O Deus doméstico

O Deus doméstico é a presença do Senhor dentro do lar e nos corações das pessoas que compõe a família que habita nesse lar.
 
Trazer Jesus para dentro do ambiente doméstico é fundamental para o sucesso da família.
 
Por meio de Cristo há amor, alegria, paz, perdão, humildade e comunhão para o seio familiar.
 Na Bíblia há dois versículos que apresentam o momento que Jesus entra na casa de Pedro, seu discípulo.
 
Ao entrar o mestre encontra a sogra de Pedro acamada, com febre. Logo Jesus a curou e a mulher passou a servi-lo.
 
Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama, com febre. Tomando-a pela mão, a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-lo
(Mateus 8. 14 e 15).
 Nesse trecho, chama a atenção, o fato de que não foi Pedro ou sua esposa que se aproximaram de Jesus e relataram o problema da mulher.
 
A Bíblia afirma que Jesus “viu a sogra deste de cama, com febre” e em seguida a curou.
 
Muitas vezes, assim como Pedro, pessoas que caminham com Jesus e têm comunhão com Ele estão negligenciando necessidades de familiares.
 
Essas necessidades podem ser de ordem física, espiritual, emocional e/ou material.
 
Se você fecha os olhos para as dificuldades dos seus familiares é preciso repensar o seu relacionamento com Deus e com a sua família.
O Deus doméstico precisa fazer parte da vida do seu lar
 
Além das orações é necessário levar Jesus para dentro de casa, por meio de exemplos que glorifiquem o nome Dele.
A sogra de Pedro, assim que recebeu a cura, passou a servir a Jesus e também as demais pessoas.
Esse deve ser o resultado do agir de Jesus na sua vida. Após receber a Cristo e ser transformado, você precisa servir a Deus o apresentando a sua família.
Qual o papel que você exerce, atualmente, na sua casa? Pai? Mãe? Filho (a)? Esposo? Esposa?
Tem cumprido, segundo o que é ensinado nas Sagradas Escrituras?
O Deus doméstico precisa fazer parte da vida do seu lar. Nos relacionamentos, onde reine o amor, onde um serva ao outro em amor.
Ouça a mensagem ‘O Deus doméstico’ e seja uma bênção para o seu lar:

 

 
Comunicação CERV

Mães sábias

Possivelmente, na 1ª viagem missionária de Paulo, durante sua estadia na cidade de Listra, a família de Lóide tenha se convertido.

Já em sua segunda viagem missionária, quando o apóstolo regressa àquela cidade, leva consigo o jovem Timóteo. Paulo investiu em Timóteo, preparando-o para ser líder e continuar sua missão naquela geração.

E em sua última carta, encorajou o jovem a perseverar e prosseguir na jornada até o fim.

Paulo escreveu dizendo que orava por Timóteo dia e noite, trazendo à memória sua fé não fingida, que habitara primeiro em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice (2Tm 1.3-5).

Entenda o valor incomparável de uma mãe

Eunice era uma jovem judia, que se casara com um grego. A Bíblia não nos fala a respeito de seu esposo. Não sabemos como era o seu relacionamento com ele, mas podemos perceber a sua influencia dentro do lar ao observarmos que Timóteo não era circuncidado.

Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Contudo, sobre a vida desse jovem, prevaleceram as orações e a firmeza da fé de Eunice. Conforme podemos inferir pelos escritos de Paulo (2Tm 3.14,15).

Certamente, a fé de Eunice e sua mãe marcou o apóstolo. Afinal, dentre tantas judias que ele conhecera, foi a elas que destinou seus elogios. Eunice e Lóide tornam-se símbolos cristãos na educação dos filhos.

Timóteo crescera “respirando Bíblia”. Sua mãe e avó presentearam-lhe com a semente da Palavra de Deus, que brotou em sua vida e fez dele um continuador da obra de Paulo.

Na família, em geral, é a mulher que passa mais tempo em casa, o que lhe propicia o maravilhoso privilégio de ministrar e ensinar a Palavra de Deus aos filhos.

A mãe de Wesley, por exemplo, teve dezenove filhos e os levou a decorar textos bíblicos e as letras dos hinos que cantavam na igreja, desde pequeninos.

Aprenda mais sobre a importância da maternidade

Dois de seus filhos tornaram-se grandemente usados pelo Senhor como avivalistas. Estes foram John Wesley, que evangelizou milhares, pregando a Palavra com poder e Charles Wesley, que compôs inúmeros hinos avivados.

