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O Deus doméstico

O Deus doméstico é a presença do Senhor dentro do lar e nos corações das pessoas que compõe a família que habita nesse lar.
 
Trazer Jesus para dentro do ambiente doméstico é fundamental para o sucesso da família.
 
Por meio de Cristo há amor, alegria, paz, perdão, humildade e comunhão para o seio familiar.
 Na Bíblia há dois versículos que apresentam o momento que Jesus entra na casa de Pedro, seu discípulo.
 
Ao entrar o mestre encontra a sogra de Pedro acamada, com febre. Logo Jesus a curou e a mulher passou a servi-lo.
 
Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama, com febre. Tomando-a pela mão, a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-lo
(Mateus 8. 14 e 15).
 Nesse trecho, chama a atenção, o fato de que não foi Pedro ou sua esposa que se aproximaram de Jesus e relataram o problema da mulher.
 
A Bíblia afirma que Jesus “viu a sogra deste de cama, com febre” e em seguida a curou.
 
Muitas vezes, assim como Pedro, pessoas que caminham com Jesus e têm comunhão com Ele estão negligenciando necessidades de familiares.
 
Essas necessidades podem ser de ordem física, espiritual, emocional e/ou material.
 
Se você fecha os olhos para as dificuldades dos seus familiares é preciso repensar o seu relacionamento com Deus e com a sua família.
O Deus doméstico precisa fazer parte da vida do seu lar
 
Além das orações é necessário levar Jesus para dentro de casa, por meio de exemplos que glorifiquem o nome Dele.
A sogra de Pedro, assim que recebeu a cura, passou a servir a Jesus e também as demais pessoas.
Esse deve ser o resultado do agir de Jesus na sua vida. Após receber a Cristo e ser transformado, você precisa servir a Deus o apresentando a sua família.
Qual o papel que você exerce, atualmente, na sua casa? Pai? Mãe? Filho (a)? Esposo? Esposa?
Tem cumprido, segundo o que é ensinado nas Sagradas Escrituras?
O Deus doméstico precisa fazer parte da vida do seu lar. Nos relacionamentos, onde reine o amor, onde um serva ao outro em amor.
Ouça a mensagem ‘O Deus doméstico’ e seja uma bênção para o seu lar:

 

 
Comunicação CERV

Ouvir e obedecer

Ouvir e obedecer

Essa deve ser uma atitude constante na vida do filho de Deus. Mas, você pode questionar: ouvir quem e o quê?

 
A resposta a essa pergunta se encontra na Palavra de Deus:
 
 
Dá-me ouvidos, ó Jacó, e tu, ó Israel (Isaías 48.12 a)
 
 
 
Ou seja, o crente, filho do Senhor Deus deve ouvir a Sua voz e a Sua Palavra!
 
 
Porém, será que você gosta de ouvir e obedecer? ou gosta só de falar e fazer sua própria vontade?
 
 
No versículo acima, Deus está clamando ao seu povo, a seus filhos que o ouçam e dar ouvidos a Deus, segundo a Bíblia, significa obedecer.
 
 
Na Bíblia é apresentado o exemplo do pequeno Samuel que tarde da noite, deitado em sua cama, ouviu a voz de Deus:
 
 
“O Senhor chamou: Samuel! Samuel! Ele respondeu: Eis-me aqui” (1 Sm 3.4)
 
 
A criança não teve discernimento, por ainda estar tomando leite espiritual, ser imatura.
 
 
Entretanto, ainda há muitos crentes que, embora tenham anos de convertidos, ainda são crianças espirituais, sem discernimento, sem reconhecer a voz de Deus.
 
 
 
 
 
As pessoas têm tempo para tudo: celular, dormir, viajar, passear, assistir TV, ficar na Internet e etc, mas não têm tempo de ler e estudar a Bíblia.
 
 
Não têm tempo de ouvir e obedecer.

 

Com essa escolha, entra ano e sai ano, a pessoa permanece da mesma forma. Não apresenta mudança alguma.

 

 

Na vida espiritual não deve haver estabilidade, como na vida financeira, mas sim desenvolvimento e crescimento.

 

 
Ou você sobe a cada dia ou você desce!
 
