãos

 

 

Para encerrar esse tempo de festa e gratidão ao Senhor, o pastor Antônio Viana pregou sobre a vida de Maria, a mulher que ungiu os pés de Jesus.

 

 

A partir do texto de Marcos 14.3-9, o pastor ministrou a mensagem Aprendendo lições de gratidão com Maria.

A seguir, veja as lições que Maria ensina a igreja e reflita se, assim como ela você tem sido grato (a) Jesus:
1 – Maria fez  o que pôde;
2 –  MARIA FEZ O SEU MELHOR;
3-  MARIA DEU O QUE TINHA DE MAIS VALOR;
4 – MARIA FEZ APESAR DAS CRÍTICAS;
5 – MARIA FEZ SÓ PARA AGRADAR A JESUS;
6- MARIA FEZ A PESSOA CERTA;
7-  MARIA FEZ NO TEMPO CERTO;
8- MARIA FEZ COM REFLEXO PARA A ETERNIDADE.

 

 

O pastor Antônio terminou sua mensagem convidando os irmãos a imitarem as atitudes de Maria, pois elas demonstram verdadeira gratidão ao Senhor e acrescentou:

 

Amados, sei que essa igreja pertence ao Senhor, por isso, amem essa igreja, amem a pastora Graça! Pr. Antônio Viana

 

Mensagem: Aprendendo lições de gratidão com Maria

 

 

Presente da Mocidade

A festa de 15 anos da CERV foi encerrada com a entrega de um quadro com o texto Quinze anos, um só Deus e uma igreja restaurada escrito pelos jovens da Mocidade e uma oração de gratidão.

 

Logo em seguida foi cantado o tradicional “parabéns”, com direito a bolo e vela de aniversário e muitos aplausos ao Senhor Jesus!

 

Louvo ao Senhor porque Ele é que tem sustentado a CERV ao longo desses 15 anos. Quero agradecer a minha família e a cada ovelha que tem andado ombro a ombro comigo, servindo ao Senhor e o amando de todo o coração! Que Deus nos conceda mais anos na Sua presença, para adorá-lo e servi-lo com excelência! Pra. Graça Pitzer.

 

A Comunidade Evangélica Restaurando Vidas louva a Jesus por mais este aniversário e agradece pela vida da pastora Graça Pitzer, que incansavelmente tem dedicado sua vida a Jesus e as ovelhas com amor e fé inabalável!

 

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Comunicação CERV

Ganhando almas pela dor

Ganhando almas pela dor, assim tem sido a vida de muitos missionários espalhados sobre a Terra.

 

Debaixo de perseguição, sofrimento, perdas, escassez, muitos irmãos têm pregado o Evangelho por amor a Cristo e as almas.

 

 

 

Esses irmãos deixam tudo para cumprir a vontade do Senhor Jesus: Ir por todo o mundo e pregar o Evangelho.

 

 

 

Em Atos, capítulo 16, versos 16 ao 40, nos é apresentado o testemunho de Paulo e Silas.

 

Esses dois homens eram servos do Senhor e por pregarem o Evangelho, passaram por muitas dores, vejamos a seguir:

 

“Certo dia, indo nós para o lugar de oração, encontramos uma escrava que tinha um espírito pelo qual predizia o futuro. Ela ganhava muito dinheiro para os seus senhores com adivinhações.
Essa moça seguia a Paulo e a nós, gritando: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e lhes anunciam o caminho da salvação”.
Ela continuou fazendo isso por muitos dias. Finalmente, Paulo ficou indignado, voltou-se e disse ao espírito: “Em nome de Jesus Cristo eu lhe ordeno que saia dela! “
No mesmo instante o espírito a deixou.
Percebendo que a sua esperança de lucro tinha se acabado, os donos da escrava agarraram Paulo e Silas e os arrastaram para a praça principal, diante das autoridades.
E, levando-os aos magistrados, disseram: “Estes homens são judeus e estão perturbando a nossa cidade, propagando costumes que a nós, romanos, não é permitido aceitar nem praticar”.
A multidão ajuntou-se contra Paulo e Silas, e os magistrados ordenaram que se lhes tirassem as roupas e fossem açoitados.
Depois de serem severamente açoitados, foram lançados na prisão. O carcereiro recebeu instrução para vigiá-los com cuidado.
Tendo recebido tais ordens, ele os lançou no cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco.
Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus; os outros presos os ouviam.
De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados. Imediatamente todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram.
O carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, desembainhou sua espada para se matar, porque pensava que os presos tivessem fugido.
Mas Paulo gritou: “Não faça isso! Estamos todos aqui! “
O carcereiro pediu luz, entrou correndo e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.
Então levou-os para fora e perguntou: “Senhores, que devo fazer para ser salvo? “
Eles responderam: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”.
E pregaram a palavra de Deus, a ele e a todos os de sua casa.
Naquela mesma hora da noite o carcereiro lavou as feridas deles; em seguida, ele e todos os seus foram batizados.
Então os levou para a sua casa, serviu-lhes uma refeição e com todos os de sua casa alegrou-se muito por haver crido em Deus.
Quando amanheceu, os magistrados mandaram os seus soldados ao carcereiro com esta ordem: “Solte estes homens”.
O carcereiro disse a Paulo: “Os magistrados deram ordens para que você e Silas sejam libertados. Agora podem sair. Vão em paz”.
Mas Paulo disse aos soldados: “Sendo nós cidadãos romanos, eles nos açoitaram publicamente sem processo formal e nos lançaram na prisão. E agora querem livrar-se de nós secretamente? Não! Venham eles mesmos e nos libertem”.
Os soldados relataram isso aos magistrados, os quais, ouvindo que Paulo e Silas eram romanos, ficaram atemorizados.
Vieram para se desculpar diante deles e, conduzindo-os para fora da prisão, pediram-lhes que saíssem da cidade.
Depois de saírem da prisão, Paulo e Silas foram à casa de Lídia, onde se encontraram com os irmãos e os encorajaram. E então partiram”.
Paulo e Silas, nesse relato bíblico, estavam ganhando almas pela dor, dor física, que lhes deram uma família para Cristo.
Mesmo em meio a dor, Deus tinha um propósito: salvar uma família.
Porém, Ele precisava de pessoas com um coração missionário, dedicado ao IDE, com amor e por amor.
Será que seu coração está amando Deus e as almas? O que tem feito para levar Jesus a outras pessoas?
Ouça a mensagem ‘Ganhando almas pela dor’ e pense se você tem pregado o evangelho:

 

 

Comunicação CERV

Amor sacrificial

O Amor sacrificial é aquele que nega a si mesmo, as suas vontades e privilégios em favor daqueles que ama.

 

 

 

Uma pessoa só consegue amar dessa forma se tiver morrido para si mesma e nascido para uma nova vida, que anda no Espírito e não na carne.

 

 

 

Quem anda no espírito, ama a Deus, a si mesmo e ao próximo, por meio do amor do próprio Senhor, derramado pelo Espírito Santo (Rm 5.5).

 

Entenda a importância da vida espiritual da família

 

 

Aquele que verdadeiramente ama, é uma nova vida, e como afirma 1 João, capítulo 2, versos 10 e 11, anda na luz:

 

 

Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegara

 

 

 A família que não estiver baseada no “andar na luz”, com atitudes que podem ser vistas de dia, está em trevas. E isso não é de Deus.

 

 

Logo, o amor não é o alicerce dessa família que está fadada a ser destruída por Satanás.

 

Satanás, só pode tocar na família, porque as pessoas estão andando na carne, pecando, e dando lugar para Ele.
Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? (1 Co 3.3)

 

 

Aprenda como seguir jesus cristo juntos, em família

 

A solução para esse problema é o amor: amar a Deus sobre todas as coisas. Quem ama, obedece e se santifica.

 

 

 

Quem ama, tem prazer de: orar, jejuar, estudar a Bíblia, estar na igreja e ter comunhão com a família.

 

 

 

 

O amor sacrificial transforma a vida de quem ama e de quem é amado

 

Isso acontece porque Deus se torna o centro da vida individual e familiar proporcionando a verdadeira alegria.

 

 

O amor sacrificial na família também serve de testemunho para outras famílias que precisam ser transformadas.

 

 

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos (1Jo 3.16)

 

Será que você tem amado a Deus? a si mesmo?  a sua família?

 

Tem se dedicado em amar sua esposa (o), seus filhos, pais, assim como Jesus amou ao dar sua vida na cruz?

 

Se assim não tem sido, você não tem amado a Deus, pois se estivesse o amando, estaria amando aos seus!

Ouça a mensagem ‘Amor sacrificial’ e seja transformado (a) pela Palavra de Deus:

 

 

Comunicação CERV

Mães sábias

Possivelmente, na 1ª viagem missionária de Paulo, durante sua estadia na cidade de Listra, a família de Lóide tenha se convertido.

Já em sua segunda viagem missionária, quando o apóstolo regressa àquela cidade, leva consigo o jovem Timóteo. Paulo investiu em Timóteo, preparando-o para ser líder e continuar sua missão naquela geração.

E em sua última carta, encorajou o jovem a perseverar e prosseguir na jornada até o fim.

Paulo escreveu dizendo que orava por Timóteo dia e noite, trazendo à memória sua fé não fingida, que habitara primeiro em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice (2Tm 1.3-5).

Entenda o valor incomparável de uma mãe

Eunice era uma jovem judia, que se casara com um grego. A Bíblia não nos fala a respeito de seu esposo. Não sabemos como era o seu relacionamento com ele, mas podemos perceber a sua influencia dentro do lar ao observarmos que Timóteo não era circuncidado.

Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Contudo, sobre a vida desse jovem, prevaleceram as orações e a firmeza da fé de Eunice. Conforme podemos inferir pelos escritos de Paulo (2Tm 3.14,15).