Isso somente é possível quando mães se colocam verdadeiramente na posição de mulheres sábias e prudentes. Você tem tirado tempo para meditar na Palavra de Deus e para ensiná-la aos seus filhos?

 

Texto adaptado da Pra. Ângela Valadão, portal lagoinha.com

Aprenda mais sobre ‘Mães sábias’ participe hoje do culto, às 19 horas, na CERV (R. Érico Veríssimo, 1167- Santa Mônica – BH/MG).

Como ter uma família feliz?

Como ter uma família feliz?

Com certeza você já fez ou ouviu essa pergunta alguma vez em sua vida. As respostas podem ser as mais variadas.

Mas dentre essas respostas qual garante o êxito de desfrutar da felicidade dentro do lar?

Essa questão e outras que envolvem a família serão respondidas no:

III Congresso Legislativo, Direito e Igreja 

Revendo conceitos: Família de Deus nos dias de hoje

O congresso será realizado no dia 26 de maio (sábado), das 8 às 21 horas, na Comunidade Evangélica Restaurando Vidas (CERV).

Os temas que serão abordados nas palestras e painéis são:

-Casamento

– Criação de Filhos

– O plano de Deus para a família

– O poder legislativo e a família

– O poder judiciário e a família

 

Aprenda mais sobre princípios importantes para construir a sua família

 

Todos esses assuntos serão elucidados aos participantes à luz das Sagradas Escrituras, pelos seguintes palestrantes:

 

Promotor Joaquim Miranda

Graduado em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (1990), mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade de Coimbra (2001) e doutor em Ciências Jurídico-Sociais pela Universidade do Museu Social Argentino (2008). Atualmente, compõe o Comitê Acadêmico do novo Doutorado em Ciências Jurídicas da Universidad del Museo Social Argentino

 

Deputado João Leite

Ex-atleta profissional e bacharel em História. Ao encerrar a carreira de atleta, João Leite dedicou-se à política. Foi vereador por Belo Horizonte e deputado estadual, e eleito deputado estadual por seis mandatos sucessivos. Atualmente é deputado estadual e exerce seu sexto mandato consecutivo na Assembleia de Minas, onde ingressou em 1995.

 

 
Antônio Viana

Há 17 anos exerce o pastorado e foi o pastor presidente e fundador da Comunidade Evangélica Palavra Viva em Paraobeba (MG). Atualmente é pastor da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte e líder do Culto Jeová Rafá.

 

 

 

 

Conheça nosso curso de teologia

 

Nélson e Solange Gouvêa

Casados há 39 anos, Nélson e Solange são formados em teologia pelo Seminário Evangélico Betânia de Coronel Fabriciano (MG). Atuaram por muitos anos da área de ensino e louvor. Desde 2001 fazem parte do Corpo Pastoral da Igreja Batista da Renascença de Belo Horizonte (MG), trabalhando como pastores da família. Receberam da parte de Deus um Ministério específico com famílias, no qual trabalham há vários anos.

 

Ruy Mota

 

Fundador, junto ao seu irmão, da empresa Bello Cards, em Belo Horizonte. É pastor e adorador do Senhor Jesus. Seu último trabalho musical é o CD “Põe o trem nos trilhos”.

 

 

Marcelo Leocádio

Casado há 17 anos com Sandra, Marcelo é membro da Igreja Evangélica Betânia de Venda Nova, onde atua no ministério de louvor.

 

 

Para ter acesso ao conhecimento que será compartilhado pelos convidados, acima, você investirá apenas R$30,00 reais.

Neste valor está incluído: material do congresso, acesso as palestras e painéis, almoço e jantar.

Faça esse investimento na sua vida e na sua família!

Para se inscrever, entre em contato com a diretoria do seminário, Kátia Brito: (31) 3504-1341 / 993096957. Ou envie um e-mail para: seminarioteologico@restaurandovidascerv.com.br.

 

Saiba ‘Como ter uma família feliz’ inscreva-se no congresso! As inscrições encerram-se no dia 22 de maio!
Mais informações ligue: (31) 3504-1341 / 99309-6957 (fale com Kátia)

 

Comunicação CERV

Ouvir e obedecer

Ouvir e obedecer

Essa deve ser uma atitude constante na vida do filho de Deus. Mas, você pode questionar: ouvir quem e o quê?