 
Existem muitas vozes: do homem, de Satanás e de Deus.
 
 
E a qual voz você tem dado ouvidos?
 
 

Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal (Pv. 1.33)

 
 
Dar ouvidos a voz de Deus além de proporcionar crescimento e maturidade espiritual é garantia de segurança física e espiritual.
 
 
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha (Mt 7.24)
 
 
Portanto, o que se dedica a ouvir as Palavras de Deus e as coloca em prática (obedece) se torna um homem, uma mulher prudente.
 
 
 
 
 
 
Essa pessoa prudente, agindo como no versículo acima, está prevenida de cometer erros ou cair em qualquer cilada maligna.
 

Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca ( Pv 5.7)

 
 
 
Por isso, a Bíblia afirma como é importante dar ouvidos e obedecer a voz de Deus.
 
 
Pois isso determinará um presente e um futuro abençoado nesta terra.
 
 
E você? Tem ouvido e obedecido a voz de Deus e a Sua Palavra?
 
Ouça a mensagem ‘Ouvir e obedecer’ e reflita sobre a sua vida diante deste assunto:
Parte 1
Parte 2

 

Comunicação CERV

Cristo ressuscitou, aleluia!

Cristo ressuscitou, aleluia! Essa é uma novidade de esperança!

Se Cristo não tivesse ressuscitado o que seria da humanidade? Teriam todos perecido em seus pecados.

Entretanto, desde a época que Cristo morreu e ressuscitou, até hoje, há pessoas que questionam a veracidade desse fato.

No período que o apóstolo Paulo viveu teve que enfrentar esse tipo de questionamento na igreja de Corínto.

Havia membros da igreja duvidando da morte e ressurreição de Jesus, então o apóstolo escreve a seguinte explicação, em sua primeira carta a igreja:

 

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo.
 
Portanto, quer tenha sido eu, quer tenham sido eles, é isto que pregamos, e é isto que vocês creram.
 
Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?
 
Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou;
e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.
 
Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.
 
Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo.
 
Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados”  (1 Co 15.10-17).
Se Cristo não tivesse ressuscitado, como Paulo escreveu a humanidade teria morrido em seus pecados, sem perdão de Deus.
 
 
A humanidade estaria numa condição deplorável e sem possibilidade alguma de serem filhos e pertencentes a família de Deus.
 
 
Se não houvesse a ressurreição toda a pregação do Evangelho, desde Cristo até a atualidade, foi e é inútil.
 
 
Todas as pessoas que têm ouvido e crido na pregação a respeito da pessoa de Jesus, podem testificar da transformação pela qual passaram.
 
 
De onde viria essa transformação? Homem algum, por mais sábio e capacitado que seja, não consegue transformar a si mesmo ou ao próximo.
 
 
Somente uma obra sobrenatural é capaz de mudar o coração do ser humano.
 
 
Por isso, aqueles que recebem Jesus em seu coração podem declarar com alegria:
 
Cristo ressuscitou, aleluia!
Pois, foi por meio dessa morte e ressurreição, que as pessoas receberam perdão, uma nova vida e a esperança de uma vida eterna.
Por isso, não apenas no dia oficial que é celebrada a ressurreição de Cristo, todos os dias, os filhos de Deus, devem celebrar, com alegria a ressurreição de Jesus.
Por que Ele vive, você pode crer num hoje, num amanhã e num futuro de esperança e vida!
Ouça a mensagem ‘Cristo ressuscitou, aleluia’ e tenha sua esperança renovada:

 

Comunicação CERV

As joias de Deus

As joias de Deus são citadas por Jesus em Mateus 25.40:

 

“O Rei responderá: Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim fizestes”

 

Essas joias são os “pequeninos” ou “menores” que precisam conhecer a verdade divina: A Palavra de Deus.

 

E quem seriam esses pequeninos?

 

 
Os pobres, os doentes, os prisioneiros, os marginalizados, os idosos, os adultos, os jovens e as crianças.
 
São pessoas que necessitam conhecer a pessoa de Jesus Cristo de Nazaré!
 
E como elas terão conhecimento da verdade?
 

Por meio da sua vida.

 
 
Porém, para ser um pregador do Evangelho é necessário ser transformado pelo poder de Deus.
 

