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Ganhando almas pela dor

Ganhando almas pela dor, assim tem sido a vida de muitos missionários espalhados sobre a Terra.

 

Debaixo de perseguição, sofrimento, perdas, escassez, muitos irmãos têm pregado o Evangelho por amor a Cristo e as almas.

 

 

 

Esses irmãos deixam tudo para cumprir a vontade do Senhor Jesus: Ir por todo o mundo e pregar o Evangelho.

 

 

 

Em Atos, capítulo 16, versos 16 ao 40, nos é apresentado o testemunho de Paulo e Silas.

 

Esses dois homens eram servos do Senhor e por pregarem o Evangelho, passaram por muitas dores, vejamos a seguir:

 

“Certo dia, indo nós para o lugar de oração, encontramos uma escrava que tinha um espírito pelo qual predizia o futuro. Ela ganhava muito dinheiro para os seus senhores com adivinhações.
Essa moça seguia a Paulo e a nós, gritando: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e lhes anunciam o caminho da salvação”.
Ela continuou fazendo isso por muitos dias. Finalmente, Paulo ficou indignado, voltou-se e disse ao espírito: “Em nome de Jesus Cristo eu lhe ordeno que saia dela! “
No mesmo instante o espírito a deixou.
Percebendo que a sua esperança de lucro tinha se acabado, os donos da escrava agarraram Paulo e Silas e os arrastaram para a praça principal, diante das autoridades.
E, levando-os aos magistrados, disseram: “Estes homens são judeus e estão perturbando a nossa cidade, propagando costumes que a nós, romanos, não é permitido aceitar nem praticar”.
A multidão ajuntou-se contra Paulo e Silas, e os magistrados ordenaram que se lhes tirassem as roupas e fossem açoitados.
Depois de serem severamente açoitados, foram lançados na prisão. O carcereiro recebeu instrução para vigiá-los com cuidado.
Tendo recebido tais ordens, ele os lançou no cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco.
Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus; os outros presos os ouviam.
De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados. Imediatamente todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram.
O carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, desembainhou sua espada para se matar, porque pensava que os presos tivessem fugido.
Mas Paulo gritou: “Não faça isso! Estamos todos aqui! “
O carcereiro pediu luz, entrou correndo e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.
Então levou-os para fora e perguntou: “Senhores, que devo fazer para ser salvo? “
Eles responderam: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”.
E pregaram a palavra de Deus, a ele e a todos os de sua casa.
Naquela mesma hora da noite o carcereiro lavou as feridas deles; em seguida, ele e todos os seus foram batizados.
Então os levou para a sua casa, serviu-lhes uma refeição e com todos os de sua casa alegrou-se muito por haver crido em Deus.
Quando amanheceu, os magistrados mandaram os seus soldados ao carcereiro com esta ordem: “Solte estes homens”.
O carcereiro disse a Paulo: “Os magistrados deram ordens para que você e Silas sejam libertados. Agora podem sair. Vão em paz”.
Mas Paulo disse aos soldados: “Sendo nós cidadãos romanos, eles nos açoitaram publicamente sem processo formal e nos lançaram na prisão. E agora querem livrar-se de nós secretamente? Não! Venham eles mesmos e nos libertem”.
Os soldados relataram isso aos magistrados, os quais, ouvindo que Paulo e Silas eram romanos, ficaram atemorizados.
Vieram para se desculpar diante deles e, conduzindo-os para fora da prisão, pediram-lhes que saíssem da cidade.
Depois de saírem da prisão, Paulo e Silas foram à casa de Lídia, onde se encontraram com os irmãos e os encorajaram. E então partiram”.
Paulo e Silas, nesse relato bíblico, estavam ganhando almas pela dor, dor física, que lhes deram uma família para Cristo.
Mesmo em meio a dor, Deus tinha um propósito: salvar uma família.
Porém, Ele precisava de pessoas com um coração missionário, dedicado ao IDE, com amor e por amor.
Será que seu coração está amando Deus e as almas? O que tem feito para levar Jesus a outras pessoas?
Ouça a mensagem ‘Ganhando almas pela dor’ e pense se você tem pregado o evangelho:

 

 

Comunicação CERV

Amor sacrificial

O Amor sacrificial é aquele que nega a si mesmo, as suas vontades e privilégios em favor daqueles que ama.