 
A resposta a essa pergunta se encontra na Palavra de Deus:
 
 
Dá-me ouvidos, ó Jacó, e tu, ó Israel (Isaías 48.12 a)
 
 
 
Ou seja, o crente, filho do Senhor Deus deve ouvir a Sua voz e a Sua Palavra!
 
 
Porém, será que você gosta de ouvir e obedecer? ou gosta só de falar e fazer sua própria vontade?
 
 
No versículo acima, Deus está clamando ao seu povo, a seus filhos que o ouçam e dar ouvidos a Deus, segundo a Bíblia, significa obedecer.
 
 
Na Bíblia é apresentado o exemplo do pequeno Samuel que tarde da noite, deitado em sua cama, ouviu a voz de Deus:
 
 
“O Senhor chamou: Samuel! Samuel! Ele respondeu: Eis-me aqui” (1 Sm 3.4)
 
 
A criança não teve discernimento, por ainda estar tomando leite espiritual, ser imatura.
 
 
Entretanto, ainda há muitos crentes que, embora tenham anos de convertidos, ainda são crianças espirituais, sem discernimento, sem reconhecer a voz de Deus.
 
 
 
 
 
As pessoas têm tempo para tudo: celular, dormir, viajar, passear, assistir TV, ficar na Internet e etc, mas não têm tempo de ler e estudar a Bíblia.
 
 
Não têm tempo de ouvir e obedecer.

 

Com essa escolha, entra ano e sai ano, a pessoa permanece da mesma forma. Não apresenta mudança alguma.

 

 

Na vida espiritual não deve haver estabilidade, como na vida financeira, mas sim desenvolvimento e crescimento.

 

 
Ou você sobe a cada dia ou você desce!
 
 
Existem muitas vozes: do homem, de Satanás e de Deus.
 
 
E a qual voz você tem dado ouvidos?
 
 

Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal (Pv. 1.33)

 
 
Dar ouvidos a voz de Deus além de proporcionar crescimento e maturidade espiritual é garantia de segurança física e espiritual.
 
 
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha (Mt 7.24)
 
 
Portanto, o que se dedica a ouvir as Palavras de Deus e as coloca em prática (obedece) se torna um homem, uma mulher prudente.
 
 
 
 
 
 
Essa pessoa prudente, agindo como no versículo acima, está prevenida de cometer erros ou cair em qualquer cilada maligna.
 

Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca ( Pv 5.7)

 
 
 
Por isso, a Bíblia afirma como é importante dar ouvidos e obedecer a voz de Deus.
 
 
Pois isso determinará um presente e um futuro abençoado nesta terra.
 
 
E você? Tem ouvido e obedecido a voz de Deus e a Sua Palavra?
 
Ouça a mensagem ‘Ouvir e obedecer’ e reflita sobre a sua vida diante deste assunto:
Parte 1
Parte 2

 

Comunicação CERV

O culto em família

Passamos, em 2010, uns dias hospedados na casa dos pastores Abe e Andrea Huber, da Igreja da Paz de Fortaleza/CE.

Voltamos impactados pela prática de um princípio tão simples, e ao mesmo tempo tão poderoso: o culto em família.

Até então eu não ignorava este conceito, pois cresci num lar cristão que conhecia esta prática.

E, em nossa própria casa, já havia feito o culto doméstico, embora não com a intensidade e frequência que deveria.

Às vezes orávamos e louvávamos a Deus juntos.

Em outras ocasiões compartilhávamos as Escrituras, embora raramente fazíamos tudo isto junto.

Contudo, depois de participarmos do culto com a família Huber, sentimo-nos muito encorajados a realizar o culto doméstico.

Desde então temos vivido momentos preciosos em família na presença do Senhor, mais do que o que usualmente desfrutávamos.

Adoramos e oramos juntos ao Senhor, nos intercalamos, a cada culto, repartindo uma porção da Palavra e algum testemunho.

Acreditamos que com a prática do culto familiar é quase impossível que o Diabo consiga ferir esta família!

E desde então, não apenas temos nos dedicado a ter nosso culto familiar, como também, convidamos nossos hospedes a participarem.

Sempre com o objetivo de os encorajar a fazer o mesmo!

Precisamos praticar este princípio do culto em família.

O que compartilho a seguir são fragmentos de outros estudos bíblicos, principalmente “A vida espiritual em família” .