E isso só acontece a partir do momento que a pessoa se posiciona diante das verdades bíblicas a ela reveladas.

 
A Bíblia afirma que:
 

“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos céus é tomado à força, e os que usam de força se apoderam dele (Mt 11.12).

 
 

Reino de Deus é alcançado por esforço e  para isso é fundamental ouvir e  obedecer a voz do Espírito Santo.

 

As verdades divinas precisam substituir as mentiras das trevas, do Diabo.

 

Escolher uma vida de hipocrisia fará com que a pessoa perca a própria salvação e não cumpra o propósito da sua vida que é pregar o Evangelho.

 

Por isso, Jesus deve ser o principal amor da vida daquele que se diz filho de Deus.

 

E para que esse amor aumente a pessoa precisa conhecê-lo por meio da Bíblia. Ser um praticante da Palavra e ser cheio do Espírito Santo.

 
 
 
 
Vivendo dessa forma será possível alcançar as joias de Deus, tão preciosas para o Senhor.
 

Há alguma dessas joias perto de você?

 

Como você pode alcançar essas pessoas para o Senhor Jesus?

 

Ore e peça ao Espírito Santo que coloque em seu coração o amor e o desejo de viver para Jesus e alcançar as joias de Deus.

 
Ouça a mensagem ‘As joias de Deus’ e seja edificado pela Palavra do Senhor:

 

Comunicação CERV

O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

Uma vida missionária

Foto: arquivo pessoal

Uma vida missionária, dedicada a serviço do Reino de Deus. Assim tem sido a vida do casal Paulo Roberto Resende e Maria das Graças, missionários de Cristo.

Foram convocados pelo Senhor, ainda jovens, recém-casados, a servirem a Deus numa tribo indígena no Amazonas.

Venderam tudo o que possuíam e renunciaram ao seus sonhos para viver os sonhos de Deus.

Antes de viajarem, a irmã Maria das Graças descobriu que estava grávida e ainda recebeu a notícia de que sua mãe estava enferma.

Sob muitas críticas e palavras negativas, ela escolheu permanecer firme no chamado de Deus e seguiu rumo a missão que Ele tinha para ela e Paulo Roberto.

Acompanhados de duas irmãs, Paula e Marina, viajaram para o Amazonas e lá viveram, quase sete anos, a serviço do Reino.

O primeiro filho do casal, nasceu numa madrugada, na casa que moravam na tribo.

O parto foi realizado por  Paulo Roberto e o bebê, batizado com o nome de Eliatã, nasceu com perfeita saúde, contrariando todas as expectativas negativas que haviam a respeito da criança.

No período que viveram em missões, com os indígenas e ribeirinhos, enfrentaram várias batalhas.

Mas, para a glória de Deus, obtiveram vitórias sobre escassez, doenças e dificuldades.

Entenda a importância de viver para o Reino e pregar o Reino de Deus a toda criatura

Porém, antes de viverem uma vida missionária, foi necessário acontecer transformações individuais.

Maria das Graças, antes de conhecer Paulo já era convertida a Jesus.

Já o  missionário Paulo Roberto estava longe do Senhor, vivendo do crime e tráfico de drogas.

Seu antigo nome era Paulinho Bonfim, como fora apelidado pela polícia militar e imprensa de Belo Horizonte.

Foto: divulgação

Ainda jovem foi resgatado por Jesus Cristo da sua antiga forma de viver e desde então, o seguinte versículo, tem feito parte da sua trajetória cristã:

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

 

Em maio deste ano celebra mais de 50 anos de conversão e serviço à obra missionária.

Hoje, Paulo Roberto conta suas experiências como missionário atuante no Amazonas, na Itália e em outros lugares do mundo.

Já pregou em várias igrejas brasileiras e em mais de 20 países em todo o mundo.

Nesta mensagem, ele e sua esposa Maria das Graças compartilham a Palavra de Deus e diversos testemunhos de fé e amor à missões.