 

 

 

Uma pessoa só consegue amar dessa forma se tiver morrido para si mesma e nascido para uma nova vida, que anda no Espírito e não na carne.

 

 

 

Quem anda no espírito, ama a Deus, a si mesmo e ao próximo, por meio do amor do próprio Senhor, derramado pelo Espírito Santo (Rm 5.5).

 

Entenda a importância da vida espiritual da família

 

 

Aquele que verdadeiramente ama, é uma nova vida, e como afirma 1 João, capítulo 2, versos 10 e 11, anda na luz:

 

 

Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegara

 

 

 A família que não estiver baseada no “andar na luz”, com atitudes que podem ser vistas de dia, está em trevas. E isso não é de Deus.

 

 

Logo, o amor não é o alicerce dessa família que está fadada a ser destruída por Satanás.

 

Satanás, só pode tocar na família, porque as pessoas estão andando na carne, pecando, e dando lugar para Ele.
Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? (1 Co 3.3)

 

 

Aprenda como seguir jesus cristo juntos, em família

 

A solução para esse problema é o amor: amar a Deus sobre todas as coisas. Quem ama, obedece e se santifica.

 

 

 

Quem ama, tem prazer de: orar, jejuar, estudar a Bíblia, estar na igreja e ter comunhão com a família.

 

 

 

 

O amor sacrificial transforma a vida de quem ama e de quem é amado

 

Isso acontece porque Deus se torna o centro da vida individual e familiar proporcionando a verdadeira alegria.

 

 

O amor sacrificial na família também serve de testemunho para outras famílias que precisam ser transformadas.

 

 

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos (1Jo 3.16)

 

Será que você tem amado a Deus? a si mesmo?  a sua família?

 

Tem se dedicado em amar sua esposa (o), seus filhos, pais, assim como Jesus amou ao dar sua vida na cruz?

 

Se assim não tem sido, você não tem amado a Deus, pois se estivesse o amando, estaria amando aos seus!

Ouça a mensagem ‘Amor sacrificial’ e seja transformado (a) pela Palavra de Deus:

 

 

Comunicação CERV

Mães sábias

Possivelmente, na 1ª viagem missionária de Paulo, durante sua estadia na cidade de Listra, a família de Lóide tenha se convertido.

Já em sua segunda viagem missionária, quando o apóstolo regressa àquela cidade, leva consigo o jovem Timóteo. Paulo investiu em Timóteo, preparando-o para ser líder e continuar sua missão naquela geração.

E em sua última carta, encorajou o jovem a perseverar e prosseguir na jornada até o fim.

Paulo escreveu dizendo que orava por Timóteo dia e noite, trazendo à memória sua fé não fingida, que habitara primeiro em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice (2Tm 1.3-5).

Entenda o valor incomparável de uma mãe

Eunice era uma jovem judia, que se casara com um grego. A Bíblia não nos fala a respeito de seu esposo. Não sabemos como era o seu relacionamento com ele, mas podemos perceber a sua influencia dentro do lar ao observarmos que Timóteo não era circuncidado.

Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Contudo, sobre a vida desse jovem, prevaleceram as orações e a firmeza da fé de Eunice. Conforme podemos inferir pelos escritos de Paulo (2Tm 3.14,15).

Certamente, a fé de Eunice e sua mãe marcou o apóstolo. Afinal, dentre tantas judias que ele conhecera, foi a elas que destinou seus elogios. Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Timóteo crescera “respirando Bíblia”. Sua mãe e avó presentearam-lhe com a semente da Palavra de Deus, que brotou em sua vida e fez dele um continuador da obra de Paulo.

Na família, em geral, é a mulher que passa mais tempo em casa, o que lhe propicia o maravilhoso privilégio de ministrar e ensinar a Palavra de Deus aos filhos.

A mãe de Wesley, por exemplo, teve dezenove filhos e os levou a decorar textos bíblicos e as letras dos hinos que cantavam na igreja, desde pequeninos.

Aprenda mais sobre a importância da maternidade

Dois de seus filhos tornaram-se grandemente usados pelo Senhor como avivalistas. Estes foram John Wesley, que evangelizou milhares, pregando a Palavra com poder e Charles Wesley, que compôs inúmeros hinos avivados.

Isso somente é possível quando mães se colocam verdadeiramente na posição de mulheres sábias e prudentes. Você tem tirado tempo para meditar na Palavra de Deus e para ensiná-la aos seus filhos?