Porém, tentei reorganizar e editar a exposição de alguns princípios, de modo a fazer mais sentido na visão do culto familiar que estou abordando aqui.

Exercer liderança espiritual no lar não exige apenas ter um culto com horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxiliará, e muito, a vivência deste princípio.

Cultuar a Deus juntos nas celebrações públicas

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve – primariamente – o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.”  (2 Crônicas 20.13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe.”  (Neemias 12.43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1 Sm 1.1-5).

Acreditamos que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja.

É melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e Sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24).

Depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43).

Mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que Ele trazia (como homem) das Escrituras.

 

Ouça a mensagem o culto doméstico e seja edificado

 

Cultuar juntos em nossa própria casa

Creio que devemos cultivar o hábito de ter um culto familiar em nossa própria casa.

Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33).

A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.”  (Atos 21.5)

Lucas revela-nos, no livro de Atos dos Apóstolos, detalhes de um ambiente de busca ao Senhor nas casas daqueles que os hospedavam:

“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”  (Atos 21.8,9)

O enfoque das filhas profetizando (como foi predito pelo profeta Joel – Jl 2.28) revela um ambiente de oração e fluir dos dons dentro da casa de Filipe, o evangelista.

Orando juntos

Penso que além de cobrir a vida dos familiares com oração, o cabeça do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar uns pelos outros.

Além disso, sempre que possível, a família também deve procurar orar junta, assim como pratica o costume de comer junta.

O salmista fala dos filhos à volta da mesa:

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa”  (Salmo 128.3)

Muitas famílias deixaram de se reunir à volta da mesa para comer cada um no seu canto, na sua hora, ou até mesmo em frente à televisão. Isto é errado!

A mesa é um lugar de comunhão! Porque deixamos de praticar muitas tarefas em conjunto, como família, é que hoje nos parece algo tão estranho e desconfortável tentar reunir a família para orar e adorar a Deus.

Uma família cristã deve aprender a prática da oração conjunta.

Não quero dizer orar junto o tempo todo, pois a vida de oração e devoção a Deus ainda tem caráter individual, mas isto também deve acontecer no ambiente familiar.

Quando uma família ora junto, goza de princípios operando em seu favor que, seus membros, orando sozinhos, não chegariam a experimentar.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”  (Mateus 18.19,20)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre a família (o que o apóstolo Pedro aplica ao casal serve também para toda família).

Desentendimentos vão roubar o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil,

e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.”  (1 Pedro 3.7)

Muitos de nós normalmente não paramos para pensar na responsabilidade que temos como pais.

Se deixarmos nossos filhos entregues à influência do mundo que os cercam (na escola, na mídia, na internet e na vizinhança, etc.) e não os levarmos à presença do Senhor para que aprendam a amá-Lo e temê-Lo, poderemos perdê-los espiritualmente (e eternamente).

 

Cuide bem da sua família

 

Ensinando e corrigindo os filhos

Como pais, temos a responsabilidade de ministrar (e corrigir) nossos filhos no caminho do Senhor:

“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”  (Efésios 6.4)

Quais as consequências de se negligenciar o ensino da Palavra em casa?

Juízo divino para o cabeça do lar, além da evidente rebeldia e frieza espiritual que se manifestará vida dos filhos.

A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criara no templo.

E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei.

Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu.”  (1 Samuel 3.13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu.

Toda omissão na vida espiritual do lar sempre trará consequências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos.

Se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos.

Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como líder espiritual em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”  (1 Reis 1.6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser dedicados em ministrar, ensinar e proteger espiritualmente as suas vidas.

Quando temos nosso culto familiar instruímos nossos filhos de forma prática sobre como viver o Evangelho entre seus amigos de escola.

Perguntamos e eles abrem o coração sobre suas dificuldades e oramos juntos.

Mas também permitimos que eles compartilhem o que estão descobrindo em seu tempo de leitura e estudo da Bíblia e como podemos aplicar isto em nosso cotidiano.

É claro que não os ministramos só na hora do culto, mas sempre que a ocasião se mostrar necessária.

Porém, descobrimos que, em nosso culto em família, temos um dos melhores ambientes para exercer nossa responsabilidade de, como pais, ensinar a Palavra de Deus a nossos filhos:

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;

e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”  (Deuteronômio 6.6,7)

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”  (Provérbios 22.6)

Como deve ser o culto?