Conheça mais sobre a história do missionário Paulo Roberto

 Ouça o testemunho ‘Uma vida missionária’ e se inspire na história real de um casal que ama Jesus e as almas:

 

 ‘Uma vida missionária’ Parte 1:
‘Uma vida missionária’ parte 2:

 

Comunicação CERV

Oração não respondida

Oração não respondida é uma mensagem que mostra a história de vários homens de Deus, que não tiveram respostas as suas orações, conforme pediram.

A Palavra de Deus em At 1:14 afirma:

“Todos esses perseveravam unânimes em oração”

 Uma marca da igreja de Jesus é a oração. Então acerca da oração é importante compreender que:

1) A Igreja nasceu em meio a um ambiente e prática da oração;

2) A oração deve ser uma marca na nossa vida cristã, quando alguém está mal um dos primeiros sinais é parar de orar;

3) A oração é tão importante quanto a leitura da Bíblia

Antes de aprendermos a partir das orações não respondida vejamos alguns exemplos de orações respondidas.

1) Moisés, um homem de conhecimento enciclopédico, intercedeu e o povo de Deus não pereceu no deserto;

2) Neemias, um homem que ao ver a miséria e destruição do seu povo, chorou, jejuou e orou durante alguns dias, e Deus abriu todas as portas para a reconstrução de Jerusalém;

3) Daniel, um homem que ocupou altos cargos na sociedade, mas que sempre lembrou que o seu lugar era ajoelhado, prostrado, rosto em terra, orando ao Senhor. Saiu com vida da cova dos leões.

Aprenda mais sobre este tema com nossas mensagens

E quando as orações não são respondidas?

Experimentei isso com o meu filho, Gabriel José. Orei até o fim para que Deus realizasse um milagre, porém, não aconteceu.

Aos 2 meses e 18 dias de vida, meu filho morreu. E o que mais ouvi das pessoas foram frases do tipo:

“é a vontade de Deus”, “é plano de Deus”, “é propósito de Deus”.

Confesso que relutei com isso, tentei ficar com raiva de Deus por um momento, mas não consegui.

E foi ao ler 1 Sm 2:6 que tive a compreensão que, de fato, o controle das nossas vidas está nas mãos de Deus.

Não temos outro a quem recorrer nos momentos que estamos em perigo ou que o barco parece naufragar, nós, crentes, só temos uma única opção recorrer: Jesus.

Culto após culto são contadas e recontadas histórias que reforçam a nossa fé em Deus, em como Ele vem ao nosso encontro (aliás “De onde me virá o socorro?”), em como o Seu braço forte agiu no passado e age hoje.

Que Jesus Cristo, é sim, aquele que curou doentes e ressuscitou mortos, é o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Ele responde orações!

Lembre-se do sol que parou, do fogo que desceu do céu, do filho da viúva que foi ressuscitado.

Então num momento como esse, de dor, nos resta buscar no próprio Deus resposta. Não cobrando explicações disso ou daquilo, mas como devemos prosseguir.

Vejamos agora exemplos de orações não respondidas e de como prosseguir diante da negativa de Deus:

  1. Moisés: Dt 3:23-29

  2. Paulo: 2Co 12:7-9

  1. Jesus: Mt 26:36-39, 44-46

Há um propósito de Deus para tudo, ainda que seja desconhecido a nós.

Entenda mais sobre quando Deus não responde as orações

Ainda que esse propósito esteja escondido na “profundidade das riquezas, da sabedoria e do conhecimento de Deus”.

Talvez o meu e/ou seu propósito seja esse:

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo” (2 Co 1.3-5)Talvez nosso propósito seja o de consolar pessoas que passaram pelas mesmas experiências que as nossas.

 

De levar a elas o consolo como qual fomos consolados!
O meu desejo é que os meus ombros e os seus estejam fortes o suficiente para suportar a cabeça de outros e lhes dar consolo.
Que Jesus o abençoe e console o seu coração!
Ouça a mensagem ‘Oração não respondida’ e permita que o Espírito Santo fale ao seu coração:

 

Matheus Gouvêa

Seguindo Jesus Cristo juntos

Seguindo Jesus Cristo juntos convida  você a refletir sobre a importância da família seguir ao Senhor em comunhão.

Entretanto, o que pode se observar no meio cristão é a falta de unidade entre os membros da família.

Em João, capítulo 14, verso 6, Jesus afirma:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”

Jesus é o caminho no qual a família deve andar unida.