 

Texto adaptado da Pra. Ângela Valadão, portal lagoinha.com

Aprenda mais sobre ‘Mães sábias’ participe hoje do culto, às 19 horas, na CERV (R. Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Como ter uma família feliz?

Como ter uma família feliz?

Com certeza você já fez ou ouviu essa pergunta alguma vez em sua vida. As respostas podem ser as mais variadas.

Mas dentre essas respostas qual garante o êxito de desfrutar da felicidade dentro do lar?

Essa questão e outras que envolvem a família serão respondidas no:

III Congresso Legislativo, Direito e Igreja 

Revendo conceitos: Família de Deus nos dias de hoje

O congresso será realizado no dia 26 de maio (sábado), das 8 às 21 horas, na Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV).

Os temas que serão abordados nas palestras e painéis são:

-Casamento

– Criação de Filhos

– O plano de Deus para a família

– O poder legislativo e a família

– O poder judiciário e a família

 

Aprenda mais sobre princípios importantes para construir a sua família

 

Todos esses assuntos serão elucidados aos participantes à luz das Sagradas Escrituras, pelos seguintes palestrantes:

 

Promotor Joaquim Miranda

Graduado em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (1990), mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade de Coimbra (2001) e doutor em Ciências Jurídico-Sociais pela Universidade do Museu Social Argentino (2008). Atualmente, compõe o Comitê Acadêmico do novo Doutorado em Ciências Jurídicas da Universidad del Museo Social Argentino

 

Deputado João Leite

Ex-atleta profissional e bacharel em História. Ao encerrar a carreira de atleta, João Leite dedicou-se à política. Foi vereador por Belo Horizonte e deputado estadual, e eleito deputado estadual por seis mandatos sucessivos. Atualmente é deputado estadual e exerce seu sexto mandato consecutivo na Assembleia de Minas, onde ingressou em 1995.

 

 
Antônio Viana

Há 17 anos exerce o pastorado e foi o pastor presidente e fundador da Comunidade Evangélica Palavra Viva em Paraobeba (MG). Atualmente é pastor da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte e líder do Culto Jeová Rafá.

 

 

 

 

Conheça nosso curso de teologia

 

Nélson e Solange Gouvêa

Casados há 39 anos, Nélson e Solange são formados em teologia pelo Seminário Evangélico Betânia de Coronel Fabriciano (MG). Atuaram por muitos anos da área de ensino e louvor. Desde 2001 fazem parte do Corpo Pastoral da Igreja Batista da Renascença de Belo Horizonte (MG), trabalhando como pastores da família. Receberam da parte de Deus um Ministério específico com famílias, no qual trabalham há vários anos.

 

Ruy Mota

 

Fundador, junto ao seu irmão, da empresa Bello Cards, em Belo Horizonte. É pastor e adorador do Senhor Jesus. Seu último trabalho musical é o CD “Põe o trem nos trilhos”.

 

 

Marcelo Leocádio

Casado há 17 anos com Sandra, Marcelo é membro da Igreja Evangélica Betânia de Venda Nova, onde atua no ministério de louvor.

 

 

Para ter acesso ao conhecimento que será compartilhado pelos convidados, acima, você investirá apenas R$30,00 reais.

Neste valor está incluído: material do congresso, acesso as palestras e painéis, almoço e jantar.

Faça esse investimento na sua vida e na sua família!

Para se inscrever, entre em contato com a diretoria do seminário, Kátia Brito: (31) 3504-1341 / 993096957. Ou envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br.

 

Saiba ‘Como ter uma família feliz’ inscreva-se no congresso! As inscrições encerram-se no dia 22 de maio!
Mais informações ligue: (31) 3504-1341 / 99309-6957 (fale com Kátia)

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

Uma vida missionária

Foto: arquivo pessoal

Uma vida missionária, dedicada a serviço do Reino de Deus. Assim tem sido a vida do casal Paulo Roberto Resende e Maria das Graças, missionários de Cristo.

Foram convocados pelo Senhor, ainda jovens, recém-casados, a servirem a Deus numa tribo indígena no Amazonas.

Venderam tudo o que possuíam e renunciaram ao seus sonhos para viver os sonhos de Deus.

Antes de viajarem, a irmã Maria das Graças descobriu que estava grávida e ainda recebeu a notícia de que sua mãe estava enferma.

Sob muitas críticas e palavras negativas, ela escolheu permanecer firme no chamado de Deus e seguiu rumo a missão que Ele tinha para ela e Paulo Roberto.