Nossos cultos familiares variam de quinze minutos a mais de uma hora. Depende do dia e do tempo que temos.

Mas procuramos manter uma estrutura básica. Eis o que fazemos:

1) Adoramos a Deus com canções e declarações de amor e gratidão.

Minha esposa e meus filhos tocam instrumentos musicais, logo é difícil o dia em que não temos uma boa música.

Porém, quando estamos em viagem, longe do violão e do piano, apenas cantamos juntos.

2) Oramos de modo organizado distribuindo os pedidos e alvos de oração e intercessão.

3) Temos um momento de compartilhar da Palavra de Deus. Porém, não é necessariamente uma pregação; é mais um compartilhar que tentamos fazer ser seguido de uma aplicação prática.

Embora, por serem filhos de pregadores, nossas crianças gostem de dar o que eles mesmos chamam de uma “pregadinha”. Isto é o que fazemos em nossa casa.

Contudo, cada um deve decidir a forma como conduzirá o culto em sua própria casa.

Que o Senhor ajude a cada um a, não somente começar este prática, como também a perseverar nela.

Isto será saúde e proteção espiritual para o seu lar!!!

Pr. Luciano Subirá

Aprenda mais sobre ‘O culto em família’, participe, neste mês, do Mês da Família na CERV.

Cristo ressuscitou, aleluia!

Cristo ressuscitou, aleluia! Essa é uma novidade de esperança!

Se Cristo não tivesse ressuscitado o que seria da humanidade? Teriam todos perecido em seus pecados.

Entretanto, desde a época que Cristo morreu e ressuscitou, até hoje, há pessoas que questionam a veracidade desse fato.

No período que o apóstolo Paulo viveu teve que enfrentar esse tipo de questionamento na igreja de Corínto.

Havia membros da igreja duvidando da morte e ressurreição de Jesus, então o apóstolo escreve a seguinte explicação, em sua primeira carta a igreja:

 

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo.
 
Portanto, quer tenha sido eu, quer tenham sido eles, é isto que pregamos, e é isto que vocês creram.
 
Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?
 
Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou;
e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.
 
Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.
 
Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo.
 
Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados”  (1 Co 15.10-17).
Se Cristo não tivesse ressuscitado, como Paulo escreveu a humanidade teria morrido em seus pecados, sem perdão de Deus.
 
 
A humanidade estaria numa condição deplorável e sem possibilidade alguma de serem filhos e pertencentes a família de Deus.
 
 
Se não houvesse a ressurreição toda a pregação do Evangelho, desde Cristo até a atualidade, foi e é inútil.
 
 
Todas as pessoas que têm ouvido e crido na pregação a respeito da pessoa de Jesus, podem testificar da transformação pela qual passaram.
 
 
De onde viria essa transformação? Homem algum, por mais sábio e capacitado que seja, não consegue transformar a si mesmo ou ao próximo.
 
 
Somente uma obra sobrenatural é capaz de mudar o coração do ser humano.
 
 
Por isso, aqueles que recebem Jesus em seu coração podem declarar com alegria:
 
Cristo ressuscitou, aleluia!
Pois, foi por meio dessa morte e ressurreição, que as pessoas receberam perdão, uma nova vida e a esperança de uma vida eterna.
Por isso, não apenas no dia oficial que é celebrada a ressurreição de Cristo, todos os dias, os filhos de Deus, devem celebrar, com alegria a ressurreição de Jesus.
Por que Ele vive, você pode crer num hoje, num amanhã e num futuro de esperança e vida!
Ouça a mensagem ‘Cristo ressuscitou, aleluia’ e tenha sua esperança renovada:

 

Comunicação CERV

As joias de Deus

As joias de Deus são citadas por Jesus em Mateus 25.40:

 

“O Rei responderá: Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim fizestes”

 

Essas joias são os “pequeninos” ou “menores” que precisam conhecer a verdade divina: A Palavra de Deus.

 

E quem seriam esses pequeninos?

 

 
Os pobres, os doentes, os prisioneiros, os marginalizados, os idosos, os adultos, os jovens e as crianças.
 
São pessoas que necessitam conhecer a pessoa de Jesus Cristo de Nazaré!
 
E como elas terão conhecimento da verdade?
 

Por meio da sua vida.

 
 
Porém, para ser um pregador do Evangelho é necessário ser transformado pelo poder de Deus.
 

E isso só acontece a partir do momento que a pessoa se posiciona diante das verdades bíblicas a ela reveladas.