Se cada pessoa decidir andar em seus próprios caminhos e vontades, trará consequências ruins para o seio familiar.

A seguir, vejamos algumas atitudes de coração que devem fazer parte da família:

1) Fidelidade (Rt 1.16-18)

Rute, nora de Noemi, demonstrou fidelidade a sogra. Foi com ela morar em outro lugar e servir um Deus que ainda não conhecia.

Infelizmente, nas relações familiares (esposo e esposa, irmãos, pais e filhos) não há fidelidade.

Não há fidelidade a Deus e muitos menos as relações estabelecidas.

E essa fidelidade deve começar com o casal e depois com os filhos.

Saiba qual deve ser a base do seu casamento

2) Andar ombro a ombro (Êx 32.26-28)

Nesse texto apenas os levitas ficaram ao lado de Moisés e fizeram o que o Senhor ordenou.

Deus ofereceu oportunidade ao povo de obedecê-lo, mas apenas os levitas fizeram essa escolha.

Na família todos devem seguir na mesma direção, ter o mesmo pensamento e falar a mesma língua.

Porém, como muitos dos israelitas, na família há também aqueles membros que não querem seguir o caminho correto, mas fazem o que desejam.

E a partir dessa escolha dá-se inicio aos desentendimentos e as diferenças.

A família não é abençoada porque os membros não fazem o que é correto, andam segundo os propósitos da própria carne.

3) Andar na certeza da vitória da família (Jz 7.17 e 18)

Nessa referência bíblia é possível notar a certeza que o povo tinha na vitória, por isso seguiam a Gideão.

A vitória chega a família por meio da unidade entre os membros e a confiança de todos na vitória que Jesus concede aos obedientes.

A família só não é vitoriosa porque não permanece seguindo Jesus Cristo juntos.

4) A família precisa tomar decisões juntos (2 Sm 15.19-22)

Davi fugiu do filho para não ser morto.

E encontrou com um jovem e sua família que escolheram, juntos servir ao rei na batalha.

A decisão foi tomada por toda a família do moço. Eles fizeram uma escolha correta.

Raramente a família se reúne para resolver questões de relacionamento e até mesmo questões financeiras.

Cada um faz as suas escolhas sem consultar os outros.

A família precisa dialogar, entretanto, cada um vive no seu universo: seja no celular, na tv, dormindo ou na companhia de ímpios.

Por isso, há tantos problemas dentro do lar.

5) A família precisa perseverar (2 Rs 2. 1-6)

Eliseu perseverou em seguir Elias.

Infelizmente, nas famílias os homens não têm exercito o papel de sacerdote.

Não oram pelas esposas e muito menos pelos seus filhos. Delegam suas responsabilidades para as esposas.

Porém, o sacerdote e o cabeça do lar não é a mulher, mas o homem.

Mas, não é isso que tem se testemunhado nas famílias evangélicas.

Leia como o marido deve amar sua mulher

6) Confiança (At 12.8 e 9)

Pedro estava preso e a igreja orando pela sua libertação. Deus enviou um anjo em seu auxílio.

E Pedro seguiu exatamente cada instrução dada pelo anjo e conquistou a liberdade.

A falta de confiança tem acometido muitos casamentos.

E onde não há confiança, há desconfiança e isso tem destruído muitos matrimônios.

Com isso, surge a confusão, a degradação e a destruição dos relacionamentos no lar.

Se todos os membros da família dedicar-se em observar cada um dos pontos acima apresentados, com perseverança, verá a mudança que deseja ver no seu lar.

Portanto, examine seu coração e avalie se você tem sido o esposo ou a esposa ou o filho ou o pai ou a mãe que tem sido diligente na prática da Palavra de Deus.

Ouça a mensagem ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’ e seja edificado pela Palavra de Deus:
Parte 1:
Parte 2:
Aprenda mais sobre o tema ‘Seguindo Jesus Cristo juntos’, participe do Culto da Família no dia 29 de abril, às 19 horas, na CERV.

Comunicação CERV

Filho, volta

Filho, volta é uma mensagem que trata sobre o perdão e o amor de Deus pelos seus filhos.