Acompanhados de duas irmãs, Paula e Marina, viajaram para o Amazonas e lá viveram, quase sete anos, a serviço do Reino.

O primeiro filho do casal, nasceu numa madrugada, na casa que moravam na tribo.

O parto foi realizado por  Paulo Roberto e o bebê, batizado com o nome de Eliatã, nasceu com perfeita saúde, contrariando todas as expectativas negativas que haviam a respeito da criança.

No período que viveram em missões, com os indígenas e ribeirinhos, enfrentaram várias batalhas.

Mas, para a glória de Deus, obtiveram vitórias sobre escassez, doenças e dificuldades.

Entenda a importância de viver para o Reino e pregar o Reino de Deus a toda criatura

Porém, antes de viverem uma vida missionária, foi necessário acontecer transformações individuais.

Maria das Graças, antes de conhecer Paulo já era convertida a Jesus.

Já o  missionário Paulo Roberto estava longe do Senhor, vivendo do crime e tráfico de drogas.

Seu antigo nome era Paulinho Bonfim, como fora apelidado pela polícia militar e imprensa de Belo Horizonte.

Foto: divulgação

Ainda jovem foi resgatado por Jesus Cristo da sua antiga forma de viver e desde então, o seguinte versículo, tem feito parte da sua trajetória cristã:

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

 

Em maio deste ano celebra mais de 50 anos de conversão e serviço à obra missionária.

Hoje, Paulo Roberto conta suas experiências como missionário atuante no Amazonas, na Itália e em outros lugares do mundo.

Já pregou em várias igrejas brasileiras e em mais de 20 países em todo o mundo.

Nesta mensagem, ele e sua esposa Maria das Graças compartilham a Palavra de Deus e diversos testemunhos de fé e amor à missões.

Conheça mais sobre a história do missionário Paulo Roberto

 Ouça o testemunho ‘Uma vida missionária’ e se inspire na história real de um casal que ama Jesus e as almas:

 

 ‘Uma vida missionária’ Parte 1:
‘Uma vida missionária’ parte 2:

 

Comunicação CERV

Uma amizade perigosa

Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4).

O mundo, kosmos, aqui, não é o mundo físico, geográfico ou habitado pelo homens, mas um sistema de valores que está em aberta oposição a Deus e à sua palavra.

Não se trata de algo material, mas espiritual. Não se refere à criação, mas à cosmovisão que conspira contra os preceitos de Deus.

É uma maneira ver a vida, a família, a sociedade, a igreja, o dinheiro, o sexo, os prazeres, as oportunidades, o tempo e a eternidade deixando de lado a realidade de Deus e de sua Palavra.

Ser amigo desse sistema é um ato de infidelidade a Deus. É como um adultério espiritual.

Deus firmou um pacto conosco, onde somos o seu povo e ele é o nosso Deus. Estamos numa relação de aliança com ele. Devemos a ele fidelidade e obediência.

Portanto, ser amigo do mundo, amar o mundo e conformar-se com o mundo, é virar as costas para Deus, repudiá-lo e ser infiel a ele.

Consequentemente, a amizade do mundo é inimiga de Deus. Não dá para ser amigo de Deus e do mundo ao mesmo tempo.

É impossível viver enamorado do mundo e ter comunhão com Deus. A amizade do mundo exclui a amizade com Deus e a amizade com Deus impede a amizade com o mundo.

Esse sistema chamado “mundo” é governado por um ser maligno. O mundo tem um príncipe que está em oposição a Deus. O príncipe deste mundo é o Diabo.

Ele é mentiroso, ladrão e assassino. Ele é enganador, tentador e destruidor. Veio para roubar, matar e destruir.

Entenda a importância das escolhas para ter uma vida feliz

Este príncipe das trevas mantém as pessoas cativas em sua casa, na sua potestade e no seu reino lúgubre e lôbrego. Ser amigo do mundo é viver debaixo desse influência maligna.

O mundo tem o seu glamour. Suas ofertas são sedutoras. Suas propostas são aparentemente vantajosas.

O Diabo é um embusteiro. Oferece o que não pode dar. Seus banquetes têm muitas taças transbordantes de prazer, mas ao fim são taças cheias de veneno.

Ao mesmo que oferecem prazer, trazem desgosto; ao mesmo tempo que fazem promessas de liberdade, escravizam. Ao mesmo tempo que anunciam vida, pagam com a morte.