 
A Bíblia afirma que:
 

“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos céus é tomado à força, e os que usam de força se apoderam dele (Mt 11.12).

 
 

Reino de Deus é alcançado por esforço e  para isso é fundamental ouvir e  obedecer a voz do Espírito Santo.

 

As verdades divinas precisam substituir as mentiras das trevas, do Diabo.

 

Escolher uma vida de hipocrisia fará com que a pessoa perca a própria salvação e não cumpra o propósito da sua vida que é pregar o Evangelho.

 

Por isso, Jesus deve ser o principal amor da vida daquele que se diz filho de Deus.

 

E para que esse amor aumente a pessoa precisa conhecê-lo por meio da Bíblia. Ser um praticante da Palavra e ser cheio do Espírito Santo.

 
 
 
 
Vivendo dessa forma será possível alcançar as joias de Deus, tão preciosas para o Senhor.
 

Há alguma dessas joias perto de você?

 

Como você pode alcançar essas pessoas para o Senhor Jesus?

 

Ore e peça ao Espírito Santo que coloque em seu coração o amor e o desejo de viver para Jesus e alcançar as joias de Deus.

 
Ouça a mensagem ‘As joias de Deus’ e seja edificado pela Palavra do Senhor:

 

Comunicação CERV

O propósito maior de uma provação

O propósito maior de uma provação é que, em primeiro lugar, a pessoa enxergar a provação pela ótica de Deus.

A seguir, leia o texto de Tiago, capítulo 1, versos de 1 ao 12:

 

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
 
 
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
 
 
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.
 
 
 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.
 
 
 Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.
 
 
Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor;
é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.
 
 
O irmão de condição humilde deve orgulhar-se quando estiver em elevada posição.
 
 
E o rico deve orgulhar-se se passar a viver em condição humilde, porque passará como a flor do campo.
 
  
Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.
 
 
Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam”
 
 
As provações citadas por Tiago nos versículos acima se refere a situações externas que podem atingir o homem.
 

E o ser humano deve observar as provações com bons olhos, pois a finalidade de Deus é sublime.

 
 
Mas, como ver algo que causa dor, tristeza e dificuldades com alegria?
 
 
 
 
 
Entender que a finalidade é tornar o homem maduro, íntegro e completo em seu caráter e vida espiritual.
 
 
E em meio as provações é necessário pedir ao Senhor sabedoria para compreender e lidar com essas provas.
 
 
Mas, quais seriam os benefícios de ser provado?
 
 
O livro de Jó, capítulo 1, versos de ao 5, apresenta a resposta a essa questão:
 
 
 
“Havia um homem chamado Jó que vivia na terra de Uz. Ele era íntegro e correto, temia a Deus e se mantinha afastado do mal.
 
 
Tinha sete filhos e três filhas.
 
  
Era dono de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas. Também tinha muitos servos. Na verdade, era o homem mais rico de toda aquela região.
 
  
Os filhos de Jó se revezavam em preparar banquetes em suas casas e convidavam suas três irmãs para celebrar com eles.
 

Quando terminavam esses dias de festas, Jó mandava chamar seus filhos, a fim de purificá-los. Levantava-se de manhã bem cedo e oferecia um holocausto em favor de cada um deles, pois pensava:

 

“Pode ser que meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus em seu coração”. Essa era a prática habitual de Jó”

 

Jó era um homem, reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal.

 

 
Era um pai, sacerdote, que paga preço pelos seus filhos. Enfim, tinha uma conduta exemplar.
 
 
A Bíblia afirma que, numa reunião realizada no céu, Satanás se apresentou e Deus perguntou se ele tinha visto seu servo Jó.
 
 
E o Senhor o elogia perante o Inimigo. Deus não elogia as posses, riquezas e prosperidade de Jó, mas sim sua conduta e caráter.
 
 
Satanás afirma que Jó só possui esse caráter exemplar por que o Senhor o abençoava, mas que se tirasse tudo ele amaldiçoaria a Deus.
 
 
Porém, o plano do Inimigo foi frustrado, pois mesmo o Senhor autorizando que ele tocasse em tudo que pertencia a Jó, menos em sua vida, o patriarca não amaldiçoou a Deus.
 
 
  
“Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou a Deus” (Jó 1.22)
 
 
 
Apesar das provas Jó permaneceu fiel a Deus e escolheu não pecar.
 