É o convite do Senhor para seus filhos, que o abandonaram, para retornarem a casa Dele.

Muitos saíram literalmente da igreja, da Casa de Deus, mas há aqueles que ainda permanecem fisicamente, mas estão com seus corações distantes do Senhor.

O problema em ambas situações é que quanto mais longe de Deus e de seus propósitos, mais difícil fica a volta.

E essa volta torna-se dificultosa porque normalmente as pessoas têm dificuldade de pedir perdão e reconhecer seus erros.

Até apresentam remorso, que parece arrependimento, mas não passa de uma emoção momentânea.

Isso faz com que as pessoas vivam mais distantes dos planos e dos propósitos de Deus.

A questão é que Deus, como Pai, deseja o melhor para os seus filhos. Ele não tem prazer em ver o mal, a derrota ou a desgraça dos seus.

Para ilustrar esse amor imensurável do Senhor como Pai, Jesus contou a seguinte parábola:

“Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos.

O filho mais jovem disse ao pai: ‘Quero a minha parte da herança’, e o pai dividiu seus bens entre os filhos.

Alguns dias depois, o filho mais jovem arrumou suas coisas e se mudou para uma terra distante, onde desperdiçou tudo que tinha por viver de forma desregrada.

Quando seu dinheiro acabou, uma grande fome se espalhou pela terra, e ele começou a passar necessidade.

Convenceu um fazendeiro da região a empregá-lo, e esse homem o mandou a seus campos para cuidar dos porcos.

Embora quisesse saciar a fome com as vagens dadas aos porcos, ninguém lhe dava coisa alguma.

Quando finalmente caiu em si, disse: ‘Até os empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu estou aqui, morrendo de fome

Vou retornar à casa de meu pai e dizer: ‘Pai, pequei contra o céu e contra o senhor, e não sou mais digno de ser chamado seu filho. Por favor, trate-me como seu empregado’.

Então voltou para a casa de seu pai. Quando ele ainda estava longe, seu pai o viu. Cheio de compaixão, correu para o filho, o abraçou e o beijou.

O filho disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra o senhor, e não sou mais digno de ser chamado seu filho’.

O pai, no entanto, disse aos servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa da casa e vistam nele. Coloquem-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.

Matem o novilho gordo. Faremos um banquete e celebraremos, pois este meu filho estava morto e voltou à vida. Estava perdido e foi achado!’. E começaram a festejar.

Enquanto isso, o filho mais velho trabalhava no campo. Na volta para casa, ouviu música e dança, e perguntou a um dos servos o que estava acontecendo.

 O servo respondeu: ‘Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, pois ele voltou são e salvo!’

O irmão mais velho se irou e não quis entrar. O pai saiu e insistiu com o filho, mas ele respondeu: 

‘Todos esses anos, tenho trabalhado como um escravo para o senhor e nunca me recu­sei a obedecer às suas ordens. E o senhor nunca me deu nem mesmo um cabrito para eu festejar com meus amigos.

Mas, quando esse seu filho volta, depois de desperdiçar o seu dinheiro com prostitutas, o senhor comemora matando o novilho!’.

O pai lhe respondeu: ‘Meu filho, você está sempre comigo, e tudo que eu tenho é seu.

Mas tínhamos de comemorar este dia feliz, pois seu irmão estava morto e voltou à vida. Estava perdido e foi achado!” (Lucas 15.11-32).

O desejo do pai da parábola era o melhor para seus dois filhos. Entretanto, chegou um ponto que o filho mais novo pediu sua herança e partiu da casa do pai.

O que ele não pensou é que longe do Pai, dos caminhos de Deus, não há razão de ser.

No princípio suas escolhas pareciam as mais corretas, afinal, tudo estava dando certo: dinheiro, diversão e muitos amigos.

Porém, depois que o dinheiro acabou, as amizades e alegrias foram embora. E ele ficou só.

Esse jovem estava sozinho, derrotado e em miséria ao ponto de que lhe restava apenas o trabalho e a comida dos porcos.

Muitas das vezes, assim como esse jovem da parábola, as pessoas vão de mal a pior.

E quando estão no fundo do poço reconhecem a miséria espiritual e a derrota que abrange todas as áreas da vida.