Oh, Deus é a fonte da vida! Na sua presença há plenitude de alegria. Ele é a fonte de todo o bem. Só ele pode trazer alegria para a alma, descanso para a mente, alívio para o coração.

Só ele pode tirar o fardo pesado da dor, perdoar os pecados e fazer novas todas as coisas em nossa vida. A amizade de Deus é o mais sublime privilégio da vida. Ser amigo de Deus é desfrutar de alegria indizível e cheia de glória.

Desfrutar da intimidade de Deus é beber as taças da verdadeira felicidade. Obedecer a Deus é a essência do nosso verdadeiro prazer. Só quando conhecemos a amizade de Deus, temos pleno discernimento de quão enganoso é o mundo.

Só quando saboreamos a alegria da vida eterna e os privilégios que ela traz temos uma noção cristalina de quão perverso é o mundo, quão iníquos são seus valores e quão terrível é o Diabo.

É tempo de rompermos com a amizade do mundo. É tempo de olharmos para a vida na perspectiva de Deus e quebrarmos todos os vínculos que ainda tentam nos prender ao mundo.

Saiba mais sobre as amizade offline e online

O caminho do mundo é largo, mas leva à perdição. A porta do mundo é espaçosa, mas conduz à morte. O mundo é uma mentira. Suas vantagens são pura perda. Seus prazeres são notórios pesados. Seu caminho leva ao inferno. Sua amizade é inimiga de Deus.

Porém, a amizade de Deus é o caminho mais seguro para a nossa plena felicidade aqui e por toda a eternidade, uma vez que a própria essência da vida eterna é conhecer a Deus e deleitarmo-nos nele para sempre e sempre.

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

Aprenda sobre o tema ‘Uma amizade perigosa’, participe dos cultos da Mocidade Restaurando Vidas, aos sábados, às 19 horas.
Mais informações ligue: (31) 98425-5591 (Raquel Almeida)

Seguindo Jesus Cristo juntos

Seguindo Jesus Cristo juntos convida  você a refletir sobre a importância da família seguir ao Senhor em comunhão.

Entretanto, o que pode se observar no meio cristão é a falta de unidade entre os membros da família.

Em João, capítulo 14, verso 6, Jesus afirma:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”

Jesus é o caminho no qual a família deve andar unida.

Se cada pessoa decidir andar em seus próprios caminhos e vontades, trará consequências ruins para o seio familiar.

A seguir, vejamos algumas atitudes de coração que devem fazer parte da família:

1) Fidelidade (Rt 1.16-18)

Rute, nora de Noemi, demonstrou fidelidade a sogra. Foi com ela morar em outro lugar e servir um Deus que ainda não conhecia.

Infelizmente, nas relações familiares (esposo e esposa, irmãos, pais e filhos) não há fidelidade.

Não há fidelidade a Deus e muitos menos as relações estabelecidas.

E essa fidelidade deve começar com o casal e depois com os filhos.

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2) Andar ombro a ombro (Êx 32.26-28)

Nesse texto apenas os levitas ficaram ao lado de Moisés e fizeram o que o Senhor ordenou.

Deus ofereceu oportunidade ao povo de obedecê-lo, mas apenas os levitas fizeram essa escolha.

Na família todos devem seguir na mesma direção, ter o mesmo pensamento e falar a mesma língua.

Porém, como muitos dos israelitas, na família há também aqueles membros que não querem seguir o caminho correto, mas fazem o que desejam.

E a partir dessa escolha dá-se inicio aos desentendimentos e as diferenças.

A família não é abençoada porque os membros não fazem o que é correto, andam segundo os propósitos da própria carne.

3) Andar na certeza da vitória da família (Jz 7.17 e 18)

Nessa referência bíblia é possível notar a certeza que o povo tinha na vitória, por isso seguiam a Gideão.

A vitória chega a família por meio da unidade entre os membros e a confiança de todos na vitória que Jesus concede aos obedientes.

A família só não é vitoriosa porque não permanece seguindo Jesus Cristo juntos.

4) A família precisa tomar decisões juntos (2 Sm 15.19-22)

Davi fugiu do filho para não ser morto.

E encontrou com um jovem e sua família que escolheram, juntos servir ao rei na batalha.

A decisão foi tomada por toda a família do moço. Eles fizeram uma escolha correta.