 
Satanás, com a autorização de Deus, trouxe uma nova provação para Jó, e tocou em sua saúde.
 
 
E sobre todo o corpo do patriarca apareceram várias feridas que cheiravam mal, ao ponto de transformar a aparência dele.
 
 
A esposa dele foi reprovada, pois afirmou que ele deveria amaldiçoar a Deus e morrer.
 
 
Entretanto, ainda assim, Jó não deu ouvidos a sua esposa e afirmou:
 
 
 
“Você fala como uma mulher insensata. Aceitaremos da mão de Deus apenas as coisas boas e nunca o mal? Em tudo isso, Jó não pecou com seus lábios” (Jó 2. 10).
 
 
Quando se chega ao final do livro de Jó é possível compreender o propósito maior de uma provação:
 
 
“Então Jó respondeu ao Senhor:
 
  
Sei que podes fazer todas as coisas, e ninguém pode frustrar teus planos.
 
  
Perguntaste: ‘Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?’ Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.
 
 
 Disseste: ‘Ouça, e eu falarei! Eu lhe farei algumas perguntas, e você responderá’.
 

Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos” (Jó 42.1-5).

O propósito maior era de que Jó tivesse maior intimidade e relacionamento com o Senhor.

Pessoas que contemplaram Deus na Bíblia, como por exemplo, Moisés, nunca mais foi o mesmo. Tornou-se libertador do povo de Deus.

O propósito maior de uma provação, no caso de Jó era aproximá-lo do Senhor.

Deus também tem esse propósito para a sua vida, de te aproximar Dele para que você contemple a glória do Senhor.

Ouça a mensagem ‘O propósito maior de uma provação’ e seja edificado:

 

 

Comunicação CERV

Uma vida missionária

Foto: arquivo pessoal

Uma vida missionária, dedicada a serviço do Reino de Deus. Assim tem sido a vida do casal Paulo Roberto Resende e Maria das Graças, missionários de Cristo.

Foram convocados pelo Senhor, ainda jovens, recém-casados, a servirem a Deus numa tribo indígena no Amazonas.

Venderam tudo o que possuíam e renunciaram ao seus sonhos para viver os sonhos de Deus.

Antes de viajarem, a irmã Maria das Graças descobriu que estava grávida e ainda recebeu a notícia de que sua mãe estava enferma.

Sob muitas críticas e palavras negativas, ela escolheu permanecer firme no chamado de Deus e seguiu rumo a missão que Ele tinha para ela e Paulo Roberto.

Acompanhados de duas irmãs, Paula e Marina, viajaram para o Amazonas e lá viveram, quase sete anos, a serviço do Reino.

O primeiro filho do casal, nasceu numa madrugada, na casa que moravam na tribo.

O parto foi realizado por  Paulo Roberto e o bebê, batizado com o nome de Eliatã, nasceu com perfeita saúde, contrariando todas as expectativas negativas que haviam a respeito da criança.

No período que viveram em missões, com os indígenas e ribeirinhos, enfrentaram várias batalhas.

Mas, para a glória de Deus, obtiveram vitórias sobre escassez, doenças e dificuldades.

Entenda a importância de viver para o Reino e pregar o Reino de Deus a toda criatura

Porém, antes de viverem uma vida missionária, foi necessário acontecer transformações individuais.

Maria das Graças, antes de conhecer Paulo já era convertida a Jesus.

Já o  missionário Paulo Roberto estava longe do Senhor, vivendo do crime e tráfico de drogas.

Seu antigo nome era Paulinho Bonfim, como fora apelidado pela polícia militar e imprensa de Belo Horizonte.

Foto: divulgação

Ainda jovem foi resgatado por Jesus Cristo da sua antiga forma de viver e desde então, o seguinte versículo, tem feito parte da sua trajetória cristã:

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

 

Em maio deste ano celebra mais de 50 anos de conversão e serviço à obra missionária.

Hoje, Paulo Roberto conta suas experiências como missionário atuante no Amazonas, na Itália e em outros lugares do mundo.

Já pregou em várias igrejas brasileiras e em mais de 20 países em todo o mundo.

Nesta mensagem, ele e sua esposa Maria das Graças compartilham a Palavra de Deus e diversos testemunhos de fé e amor à missões.