Então, nesse momento recordam-se da Casa do Pai.

Nesse momento é necessário fazer uma escolha: permanecer onde está ou retornar para os braços do Pai.

Talvez, seja esse o seu caso, você saiu da presença e da casa do Pai. Está vivendo longe dos propósitos de Deus.

O Senhor tem perdão e amor para você, por isso Ele diz: Filho, volta!

Hoje, o Senhor declara a você: Filho, volta! E para você retornar há dois passos fundamentais:

1- Reconhecer seus pecados e arrepender-se.

2- Regressar definitivamente para a Casa do Pai

Será na presença de Deus, na Casa Dele, que você será restaurado e cuidado para, então, retornar aos propósitos que Ele tem para a sua vida.

O Senhor tem perdão e amor para você, por isso Ele diz: Filho, volta!

Ouça esta canção e seja recebido nos braços do Pai

Filho, volta, pois o amor e o perdão do Pai te espera. Uma nova vida em Cristo Jesus está disponível para você!

Ouça a mensagem ‘Filho, volta’ e receba o amor e o perdão do Pai:

Comunicação CERV

O culto que Deus quer

O culto que Deus quer vai além dos cultos que as pessoas participam semanalmente na igreja que congregam.

Em Hebreus, capítulo 9, dos versos 1 ao 7, o autor trata sobre o culto praticado no Antigo Testamento:

“A primeira aliança tinha regras para a adoração, bem como um santuário terreno.

Esse tabernáculo era dividido em duas partes. Na primeira, ficava o candelabro e a mesa com os pães da presença. Essa parte era chamada lugar santo.

Depois, havia uma cortina e, atrás dela, a segunda parte, chamada lugar santíssimo.

Nessa parte ficava o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança, inteiramente coberta de ouro. Dentro da arca havia um vaso de ouro contendo maná, a vara de Arão que floresceu e as tábuas de pedra da aliança.

Sobre a arca ficavam os querubins da glória divina, cuja sombra se estendia por cima do lugar de expiação. Mas agora não é o momento de explicar essas coisas em detalhes.

Quando tudo estava preparado, os sacerdotes entravam regularmente no lugar santo para cumprir seus deveres sagrados.

Mas apenas o sumo sacerdote, e só uma vez por ano, entrava no lugar santíssimo. Ele sempre apresentava o sangue do sacrifício pelos próprios pecados e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância”

Esse culto foi instituído por Deus no livro de Levíticos. Ele instruiiu como deveria ser o culto, os sacrifícios, as ofertas e os responsáveis por executar cada parte do culto.

E após abordar a respeito de como era o culto no passado, o autor de Hebreus escreve que tudo isso se cumpriu na pessoa de Jesus Cristo.

Isso por que a antiga forma de adoração e purificação apresentava problemas:

“A lei constitui apenas uma sombra, um vislumbre das coisas boas por vir, mas não as coisas boas em si mesmas. Os sacrifícios são repetidos todos os anos, mas nunca puderam purificar inteiramente aqueles que vêm adorar.

Se tivessem esse poder, já não precisariam existir, pois os adoradores teriam sido purificados de uma vez por todas, e a consciência de seus pecados teria desaparecido.

Em vez disso, esses sacrifícios os lembravam de seus pecados todos os anos.

Pois é impossível que o sangue de touros e bodes remova pecados” (Hb 10.1-4).

Portanto, esse culto apresentava dois problemas:

Não purificava do pecado (v. 1 e 4)

Rememorava os pecados e não acabava com a consciência de pecado (v.3)

Ouça nossas mensagens e seja edificado

E o culto que Deus quer, começa na cruz do calvário, o que a carta de Hebreus denomina como “tempo da correção”.

“Com essas regras, o Espírito Santo mostra que o caminho para o lugar santíssimo não havia sido aberto enquanto o primeiro tabernáculo continuava em uso.

Essa é uma ilustração que aponta para o tempo presente, pois as ofertas e os sacrifícios que os sacerdotes apresentam não podem criar no adorador uma consciência totalmente limpa.

Tratava-se apenas de alimentos e bebidas e várias cerimônias de purificação; eram regras externas, válidas apenas até que se estabelecesse um sistema melhor.