Raramente a família se reúne para resolver questões de relacionamento e até mesmo questões financeiras.

Cada um faz as suas escolhas sem consultar os outros.

A família precisa dialogar, entretanto, cada um vive no seu universo: seja no celular, na tv, dormindo ou na companhia de ímpios.

Por isso, há tantos problemas dentro do lar.

5) A família precisa perseverar (2 Rs 2. 1-6)

Eliseu perseverou em seguir Elias.

Infelizmente, nas famílias os homens não têm exercito o papel de sacerdote.

Não oram pelas esposas e muito menos pelos seus filhos. Delegam suas responsabilidades para as esposas.

Porém, o sacerdote e o cabeça do lar não é a mulher, mas o homem.

Mas, não é isso que tem se testemunhado nas famílias evangélicas.

Leia como o marido deve amar sua mulher

6) Confiança (At 12.8 e 9)

Pedro estava preso e a igreja orando pela sua libertação. Deus enviou um anjo em seu auxílio.

E Pedro seguiu exatamente cada instrução dada pelo anjo e conquistou a liberdade.

A falta de confiança tem acometido muitos casamentos.

E onde não há confiança, há desconfiança e isso tem destruído muitos matrimônios.

Com isso, surge a confusão, a degradação e a destruição dos relacionamentos no lar.

Se todos os membros da família dedicar-se em observar cada um dos pontos acima apresentados, com perseverança, verá a mudança que deseja ver no seu lar.

Portanto, examine seu coração e avalie se você tem sido o esposo ou a esposa ou o filho ou o pai ou a mãe que tem sido diligente na prática da Palavra de Deus.

Ouça a mensagem ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’ e seja edificado pela Palavra de Deus:
Parte 1:
Parte 2:
Aprenda mais sobre o tema ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’, participe do Culto da Família no dia 29 de abril, às 19 horas, na CERV.

Comunicação CERV

Filho, volta

Filho, volta é uma mensagem que trata sobre o perdão e o amor de Deus pelos seus filhos.

É o convite do Senhor para seus filhos, que o abandonaram, para retornarem a casa Dele.

Muitos saíram literalmente da igreja, da Casa de Deus, mas há aqueles que ainda permanecem fisicamente, mas estão com seus corações distantes do Senhor.

O problema em ambas situações é que quanto mais longe de Deus e de seus propósitos, mais difícil fica a volta.

E essa volta torna-se dificultosa porque normalmente as pessoas têm dificuldade de pedir perdão e reconhecer seus erros.

Até apresentam remorso, que parece arrependimento, mas não passa de uma emoção momentânea.

Isso faz com que as pessoas vivam mais distantes dos planos e dos propósitos de Deus.

A questão é que Deus, como Pai, deseja o melhor para os seus filhos. Ele não tem prazer em ver o mal, a derrota ou a desgraça dos seus.

Para ilustrar esse amor imensurável do Senhor como Pai, Jesus contou a seguinte parábola:

“Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos.

O filho mais jovem disse ao pai: ‘Quero a minha parte da herança’, e o pai dividiu seus bens entre os filhos.

Alguns dias depois, o filho mais jovem arrumou suas coisas e se mudou para uma terra distante, onde desperdiçou tudo que tinha por viver de forma desregrada.

Quando seu dinheiro acabou, uma grande fome se espalhou pela terra, e ele começou a passar necessidade.

Convenceu um fazendeiro da região a empregá-lo, e esse homem o mandou a seus campos para cuidar dos porcos.

Embora quisesse saciar a fome com as vagens dadas aos porcos, ninguém lhe dava coisa alguma.

Quando finalmente caiu em si, disse: ‘Até os empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu estou aqui, morrendo de fome

Vou retornar à casa de meu pai e dizer: ‘Pai, pequei contra o céu e contra o senhor, e não sou mais digno de ser chamado seu filho. Por favor, trate-me como seu empregado’.

Então voltou para a casa de seu pai. Quando ele ainda estava longe, seu pai o viu. Cheio de compaixão, correu para o filho, o abraçou e o beijou.

O filho disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra o senhor, e não sou mais digno de ser chamado seu filho’.

O pai, no entanto, disse aos servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa da casa e vistam nele. Coloquem-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.

Matem o novilho gordo. Faremos um banquete e celebraremos, pois este meu filho estava morto e voltou à vida. Estava perdido e foi achado!’. E começaram a festejar.