Conheça mais sobre a história do missionário Paulo Roberto

 Ouça o testemunho ‘Uma vida missionária’ e se inspire na história real de um casal que ama Jesus e as almas:

 

 ‘Uma vida missionária’ Parte 1:
‘Uma vida missionária’ parte 2:

 

Comunicação CERV

Uma amizade perigosa

Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4).

O mundo, kosmos, aqui, não é o mundo físico, geográfico ou habitado pelo homens, mas um sistema de valores que está em aberta oposição a Deus e à sua palavra.

Não se trata de algo material, mas espiritual. Não se refere à criação, mas à cosmovisão que conspira contra os preceitos de Deus.

É uma maneira ver a vida, a família, a sociedade, a igreja, o dinheiro, o sexo, os prazeres, as oportunidades, o tempo e a eternidade deixando de lado a realidade de Deus e de sua Palavra.

Ser amigo desse sistema é um ato de infidelidade a Deus. É como um adultério espiritual.

Deus firmou um pacto conosco, onde somos o seu povo e ele é o nosso Deus. Estamos numa relação de aliança com ele. Devemos a ele fidelidade e obediência.

Portanto, ser amigo do mundo, amar o mundo e conformar-se com o mundo, é virar as costas para Deus, repudiá-lo e ser infiel a ele.

Consequentemente, a amizade do mundo é inimiga de Deus. Não dá para ser amigo de Deus e do mundo ao mesmo tempo.

É impossível viver enamorado do mundo e ter comunhão com Deus. A amizade do mundo exclui a amizade com Deus e a amizade com Deus impede a amizade com o mundo.

Esse sistema chamado “mundo” é governado por um ser maligno. O mundo tem um príncipe que está em oposição a Deus. O príncipe deste mundo é o Diabo.

Ele é mentiroso, ladrão e assassino. Ele é enganador, tentador e destruidor. Veio para roubar, matar e destruir.

Entenda a importância das escolhas para ter uma vida feliz

Este príncipe das trevas mantém as pessoas cativas em sua casa, na sua potestade e no seu reino lúgubre e lôbrego. Ser amigo do mundo é viver debaixo desse influência maligna.

O mundo tem o seu glamour. Suas ofertas são sedutoras. Suas propostas são aparentemente vantajosas.

O Diabo é um embusteiro. Oferece o que não pode dar. Seus banquetes têm muitas taças transbordantes de prazer, mas ao fim são taças cheias de veneno.

Ao mesmo que oferecem prazer, trazem desgosto; ao mesmo tempo que fazem promessas de liberdade, escravizam. Ao mesmo tempo que anunciam vida, pagam com a morte.

Oh, Deus é a fonte da vida! Na sua presença há plenitude de alegria. Ele é a fonte de todo o bem. Só ele pode trazer alegria para a alma, descanso para a mente, alívio para o coração.

Só ele pode tirar o fardo pesado da dor, perdoar os pecados e fazer novas todas as coisas em nossa vida. A amizade de Deus é o mais sublime privilégio da vida. Ser amigo de Deus é desfrutar de alegria indizível e cheia de glória.

Desfrutar da intimidade de Deus é beber as taças da verdadeira felicidade. Obedecer a Deus é a essência do nosso verdadeiro prazer. Só quando conhecemos a amizade de Deus, temos pleno discernimento de quão enganoso é o mundo.

Só quando saboreamos a alegria da vida eterna e os privilégios que ela traz temos uma noção cristalina de quão perverso é o mundo, quão iníquos são seus valores e quão terrível é o Diabo.

É tempo de rompermos com a amizade do mundo. É tempo de olharmos para a vida na perspectiva de Deus e quebrarmos todos os vínculos que ainda tentam nos prender ao mundo.

Saiba mais sobre as amizade offline e online

O caminho do mundo é largo, mas leva à perdição. A porta do mundo é espaçosa, mas conduz à morte. O mundo é uma mentira. Suas vantagens são pura perda. Seus prazeres são notórios pesados. Seu caminho leva ao inferno. Sua amizade é inimiga de Deus.

Porém, a amizade de Deus é o caminho mais seguro para a nossa plena felicidade aqui e por toda a eternidade, uma vez que a própria essência da vida eterna é conhecer a Deus e deleitarmo-nos nele para sempre e sempre.

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

Aprenda sobre o tema ‘Uma amizade perigosa’, participe dos cultos da Mocidade Restaurando Vidas, aos sábados, às 19 horas.
Mais informações ligue: (31) 98425-5591 (Raquel Almeida)

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