Cristo se tornou o Sumo Sacerdote de todos os benefícios agora presentes. Ele entrou naquele tabernáculo maior e mais perfeito no céu, que não foi feito por mãos humanas nem faz parte deste mundo criado.

Com seu próprio sangue, e não com o sangue de bodes e bezerros, entrou no lugar santíssimo de uma vez por todas e garantiu redenção eterna.

Se, portanto, o sangue de bodes e bezerros e as cinzas de uma novilha purificavam o corpo de quem estava cerimonialmente impuro,

imaginem como o sangue de Cristo purificará nossa consciência das obras mortas, para que adoremos o Deus vivo. Pois, pelo poder do Espírito eterno, Cristo ofereceu a si mesmo a Deus como sacrifício perfeito” (Hb 9.8-15).

Por meio de Jesus, o véu foi rasgado para que hoje, os filhos de Deus, possam ter um relacionamento íntimo com Ele.

Cristo deseja retirar qualquer impedimento para que cada ser humano, convertido, possa se relacionar com Deus.

Além dessa relação, Jesus deseja purificar a consciência dos filhos de Deus das obras mortas.

Sem esse relacionamento íntimo e sem a consciência limpa do pecado é impossível viver o culto que Deus quer.

O Senhor, na Nova Aliança, está instituindo um novo culto que vai além de rituais.

O desejo de Deus é que seus filhos o cultuem, a todo momento, em todo o lugar. E que tudo o que fizerem adore ao Senhor.

A partir do momento que Jesus passa a ser o único Senhor e Salvador da vida do homem, a sua vida passa a ser um eterno culto a Deus.

“Portanto, irmãos, por causa do sangue de Jesus, podemos entrar com toda confiança no lugar santíssimo,

Por sua morte, Jesus abriu um caminho novo e vivo através da cortina que leva ao lugar santíssimo.

E, uma vez que temos um Sumo Sacerdote que governa sobre a casa de Deus,

entremos com coração sincero e plena confiança, pois nossa consciência culpada foi purificada, e nosso corpo, lavado com água pura.

Apeguemo-nos firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos, porque Deus é fiel para cumprir sua promessa” (Hb 10.19-23).

Reflita sobre o culto que agrada a Deus

O propósito de Deus é que cada filho preste a Ele um culto perfeito de louvor e adoração.

O culto que Deus quer é a experiência fundamental de uma vida genuinamente cristã.

Entretanto, muitos, durante a caminhada no Evangelho, percebem que não têm prestado um verdadeiro culto a Deus.

Acreditam que o verdadeiro culto é o que acontece nas igrejas, porém, o culto vai além, ele deve acontecer a todo momento.

Será que você consegue identificar se a sua vida tem sido, realmente, um culto a Deus?

Vejamos Hebreus, capítulo 5, versos 1 e 2:

“Todo sumo sacerdote é um homem escolhido para representar outras pessoas nas coisas referentes a Deus. Ele apresenta ofertas e sacrifícios pelos pecados

e é capaz de tratar com bondade os ignorantes e os que se desviam, pois está sujeito às mesmas fraquezas”.

E também 1 Pedro, capítulo 2, versos  9 e 10:

“Vocês, porém, são povo escolhido, reino de sacerdotes, nação santa, propriedade exclusiva de Deus. Assim, vocês podem mostrar às pessoas como é admirável aquele que os chamou das trevas para sua maravilhosa luz.

Antes vocês não tinham identidade como povo, agora são povo de Deus. Antes não haviam recebido misericórdia, agora receberam misericórdia de Deus”.

Observando os versículos acima você consegue responder se sua vida está sendo um culto a Deus.

No trecho de Hebreus é possível compreender que, no passado, os sacerdotes preocupavam-se com o povo.

E no trecho de Pedro entende-se que, hoje, o povo de Deus,  são os sacerdotes e devem se preocupar com o chamado que têm de servir a Deus e ao próximo.

Se os filhos de Deus têm vivido um culto diário, em seus corações haverá o desejo de servir a Deus e ter compaixão do próximo.

Ouça “O culto que Deus quer” e reflita se o seu culto tem agradado a Deus:

 

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