Enquanto isso, o filho mais velho trabalhava no campo. Na volta para casa, ouviu música e dança, e perguntou a um dos servos o que estava acontecendo.

 O servo respondeu: ‘Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, pois ele voltou são e salvo!’

O irmão mais velho se irou e não quis entrar. O pai saiu e insistiu com o filho, mas ele respondeu: 

‘Todos esses anos, tenho trabalhado como um escravo para o senhor e nunca me recu­sei a obedecer às suas ordens. E o senhor nunca me deu nem mesmo um cabrito para eu festejar com meus amigos.

Mas, quando esse seu filho volta, depois de desperdiçar o seu dinheiro com prostitutas, o senhor comemora matando o novilho!’.

O pai lhe respondeu: ‘Meu filho, você está sempre comigo, e tudo que eu tenho é seu.

Mas tínhamos de comemorar este dia feliz, pois seu irmão estava morto e voltou à vida. Estava perdido e foi achado!” (Lucas 15.11-32).

O desejo do pai da parábola era o melhor para seus dois filhos. Entretanto, chegou um ponto que o filho mais novo pediu sua herança e partiu da casa do pai.

O que ele não pensou é que longe do Pai, dos caminhos de Deus, não há razão de ser.

No princípio suas escolhas pareciam as mais corretas, afinal, tudo estava dando certo: dinheiro, diversão e muitos amigos.

Porém, depois que o dinheiro acabou, as amizades e alegrias foram embora. E ele ficou só.

Esse jovem estava sozinho, derrotado e em miséria ao ponto de que lhe restava apenas o trabalho e a comida dos porcos.

Muitas das vezes, assim como esse jovem da parábola, as pessoas vão de mal a pior.

E quando estão no fundo do poço reconhecem a miséria espiritual e a derrota que abrange todas as áreas da vida.

Então, nesse momento recordam-se da Casa do Pai.

Nesse momento é necessário fazer uma escolha: permanecer onde está ou retornar para os braços do Pai.

Talvez, seja esse o seu caso, você saiu da presença e da casa do Pai. Está vivendo longe dos propósitos de Deus.

O Senhor tem perdão e amor para você, por isso Ele diz: Filho, volta!

Hoje, o Senhor declara a você: Filho, volta! E para você retornar há dois passos fundamentais:

1- Reconhecer seus pecados e arrepender-se.

2- Regressar definitivamente para a Casa do Pai

Será na presença de Deus, na Casa Dele, que você será restaurado e cuidado para, então, retornar aos propósitos que Ele tem para a sua vida.

O Senhor tem perdão e amor para você, por isso Ele diz: Filho, volta!

Ouça esta canção e seja recebido nos braços do Pai

Filho, volta, pois o amor e o perdão do Pai te espera. Uma nova vida em Cristo Jesus está disponível para você!

Ouça a mensagem ‘Filho, volta’ e receba o amor e o perdão do Pai:

Comunicação CERV

Encontro com Deus

O encontro com Deus faz toda diferença na vida de uma pessoa. Transforma a história de morte, dor, fracasso em uma história vitoriosa.

Entretanto, muitos se encontram com Deus, mas depois deixam de fazer desse encontro uma prática diária, se afastando do Salvador.

O amor esfria e o propósito que tinha de viver para Deus acaba.

Hoje, se você soubesse que tem apenas 48 horas de vida, o quê faria nesses dois dias?

Normalmente as pessoas fazem planos para o futuro, traçam metas, planejam a vida, mas não fazem planos para quando vão morrer.

Nossa cultura conduz o ser humano a pensa dessa forma.

Por exemplo, as crianças não sonham em crescer e morrer. Elas pensam em ficar grandes e depois realizar vários projetos, mas não morrer.

Entretanto, inevitavelmente, todos vão morrer. E cada dia que passa todos estão mais perto de morrer.

“Antes da festa da Páscoa, Jesus sabia que havia chegado sua hora de deixar este mundo e voltar para o Pai. Ele tinha amado seus discípulos durante seu ministério na terra, e os amou até o fim”  João 13.1.

Jesus, no texto acima, sabia que a hora da sua morte estava chegando.

E no final do versículo a Bíblia firma que Ele amou os seus discípulos, as multidões e as pessoas até o fim.

Inclusive aqueles que o perseguiam e que aprovaram a sua morte.

Jesus cumpriu o seu propósito até o seu fim na cruz do calvário: amar a humanidade.