Certamente, a fé de Eunice e sua mãe marcou o apóstolo. Afinal, dentre tantas judias que ele conhecera, foi a elas que destinou seus elogios. Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Timóteo crescera “respirando Bíblia”. Sua mãe e avó presentearam-lhe com a semente da Palavra de Deus, que brotou em sua vida e fez dele um continuador da obra de Paulo.

Na família, em geral, é a mulher que passa mais tempo em casa, o que lhe propicia o maravilhoso privilégio de ministrar e ensinar a Palavra de Deus aos filhos.

A mãe de Wesley, por exemplo, teve dezenove filhos e os levou a decorar textos bíblicos e as letras dos hinos que cantavam na igreja, desde pequeninos.

Aprenda mais sobre a importância da maternidade

Dois de seus filhos tornaram-se grandemente usados pelo Senhor como avivalistas. Estes foram John Wesley, que evangelizou milhares, pregando a Palavra com poder e Charles Wesley, que compôs inúmeros hinos avivados.

Isso somente é possível quando mães se colocam verdadeiramente na posição de mulheres sábias e prudentes. Você tem tirado tempo para meditar na Palavra de Deus e para ensiná-la aos seus filhos?

 

Texto adaptado da Pra. Ângela Valadão, portal lagoinha.com

Aprenda mais sobre ‘Mães sábias’ participe hoje do culto, às 19 horas, na CERV (R. Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Como ter uma família feliz?

Como ter uma família feliz?

Com certeza você já fez ou ouviu essa pergunta alguma vez em sua vida. As respostas podem ser as mais variadas.

Mas dentre essas respostas qual garante o êxito de desfrutar da felicidade dentro do lar?

Essa questão e outras que envolvem a família serão respondidas no:

III Congresso Legislativo, Direito e Igreja 

Revendo conceitos: Família de Deus nos dias de hoje

O congresso será realizado no dia 26 de maio (sábado), das 8 às 21 horas, na Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV).

Os temas que serão abordados nas palestras e painéis são:

-Casamento

– Criação de Filhos

– O plano de Deus para a família

– O poder legislativo e a família

– O poder judiciário e a família

 

Aprenda mais sobre princípios importantes para construir a sua família

 

Todos esses assuntos serão elucidados aos participantes à luz das Sagradas Escrituras, pelos seguintes palestrantes:

 

Promotor Joaquim Miranda

Graduado em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (1990), mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade de Coimbra (2001) e doutor em Ciências Jurídico-Sociais pela Universidade do Museu Social Argentino (2008). Atualmente, compõe o Comitê Acadêmico do novo Doutorado em Ciências Jurídicas da Universidad del Museo Social Argentino

 

Deputado João Leite

Ex-atleta profissional e bacharel em História. Ao encerrar a carreira de atleta, João Leite dedicou-se à política. Foi vereador por Belo Horizonte e deputado estadual, e eleito deputado estadual por seis mandatos sucessivos. Atualmente é deputado estadual e exerce seu sexto mandato consecutivo na Assembleia de Minas, onde ingressou em 1995.

 

 
Antônio Viana

Há 17 anos exerce o pastorado e foi o pastor presidente e fundador da Comunidade Evangélica Palavra Viva em Paraobeba (MG). Atualmente é pastor da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte e líder do Culto Jeová Rafá.

 

 

 

 

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Nélson e Solange Gouvêa

Casados há 39 anos, Nélson e Solange são formados em teologia pelo Seminário Evangélico Betânia de Coronel Fabriciano (MG). Atuaram por muitos anos da área de ensino e louvor. Desde 2001 fazem parte do Corpo Pastoral da Igreja Batista da Renascença de Belo Horizonte (MG), trabalhando como pastores da família. Receberam da parte de Deus um Ministério específico com famílias, no qual trabalham há vários anos.

 

Ruy Mota

 

Fundador, junto ao seu irmão, da empresa Bello Cards, em Belo Horizonte. É pastor e adorador do Senhor Jesus. Seu último trabalho musical é o CD “Põe o trem nos trilhos”.

 

 

Marcelo Leocádio

Casado há 17 anos com Sandra, Marcelo é membro da Igreja Evangélica Betânia de Venda Nova, onde atua no ministério de louvor.

 

 

Para ter acesso ao conhecimento que será compartilhado pelos convidados, acima, você investirá apenas R$30,00 reais.

Neste valor está incluído: material do congresso, acesso as palestras e painéis, almoço e jantar.

Faça esse investimento na sua vida e na sua família!

Para se inscrever, entre em contato com a diretoria do seminário, Kátia Brito: (31) 3504-1341 / 993096957. Ou envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br.

 

Saiba ‘Como ter uma família feliz’ inscreva-se no congresso! As inscrições encerram-se no dia 22 de maio!
Mais informações ligue: (31) 3504-1341 / 99309-6957 (fale com Kátia)

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

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