Assim como Jesus tinha um propósito, hoje, os filhos de Deus também têm: o de amar o Senhor até o fim.

Porém, é possível observar que muitos, durante sua peregrinação aqui na Terra, se perdem e se afastam desse propósito.

Não adianta a pessoa ter conquistas nesta vida e até mesmo servir a Deus, se não tiver certeza da salvação.

A salvação é a esperança que faz o filho de Deus prosseguir caminhando enquanto está neste mundo.

E também é esperança de um futuro eterno ao lado do Senhor Jesus na glória.

Por isso, enquanto vida o filho de Deus tiver, deve se dedicar a amar o Senhor de todo o coração.

Só que, infelizmente, a medida que os anos avançam, o que se percebe é que muitos, em vez de amarem mais o Senhor, passam a amar menos.

Será que você é a pessoa que planejou há 5 ou 10 anos? O que você planejou fazer e viver com Deus e para Ele, você está vivendo?

Cristo não amou apenas aqueles com quem ele conviveu pessoalmente, Ele continua amando até hoje. E amará aqueles que Nele crerem.

Entenda sobre o amor que Deus tem pela sua vida

Só que há filhos que trocam o amor do Pai por pouca coisa e com o tempo isso se torna maior que o próprio Deus.

E as pessoa vivem assim, sempre com o pensamento de que uma hora ela vai mudar e dará tempo para fazer o quê não faz hoje.

Mas, a questão é que só há uma vida para ser vivida. E a verdade é que ninguém sabe o dia nem a hora que partirá para a eternidade.

“Logo depois, Jesus foi com seus discípulos à cidade de Naim, e uma grande multidão o seguiu.

Quando ele se aproximou da porta da cidade, estava saindo o enterro do único filho de uma viúva, e uma grande multidão da cidade a acompanhava.

Quando o Senhor a viu, sentiu profunda compaixão por ela. “Não chore!”, disse ele.

Então foi até o caixão, tocou nele e os carregadores pararam. E disse: “Jovem, eu lhe digo: levante-se!”.

O jovem que estava morto se levantou e começou a conversar, e Jesus o devolveu à sua mãe.

Grande temor tomou conta da multidão, que louvava a Deus, dizendo: “Um profeta poderoso se levantou entre nós!” e “Hoje Deus visitou seu povo!”.

Essa notícia sobre Jesus se espalhou por toda a Judeia e seus arredores” (Lc 7.11-17).

Nesta passagem há dois encontros. Duas possibilidades de vida que as pessoas podem ter: alegria e tristeza.

Esses dois sentimentos antagônicos quase que caminham lado a lado, pois todos podem ter situações de alegria e de tristeza ao longo da vida.

Mas um dos momentos mais difíceis que uma pessoa pode enfrentar é a morte. As demais tristezas são mais “fáceis” de superar, mas a morte é difícil.

Por que não fomos criados para perder ou para morrer. Fomos criados para viver eternamente, mas por conta da entrada do pecado no mundo a morte veio como consequência.

Por isso, toda separação de alguém que amamos é tão difícil e dolorosa.

No trecho Bíblico de Lucas, Jesus, acompanhado de uma multidão que havia presenciado a cura do servo do centurião, se encontra com o cortejo fúnebre da viúva que ia enterrar o filho.

É o encontro entre alegria e tristeza. A alegria pela cura acontecida e a tristeza de uma mulher que estava enterrando o único filho.

E Jesus amou aquela mulher e por amor realizou o impossível: trouxe a vida o filho que estava morto.

Esse encontro transformou a tristeza da viúva e da multidão em alegria!

O encontro com Deus é capaz de mudar o histórico de tristeza, derrota e morte!

Encontrar com Deus faz toda a diferença, mas o encontro que você teve há anos, não serve para hoje.

É necessário que você tenha um encontro diário com o Senhor, que renove cada dia seu amor por Ele.

Deus corrige quem Ele ama

O que você tem feito da sua vida? Está exatamente como planejou há alguns anos ou está longe do que tinha pensado?

E o encontro com Deus? É diário ou está precisando rever esse encontro?

Jesus amou até o fim, cumpriu o seu propósito até o fim. E você? Tem amado Deus? tem cumprido o propósito que Ele traçou para a  sua vida?

Ouça a mensagem ‘Encontro com DEUS’ e reflita nessa pergunta:

Comunicação CERV

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